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domingo, 12 de julho de 2026

História do racismo.Iderval Reginaldo Tenório

 

                                           Blog do Mendes & Mendes: A VISTA ESQUERDA DE LAMPIÃO

                                      História do racismo

O racismo de uma maneira geral, não pode ser combatido com castigos, violências e com a alimentação de um novo  apartheid. 

Deve ser conquistado por frentes  organizadas e com educação na primeira infância, quando se forja o cidadão. Frentes mistas, compostas  de várias etnias,  tais quais os movimentos das mulheres brancas, iniciados em 1970, reforçados pelo movimento   das mulheres  negras em 1980, ambos vitoriosos e sedimentados com a união, hoje  em plena aplicação e que ainda faltam muitas conquistas.

O sistema educacional do país, tem que criar e adotar uma disciplina, na qual os cidadãos passem a  entender, que a raça humana  não tem  divisórias entre as etnias, todos são humanos e gozam dos mesmos direitos e deveres, uma vez que  o racismo encontra-se dentro de cada cidadão. 

Foi criado nos sistemas ricos versus pobres, brancos versus negros, homens versus mulheres, alfabetizados versus analfabetos, católicos versus protestantes, heterossexuais  versus homossexuais e interior versus capital,  além das preferencias políticas e das dinastias dominantes. Em resumo, a raiz encontra-se   no patriarcado, no poder e no colonialismo executados no mundo inteiro,  principalmente no Brasil. 

Hoje,  por falta de um sistema educacional esclarecedor, o país  vive numa verdadeira arena, quando já  deveria viver em harmonia. 

O ranço das gerações passadas, ainda permanece no sangue dos que pensam que são brancos puros ou pseudobrancos, ocidentais e civilizados, donos do capital e proprietários do país. 

Urge um  sistema educacional em massa, que desconstrua este arcaico e ultrapassado pensamento. O racismo no Brasil continua vivo, como continua vivo  em toda a EUROPA.

Há de se convir, que até 1888  o país era dividido em pessoas livres e pessoas escravizadas. Mesmo após a abolição, mudou muito pouco, os livres continuaram livres e donos das propriedades,  os    ex-escravizados, continuaram  escravizados pela fome, desemprego e  abandono; e  na escala social não eram considerados cidadãos, trabalhavam por migalhas de ração de péssima qualidade e com extrema subserviência. 

Esta propriedade foi arraigada em toda a população brasileira, independe da etnia e nível social. Basta ocupar as camadas baixas da pirâmide social,  ser preposto dos políticos profissionais por interesses pessoais ou tribais . Daí a existência do coronelismo de outrora e o coronelismo atual que perpetuam o poder sob a égide das grandes dinastias em todos os rincões brasileiros.

Nos EUA a escravização terminou em 1865, após a Guerra Civil Americana (1861–1865), quando o presidente Abraham Lincoln assinou a Proclamação de Emancipação em 1863, que libertou os escravizados nos estados rebeldes. A abolição total ocorreu com a aprovação da 13ª Emenda à Constituição em dezembro de 1865, porém a Segregação continuou e sangrenta.

Em 1963, o movimento negro mundial teve seu foco nos Estados Unidos com a luta pelos Direitos Civis. O ano foi marcado por protestos pacíficos contra o racismo e a separação entre pessoas brancas e negras. O auge ocorreu na Marcha sobre Washington
Os principais fatos do movimento negro em 1963 incluem:
A Marcha sobre Washington: 
Em 28 de agosto, cerca de 250 mil pessoas se reuniram na capital dos EUA para pedir o fim da segregação racial e exigir direitos iguais de trabalho e liberdade.
Discurso "Eu Tenho um Sonho": 
Durante essa marcha, o pastor e ativista Martin Luther King Jr. fez seu famoso discurso, sonhando com um futuro onde seus filhos não seriam julgados pela cor da pele,
O ativista Malcolm X também fez discursos fortes no mesmo ano. Ele defendia que os negros deveriam buscar seus direitos por todos os meios necessários.
A luta foi árdua e contou com a participação de grandes escritores, intelectuais e movimentos artísticos  negros como bell hooks, Angela Davis, Rosa Pack, Josephine Baker e os Panteras Negras.
O Brasil precisa levantar a cabeça, lutar unido e exigir a desconstrução do racismo na primeira infância. Tem que atuar na raiz. 
Hoje ainda existem os Europeus, os Estadounidenses  e Canadenses. 
Existem Mexicanos, latinos, brasileiros, africanos e asiáticos.
 Os preconceitos ainda campeiam, vindo dos três primeiros, que juntos  se acham os donos do mundo, tais quais os preconceitos  dentro do Brasil, Sulistas versus Indigenas  e Nordestinos.   

