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quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Galope do desespero. Dr. Ildo Simões

 


DR. ILDO SIMÕES RAMOS

Um mestre grapiúna aos 90 anos

Homem de ciência e de arte,
Dr. Ildo é daqueles que o tempo não apaga.
Pneumologista de mãos precisas,
Médico do trabalho de alma atenta,
Poeta de versos que respiram memória,
Cordelista de rimas que encantam.


Galope do desespero

Ildo Simões


Que insano é o povo brasileiro

Que diz que votou com consciência

Quer reforma na nossa previdência

Mas não sabe de onde vem o dinheiro


A Câmara e o Senado um só penico

Na cabeça têm merda em vez de juízo

E o povo é quem paga o prejuízo

Com a paciência de Jô - ou de jerico


O chefe paz e amor feliz da vida

Gostando de brincar de presidente

Tratando sua cadela feito gente

E o povo sem teto e sem comida


Tanta lei, decreto, discussão.

Tanto níquel jogado na corrente

E a massa só tem como presente

O feijão fugindo da panela


Rio Grande ou sertão de Pernambuco

A fome é uma só, não se rotula

E o Presidente José, Jair ou Lula

Pode acabar na mira do trabuco



DR. ILDO SIMÕES RAMOS

Um mestre grapiúna aos 90 anos

Homem de ciência e de arte,
Dr. Ildo é daqueles que o tempo não apaga.
Pneumologista de mãos precisas,
Médico do trabalho de alma atenta,
Poeta de versos que respiram memória,
Cordelista de rimas que encantam.

Cantor de serenatas e recitador de sentimentos,
Arranjador da beleza que há nas vozes,
E diretor de coral que rege com o coração.
Nobreza rara: orientado, generoso, humano.

Aos 90 anos, não carrega apenas a idade,
Mas a grandeza de quem viveu com propósito,
E espalhou sabedoria em cada gesto.

Dr. Ildo é mais que um nome:
É um exemplo.
Um patrimônio da nossa gente.
Um sopro de luz nesses tempos tão apressados.

Frédéric François Chopin, também chamado Fryderyk Franciszek Chopin (Żelazowa Wola, 22 de fevereiro[2] ou 1 de Março de 1810[1] — Paris, ...
YouTube · Paulo Brasil · 16 de abr. de 2017


domingo, 30 de agosto de 2026

Augusto Márcio Coimbra Teixeira pelo Mestre e Professor, Dr. Roberto Marback

 Augusto Márcio Coimbra Teixeira.

O renomado professor e médico baiano Augusto Márcio Coimbra Teixeira nasceu no ano de 1933.  Ele formou-se em medicina no final de 1954 e iniciou sua marcante trajetória como docente de Histologia na Faculdade de Medicina da Bahia da UFBA em 1960  e depois na Cirurgia Geral. O professor faleceu em setembro de 2012, aos 79 anos de idade.

Revista da ABM 

                              Presidente  da Associação Baiana de Medicina

                                                Professor Antônio Carlos Vieira Lopes

               Augusto Márcio Coimbra Teixeira.

Com muita admiração e saudade, quis o Professor Antônio Carlos Vieira Lopes, Presidente da Associação Baiana de Medicina, colega e fraternal amigo, determinar que eu fosse o responsável por essa homenagem ao Professor Dr. Augusto Márcio Coimbra Teixeira, recentemente falecido. 

Aceitei com tristeza, mas com absoluta certeza de que como aluno, amigo e admirador do Professor Augusto Teixeira não seria possível fugir à determinação. 

Tenho a mais absoluta convicção de  que se Augusto estivesse junto a mim enquanto escrevia estas breves linhas, reclamaria logo comigo pelo uso de Professor Doutor antecedendo seu nome. Embora muito merecesse, gostava de ser chamado apenas de Augusto ou Gugu, para  os amigos mais íntimos. 

Conheci  Augusto Teixeira como professor de Histologia  na querida Faculdade de Medicina da Bahia/UFBA no ano de 1960, durante o primeiro ano do curso de graduação em Medicina. 

Passei  a admirá-lo  como professor paciente, com a ignorância dos calouros quanto à morfologia microscópica  dos órgãos humanos. Discutia os aspectos da Histologia, ensinando inclusive aquilo que seria de importância para os futuros médicos. 

