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sexta-feira, 31 de julho de 2026

As eleições 1930/2026 e a irracionalidade. VEJAM O VÍDEO .

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                                                   ELEIÇÃO 2026

As eleições 1930/2026 e a irracionalidade.  

VEJAM vídeo e LEIAM a matéria.

Iderval Reginaldo Tenório

HISTÓRIA DO BRASIL. 

 

ELEIÇÃO 2026

Segundo a mídia, já foram gastos mais de 250bilhões para se angariar votos com  os  programas eleitoreiros e publicidades. 

O Governo gasta mais  do que  arrecada. Mesmo com a escorchante carga  tributária o país está em déficit. Os tributos pesados   poderão levar o país ao fundo do poço e morrer afogado em dívidas. 

A dívida pública já ultrapassou 87% do PIB.

Segundo o ministro da Fazenda, a causa são os juros altos. Se estão altos por que não diminuem as despesas públicas com os 70 mil políticos, ministros, altos servidores, as farras e as fanfarras, com o dinheiro da saúde e da educação?  

Com a priorização  de exportar as matérias primas virgens, in natura, o governo conseguiu frear a indústria nacional,  abrindo as comportas para produtos estrangeiros, que  no exterior(ÁSIA)  são produzidos por um  terço  dos preços e  em alta escala, inclusive carros. 

Devido o alto  custo Brasil, os produtos chegam ao mercado pela metade dos preços dos  nacionais, o que leva ao  fechamento das suas indústrias, regredindo a  nação a 1954. Uma nação produtora de matérias primas de todos os tipos, para alimentar as indústrias estrangeiras e voltarem com valores agregados, vai uma tonelada de ferro e volta uma faca  de  qualidade duvidosa.

Este retrocesso coloca o país  no mercado mundial  como um mero país extrativista, vivendo da venda das  commodities que deveriam ser processadas internamente, gerando empregos de qualidade: Soja, Carnes  Bovina e de Frango, Milho e Café, Açúcar e Celulose, Minério de Ferro e Petróleo Bruto tirando do povo o orgulho de ser brasileiro e de consumir os produtos nacionais. 

Inocentemente, o povo apela para os produtos  mais baratos, sem saber que está contribuindo para a derrocada do país no futuro, devido o fechamento da indústria nacional.                                              

Estes fatos nos transporta para Portugal em  1944, quando a França invadiu comercialmente Portugal e matou a culinária, produtos de beleza, perfumes, vestimentas, costumes e a chafurdar até a língua. Portugal foi ao fundo do poço.

Os políticos estavam entregando Portugal ao mundo, leiam FRANÇA, como em 1806/1808, com  Napoleão Bonaparte e Dom João VI). 

O país  passou a ser mero consumidor a se desconstruir. Ao interferir na Língua Pátria, a alma de um povo alforriado, os artistas que amavam Portugal, diferente dos ícones daqui, arregaçaram as mangas, partiram para a luta e lançaram uma música para recuperar a autoestima, a coragem e a força do povo português.

               "Não nos acovardaremos,  somos filhos desta Pátria."

                          A canção  foi "Lisboa não sejas francesa"

Composta em 1944 por Raúl Ferrão (música) e José Galhardo (letra) para a opereta A Invasão, estreada em  fevereiro de 1945 no Teatro Maria Vitória, em Lisboa , cantada pela maior artista da época e que amava Portugal como amava os seus pais, o seu país e o seu povo a Amália Rodrigues. 

Esta música o leitor pode ouvi-la no fim da matéria. Os produtos estrangeiros mofaram nas prateleiras e Portugal renasceu das  CINZAS, foram azeitados todos os setores da economia e do PATRIOTISMO.  

                                               Ao assunto.     

Tudo indica que aquele que vencer as eleições, encontrarão uma nação moribunda, debulitada. Medidas impopulares terão que serem tomadas, mesmo que sejam amargas, salgadas, quentes,  corrosivas e cortantes. 

Caso o mesmo grupo permaneça, o álibi será, TUDO PELA GOVERNABILIDADE. Caso seja o contrário, será munição apropriada para desqualificá-los e no futuro recuperar o poder. 

O mote é piorar para quem assumir tomar medidas drásticas para a população. 

Em sendo os mesmos, a desculpa será:  Tudo pela governabilidade. O país não pode morrer.  O"SUPER EL NIÑO" e o tarifaço do TRUMP sangraram a nação, porém não morremos, resistimos e vamos reconstruí-lo. 

                                     Serão os seus fundamentos .    

As eleições 1930/2026 e a irracionalidade.

VEJAM vídeo e LEIAM a matéria.

Iderval Reginaldo Tenório

HISTÓRIA DO BRASIL 

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Comments · Fado do ciúme · Trovante - Timor - Lisboa - 20 Março 2026 · Amália Rodrigues vol 07 - nem às paredes confesso . · Amália Rodrigues - ...
YouTube · DesafinaçõesTV · 9 de mai. de 2011

 

 

Não namores os franceses. Menina, Lisboa, Portugal é meigo às vezes. Mas certas coisas não perdoa. Vê-te bem no espelho. Desse honrado velho
Letras
Não namores os francesesMenina LisboaPortugal é meigo às vezesMas certas coisas não perdoa
Vê-te bem no espelho desse honrado velhoQue o seu belo exemplo atrai, vaiSegue o seu leal conselhoNão dês desgostos ao teu pai
Lisboa, não sejas francesaCom toda a certeza não vais ser felizLisboa, que ideia daninhaVaidosa, alfacinha, casar com Paris
Lisboa, tens cá namoradosQue dizem, coitados, com as almas na vozLisboa, não sejas francesaTu és portuguesa, tu és só pra nós
Tens amor às lindas fardasMenina LisboaVê lá bem pra quem te guardasDonzela sem recato, enjoa
Tens aí tenentes bravos e valentesNados e criados cá, váTenha modos mais decentesMenina caprichosa e má
Lisboa, não sejas francesaCom toda a certeza não vais ser felizLisboa, que ideia daninhaVaidosa, alfacinha, casar com Paris
Lisboa, tens cá namoradosQue dizem, coitados, com as almas na vozLisboa, não sejas francesaTu és portuguesa, tu és só pra nós
Fonte: Musixmatch
Compositores: Raul Ferrao / Jose Galhardo

 

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