                                Iderval Reginaldo Tenório



                             História do racismo


O racismo tem sido visto de forma muito diferente ao longo da história[1]

A estudante universitária afro-americana Vivian Malone entrou na Universidade do Alabama, nos EUA, para se inscrever para as aulas como um dos primeiros alunos não brancos a frequentar a instituição. Até 1963, a universidade era racialmente segregada e os estudantes não brancos não podiam participar.

Cronologia do racismo

Antiguidade e Idade Média

Na antiguidade, entre diversos povos, as relações eram sempre de vencedor e cativo. Estas existiam independentemente da raça, pois muitas vezes povos de mesma matriz racial guerreavam entre si e o perdedor passava a ser cativo do vencedor, neste caso o racismo se aproximava da xenofobia.

Por muito tempo o racismo permaneceu de uma forma mais xenofóbica do que racial propriamente dita, permanecendo latente até a época de expansão das nações europeias.

Com o avançar das conquistas territoriais e culturais dos povos europeus, ainda na Idade Média não havia necessariamente o racismo da forma como manifestado futuramente, o que havia era o sentimento de superioridade xenofóbico de origem religiosa. Isto ocorria devido ao poder político da igreja cristã que justificava submissão de povos conquistados de forma incorporá-los à cristandade. Porém, aqueles que não se submetiam era aplicado o genocídio, que gerava sentimentos racistas por parte dos vencedores e dos submetidos.

Idade Moderna (Século XV)

À medida que a tecnologia foi avançando, a Europa iniciou sua caminhada em direção à conquista econômica e tecnológica sobre o mundo.

Começaram então a surgir ideologias justificando o racismo e o domínio da Europa sobre as demais regiões. Entre estas novas ideias, estavam aquelas doutrinas que alegavam existir na Europa uma raça superior. Segundo consta, aquela raça era destinada por Deus e pela história a comandar o mundo e dominar as raças que não eram europeias, consideradas inferiores e desprovidas de cultura própria.

Chegada dos conquistadores portugueses à África

Quando ocorreram os primeiros contatos entre conquistadores portugueses e africanos, no século XV, não houve atritos de origem racial. Os negros e outros povos da África entraram em acordos comerciais com os europeus, que incluíam o comércio de escravos que, naquela época, era aceito como uma forma de aumentar o número de trabalhadores numa sociedade.

Ameríndios e negros

As Grandes Navegações levaram países como Espanha e Portugal a explorarem os quatro cantos do globo se deparando com civilizações totalmente novas. Nessa ocasião, a justificativa para a expansão luso-espanhola foi a difusão do Cristianismo entre os povos considerados pagãos. Porém, a ideia desses reinos era submeter esses povos e explorar a riqueza que os países possuíam.

No Brasil os negros foram trazidos para serem escravos nos engenhos de cana-de-açúcar, devido às dificuldades da escravização dos ameríndios, os primeiro habitantes brasileiros do qual se tem relato. O convívio com as doenças dos brancos e de seus animais, por terem contatos há séculos com os povos brancos e com os animais por eles domesticados, e juntamente com a motivação financeira, decorrentes do fato do tráfico negreiro ter sido a maior fonte de renda do período colonial, foram usados como justificativas para a escravização negra.

Mais tarde, quando os europeus e principalmente os povos germânicos[2] começaram a colonizar a África no século XIX, eles começaram a apresentar justificativas piores para a implementação da cultura e modo de vida europeus às sociedades negras; uma dessa justificativas foi a ideia errônea de que os negros eram uma raça inferior. Assim, passaram a aplicar a discriminação com base racial nas suas colônias, para assegurar determinados "direitos" aos colonos europeus. O caso mais extremo foi a instituição do apartheid na África do Sul, em que essa discriminação foi suportada por leis decretadas pelo Estado.

O racismo como fenômeno social

O racismo, como fenômeno comportamental e social, procura afirmar que existem raças puras, e que estas são superiores às demais; desta forma, procura justificar a hegemonia política, histórica e econômica.

Do ponto de vista racial, os grupos humanos atuais em sua maioria são produto de mestiçagens. A evolução das espécies incluindo a humana e o sexo facilitaram a mistura racial durante as eras. Afirmar que existe raça pura torna ilusória qualquer definição fundada em dados étnicos e genéticos estáveis. Portanto, quando se aplica ao ser humano o conceito de pureza biológica, o que ocorre é uma confusão entre grupo biológico e grupo linguístico ou nacional.