No gabinete de Histologia e Embriologia da Faculdade do Terreiro de Jesus, os mestres Túlio Miraglia e Augusto Teixeira me fizeram compreender o valor do conhecimento da estrutura  dos tecidos normais, entender as alterações sofridas pelos mesmos quando agredidos por doenças. 

Mais adiante, durante o Curso Médico, fui reencontrá-lo como Professor Livre Docente e Professor Adjunto na 2ª Clínica Cirúrgica do Hospital das Clínicas, ao lado do saudoso mestre, Professor Fernando Visco Didier e um pouco mais adiante como seu interno, por dois anos, no Hospital Getúlio Vargas, pronto-socorro de Salvador naquela época. 

A convivência levou-me a admirá-lo mais ainda, pela modéstia dos que são realmente excelentes, pela sua absoluta disponibilidade para com  os pacientes, curando quando possível e confortando, quando impossível curar. 

Durante vários anos, já como professor da Faculdade de Medicina, muitas manhãs, ao chegar ao Centro Cirúrgico do Hospital das Clínicas, tomava conhecimento de cirurgias de urgência, realizadas pelo mestre Augusto Teixeira, salvando vidas  durante madrugadas anteriores. 

Atendia com eficiência e carinho a todos que necessitavam dos seus excelentes conhecimentos médicos e habilidade cirúrgica, fossem pobres ou ricos. 

Realizou  cirurgias em vários clientes, amigos e familiares, inclusive meus pais. Posteriormente tive a felicidade de tê-lo como vizinho de consultório. Sua chegada ao edifício do consultório significava visita a todos os colegas do andar térreo ao quarto andar, trazendo alegria para todos, inclusive para os clientes dos colegas, com os quais conversava de maneira amena e simpática. 

Quem vier a ler estas simples, mas profundamente sinceras linhas, tomará conhecimento de que AUGUSTO TEIXEIRA existiu para o bem de sua família, dos seus alunos, amigos e dos seus inúmeros pacientes.   

                                       Dr. Roberto Marback

                                Mestre da Oftalmologia da Bahia e do Brasil

Os idólatras e os seus corrruptos

 


BRASIL, ELEIÇÃO, LAMPIÃO, ROBIN HOOD E  O MODERNO VOTO DE CABRESTO.

É  vergonhoso ver tantos  escolarizados  apoiarem  políticos  desonestos  e mentirosos.

Esquecem dos  atos ilícitos praticados, tais quais Lampião e Robin Hood, que pregavam dividir  os frutos dos roubos com os mais pobres, em troca de apoio, aqui em troca do voto  com a finalidade de continuarem no poder.

Os desonestos confesso diante de centenas de denúncias,  riem da cara do povo e abertamente se pronunciam:  

"Estes atos de falcatruas e de enriquecimento ilícito,  praticados por minha pessoa, em nada prejudicarão a minha carreira política, estamos eleitos, os nossos eleitores não pensam, são cativos, podem falar que de nada adianta." 

Mostram o quanto estes seguidores perderam o raciocínio e o senso crítico, atuam como  verdadeiras birutas.  

Todos utilizam a mesma justificativa e os idólatras complementam: 

“Quanto mais bate, mais cresce, o meu desonesto é o maior. Mesmo sendo corrupto confesso, não perderá o meu voto."  

                          É DEPRIMENTE 

Será que não se envergonham deste comportamento, será que serão exemplos para os filhos e amigos a apoiarem seres humanos corruptos?  Será que estão sendo remunerados? O que seria mais vergonhoso.

 

                  Iderval Reginaldo Tenório 

A participação de homens que se identificam como mulheres NO ESPORTE FEMININO.

 





A participação de homens que se identificam como  mulheres, os transexuais, nos ESPORTES FEMININOS  tem gerado polêmicas homéricas.

Não existe um número oficial exato de quantos homens transexuais vivem no Brasil, pois o IBGE ainda não realiza uma contagem censitária específica sobre identidade de gênero. 

Estudos de alguns institutos  estimam  que a população trans e não-binária  no país fique entre 3 a 4 milhões de pessoas. O que aponta que já chegou a hora dos comitês esportivos proporem  novos  tipos de categoria.

