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segunda-feira, 19 de outubro de 2026

HISTÓRIA DE UM VERDADEIRO PAI. VALE A PENA SER ÉDICO.

 

 

                   FALANDO DE DEUS              

                    HISTÓRIA DE UM VERDADEIRO   PAI

 

                    No início da minha  vida profissional, um neófito médico, fui  plantonista de um importante Pronto Atendimento.

                   Nestes plantões eram  lotados dois médicos. Os atendimentos eram para pacientes de urgências, os casos mais graves, as emergências, eram transferidos e recebidos pelos plantonistas da unidade Hospitalar, anexo ao PA.

                 Naquela época, como nos dias atuais, era discutido o que é um atendimento de urgência, o que deve o médico atender, até que ponto era ético o médico discernir  o que era  urgência ou emergência. O plantonista atendia a todos, o acolhimento era universal. Efetuados os primeiros socorros, acionava-se a unidade hospitalar.  É de bom alvitre  lembrar, que muitos pacientes, devido a gravidade, as ambulâncias e viaturas iam direto à emergência do Hospital, contíguo ao Pronto Atendimento.   

                   Era um dia de domingo, 03h30min da manhã, chovia torrencialmente  e a cidade estava deserta.  Não se sabe  o motivo, a pediatria  encontrava-se desativada, recomendado cautela.  

                   Os pacientes eram atendidos alternadamente, até a meia noite era intenso o movimento, depois caia a demanda.  Neste horário chegou um senhor de uns 40 anos de idade, trazia embalado nos braços, envolto num grosso lençol, uma criança de 3 a 4 anos, foi até a recepção, disse que o filho estava com febre e dor na garganta.

                   A recepcionista explicou que não se tratava de urgência ou emergência, e que deveria procurar  o serviço adequado logo que o dia clareasse, o ambulatório de otorrinolaringologia ou o de pediatria, que também ficava próximo.

                    Humildemente, sem saber o que era um ambulatório e até mesmo o que significava a complicada palavra  otorrinolaringologista,  o senhor sentou numa cadeira, defronte a televisão que passava a noite ligada.  Pensou, refletiu, voltou para a recepcionista, tentou explicar a sua presença naquele horário, não logrou   sucesso, voltou à sua insignificância. Sentou-se na última cadeira protegida pela grande porta   de vidro temperado, protegia cuidadosamente a sua cria do frio e dos respingos da torrencial chuva que banhava o solo soteropolitano  da  Bahia de meu Deus.

                  Com o menor aconchegado ao colo e cheio de amor,     solicitou que lhe mostrasse quem eram os médicos, queria falar e solicitar pelo o amor de Deus que atendessem o seu filho. O médico da vez respondeu que aquele caso não configurava uma emergência e poderia muito bem esperar até o amanhecer.

O esculápio pensou:  "Amigdalite às 3h30  da manhã, era brincadeira, porque não levou o garoto durante o dia no ambulatório apropriado, resmungou para si, amigdalite às 3 e 30, é demais!

                  Ao ver a cena e sentir naquele pai um semblante de diminuição, de inferioridade e de desvalorização como cidadão, chamei o  colega, solicitei que atendesse, porém  foi irredutível,  como Pilatos, o colega   lavou as mãos.

                  Não pensei duas vezes, mandei fazer a ficha, solicitei que colocasse o pai e o filho no consultório, chamei o colega e frente a frente iniciei a consulta, não uma consulta médico-clínico, mas uma consulta médico-social.

                 O pai revelou que morava na periferia, que saíra de casa às 06 horas da manhã, trabalhava numa empresa encostada noutra, nem mais era terceirizada, o transporte era uma casinha adaptada sobre a carroceria de um caminhão, não tinha alimentação,  nem garantia de emprego, era o último a chegar em casa no subúrbio ferroviário,  depois de uma peregrinação por toda a cidade.

                 Naquele dia havia deixado a fábrica às 22h, rodara por mais de 150 quilômetros. Ao chegar em casa, sem almoço, jantar, banho e possuído pelo cansaço, foi avisado pela esposa que o menino estava com febre e esperava o pai para levá-lo ao médico. Matou a sede, encostou a mochila e a marmita, embalou a criança e debaixo de chuva  andou a pé três mil metros, pegou o trem suburbano que se conectava com o último ônibus e depois de rodar 30 quilômetros atingiu o fim de linha, um turístico logradouro.  Desceu a pé um íngreme, enladeirado, longo e deserto percurso, da grande praça ao longínquo serviço de urgência que funcionava numa grande e estratégica  avenida. 