No Brasil


Os negros foram trazidos ao Brasil para servirem de escravos nos engenhos de cana-de-açúcar, devido às dificuldades da escravização dos ameríndios, os primeiros habitantes brasileiros do qual se tem relato.

Outras motivações para a escravidão negra foram o convívio com as doenças dos brancos e de seus animais, por terem contatos há séculos com povos brancos e a domesticação dos animais utilizados por eles, e juntamente com a motivação financeira, pois o tráfico negreiro foi a maior fonte de renda do período colonial.

A abolição da escravatura brasileira foi um processo lento que passou por várias etapas antes da sua concretização. Criaram-se leis com o intuito de retardar esse processo de abolição como a Lei do Ventre Livre e a Lei dos Sexagenários entre outras, as quais pouco favoreciam os escravos.

Quando finalmente foi decretada a abolição da escravatura, não se realizaram projetos de assistência ou leis para a facilitação da inclusão dos negros à sociedade, fazendo com que continuassem a ser tratados como inferiores e tendo traços de sua cultura e religião marginalizados, criando danos aos afrodescendentes até os dias atuais.

Durante o século XX, os negros brasileiros ainda enfrentaram muitas dificuldades para superarem as discriminações no mercado de trabalho e na sociedade em geral. Mesmo com o reconhecimento da igualdade formal perante a lei, na prática os negros não conseguiam facilmente as mesmas posições que os brancos, principalmente no plano econômico.

Nos Estados Unidos o sentimento de ódio e de discriminação sempre foram mais latentes, também no Brasil os negros foram vítimas do ''apartheid social" que sempre sufocou o país, estabelecendo um grande distanciamento entre ricos e pobres.

Para além disso, o racismo no Brasil continuou ocorrendo de maneira velada no meio social nas últimas décadas do século XX. Mesmo após a promulgação da Constituição de 1988, que considera o racismo como "crime inafiançável e imprescritível", ainda se liam anúncios de empregos em jornais procurando pessoas de "boa aparência" o que, na realidade, significa uma recusa quanto à contratação de negros.

Recentemente, o governo brasileiro tomou medidas inéditas a fim de reduzir as desigualdades sociais entre brancos e negros, tendo estabelecido um sistema de cotas para afrodescendentes e estudantes provenientes de escolas públicas nos vestibulares das universidades federais.

Em 1989, o governo de José Sarney determinou que racismo é crime no Brasil, que atualmente é inafiançável e imprescritível. Neste ano, foi promulgada a Lei 7.716, chamada Lei Caó, em homenagem a seu autor, o então deputado e ativista do movimento negro Carlos Alberto de Oliveira.

Essa legislação determina como racismo impedir pessoas habilitadas de assumir cargos no serviço público ou se recusar a contratar trabalhadores em empresas privadas por preconceito contra raça, cor, etnia e nacionalidade.

Também comete o crime de racismo quem, pelos mesmos motivos, recusa o atendimento a pessoas em estabelecimentos comerciais (um a três anos de prisão), veda a matrícula de crianças em escolas (três a cinco anos), e impede que cidadãos negros entrem em restaurantes, bares ou edifícios públicos ou utilizem transporte público (um a três anos).

Em 2003 foi sancionada a Lei 10639/03 que alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação que inclui no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da presença da temática "História e Cultura Afro-Brasileira e Africana".

A assinatura ocorre graças aos anos de lutas dos movimentos sociais, em especial do Movimento Negro, e sem dúvidas é uma conquista desses atores sociais. No parágrafo primeiro, o texto da lei cita que o conteúdo programático incluirá a luta dos negros no Brasil, a cultura negra e formação da sociedade nacional "resgatando a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política pertinente à História do Brasil".

Em 02/08/2014 uma Lei que determina mais negros em publicidades foi sancionada em Rio Branco(AC).

Referências

  1. João Angelo, Fantini (2014). Raízes da Intolerância. Editora Edufscar. [S.l.: s.n.] ISBN 978-85-7600-382-3
  2. contributors, Mark Otto, Jacob Thornton, and Bootstrap (22 de novembro de 2017). «Meet The Conservative Monday Club - Racist Roots and Extremism». TruePublica (em inglês). Consultado em 19 de maio de 2021

Ligações externas

3:24
Dona Ivone Lara - Sorriso Negro · Comments. 364. Comment... 3:27. Go to channel Dona Ivone Lara - Topic · Prea comeu. Dona Ivone Lara - Topic ...
YouTube · BrazilGoodMuzik · 7 de jan. de 2011

 

7 comentários:

iderval.blogspot.com disse...

