quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Os cães (animal) na Bíblia

Damnatio ad bestias – Wikipédia, a enciclopédia livre

 RITUAIS DE SACRIFÍCIO ANIMAL NA ANTIGUIDADE (Rodrigo Peñaloza, 25-X-2017) |  by Rodrigo Peñaloza | Medium

Significado de Cães na Bíblia: entenda o que as... 

Os cães (animal) na Bíblia

O cão (ou cachorro) é popularmente conhecido como "o melhor amigo do homem", mas na época bíblica não era bem assim.

Já haviam cães domesticados como citado no Novo Testamento (Mateus 15:25-28), mas a maioria das citações bíblicas - tanto no sentido literal quanto no sentido figurado - eram relativos aos cães selvagens.

Os cães selvagens se movem e caçam em bando. Era comum a presença desses animais ao redor das cidades e aldeias, um perigo na antiguidade (Salmos 59:6). Pelo fato de se alimentarem de carniça e lixo, eram tidos como animais impuros e associados de forma pejorativa (Isaías 66:3; Eclesiastes 9:4; Êxodo 22:31).

Podemos ver, principalmente no Antigo Testamento, esta relação figurativa dos cães com o perigo. Estar "entre os cães" não era um bom sinal. Esses cães já estiveram em muitas profecias, dando um fim trágico a reis e pecadores (1 Reis 14:11; 1 Reis 16:4; 1 Reis 21:19; 1 Reis 22:38).

O fim da rainha Jezabel é grande exemplo da presença dos cães numa profecia. Quando Jezabel morreu, teve seu corpo devorado por cães ferozes que a deixaram num estado irreconhecível, tal como profetizado por Elias (2 Reis 9:36-37).

Diferente dos cães selvagens, os cães domesticados são mansos e submissos. No trecho em Mateus 15 e Marcos 7, uma mulher cananéia argumenta com Jesus que "até os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus donos" (Marcos 7:28; Mateus 15:25-28), uma clara referência da figura do cão domesticado.

Veja também: Quem eram os Fariseus e Saduceus? e Quem foi Jezabel?

Jesus ainda falava à multidão/A tua mãe e os teus irmãos estão lá fora.

 

 Palavras de Jesus aos Seus discípulos depois da Sua ressurreição – Vida de  crenças diárias cristãs

 

MEGA SENA E COMO O PRÊMIO É DISTRIBUÍDO.

 




MEGA SENA E COMO O PRÊMIO É DISTRIBUÍDO.

O prêmio bruto corresponde a 43,35% dos 100% arrecadados, assim distribuído.

  • 45% são distribuídos entre os acertadores dos 6 números sorteados (Sena);
  • 13% entre os acertadores de 5 números (Quina);
  • 15% entre os acertadores de 4 números (Quadra);
  • 17% ficam acumulados e são distribuídos aos acertadores dos 6 números nos concursos de final 0 ou 5;
  • 10% ficam acumulados para a primeira faixa — sena — do último concurso do ano de final 0 ou 5 (Mega da Virada).

Não havendo acertador em qualquer faixa, o valor acumula para o concurso seguinte, na respectiva faixa de premiação.

Os prêmios prescrevem 90 dias após a data do sorteio. Após esse prazo, os valores são repassados ao Tesouro Nacional para aplicação no Fies (Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior).

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL BRASIL

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Sigilo criminoso Por Luiz Holanda*

 Luiz Holanda, Autor em Jornal Grande Bahia (JGB)