Urgente  seria a categoria para as trans femininas,  medida   esta que acabaria  com algumas  controvérsias  e  pouparia a mulher   de competir   com atletas de maior porte. Hoje  não existe consenso e nem diretrizes claras para apaziguar este dilema.

No boxe,  de acordo com o porte físico do lutador, existe uma humana estratificação,  Peso Palha, Mosca, Galo, Pena, Leve, Médio, Meio -pesado e Pesado, equalizando  as dúvidas,  colocando os similares dentro  da mesma categoria. 

No esporte feminino, no qual o transexual participa, existem dilemas, sendo necessário provas hormonais e biológicas pertinente a cada sexo, para  mensurar a superioridade das trans femininas sobre as  mulheres cis gênero, abandonando o lógico: força muscular,  porte físico, altura e  largura, comprimento das pernas e braços,  tamanho das mãos, envergadura dos ombros, deslocamento de ar,  a capacidade pulmonar, volume sanguíneo e o tom da voz. 

"Na anatomia feminina, a estrutura básica e as funções da laringe são as mesmas que nos homens — atuando na respiração, proteção das vias aéreas e fonação —, porém ela apresenta dimensões morfologicamente menores e pregas vocais mais curtas, o que leva a  uma voz peculiar à mulher, só modificada por procedimentos artificias ".  

Atentar para a mente masculina que os trans trazem da infância até a fase adulta e   a sedimentação cultural secular, que o homem está inserido no trabalho produtor remunerado e a mulher no reprodutor, doméstico,  o de cuidar, o não remunerado, o que não significa dizer que o trabalho  da mulher é menos importante do que o trabalho do homem. Na maioria das vezes, a participação da mãe  no  forjamento dos descendentes é mais significante do que a do pai.  

A  cabeça masculina é totalmente diferente da feminina, hoje encontra-se   visivelmente em   desconstrução com os estudos de gênero e o crescimento da mulher em todas as áreas profissionais.

Atletas de maior porte físico, que participam de competições com atletas de portes menores,   podem  intimidar, amedrontar e dominar os competidores devido as vantagens biomecânicas e o impacto psicológico natural do tamanho. 

No esporte essa dinâmica é visível tanto em modalidades de combate quanto em esportes coletivos e de força, exemplos são o boxe, o lançamento de dardos, voleibol  e o basquetebol.

Deve-se levar em conta os dados estruturados e os não estruturados em todas as atividade da vida, notadamente nos esportes nos quais o porte  e o preparo físico são primordiais, daí a existência de várias categorias no mesmo esporte.  

Dados estruturados são informações organizadas em um formato rígido e padronizado, divididas em linhas e colunas, são dados pétreos, exemplo maior é a Pirâmide das classes sociais: Classe A, B, C,  D e os que extrapolam a Pirâmide, os arquimilionários. 

Dados não estruturados são informações que não possuem um formato ou organização predefinida, não podendo ser armazenados em tabelas de linhas e colunas

80% a 90% de  dados gerados são não estruturados, que   incluem textos livres, vídeos, áudios, tom da voz,  imagens performáticas, postagens em redes sociais e notadamente os que tocam o  emocional.

O publicitário e empresário brasileiro Walter Longo na sua obra   "O fim da idade média e o inicio da idade Mídia. pg 66,  para fundamentar o emocional em tudo que se pratica assim se  explana:

" É importante reforçar que dados  não estruturados não se resumem a métricas, números, estatísticas ou conteúdos de racionalidade lógica, oral ou escrita,  pelo contrário, eles envolvem sobretudo situações imateriais, a  expressão das emoções, dos comportamentos e as contradições diárias."  


Seria uma "Solução Salomônica", como diria um grande  Jornalista  da TRIBUNA DA BAHIA, de saudosa memória,  falecido em março  2010, que na sua coluna em assuntos políticos polêmicos, dava o seu parecer, geralmente bem estudado e apaziguador.  Nesta o mestre do jornalismo teria uma salomônica solução.

"Criar uma categoria esportiva  para contemplar os transexuais, apaziguar  social e culturalmente   a  desconstrução biológica e equalizar os estudos de gênero na sociedade. O que não se permite é continuar este desentendimento ad aeternum."  