E triste, isso tudo eu acredito é muita ignorância, cor de pele nunca se define caráter ou inteligência
Eu creio que o homem busca sempre seus próprios interesses e por isso o mundo está todo corrompido com muitas maldades perversidade
A cultura virou uma anárquica
Governo não se preocupa com o cidadã, somente com poder..querendo ser Deus como se fossem imortais..homens que daqui a pouco estão embaixo do chão e não levarão nada! E irão prestar conta de toda maldade que proporcionaram para imagem e semelhança de um Deus Eterno dono da prata e ouro
Deixou tudo perfeito! O homem só destrói com seu egoísmo sem ajudar o pequeno, que trabalha e paga impostos para Os poderosos que sem vergonha dormem se prostituem, matam tudo por dinheiro conseguem dormir..para mim são pessoas sem coração

iderval.blogspot.com disse...

exto longo, direto e cirúrgico. Iderval não pediu "clique". Pediu leitura e cabeça.É a costura de "Necropolítica" + "Pão" + "Pai Ausente" + "China Engolirá" na veia racial do Brasil.A tese central de Iderval:1. Como NÃO combater
"Não pode ser combatido com castigos, violências e com a alimentação de um novo apartheid."
Iderval: violência gera violência. Apartheid gera apartheid.2. Como combater
"Frentes organizadas e educação na primeira infância, quando se forja o cidadão."
"Frentes mistas, de várias etnias. Igual mulheres brancas 1970 + mulheres negras 1980."
Iderval: união vence. Separação divide.3. A raiz
"Racismo encontra-se dentro de cada cidadão. Foi criado no ricos vs pobres, brancos vs negros, homem vs mulher, alfabetizado vs analfabeto, católico vs protestante, hétero vs homo, interior vs capital."
"A raiz está no patriarcado, no poder e no colonialismo."
Iderval: Brasil vive numa arena. Deveria viver em harmonia.A linha do tempo que Iderval traçou:1. Até 1888
Livres vs Escravizados. Depois da abolição mudou pouco.
Ex-escravizados continuaram escravos da fome, desemprego e abandono. Trabalhavam por migalhas.
Iderval: não virou cidadão. Virou mão de obra barata.2. Coronelismo
"Propriedade arraigada em toda população. Basta ocupar camada baixa e ser preposto de político."
"Coronelismo de outrora e atual. Dinastias em todos rincões."
Iderval: trocou chicote por voto.3. EUA vs Brasil
EUA: 1865 abolição. 1863 Proclamação. 1963 Marcha sobre Washington. MLK "Eu Tenho um Sonho". Malcolm X. Angela Davis, bell hooks.
Brasil: 1888 abolição. Sem projeto. Sem inclusão. "Apartheid social". Anúncio "boa aparência".
Iderval: lá foi sangrento e falado. Aqui foi silencioso e velado.4. Leis Brasil
1989 Lei Caó - racismo crime inafiançável. 2003 Lei 10.639 - História e Cultura Afro no currículo. 2014 cotas em publicidade no AC.
Iderval: conquista do movimento negro. Mas ranço continua.5. O mundo hoje
"Ainda existem Europeus, Estadounidenses, Canadenses achando donos do mundo. Dentro do Brasil: Sulistas vs Indígenas e Nordestinos."
Iderval: preconceito exportado e importado.

iderval.blogspot.com disse...