Ponto de Vista: Sigilo criminoso
Por Luiz Holanda*

Tribuna da Bahia, Salvador
13/01/2026 06:00
1 hora e 59 minutos

Numa democracia o povo é o detentor do poder. É, também, o dono das riquezas e do dinheiro que sustenta a máquina governamental, aí incluídos o pagamento dos serviços públicos, os privilégios, as regalias e a corrupção. No Brasil, os gastos do governo são protegidos pelo sigilo. Se os governos pretendessem aplicar corretamente o dinheiro do povo, o mínimo que se esperava era a declaração do montante, a razão dos gastos e onde o dinheiro seria aplicado. A maioria da população não tem a menor ideia das somas que os governos gastam na manutenção da máquina governamental e da roubalheira, já que esses os gastos estão protegidos pelo sigilo, destoando, acintosamente, da transparência financeira, indispensável para a existência de um governo que realmente atue em defesa do povo. Decretar o sigilo dos gastos públicas com medo de que o mal feito venha à tona é um crime. Segundo Oscar Arias, ex-presidente da Costa Rica, “O sigilo é uma forma de corrupção, mesmo quando não constitui expediente para dissimular o enriquecimento ilícito de membros do governo. Considero corrupta a atitude de governos que abusam do poder mantendo a população na ignorância com relação ao destino dado ao dinheiro público.” Sem informações detalhadas sobre a aplicação dos recursos públicos, os cidadãos e seus representantes não têm como analisar se os gastos do governo são compatíveis com as necessidades públicas. O sigilo protege a gastança e impede a transparência na aplicação dos recursos públicos. Ainda em campanha, o presidente sindicalista, Lula da Silva, prometeu acabar com os sigilos de 100 anos impostos pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) a pelos menos 65 casos, entre os quais as visitas que a primeira-dama Michelle Bolsonaro recebeu no Palácio da Alvorada. Fazer um ‘revogaço’ nos sigilos foi uma promessa feita por Lula em vários discursos e em uma entrevista a uma rádio no interior de São Paulo.
"É uma coisa que nós vamos ter que fazer: um decreto, um revogaço desse sigilo que o Bolsonaro está criando para defender os seus amigos”, disse Lula, numa suposta defesa da transparência no setor público, um princípio constitucional e democrático fundamental para garantir melhor controle dos gastos e aprimoramento do emprego do dinheiro público por meio do controle social. Nada disso aconteceu. Pelo contrário, a atitude de Lula acabou por abafar os desmandos do seu governo, entre eles os gastos pessoais do presidente e da primeira dama, conforme noticiado pela imprensa. O aumento do número de informações classificadas como sigilosas, em contraste com as promessas de campanha de transparência, ficou patente com as medidas para se manter o sigilo na gastança desenfreada. Durante a campanha de 2022, Lula criticou duramente Bolsonaro em impor sigilos nos gastos da administração pública. No entanto, dados da Controladoria-Geral da União (CGU) indicaram que o volume de sigilos decretados no início da gestão lulista foi similar, senão superior.
A Lei de Acesso à Informação (LAI), que permite impor sigilo de até 100 anos para informações pessoais relativas à intimidade, vida privada, honra e imagem dos governantes protege a gastança indiscriminada de qualquer governo. Entre os casos que receberam esse tipo de sigilo estão a lista de visitantes da primeira-dama Janja da Silva, a ficha funcional de um militar envolvido nos eventos de 8 de janeiro e telegramas diplomáticos sobre casos de repercussão. O governo justificou o uso do sigilo de 100 anos com base na proteção de dados pessoais, mas, na prática, a medida está sendo usada para esconder informações de interesse público, pois a falta de transparência é total, como no sigilo sobre o aluguel do barco usado pela comitiva presidencial na COP30. A justificativa é a mesma, algumas sob o argumento da segurança nacional.  Segundo a imprensa, houve notícias de que a Procuradoria-Geral da República (PGR) manteve paralisada, por meses, uma investigação sobre a legalidade dos sigilos decretados pelo governo Lula. Paralelamente a essas críticas, o número de operações especiais de combate à corrupção da CGU despencou em comparação com a gestão anterior. Que o sigilo protege a corrupção não há nenhuma dúvida. E a falta de transparência quando as informações financeiras e as decisões governamentais são mantidas em segredo dificulta que jornalistas, auditores e cidadãos identifiquem desvios na aplicação do dinheiro público. O sigilo, quando utilizado para esconder os usuários da propriedade real dos bens públicos pode dificultar o rastreamento do dinheiro aplicado em atividades ilícitas. O suborno e a lavagem de dinheiro também são protegidos pelo sigilo. Sem acesso aos registros e dados é quase impossível responsabilizar alguém por atos de corrupção. O sigilo envolvendo o Banco Master é total. Daí a afirmação de que o sigilo é um crime; protege a corrupção. 
*Luiz Holanda é advogado e professor universitário

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

A "briga" entre Padre Cícero e Rui Barbosa



                                                

                                                


                                                 