                             Iderval Reginaldo Tenório

ATLETAS TRANS FEMININA NO ESPORTE FEMININO- UM GRANDE DILEMA.

 



A participação de homens que se identificam como  mulheres, os transexuais, nos ESPORTES FEMININOS  tem gerado polêmicas homéricas.

Não existe um número oficial exato de quantos homens transexuais vivem no Brasil, pois o IBGE ainda não realiza uma contagem censitária específica sobre identidade de gênero. 

Estudos de alguns institutos  estimam  que a população trans e não-binária  no país fique entre 3 a 4 milhões de pessoas. O que aponta que já chegou a hora dos comitês esportivos proporem  novos  tipos de categoria.

Urgente  seria a categoria para as trans femininas,  medida   esta que acabaria  com algumas  controvérsias  e  pouparia a mulher   de competir   com atletas de maior porte. Hoje  não existe consenso e nem diretrizes claras para apaziguar este dilema.

No boxe,  de acordo com o porte físico do lutador, existe uma humana estratificação,  Peso Palha, Mosca, Galo, Pena, Leve, Médio, Meio -pesado e Pesado, equalizando  as dúvidas,  colocando os similares dentro  da mesma categoria. 

No esporte feminino, no qual o transexual participa, existem dilemas, sendo necessário provas hormonais e biológicas pertinente a cada sexo, para  mensurar a superioridade das trans femininas sobre as  mulheres cis gênero, abandonando o lógico: força muscular,  porte físico, altura e  largura, comprimento das pernas e braços,  tamanho das mãos, envergadura dos ombros, deslocamento de ar,  a capacidade pulmonar, volume sanguíneo e o tom da voz. 

"Na anatomia feminina, a estrutura básica e as funções da laringe são as mesmas que nos homens — atuando na respiração, proteção das vias aéreas e fonação —, porém ela apresenta dimensões morfologicamente menores e pregas vocais mais curtas, o que leva a  uma voz peculiar à mulher, só modificada por procedimentos artificias ".  

Atentar para a mente masculina que os trans trazem da infância até a fase adulta e   a sedimentação cultural secular, que o homem está inserido no trabalho produtor remunerado e a mulher no reprodutor, doméstico,  o de cuidar, o não remunerado, o que não significa dizer que o trabalho  da mulher é menos importante do que o trabalho do homem. Na maioria das vezes, a participação da mãe  no  forjamento dos descendentes é mais significante do que a do pai.  

A  cabeça masculina é totalmente diferente da feminina, hoje encontra-se   visivelmente em   desconstrução com os estudos de gênero e o crescimento da mulher em todas as áreas profissionais.

Atletas de maior porte físico, que participam de competições com atletas de portes menores,   podem  intimidar, amedrontar e dominar os competidores devido as vantagens biomecânicas e o impacto psicológico natural do tamanho. 

No esporte essa dinâmica é visível tanto em modalidades de combate quanto em esportes coletivos e de força, exemplos são o boxe, o lançamento de dardos, voleibol  e o basquetebol.

Deve-se levar em conta os dados estruturados e os não estruturados em todas as atividade da vida, notadamente nos esportes nos quais o porte  e o preparo físico são primordiais, daí a existência de várias categorias no mesmo esporte.  

Dados estruturados são informações organizadas em um formato rígido e padronizado, divididas em linhas e colunas, são dados pétreos, exemplo maior é a Pirâmide das classes sociais: Classe A, B, C,  D e os que extrapolam a Pirâmide, os arquimilionários. 

Dados não estruturados são informações que não possuem um formato ou organização predefinida, não podendo ser armazenados em tabelas de linhas e colunas

80% a 90% de  dados gerados são não estruturados, que   incluem textos livres, vídeos, áudios, tom da voz,  imagens performáticas, postagens em redes sociais e notadamente os que tocam o  emocional.

O publicitário e empresário brasileiro Walter Longo na sua obra   "O fim da idade média e o inicio da idade Mídia. pg 66,  para fundamentar o emocional em tudo que se pratica assim se  explana:

" É importante reforçar que dados  não estruturados não se resumem a métricas, números, estatísticas ou conteúdos de racionalidade lógica, oral ou escrita,  pelo contrário, eles envolvem sobretudo situações imateriais, a  expressão das emoções, dos comportamentos e as contradições diárias."  


