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LEIS QUE TENTAM PROIBIR A CORRIDA DE JUMENTOS-
JUAZEIRO DO NORTE E OUTRAS CIDADES
Pessoal, tudo que fica sem função é fadado à extinção. O Asinino( O JUMENTO) não mais é usado para o transporte e nem nos sertões é utilizado para carregar água, lenhas ou quaisquer mercadorias, está sem uma função na Sociedade.
Em muitas nações da Ásia ele está sendo criado para produzir Carnes. Pode ser e é considerado um absurdo para nós do Nordeste, porém, é uma realidade por lá.
Fica a seguinte pergunta? Será que ao ser classificado como um atleta para competição, não seria um dos motivos para serem criados com cuidado e não serem extintos?
O hipismo é um esporte praticado no mundo inteiro, inclusive nas olimpíadas.
Será que os asininos, tais quais os equinos não poderiam ser utilizados em alguns esportes? O que não se defende são os Maus-tratos.
Com a palavra os estudiosos do assunto, as autoridades brasileiras e o povo nordestino.
É hoje um animal sem valor comercial, sem valor afetivo pelos jovens, é abandonado nas estradas do nordeste e morto por atropelos de carros( Caminhões).
O jumento brasileiro corre risco iminente de extinção, com uma redução de 94% de sua população nos últimos 30 anos, passando de 1,37 milhão para pouco mais de 78 mil animais, acelerado pelo abandono, abates e atropelos nas estradas.
Iderval Reginaldo Tenório.
Salvador-Ba
- Proibições Judiciais (PB): Em 2024 e 2025, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve decisões que proibiram a corrida de jegues em municípios da Paraíba (como Mari), reconhecendo a prática como um ato de maus-tratos.
- Tentativas Legislativas (CE): Em Juazeiro do Norte (CE), a vereadora Jacqueline Gouveia (MDB) tentou, por múltiplas vezes (incluindo 2023 e 2025), aprovar projetos de lei.
- Reconhecimento como Cultura (RN): Em contrapartida, no Rio Grande do Norte, foi sancionada em novembro de 2024 uma lei que reconhece a "Corrida do Jegue" de Timbaúba dos Batistas como patrimônio imaterial, cultural e turístico do estado.
- Argumentos dos Organizadores: Defensores da corrida, como no Cariri, alegam que há regulamentos para preservar os animais, como a proibição de instrumentos perfurocortantes e uso apenas de cabresto.
- Contexto Geral: A legislação federal (Lei 9.605/1998) criminaliza maus-tratos, e o entendimento jurídico tem avançado para considerar competições que exigem esforço extremo de animais não treinados (como jegues em corridas amadoras) como abuso, especialmente após o aumento da punição para crimes contra animais (Lei Sansão).
Apologia Ao Jumento (O Jumento e Nosso Irmão)

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