A "briga" entre Padre Cícero e Rui Barbosa não foi um conflito direto ou pessoal, mas sim um embate político indireto que refletiu as tensões da República Velha no Brasil.
Rui Barbosa era uma figura proeminente na política nacional, enquanto Padre Cícero era um poderoso líder local no Ceará, e suas ações e visões políticas se chocaram em momentos chave. 
                               Pontos de Conflito
  • Política das Salvações: A principal área de atrito foi durante o governo do Presidente Hermes da Fonseca (1910-1914). 
  • Rui Barbosa, apesar de não ser o presidente, era uma figura de grande influência política e um dos arquitetos da chamada "política das salvações", que buscava intervir nos estados para enfraquecer as oligarquias regionais e centralizar o poder republicano.
  • Politicamente era a favor do Governador do Estado(Franco Rabelo ) e contra os Coronéis do Cariri.(O Líder era o Padre Cicero)
  • Sedição de Juazeiro: Padre Cícero era um líder carismático com enorme poder popular e político na região do Cariri, Ceará. 
  • Ele e seus aliados oligárquicos se opuseram veementemente à intervenção federal no Ceará, o que culminou na Revolta de Juazeiro (ou Sedição de Juazeiro) em 1914. 
  • O movimento foi uma reação armada contra a política federal, e Padre Cícero mobilizou seus fiéis e seguidores políticos para lutar contra as forças do governo federal.
  • Visões Opostas: Rui Barbosa representava o ideal republicano e a busca por um Estado mais centralizado e moderno, enquanto Padre Cícero representava a força dos "coronéis" e do poder local, enraizado em laços de misticismo e clientelismo no sertão nordestino. 
Em resumo, o conflito foi um reflexo das disputas pelo poder político entre as elites federais, representadas por figuras como Rui Barbosa, e as poderosas lideranças regionais, encabeçadas por Padre Cícero. 
Não há registros de embates pessoais diretos entre os dois, mas sim um choque de ideologias e interesses políticos que marcaram a história da Primeira República no Brasil.

Em 1914, o Ceará teve uma transição de governadores devido à Revolta de Juazeiro, com Franco Rabelo sendo deposto e substituído pelo General Setembrino de Carvalho como interventor federal, que governou por poucos meses, preparando o estado para novas eleições que elegeram um governador ligado aos coronéis locais, com Padre Cícero como vice. 

A briga do Juazeiro do Norte contra o governo do Ceará e contra o Crato pela sua emancipação foi de 1910 a 1914.  Esta briga recebeu o nome de Sedição de Juazeiro do Norte.

 Diferente de Canudos, o Juazeiro sob o comando do Padre Cícero e do médico baiano Dr.Floro Bartolomeu venceu os três governos: O Federal o Estadual e o municipal do Crato, tornando-se um Município, sendo batizado de Juazeiro do Norte no dia 22 DE JULHO DE 1911.


 FRASE FAMOSA NA ÉPOCA DO CONFLITO

 "Um padreco desse não pode brigar com o Estado"                                         Atribuída ao Rui Barbosa

A frase "Um padreco desse não pode brigar com o Estado" não foi dita por Rui Barbosa
A expressão "padreco" e a ideia de ataque a Padre Cícero por meio da escrita são mencionadas em um contexto acadêmico que discute ataques de um escritor não identificado ao Padre Cícero, mas sem atribuição a Rui Barbosa. 
Rui Barbosa foi um jurista, político e diplomata conhecido por defender a separação entre Igreja e Estado, um princípio que ele articulou na Constituição Republicana de 1891. Ele defendia o conceito de "igreja livre no Estado livre". No entanto, não há registros históricos ou menções em suas vastas obras completas que confirmem que ele se referiu a Padre Cícero de forma pejorativa, usando o termo "padreco". 
O Padre Cícero, por sua vez, foi uma figura carismática e líder popular no Nordeste, que se envolveu em conflitos políticos, como a Sedição de Juazeiro (ou Revolta de Juazeiro), onde mobilizou a população contra o governo federal, o que gerou atritos com as autoridades civis e eclesiásticas da época. 
Portanto, a frase parece ser uma citação popular ou uma confusão histórica, sem base em fontes documentais que a atribuam a Rui Barbosa.
                 VIVA MEU PADIM DE JOÃO SILVA 
Provided to YouTube by Best Viva Meu Padim · Luiz Gonzaga Forró de Cabo a Rabo ℗ 1986 SONY MUSIC ENTERTAINMENT BRASIL LTDA.
YouTube · Luiz Gonzaga - Topic · 1 de jun. de 2017

sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Apoiando ditaduras ferrenhas e ditadores sanguinários.

       

        Apoiando ditaduras ferrenhas e ditadores sanguinários. 