                     Na solidão do caminho, na escuridão da noite, sob o frio da úmida e torrencial chuva, arriscando as suas vidas, mergulhou na realidade.

                      Na cabeça um turbilhão de pensamentos, todos de baixa estima: Pobre, não bonito, suburbano, pertencente a uma categoria sem valor e afro descendente.   Naquele dia sem se alimentar e cansado foi tomado pelo desânimo, porém, tinha um filho, possuía um rei, possuía uma das razões que justificava viver, que justificava todo e qualquer sacrifício, aliás, levar o seu filho a um médico não era sacrifício, era um prazer apesar da imensa tristeza.

                       Pensava no seu trabalho, na sua família e  no seu pai, via e sentia naquela hora, naquele momento como era difícil a vida, como era dura, como era insignificante diante do mundo, ainda bem que existia o médico, este sim me compreendia, este sim era homem de coração bom, este sim atendia a toda hora, atendia em todos os momentos, nos momentos de necessidades e sempre alegre, sempre rindo, ainda bem que existia o médico, neste mundo só o médico, somente o médico era verdadeiramente humano.

                    Quem era ele para ser atendido, para receber a atenção daquela espécie de homem, homem estudado e importante, o homem de branco. Inclusive por ser ele um simples operário, era condição suficiente para não ser atendido, ainda assim o médico atendia,  atendia porque era humano, porque era bom, porque era gente, mesmo estudado, era gente e foi assim que veio pensando em todo o seu longo e difícil trajeto.  

               Imaginava encontrar um amigo, um amigo que lhe escutasse, que lhe estendesse as mãos, que lhe acolhesse, que lhe desse  atenção e  que lhe desse socorro, ainda bem que existe o médico. Disse também que saiu preocupado como voltaria, com que carro, com qual dinheiro e para ir ao trabalho no outro dia, sem dormir, sem comer, sem condições de faltar e se fosse demitido? Porém, nada disso era mais importante do que aquele filho, nada tinha mais importância do que a saúde do seu filho. Ainda bem que existe o médico, ainda bem que ainda existe a compaixão, ainda bem.

            O colega frente a frente com o relato, cara a cara com o menor  e o pai, silenciosamente escutava o relato paterno.

 

            Aquele depoimento era mais um desabafo, um desabafo social, um desabafo para com ele mesmo, um desabafo quem sabe, talvez para com DEUS, e o colega escutava calado, silencioso e olhar perdido. O colega estava noutro mundo, o colega viajava, estava  bem distante, não sei onde, num lugar longínquo e  cabisbaixo. Repentinamente, com os olhos marejados, voz trêmula, rompeu o silêncio, abraçou o guerreiro pai e balbuciou: 

“PAI, AH SE TODOS OS PAIS FOSSEM ASSIM! COMO SERIA DIFERENTE”.

                   Pegou as rédeas do atendimento, arranjou energia não sei aonde, atendeu, conversou, riu, ofereceu o seu lanche noturno e o café da manhã para aquele pai exemplar.  Alimentou a criança, pediu-me que passasse o plantão pela manhã e com a criança medicada, a bolsa cheia de amostras e muita disposição foi conhecer na periferia onde morava um homem, onde morava um cidadão, onde morava um verdadeiro pai e saíram os três na mesma condução, tendo como motorista o médico assistente.

               Ainda hoje, nos encontros da vida, escuto do nobre e gentil colega : “Meu amigo, muito obrigado, a medicina não é só conhecimentos científicos, é muito mais. A medicina é o social, o humanismo, a ética e o altruísmo.  A medicina é a essência da cidadania e  compaixão. A medicina é uma das representantes fiel de Deus”.

             Ser médico enfim, é ser um misto de tudo quanto é de bom, ser médico é ser provedor, acolhedor,  compreender os encontros e os desencontros do homem e da vida, ser médico é apenas ser Médico.