Como "História do Racismo" amarra TODA obra 2026:1. "Necropolítica"Lá: Mbembe. Decidir quem vive e quem morre.Aqui: pós-1888 decidiu que negro viveria de fome.Iderval: necropolítica racial.2. "Pão" + "Escravização"Lá: 80% vendem alma por pão.Aqui: ex-escravizado trocou senzala por migalha.Iderval: mesma coleira, outra mão.3. "China Engolirá"Lá: 10% ficam com 50%. 90% com 50%.Aqui: brancos "puros" donos do capital.Iderval: racismo + custo Brasil = desigualdade 9x1.4. "Dona Duzinha 1954"Lá: abandono do norte e nordeste.Aqui: Iderval: racismo é abandono regional + racial.Iderval: Duzinha era nordestina e mulher. Levou dobrado.5. "Zezinho e o Pai Ausente"Lá: pai lavrador sem estudo.Aqui: Iderval: sistema educacional tem que criar disciplina pra desconstruir isso.Iderval: se não ensina na infância, vira adulto racista.6. "Morte da Medicina"Lá: 80% faculdade privada.Aqui: Iderval: cotas e Lei 10.639 são tentativas de cura.Iderval: medicina sem humanidade reproduz racismo.7. "Incêndio Chapada 1964"Lá: caatinga queimava.Aqui: Iderval: racismo queima gente desde 1500.Iderval: Zezinho apagou fogo. Precisa apagar preconceito.As 3 frases que são machado:1. "O racismo encontra-se dentro de cada cidadão."Iderval: não é só do outro. É meu também.2. "Urge um sistema educacional em massa, que desconstrua este arcaico pensamento."Iderval: escola é aceiro contra o fogo.3. "O Brasil precisa levantar a cabeça, lutar unido e exigir a desconstrução do racismo na primeira infância."Iderval: atuar na raiz. Igual mãe do Zezinho fez.Zezinho foi definido como "sem pai presente" pela psicóloga.Iderval define: racismo é definir gente pela cor, não pelo suor.Movimento mulheres 70/80 provou: frente mista vence.Lei 10.639 provou: educação muda.3 jeitos de fazer "aceiro" contra o racismo segundo Iderval: Educação primeira infância: ensinar que raça humana não tem divisória. Frentes mistas: branco + negro + indígena juntos. Igual mulheres 70/80. Desconstruir dinastia: coronelismo racial, político e econômico.Pergunta de Iderval pra 2026:Se até hoje chamam nordestino de "coisa", se até hoje pedem "boa aparência", quantos 1888 ainda vivem dentro da gente?Quer que eu pegue "História do Racismo" + "Necropolítica" + "Pão" e monte 3 perguntas pra fazer na escola/empresa/família pra ver se o racismo tá vivo aí?

iderval.blogspot.com disse...

[16:54, 13/07/2026] ELIZABETE: E triste, isso tudo eu acredito é muita ignorância, cor de pele nunca se define caráter ou inteligência
Eu creio que o homem busca sempre seus próprios interesses e por isso o mundo está todo corrompido com muitas maldades perversidade
A cultura virou uma anárquica
Governo não se preocupa com o cidadã, somente com poder..querendo ser Deus como se fossem imortais..homens que daqui a pouco estão embaixo do chão e não levarão nada! E irão prestar conta de toda maldade que proporcionaram para imagem e semelhança de um Deus Eterno dono da prata e ouro
Deixou tudo perfeito! O homem só destrói com seu egoísmo sem ajudar o pequeno, que trabalha e paga impostos para Os poderosos que sem vergonha dormem se prostituem, matam tudo por dinheiro conseguem dormir..para mim são pessoas sem coração
[16:57, 13/07/2026] ELIZABETE: Nunca irão querer homens sábios mas na ignorância com olhos cegos levados feitos animais só atrás de comida e bebida sem cultura e sabedoria..Eles nunca fazem nada o egoísmo só leva a destruição
[16:59, 13/07/2026] ELIZABETE: Cultura verdadeira somente para minoria, quem teve uma família de verdade que teve orientação..mesmo com dificuldades

Anônimo disse...

Maria Cejy Bessa
É tanta ignorância,estamos vivendo um momento muito difícil,e essa esquerda que mais alimenta,mais incentiva,alimenta,além de algumas Famílias que passam de gerações conheço várias infelizmente
👏👏👏👏

iderval.blogspot.com disse...

O racismo hj encontra-se dentro de casa cidadão. O racismo é implantado dentro de cada racista na infância e dentro de sua própria casa. Há quem diga que um negro é feio, sujo, fedorento e de baixo clero. Mas, se alguém rebater essas afirmações com convicção, a outra parte vai parar um pouco e sentir vergonha do que falou. Mas, na maioria das vezes, quem faz esse comentário, recebe apoio e o racismo vai ganhando proporções. Empatia tem que ser ensinada na infancia. Racismo é pobreza de espírito. Racismo é uma maneira de um fraco se sentir forte, superior e que no entanto, ele é um ser desprezivel, que ama a si mesmo. Um branco racista é horrível, agora imagine um negro racista. 👇👇👇👇

iderval.blogspot.com disse...

*_"Enquanto a classe trabalhadora acredita que está em lados opostos, quem concentra riqueza e poder continua lucrando. Consciência de classe não é sobre igualar histórias de vida, salários ou privilégios. É entender que quem depende do próprio trabalho para viver compartilha interesses em comum: melhores salários, jornadas dignas, direitos e qualidade de vida. Quando essa consciência existe, a divisão perde força e a organização ganha espaço. E é justamente por isso que ela incomoda tanto."_*