Seria uma "Solução Salomônica", como diria um grande  Jornalista  da TRIBUNA DA BAHIA, de saudosa memória,  falecido em março  2010, que na sua coluna em assuntos políticos polêmicos, dava o seu parecer, geralmente bem estudado e apaziguador.  Nesta o mestre do jornalismo teria uma salomônica solução.

"Criar uma categoria esportiva  para contemplar os transexuais, apaziguar  social e culturalmente   a  desconstrução biológica e equalizar os estudos de gênero na sociedade. O que não se permite é continuar este desentendimento ad aeternum."  

                             Iderval Reginaldo Tenório

Atletas trans feminino no Esporte Feminino

 




A participação de homens que se identificam como  mulheres, os transexuais, nos ESPORTES FEMININOS  tem gerado polêmicas homéricas.

Não existe um número oficial exato de quantos homens transexuais vivem no Brasil, pois o IBGE ainda não realiza uma contagem censitária específica sobre identidade de gênero. 

Estudos de alguns institutos  estimam  que a população trans e não-binária  no país fique entre 3 a 4 milhões de pessoas. O que aponta que já chegou a hora dos comitês esportivos proporem  novos  tipos de categoria.

Urgente  seria a categoria para as trans femininas,  medida   esta que acabaria  com algumas  controvérsias  e  pouparia a mulher   de competir   com atletas de maior porte. Hoje  não existe consenso e nem diretrizes claras para apaziguar este dilema.

No boxe,  de acordo com o porte físico do lutador, existe uma humana estratificação,  Peso Palha, Mosca, Galo, Pena, Leve, Médio, Meio -pesado e Pesado, equalizando  as dúvidas,  colocando os similares dentro  da mesma categoria. 

No esporte feminino, no qual o transexual participa, existem dilemas, sendo necessário provas hormonais e biológicas pertinente a cada sexo, para  mensurar a superioridade das trans femininas sobre as  mulheres cis gênero, abandonando o lógico: força muscular,  porte físico, altura e  largura, comprimento das pernas e braços,  tamanho das mãos, envergadura dos ombros, deslocamento de ar,  a capacidade pulmonar, volume sanguíneo e o tom da voz. 

"Na anatomia feminina, a estrutura básica e as funções da laringe são as mesmas que nos homens — atuando na respiração, proteção das vias aéreas e fonação —, porém ela apresenta dimensões morfologicamente menores e pregas vocais mais curtas, o que leva a  uma voz peculiar à mulher, só modificada por procedimentos artificias ".  

Atentar para a mente masculina que os trans trazem da infância até a fase adulta e   a sedimentação cultural secular, que o homem está inserido no trabalho produtor remunerado e a mulher no reprodutor, doméstico,  o de cuidar, o não remunerado, o que não significa dizer que o trabalho  da mulher é menos importante do que o trabalho do homem. Na maioria das vezes, a participação da mãe  no  forjamento dos descendentes é mais significante do que a do pai.  

A  cabeça masculina é totalmente diferente da feminina, hoje encontra-se   visivelmente em   desconstrução com os estudos de gênero e o crescimento da mulher em todas as áreas profissionais.

Atletas de maior porte físico, que participam de competições com atletas de portes menores,   podem  intimidar, amedrontar e dominar os competidores devido as vantagens biomecânicas e o impacto psicológico natural do tamanho. 

No esporte essa dinâmica é visível tanto em modalidades de combate quanto em esportes coletivos e de força, exemplos são o boxe, o lançamento de dardos, voleibol  e o basquetebol.

Deve-se levar em conta os dados estruturados e os não estruturados em todas as atividade da vida, notadamente nos esportes nos quais o porte  e o preparo físico são primordiais, daí a existência de várias categorias no mesmo esporte.  

Dados estruturados são informações organizadas em um formato rígido e padronizado, divididas em linhas e colunas, são dados pétreos, exemplo maior é a Pirâmide das classes sociais: Classe A, B, C,  D e os que extrapolam a Pirâmide, os arquimilionários. 