APENAS.


                         Iderval Reginaldo Tenório

crmpr VALE A PENA SER MÉDICO #medicina

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Vale a Pena Ser Médico? Portal CRM-PR: https://www.crmpr.org.br/ Vídeo Institucional produzido em 2004, com participação de Rubem Azevedo ...
YouTube · CRM-PR · 23 de out. de 2013

 

O VOTO DE CABRESTO. DEMOCRACIA OU DITADURA ? MILITANTES OU IDÓLATRAS? HUMANOS OU GADOS?

 


William Waak

DEMOCRACIA OU DITADURA ?  MILITANTES OU IDÓLATRAS?  HUMANOS OU GADOS? 

Diante de tantas manobras eleitoreiras com o erário, será que mesmo os militantes não se indignam? 

Quais os porquês, uma vez que são humanos,  inteligentes e sabem discernir quando as ações são democráticas.?

Iderval Reginaldo Tenório


Palavras do William Waak

"O Brasil assiste de boca aberta um deprimente espetáculo de poder entre corrupção e jogos de interesses, atos nojentos.

Nenhum brasileiro deveria aceitar isso e ficar calado.
O STF, STE e os outros órgãos responsáveis estão prevaricando, é o fim da democracia."
WW.
 
Vídeos. ESCUTE ESTA MÚSICA E ENTENDA A ELEIÇÃO E O VOTO DE CABRESTO.
 
A PARTIR DOS MINUTOS DE 0,9 M A 3 MINUTOS 

DEMOCRACIA OU DITADURA ? MILITANTES OU IDÓLATRAS? HUMANOS OU GADOS?


William Waak

DEMOCRACIA OU DITADURA ?  MILITANTES OU IDÓLATRAS?  HUMANOS OU GADOS? 

Diante de tantas manobras eleitoreiras com o erário, será que mesmo os militantes não se indignam? 

Quais os porquês, uma vez que são humanos,  inteligentes e sabem discernir quando as ações são democráticas.?

Iderval Reginaldo Tenório


Palavras do William Waak

"O Brasil assiste de boca aberta um deprimente espetáculo de poder entre corrupção e jogos de interesses, atos nojentos.

Nenhum brasileiro deveria aceitar isso e ficar calado.
O STF, STE e os outros órgãos responsáveis estão prevaricando, é o fim da democracia."
WW.
 
Vídeos. ESCUTE ESTA MÚSICA E ENTENDA A ELEIÇÃO E O VOTO DE CABRESTO.
 
A PARTIR DOS MINUTOS DE 0,9 M A 3 MINUTOS
 
 
Provided to YouTube by The Orchard Enterprises Comicio · Luiz Gonzaga Luiz Gonzaga Eternal ℗ 2015 Krik Music Released on: 2015-04-07 ...
YouTube · Luiz Gonzaga - Topic · 8 de abr. de 2015


domingo, 18 de outubro de 2026

Dona Tonha e o colesterol. 18 de outubro, parabéns para todos os médicos do mundo.

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                   18 de outubro, dia do médico
                .Diante do seu médico, todos somos seus filhos.


Iderval  Reginaldo Tenório





18 de outubro, dia do médico
.Diante do seu médico, todos somos seus filhos.
Iderval Reginaldo Tenório

Em nome do Dr. Ilmar Cabral de Oliveira, grande obstetra e Ginecologista da Bahia, parceiro de Plantão e professor nos Hospitais de Salvador e do grande cirurgião Dr. Jorge Bastos, ícones da medicina brasileira, com os quais convivi na minha simples trajetória de vida, em busca de curar ou paliar muitos seres humanos, saúdo todos os médicos do mundo.
Iderval Reginaldo Tenório



Dona Tonha  e o colesterol.  18 de outubro, parabéns para todos os médicos do mundo.

Dona Tonha  e o colesterol

 

Dona Tonha aos  98 anos de idade  foi ao seu geriatra.  Ao terminar o atendimento, o médico orientou  que a mesma passasse três meses comendo apenas carne branca, aos exames  apresentou uma pequena  elevação no colesterol, enfatizou que enquanto mais branca for a carne,  menos colesterol.

