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DR IDERVAL REGINALDO TENÓRIO NASCEUEM 1954 NA CIDADE DE JUAZEIRO DO NORTE LÁ NO CEARÁ E FOI PARA SALVADOR COM 18 ANOS ONDE CURSOU MEDICINA NA UFBA. HOJE MORA EM SALVADOR- É CIRURGIÃO GERAL. VIAJA PARA JUAZEIRO 03 A 04 VEZES POR ANO.SEUS FAMILIARES MORAM NESTA CIDADE



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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

MARIO ZAN, NA SAFONA FOI INIGUALÁVEL. O AUTOR DE CHALANA. CONHEÇAM ESTE FENÔMENO QUE VEIO DA ITALIA PARA SER O MAIS BRASILEIRO DOS BRASILEIROS. MARIO ZAN


Mário Zan, compositor de hinos



Amigos, conheçam a trajetória e a vida de um dos maiores músicos do Universo, provavelmente o mais gravado depois do Rei Luiz Gonzaga. 
Tal qual foi feito com o Rei de todos os ritmos , postarei uma boa matéria  sobre o Mario Zan , espero contribuir para o engrandecimento da Cultura Brasileira. 
O objetivo do Blog é expor o artista, é tornar conhecido ou relembrado pelos mais jovens, é mostrar que aqui no Brasil a cultura sempre fervilhou, acontece que a economia é quem manda, acontece que é a economia quem muda os costumes , como uma sesssão de bate estaca impregna na mente dos  mais jovens as culturas do além mar. 
 Brasil , tu tens o melhor dos melhores que existe neste mundo, tu devias  gritar com orgulho os nomes dos teus filhos e daqules que por amor se tornaram também teus filhos. Eu tenho orgulho desta cultura brasileira, que tal qual o Brasil é degradada, vilipendiada e permanece forte, pujante e sempre a emocionar aqueles que as vivem.
Brasil a tua cultura é indestrutível , a tua cultura é multiplicativa, a tua cultura está na alma de cada brasileiro. Um abraço para todos e conheçam o grande Mario Zan, o homem da Chalana, Os homens não devem chorar e mais  várias centenas de pérolas cantadas pelo país. Um abraço , fico triste quandop peregunto: Que música é esta, quem está tocando, quem está cantando , que é o autor, como resposta o silencio dos educados e uma brincadeira de mal gosto da maioria.
"NÃO É DE MINHA ÉPOCA"
Iderval Reginaldo Tenório

