terça-feira, 20 de janeiro de 2026

O HOMEM E A PLASTICIDADE CEREBRAL. DESCONSTRUÍNDO UMA PERSONALIDADE

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O HOMEM  E A PLASTICIDADE CEREBRAL.   DESCONSTRUÍNDO  UMA PERSONALIDADE

A neurociência tem mostrado, que mais de 80% das mentes não pensam por si, isto, independente do nível social, cultural, econômico, educacional e etnia.

Existem no ser humano e em todos os animais não humanos, as propriedades da lavagem cerebral e a indução de comportamentos. 

Estes fenômenos são estudados por cientistas em muitos centros acadêmicos, iniciado principalmente  por Ivan Petrovich Pavlov, fisiologista Russo dos anos 1890 a 1903, que pesquisou diversos reflexos em cães, o principal foi  o "reflexo condicionado de Pav Lov", que guarda similitude com os reflexos dos humanos, dos  golfinhos, dos  leões e dos demais animais.  

A lavagem cerebral   é um processo psicossocial, coercitivo e de manipulação que está atrelado à neuroplasticidade cerebral.

 A maleabilidade e a complexidade da psicologia, e do comportamento humano  tornam o homem uma presa fácil a ser manipulado pelos estudiosos do assunto, sendo constantemente adestrado durante a vida. 

Lavagem cerebral é uma  técnica de persuasão coercitiva extrema, visando a modificação de crenças, comportamentos e valores de um indivíduo, muitas vezes contra sua vontade 

A neurociência chegou  à conclusão que mais de 90%, dos 80% dos idólatras da população, perderam o senso, a capacidade de raciocínio e de crítica,  e tais quais  folhas secas  são levadas para onde os ventos do poder soprarem.

Atenção maior é na política e nos ídolos  religiosos. Os idólatras polarizaram estes setores e os seguidores de cada tendência se impregnam, raivosamente,  de cortisol, uns  de um lado e  outros do outro, construindo mundos diferentes. 

O hormônio cortisol, o hormônio do estresse, em excesso faz com que os indivíduos deixem de ser eles e atuem como rebanhos de irracionais a defenderem os seus manipuladores mentais, chegando ao ponto de dividir as comunidades  em vários segmentos e a nação em grupos diferentes.  Descamisados,  pobres, médios,  ricos e os muito ricos. Os pobres continuam pobres, os ricos continuam ricos e os muito ricos,  mais ricos. 

A  diáspora social só acontece na classe média, que a cada dia é empurrada para as camadas mais baixas, frutos dos escorchantes impostos, do custo de vida e das benesses oficiais,  uma vez que patrocina os programas governamentais, muitos são primordiais, pois foram criados para sanar sofrimentos crônicos  inaceitáveis,  a fome e a perda da cidadania, além de outros criados para agradar determinadas categorias com a finalidade de angariar simpatias, notadamente  o escambo com o   votos.

O que mais pesa para a classe média e não encontram defesas, são as  gastanças da máquina  pública, os desvios nas instituições públicas e privadas, as farras dos componentes na vida social com o erário público,  e o sustento  na condução da sua própria vida, onde tudo é  privado: Moradia, Alimentação,  Saúde, Educação, Locomoção e Segurança. 

O que leva em todos os recenseamentos subsequentes,  a  queda da classe média e dos descamisados, o congelamento dos ricos  e  o aumento dos pobres e  dos muito ricos.          

             Salvador, 20 de janeiro de 2026

                         Iderval Reginaldo Tenório

 


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