120 dias depois o médico fez a sua reavaliação, olhou os exames, todos dentro dos limites da normalidade, parabenizou a querida matriarca e perguntou:

___Dona Tonha, a senhora está de parabéns, o seu colesterol está um primor.  Qual foi das carnes brancas, a que a senhora mais comeu  durantes estes  dias?  Foi frango ou peixe?

E a sábia senhora,  na bucha, respondeu.

__Todos os dias doutor eu comia toicim de porco, assado na brasa,  no almoço e no jantar.

O médico retrucou,

__Toicim dona Tonha! toicim de porco!?

__Claro Doutor foi a carne mais branca que eu encontrei, ou existe outra mais branca?

O médico ficou pasmo. De imediato ela complementou:

__Brincadeira Doutor, brincadeira, comi mesmo  foi muito peixe.

                                    Iderval Reginaldo Tenório

 

                                   Liforme Instravagante - 

de Raimundo Grangeiro Amorim na voz  do Rei Luiz Gonzaga


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Música Liforme Instravagante com Luiz Gonzaga.
YouTube · Pedro · 18 de mar. de 2012

sábado, 17 de outubro de 2026

CIBORGUE.Uma nova civilização, o futuro da humanidade

  


A radiografia panorâmica nos amputados de membros inferiores é um recurso fundamental para avaliação do alinhamento protético., Alguns parâmetros técnicos avaliamos nesse exame:, 1. Ângulo ...

      

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Uma nova civilização, o futuro da humanidade

                         CAPÍTULO I

 A  civilização em metamorfose  caminha para um novo e seleto mundo.  Mergulhará na fase avançada da física quântica, das terras raras, eletrônica, nanotecnologia, da neurociência, da biologia molecular, do silício e da cibernética, é a realidade da  Inteligência Artificial.

No decorrer dos anos,  os humanos que prosperarem serão cibernéticos, artificiais, serão ciborgues. A divisão  social será profunda, seletiva, poucas classes sociais  e o distanciamento entre elas  será abissal. 

Uma cúpula, bem servida no comando, uma plêiade  de ajudantes,  cirurgicamente escolhida,  e uma   massa constituída de mais de 95% da população,  será o início de uma nova civilização.  

A distribuição da  ração será de acordo com o degrau que ocupe, o ir e vir totalmente monitorado,  cada indivíduo receberá um  chip de identificação, este será o modus operandi da  próxima civilização. Cada ser terá um cadastro eletrônico, será localizado via satélite 

Os ditames invisíveis, oriundos do imaginário humano,   serão gravados na mente de silício de cada ser  ciberneticamente  dirigidos e vigiados por  um  líder,  assessorado  por coordenadores  oriundos da caldeia intermediária, todos  programados para uma única  função. Os bens, isto é,  as propriedades,  serão  da cúpula,  às massas,  apenas o usufruto e    sem autonomia.

Os líderes da economia e das tecnologias, juntos ao Estado, também dominado, serão   os senhores de tudo e de todos.

 Como num formigueiro, cupinzeiro e enxame de abelha, todos trabalharão para salvar as suas rainhas, tudo pelo pão.  

O homem comum deixará de ser o cérebro e passará a ser um chip. A depender da sua importância hierárquica,  receberá uma carga de informações, será um Hardware, uma coisa. Está nesta propriedade, o rápido desenvolvimento da internet das coisas. Apenas a cúpula será hibrido, homem cérebro-ciborgue. 

Existirão os pensadores, transportadores, coordenadores       e abaixo, aqueles que  mecanicamente executarão as tarefas.  Serão providos de   poucos  bytes, o  suficiente para a única  função, serão os  protótipos  para as próximas gerações, que a cada ano durarão menos, os chips estão sempre em evolução, o comum será ouvir:  Este modelo não se fabrica mais.

 

Nestas novas civilizações, os laços familiares e de amizades sucumbirão, serão alimentados os laços por afinidades, funções e da zona  coberta pelas   ondas que os conectam,  tais quais  os smartfones da atualidade.

 

                         CAPÍTULO II

                  COMO O MUNDO FUNCIONRÁ? 

O mundo funcionará como uma grande torre comercial,  com milhares de aposentos e sem intercomunicação material. A comunicação será  eletrônica  por grandes antenas, monitoradas pelos  elementos das cadeias intermediarias  e  estes com a cúpula  central.