PEÇO ENCARECIDAMENTE , ESCUTEM A MÚSICA CHALANA. CONEÇAM A SUA LETRA E A SUA HISTÓRIA.
Iderval Reginaldo Tenório
Mário Zan, em uma chalana, no Rio Paraguai - em foto cedida gentilmente pela família do músico
Mário Zan, em uma chalana, no Rio Paraguai - foto cedida gentilmente por Mariangela Zan, filha do músico, para esta página.
MÁRIO ZAN, civilmente Mário João Zandomenighi, nascido em Veneza (Itália) a 9 de outubro de 1920 e falecido em São Paulo a 8 de novembro de 2006, não era violeiro e nunca tocou uma viola da forma magistral como o fez com o acordeão. É provável, até, que jamais tenha tocado uma viola.
Mas, não há um violeiro, um sequer, que não execute uma canção desse ítalo-brasileiro que veio com a família para o Brasil aos 4 anos de idade, desembarcando em Santa Adélia, interior do Estado de São Paulo. E entre essas canções está o rasqueado “Chalana”, dele e do paulista Arlindo Pinto (1906-1968), autor de expressivas composições sertanejas nas décadas de 1940 e 1950. Foi composta por volta de 1944, originalmente para acordeão, e gravada pelo Duo Brasil Moreno em 1952, em um 78 RPM que tinha do Lado B outro rasqueado, “Abandonada”, de Palmeira e Mário Zan.
O Duo Brasil Moreno, formado pelas irmãs Dora (Dora de Paula, 1917) e Didi (Antonia Glória de Paula, 1914), ambas paulistas de Guariba e já falecidas, regravou “Chalana” em 1969, em LP. Pertencentes a família de cantores, as duas começaram a cantar com outros irmãos em programas de calouro no final dos anos 1940. Inicialmente, como quarteto, depois trio. A dupla veio em 1952, permanecendo até metade da década de 1970.
O sanfoneiro Mário Zan
O sanfoneiro Mário Zan
Em 1954, o próprio Mário Zan gravou a primeira versão instrumental de “Chalana” em um disco 78, pela RCA Victor, que tinha do Lado A “Falem de mim”, dele e Messias Garcia. Na sua concepção, a música instrumental (ou solada, como se referia às suas execuções, em que somente se toca o instrumento) permite que o ouvinte faça outras coisas enquanto escuta; a cantada exige atenção.
“Chalana” se transformou em um clássico e foi gravada também, dentre dezenas de outros intérpretes, por Zé do Rancho, no disco A Viola do Zé (1966); Duo Brasil Moreno – Chalana (1969); Tonico e Tinoco, no LP Laço de Amizade (1971); Almir Sater no CD Almir Sater no Pantanal (1990); Renato Teixeira e Pena Branca & Xavantinho, Ao vivo em Tatuí (1992), Helena Meirelles no seu primeiro disco (1994) e no CD ao vivo (2002); Pena Branca & Xavantinho, no CD Pingo D’Água(1996) e Sérgio Reis, em Grandes Sucessos (1999).
Mais recentemente, gravaram “Chalana”, Bruno e Marrone (com participação de Milionário e Zé Rico), no CD Acústico Volume II (2007); Divino e Donizete, emPerfil Sertanejo (2007); Roberta Miranda, no CD Senhora Raiz (2008); Viola do Cerrado, Ao Vivo (2008), Rolando Boldrin & Almir Sater, em Coração Sertanejo 2(2009) e João Neto e Frederico, no CD Só Modão (2009).
No início dos anos 1990, a partir da telenovela “Pantanal”, da Rede Manchete, cuja trilha sonora incluía uma gravação de “Chalana” por Almir Sater, a canção se transformou em hino da região pantaneira, onde estão os Estados do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul. Na definição da folclorista e apresentadora de rádio e televisão Inezita Cardoso (Inês Madalena Aranha de Lima, 1925) é a música que simboliza o Pantanal.
Musicalmente, a composição de Mário Zan e Arlindo Pinto representa na concepção de pesquisadores e músicos, entre os quais Almir Sater o primeiro movimento para a fusão da música brasileira com a música paraguaia – que viria a se materializar anos mais tarde. Embasamento musical ele possuía, pois, já no começo da carreira profissional, em 1933, tocava diversos ritmos, a ponto de, tão logo gravar o primeiro disco, um 78 RPM com o tango “El Choclo” e a valsa “Namorados”, da sua autoria, receber o convite para uma excursão de três meses por cidades do Sudeste e Centro-Oeste do País.
Foi justamente durante esta excursão, entre 1943 e 1944, que lhe veio a inspiração para compor a melodia de “Chalana”, cuja letra foi escrita depois por Arlindo Pinto. Da janela de um hotel, nas margens do Rio Paraguai, em Corumbá, o músico divisava uma curva do rio e, descendo as águas do rio, uma chalana. Sua filha, a instrumentista e cantora Mariângela Zan, em sua página na Internet, no espaço reservado à história do pai, traz o depoimento do sanfoneiro: “A canção surgiu do nosso sofrimento durante a excursão, da saudade que sentíamos, sem notícias da família”.
Mário Zan e outros artistas chegando a Corumbá, em 1944, na histórica excursão - foto cedida gentilmente pea família do músico para esta página
Mário Zan e outros artistas chegando a Corumbá, em 1944, na histórica excursão - foto cedida gentilmente por Mariangela Zan, filha do músico.
Segundo o Dicionário Houaiss o termo chalana define as embarcações usadas em águas fluviais, de fundo chato, lados retos e com proa e popa salientes. Na prática, é usada para a navegação nos rios pantaneiros, entre Brasil e Bolívia, mais acentuadamente no Rio Paraguai. É o principal meio de transporte nas regiões mais longínquas do Pantanal, por ser de grande porte. Ao contrário da gaiola, sem divisões internas, a chalana possui cabinas para passageiros.
Além de “Chalana”, hino das bandas pantaneiras brasileiras, outra composição do músico ítalo-brasileiro, o dobrado “Quarto Centenário”, se destacou e se transformou no hino da Cidade de são Paulo. Foi composta em 1954 em parceria com J. M. Alves para homenagear os 400 anos da fundação da Cidade de São Paulo e venceu o concurso municipal. O disco, também em 78 RPM, vendeu 1 milhão de cópias em poucos meses.
A beleza emanada da singeleza, mas jamais vulgar, das melodias compostas por Mário Zan ficou evidente, tal qual ocorreu com a “Chalana”, em Pantanal, também em “Nova Flor” (Os homens não devem chorar). Originalmente um rasqueado e gravada por Mário Zan em 1958, esta canção entrou na trilha sonora internacional da primeira edição da novela “Pecado Capital”, da Rede Globo, em 1976, com o grupo vocal norte-americano The Letterman cantando a versão inglesa “Love me like a stranger”.
“Nova Flor”, que recebeu o título “Los hombres no deben llorar” na letra versada para o espanhol por Pepe Ávila, foi gravada por Roberto Carlos em 1992, a partir de uma nova feição que ele e Erasmo Carlos deram à letra, a partir da edição espanhola, com toque de bolero. Na nova versão, os criadores da extinta Jovem Guarda sacrificaram a expressão “nova flor”, base do título original da canção de Palmeira e Mário Zan.
Os pesquisadores afirmam que a discografia de Mário João Zandomenighi – cuja simplificação para Mário Zan teria sido sugestão de Walter Foster – reúne cerca de 300 discos em 78 RPM, 105 LPs, além de 40 CDs, dos quais 30 ainda estão em catálogo. Os pesquisadores creditam essa popularidade, principalmente, ao fato de Mário Zan ser identificado em todo o País como o maior solista de festas juninas. Luiz Gonzaga costumava dizer, sempre que o chamavam de rei da sanfona: “Eu sou o rei do baião; o rei da sanfona é Mario Zan”

Almir Sater Chalana

Sun, 10 Jun 2007 21:39:21 PDT
Na íntegra a música Chalana do show no Sesc Itaquera. Veja mais de Almir Sater em bitinho22.



  1. Miniatura

    Festa Junina (Mario Zan)

    de xxeetxx2 anos atrás 11134 views



  2. Mário Zan - Chalana

    de SenhorDaVoz2 anos atrás 2323 views
    De Arlindo Pinto e Mário Zan.


  3. Mario Zan - Eu Sou Gaúcho

    de adaircarvalho3 anos atrás 39989 views
    um dos melhores sanfoneiros que o brasil ja teve.


  4. Mario Zan - Os Homem Não Devem Chorar.

    de Polaco Gouveia1 ano atrás 16089 views
    o grande sanfoneiro do brasil(composição)

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