O HOMEM E A PLASTICIDADE CEREBRAL. DESCONSTRUÍNDO UMA PERSONALIDADE
A neurociência tem mostrado, que mais de 80% das mentes não pensam por si, isto, independente do nível social, cultural, econômico, educacional e etnia.
Existem no ser humano e em todos os animais não humanos, as propriedades da lavagem cerebral e a indução de comportamentos.
Estes fenômenos são estudados por cientistas em muitos centros acadêmicos, iniciado principalmente por Ivan Petrovich Pavlov, fisiologista Russo dos anos 1890 a 1903, que pesquisou diversos reflexos em cães, o principal foi o "reflexo condicionado de Pav Lov", que guarda similitude com os reflexos dos humanos, dos golfinhos, dos leões e dos demais animais.
A lavagem cerebral é um processo psicossocial, coercitivo e de manipulação que está atrelado à neuroplasticidade cerebral.
A maleabilidade e a complexidade da psicologia, e do comportamento humano tornam o homem uma presa fácil a ser manipulado pelos estudiosos do assunto, sendo constantemente adestrado durante a vida.
Lavagem cerebral é uma técnica de persuasão coercitiva extrema, visando a modificação de crenças, comportamentos e valores de um indivíduo, muitas vezes contra sua vontade
A neurociência chegou à conclusão que mais de 90%, dos 80% dos idólatras da população, perderam o senso, a capacidade de raciocínio e de crítica, e tais quais folhas secas são levadas para onde os ventos do poder soprarem.
Atenção maior é na política e nos ídolos religiosos. Os idólatras polarizaram estes setores e os seguidores de cada tendência se impregnam, raivosamente, de cortisol, uns de um lado e outros do outro, construindo mundos diferentes.
O hormônio cortisol, o hormônio do estresse, em excesso faz com que os indivíduos deixem de ser eles e atuem como rebanhos de irracionais a defenderem os seus manipuladores mentais, chegando ao ponto de dividir as comunidades em vários segmentos e a nação em grupos diferentes. Descamisados, pobres, médios, ricos e os muito ricos. Os pobres continuam pobres, os ricos continuam ricos e os muito ricos, mais ricos.
A diáspora social só acontece na classe média, que a cada dia é empurrada para as camadas mais baixas, frutos dos escorchantes impostos, do custo de vida e das benesses oficiais, uma vez que patrocina os programas governamentais, muitos são primordiais, pois foram criados para sanar sofrimentos crônicos inaceitáveis, a fome e a perda da cidadania, além de outros criados para agradar determinadas categorias com a finalidade de angariar simpatias, notadamente o escambo com o votos.
O que mais pesa para a classe média e não encontram defesas, são as gastanças da máquina pública, os desvios nas instituições públicas e privadas, as farras dos componentes na vida social com o erário público, e o sustento na condução da sua própria vida, onde tudo é privado: Moradia, Alimentação, Saúde, Educação, Locomoção e Segurança.
O que leva em todos os recenseamentos subsequentes, a queda da classe média e dos descamisados, o congelamento dos ricos e o aumento dos pobres e dos muito ricos.
Salvador, 20 de janeiro de 2026
Iderval Reginaldo Tenório
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