Dados não estruturados são informações que não possuem um formato ou organização predefinida, não podendo ser armazenados em tabelas de linhas e colunas

80% a 90% de  dados gerados são não estruturados, que   incluem textos livres, vídeos, áudios, tom da voz,  imagens performáticas, postagens em redes sociais e notadamente os que tocam o  emocional.

O publicitário e empresário brasileiro Walter Longo na sua obra   "O fim da idade média e o inicio da idade Mídia. pg 66,  para fundamentar o emocional em tudo que se pratica assim se  explana:

" É importante reforçar que dados  não estruturados não se resumem a métricas, números, estatísticas ou conteúdos de racionalidade lógica, oral ou escrita,  pelo contrário, eles envolvem sobretudo situações imateriais, a  expressão das emoções, dos comportamentos e as contradições diárias."  


Seria uma "Solução Salomônica", como diria um grande  Jornalista  da TRIBUNA DA BAHIA, de saudosa memória,  falecido em março  2010, que na sua coluna em assuntos políticos polêmicos, dava o seu parecer, geralmente bem estudado e apaziguador.  Nesta o mestre do jornalismo teria uma salomônica solução.

"Criar uma categoria esportiva  para contemplar os transexuais, apaziguar  social e culturalmente   a  desconstrução biológica e equalizar os estudos de gênero na sociedade. O que não se permite é continuar este desentendimento ad aeternum."  

                             Iderval Reginaldo Tenório

sexta-feira, 28 de agosto de 2026

A MEDICINA. O MÉDICO. AS FACULDADES, AS ESTRADAS E AS MORTES PRECOCES.



 A MEDICINA. O MÉDICO. AS FACULDADES, AS ESTRADAS E AS MORTES PRECOCES. 

Demandas equivocadas e a vida do médico do Brasil.

Uma delas é a graduação em medicina e a abertura de escolas sem precedentes.

São 494 Faculdades, 50 mil médicos formados por ano, fora os do MERCOSUL. 80% das Faculdades são  particulares, mensalidade variando  de 6 a 16 mil e 20% são públicas.

Estima-se que 80 mil brasileiros cursam Medicina noutros países da América Latina. Argentina, Paraguai, Bolívia e Cuba. 

São 10 mil vagas anuais nas instituições públicas e 40mil vagas  na rede privada. 

Consequências sérias virão, a medicina não é mais  MEDICINA,  é comércio, mídia e produto, quem viver verá, a sociedade está sendo enganada. 

Muitos falecem nas estradas em busca do pão e para  pagarem a dívida de 1,3 milhão com a Faculdade Particulares.

Em vez de circularem nos corredores dos hospitais, transitam pelas estradas assassinas do país que interligam os   diversos municípios que labutam, geralmente são jovens, tanto mulheres como homens. Saem de um plantão de uma cidade e vão para outras e outras.

A população fala: " ESTE GANHA BEM, ESTÁ BEM DE VIDA".

Os pais, as autoridades,  a população e o médico não enxergam as estatísticas de mortes precoces.

Calcula-se que mais de 15% dos médicos trabalham em até 03 municípios diferentes como plantonistas de emergências, 20% em ambulatórios e programas da  família em mais de um municípios, 7% levam especialidades a pequenos municípios e perambulam por várias cidades num único mês. Não diferente dos heróis e heroínas  que trabalham como representantes de laboratórios, a diferença é que estes profissionais não dão plantão noturno, não têm  o sono entrecortado durante a noite e são hospedados em hotéis. Têm um bom café, um bom almoço  e a mente descansada durante o dia.

Os grandes especialistas dos  hospitais regionais e das policlínicas públicas   (neurocirurgiões, oftalmologistas, endocrinologistas, cirurgiões torácicos, ortopédicos)   em todo o país não moram no município no qual atua, estão sempre em deslocamento.

São 10 mil vagas anuais nas instituições públicas, 20%  e 40mil vagas  na rede privada, 80%. 

O governo, tal qual o Pôncio Pilatos,  lavou as mãos no ensino médico, está  enganando, destruindo, negligenciando, precarizando a profissão e colocando em risco os médicos.

Hoje são 680 mil médicos.

Projeta-se para  2030,   1,1 milhão de médicos. 5  para cada habitantes. 

Para 2035,  1,3 milhão.  5,6 para mil habitantes,  

                      Iderval Reginaldo Tenório