É de se sentir desacreditado, de se corar os intestinos com esta civilização, ao assistir muitos brasileiros cegos, mudos, sem memórias e sem consciência a apoiar ferrenhas ditaduras. Fecham os olhos e os ouvidos para todas as atitudes brutais cometidas contra o seu povo pelos sanguinários DITADORES. 

 

             Mirem a Nicarágua, Cuba, Coreia do Norte, Rússia, China,  Irã, Iraque, Egito, Sudão, Miamar,   Síria e outras. 

             Destaques para a VENEZUELA  e o IRÃ. Para manter a ditadura, matam, continuam a matar e ainda tem apoiadores. Quando correm, vão  para as saias da RÚSSIA  

              Estribados na palavra SOBERANIA, invertem o seu significado e de olhos fechados apoiam os MALVADOS algozes.

              Esquecem da fome, do êxodo, da educação, das mortes, das expulsões e da liberdade do povo. 

                 Seria bom entender que a SOBERANIA é para proteger a população e não para chancelar as maldades pertinentes aos ditadores.( Tratado de Vestfália 1648 e Carta das Nações Unidas,1945)  

              Grande é o número de pessoas que perderam o senso, o raciocínio e a capacidade de decifrar o que é  SOBERANIA, o pior, estão a serviço dos ditadores.  São raivosos, o vocabulário é rasteiro, pensam em armas e apoiam a eliminação dos que pensam diferente.

              O Brasil não aceita este tipo de comportamento, isto mostra a maldade que existe dentro de cada um, inclusive em muitos repórteres, que ao noticiarem algo, noticiam como torcedores e cheios de cortisol. Pode-se também classificá-los de  PESSOAS ESQUIZOFRÊNICAS e muitas como pessoas  IDIÓTAS( falta de inteligência, discernimento ou bom senso, agindo de forma tola, estúpida ou presunçosa)sempre a rir e fazer KKKK com o sofrimento dos outros, esquecem do ontem, do hoje e  do amanhã. 

               O Brasil é de todos os brasileiros. As instituições, autarquias e entidades organizadas precisam exercer as suas atividades dentro da Constituição Federal.   

             O Brasil foi possuído por deuses comedores de feijão,  alimentados por raivas e o excesso de poder, são verdadeiros capatazes que usam o chicote como lei. 

                      Oficialmente três são os poderes, o EXECUTIVO, o LEGISLATIVO e o  JUDICIÁRIO. Na verdade são cinco, acrescentemos o de COMUNICAÇÃO e JORNALISTICO (a IMPRENSA) como o quarto e o mais importante, o VERDADEIRO primeiro poder:  O VOTO. 

                  Este poder é o     POVO.

Como é fatiado em várias camadas, fica fácil de ser dominado pelos os outros quatro poderes. O lema é gerar subservientes, dependentes e  pessoas sem personalidade própria. 

 

                 Iderval Reginaldo Tenório

A história de Jean Libbera

 



Jean Libbera cresceu e se tornou um artista itinerante de "shows de horrores" conhecido como o "Homem de Corpo Duplo", exibindo seu pequeno gêmeo para plateias


A vida é a vida 

Jean Libbera

O gêmeo tinha dois braços, duas pernas e uma cabeça que ficava embutida no abdome de Jean, e que supostamente dependia do corpo de seu irmão para poder sobreviver. Mesmo com essa anomalia, Jean Libbera viveu até os 50 anos, casou-se e teve quatro filhos saudáveis.

Roma ,Itália, 1884, Falecimento 1936 Roma

A história de Jean Libbera parece saída de um filme, mas aconteceu de verdade. Nascido em 1884, Roma na Itália. Viveu praticamente toda a sua vida carregando no próprio corpo um gêmeo parasita ligado ao abdômen. Esse irmão nunca chegou a se desenvolver por completo e permaneceu conectado a ele por 67 anos, uma condição extremamente rara que, na época, ainda era pouco compreendida pela medicina.

Sem acesso a tratamentos médicos adequados ou a acompanhamento especializado, Jean acabou sendo exibido nos chamados freak shows do início do século XX, espaços onde pessoas com condições raras eram transformadas em atrações. A curiosidade do público vinha antes do respeito, e a exposição era muitas vezes a única forma de sobrevivência financeira.

Ainda assim, relatos indicam que Jean manteve uma postura digna, encarando a própria condição com coragem em um mundo que pouco oferecia acolhimento ou compreensão.