quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

OS USURÁRIOS E O SANGUE DO POVO- LUCRO BANCO DO BRASIL



Amigos, fico preocupado com o país depois de uma notícia desta, parece que escochar a população é a regra, se o Banco do Brasil que é o Banco oficial , que deveria atender a população e regular os valores dos custos para o consumidor , se orgulha de ter o maior  lucro de todos os tempos  quando a sua função seria fazer o país crescer,  incentivar a escola, o pequeno empresário e baixar as  taxas de serviços de todos os outros, como é que se orgulha de um lucro de 16 bilhões ao  puxar os preços das tarifas para cima?.
   Que os entendidos na matéria se pronunciem.
Eu não concordo com este comportamento.
O Banco é o fiel da balança e deveria puxar as tarifas para baixo.
 Que tenha lucros ,  mas não às custas do couro e do sangue  do consumidor  brasileiro . Que o lucro não seja  tão graúdo, porque não investe na educação dos bons alunos da periferia?.
 EU NÃO CONCORDO COM ESTE COMPORTAMENTO USURÁRIO COM  TUTELA OFICIAL.
Iderval Reginaldo Tenório

Banco do Brasil tem lucro recorde de R$ 15,8 bilhões em 2013



 
Maior banco brasileiro, o Banco do Brasil teve lucro líquido contábil recorde de R$ 15,758 bilhões em 2013, valor 29,11% superior ao registrado em 2012.
O bom desempenho no acumulado do ano se deu apesar da piora no resultado do quarto trimestre, conforme esperava o mercado. Entre outubro e dezembro, o banco teve lucro de R$ 3,025 bilhões, queda de 23,7% sobre igual período do ano anterior.
Em base recorrente, que exclui ganhos e perdas extraordinários, o lucro do BB foi de R$ 10,353 bilhões em 2013, 10,2% menor em relação a 2012. No quarto trimestre, a cifra ficou em R$ 2,424 bilhões, baixa de 23,8% na comparação anual.
A diferença entre o lucro líquido contábil e o recorrente deve-se principalmente pelo ganho com a venda das ações da BB Seguridade, que aconteceu no segundo trimestre de 2013.
Editoria de Arte/Folhapress

O banco apresentou expansão de 19,3% nos financiamentos em relação ao ano anterior, totalizando R$ 692,915 bilhões ao final de dezembro –o correspondente a 21,1% do mercado de crédito nacional–, à frente de Bradesco (R$ 427,3 bilhões), Santander (R$ 279,8 bilhões) e Itaú (R$ 483,4 bilhões).
Em relação ao terceiro trimestre, a carteira de crédito do BB cresceu 6,2%.
O avanço foi possível por causa da manutenção da estratégia de aumentar o crédito de menor risco, como consignado, CDC (Crédito Direto ao Consumidor), financiamento de veículos e crédito imobiliário.
Esse perfil de crédito correspondeu por 74,5% da carteira orgânica do BB, formada por operações com clientes pessoa física, que finalizou dezembro com saldo de R$ 134,341 bilhões, crescimento de 16,2% sobre 2012 e alta de 3,3% em relação ao terceiro trimestre.
CALOTES
A inadimplência acima de 90 dias do banco encerrou dezembro em 1,98%, ligeiro avanço sobre a taxa de 1,97% apurada no terceiro trimestre, mas menor que os 2,05% vistos em 2012.
A redução no nível de calotes também foi registrada pelo Bradesco e pelo Itaú Unibanco, cujas taxas de inadimplência caíram para os menores níveis em cinco anos em dezembro, para 3,5% e 3,7%, respectivamente.
Já o Santander Brasil fechou 2013 com o menor nível de calotes desde a conclusão da fusão com o Banco Real, em 2009, de 3,7%.
Apesar da inadimplência menor, o BB elevou as despesas com provisões para calote em 15,2% em 2013 sobre o ano anterior, para R$ 15,600 bilhões. Na comparação com o terceiro trimestre, houve alta de 7%, para R$ 4,188 bilhões.

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