O tempo de vida dependerá do desempenho do chip implantado. No decorrer dos tempos,  os homens vão se transformando em máquinas inorgânicas, cada uma   programada da fecundação artificial  até  a morte,   perpassando  por todas as fases no  decorrer  da evolução, a apoptose terá data marcada . 

Imagina-se, literalmente, na imortalidade do homem nas civilizações  futuras. Alguns  serão descartáveis, vai depender das  qualidades técnicas e dos custos para a recuperação da capacidade laborativa. Serão projetados nanotecnologicamente por  uma genética seletiva e  reforçada  à prova de bala, d'água, sol e irradiações radioativas. No decorrer da vida, as peças serão substituídas por materiais  homogêneos, resistentes e puros, muitas vezes mais resistentes do que as originais, vai depender do valor e do tempo de vida util.

 

                       CAPITULO III

                       QUAIS SERÃO AS ETAPAS DA VIDA ?

Os homens, aos poucos vão se modificando, chegando à velhice totalmente irreconhecíveis  pelas mudanças sofridas durante a   vida. Mudarão os olhos, pernas, braços, coração, enfim,  todos os órgãos, inclusive o cérebro, que é um chip. Tudo vai depender de suas funções, não sendo compensatório a recuperação das peças ou haja incompatibilidade com as modernas peças , o melhor é descartá-los.

Nesta época, o encéfalo comandado por um chip,   será apenas um  gerente, um coordenador  para processar  as  informações recebidas pelos satélites a 36 mil quilômetros de distancia.  O ser humano será apenas um chip, as demais peças serão acessórios para a execução das suas tarefas, tudo dependerá do degrau que ocupe e de quantos bytes possuírem.

Hoje já se desenha este homem modificado. Quantos utilizam óculos, lentes intraoculares, chip conectado ao nervo ótico e ao aparelho   auditivos? quantos usam  dentes, ossos cranianos, orelhas e narizes artificiais? Stents, válvulas cerebrais e cardíacas?  próteses esofágicas,  biliares e pancreáticas? braços, mãos, pernas e pés? pele, cabelos e fâneros de uma maneira em geral?

Quantos comandam os movimentos, a fala e a escuta  através do olhar e do pensamento diante de uma tela? tudo conectado por programas computadorizados ou   por aplicativos, com ou sem fios? Estes super-homens já são ciborgues, são  os protótipos da futura humanidade. 

A ciência mostra que do homem só se conhece 5%, do cérebro  menos ainda, muitos serão os estudos  a serem realizados a respeito do  homem, este desconhecido.  O  grande  passo foi o projeto genoma iniciado em 1990. 


                                         CAPÍTULO IV 

 

Hoje nos Estados Unidos, Rússia, China, Israel,  Japão e  na União  Europeia existem  múltiplas frentes em execução no estudo do homem, este hardware,  para que seja desenvolvido o software  adequado a cada  ser e a cada classe social.

 

Serão investidos  nesta década mais 250 bilhões de dólares para o conhecimento do cérebro artificial e as suas funções. Serão  os próximos  passos para o homem entrar de vez no futuro e entender parte deste misterioso Universo. 

 

Segundo os estudiosos, os da ciência da evolução, ainda estamos na primeira fase do desenvolvimento humano, ainda somos primários. Os satélites foram os primeiros passos para sair do mundo da escuridão evolutiva.

Um dia, os chips se comunicarão com outros chips, tais quais  os computadores, os smartfones e todas as centrais, chamadas de nuvens. Nesta época os ciborgues e a inteligência artificial, que estarão em todos os aparelhos, decidirão por muitas coisas aqui na terra.  

No mundo atual, a ciência e a mente foram alforriadas das amarras religiosas, crenças,  conservadorismo tacanho e da  ignorância arcaica das civilizações anteriores.

Será o fim desta e o início de uma nova civilização. Sem estas propriedades  os homens jamais poderão conquistar o minúsculo  sistema solar. Imagine a Via Láctea e outras galáxias  do pequeno Universo, sem falar no  desconhecido e hipotético Multiverso.


                        17 de Outubro de 2026

 

                    Iderval Reginaldo Tenório