sábado, 2 de maio de 2026

O BRASIL PRECISA TRABALHAR, O POVO PEDE É EMPREGO;

                                                       

                                                      

                                                   


Vamos trabalhar para que todos os brasileiros tenham e gostem de trabalhar, inclusive para que o jovem brasileiro passe a acreditar na escola, no trabalho e na sua pessoa para sair do buraco que se encontra. Vamos incentivar o trabalho e abominar o consumo supérfluo e doentio.  CONSUMISMO, tem gente pagando por esta doença.

O Brasil tem a menor produtividade  em todos os setores. Precisamos é trabalhar e deixar de ser o pais do entretenimento, da brincadeira, brincadeira  e da mangofa.

Peito, dança "nádega e mama", para não usar o popular, BUNDA,  erotismo e  da bandalheira. Precisamos trabalhar para sair do buraco.  

Cite uma modelo, uma dançarina e uma mulata do Sargentele dos chinêses, propagando as nádegas das mulheres do seu país para o  mundo.   

Cite um destaque para o  mundo, deste tipo de  modelo e apelo vindo da China, Japão, Coreia do Sul e outras nações que saíram do buraco. Eles   valorizam o cérebro da população, notadamente dos mais pobres, uma vez que a classe média e alta sabe como se defender e que o foco é a escola e o trabalho.

Só se escuta cientistas, grandes descobertas, grandes produtividades na indústria, milhões de estudantes dedicados às escolas básica, fundamental, médio, técnico e universitário. 

Queremos um Brasil de trabalhadores, de estudantes responsáveis, de cientistas e menos Ode ao corpo, precisamente nas camadas baixas da pirâmide social.

Precisamos é de escolas para as crianças e trabalho digno  para os adultos, incluindo nós médicos e condições de pesquisas nas universidades e nas escola técnicas. 

Urge seriedade das elites política, que apenas sabem sugar o sangue do povo e são seguidos por idólatras.

                                O Brasil precisa mudar.

                            Iderval Reginaldo Tenório 

Saia das dívidas com essas dicas. Saiba como⬇⬇ https://sites.google.com/view/guiasaiadasdividas.
YouTube · Vitrola do Samba · 9 de mar. de 2019

O trabalho infantil e a violência contra idosos. Problema nosso.

 

                                                                          

                                                                     


O trabalho infantil e a violência contra idosos, embora à primeira vista pareçam temas distintos, compartilham uma mesma raiz: A falta de cuidado e de efetividade por parte dos órgãos públicos.

 Quando pensamos na palavra “cuidado”, geralmente associamos ao ambiente familiar. No entanto, em situações que envolvem crianças e idosos, o cuidado deve ser entendido como uma responsabilidade conjunta, que inclui, de forma essencial, a atuação do Estado no dever de proteger, acolher e garantir uma sociedade mais justa e segura para esses grupos.

 

Trabalho infantil ainda atinge 1,6 milhão de crianças no Brasil

Segundo dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 1,6 milhão de crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos estavam em situação de trabalho infantil no Brasil. Deste total, 586 mil estavam nas piores formas de trabalho, como trabalho doméstico exaustivo, atividades nas ruas, exploração sexual, tráfico de drogas e outras atividades de risco.

Embora tenha ocorrido uma redução de 14,6% em relação a 2022, esse número ainda é alarmante. As regiões Norte e Nordeste historicamente concentram os maiores índices, especialmente em áreas rurais, ligadas à agricultura e atividades informais.

As razões pelas quais crianças ainda são submetidas ao trabalho são muitas, mas a principal delas é a pobreza e desigualdade social, já que muitas famílias recorrem ao trabalho infantil para complementar a renda. Além disso, existe a questão da educação: a falta de falta de acesso a escolas em áreas remotas e a necessidade de trabalhar levam à evasão escolar.

Violência contra idosos cresce e segue invisibilizada

Entre 2020 e 2023, o Brasil registrou 408.395 denúncias de violência contra pessoas idosas, segundo dados do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania. Somente em 2023, houve um aumento de 50 mil casos em comparação ao ano anterior. A maioria das agressões ocorre dentro do ambiente familiar, que concentra 71,5% das denúncias. As principais vítimas são mulheres, que representam 70% dos casos, especialmente aquelas com mais de 80 anos.

As formas de violência mais recorrentes em 2023 foram negligência (87,6%), violência psicológica (84,8%), violência patrimonial (76,7%) e violência física (75,4%).

A Região Sudeste lidera em número de denúncias, com 53% do total, seguida pela Região Nordeste, com 19,9%. Essa distribuição acompanha a maior concentração de idosos nessas regiões.

A médica Cristiane Pina, liderança política de Senador Canedo, também comentou sobre a violência contra a pessoa idosa, destacando a responsabilidade coletiva diante do problema.

“A violência contra a pessoa idosa não é somente um problema familiar, é um alerta de que estamos falhando enquanto sociedade. Enquanto estive no Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa e hoje como médica, vejo de perto sinais do abandono, como desnutrição, solidão, depressão, sinais visíveis de violência física, psicológica e muitos desses sinais, poderiam ter sido evitados com a Política Nacional de Cuidados.”

Dados recentes revelam um cenário alarmante de violações de direitos humanos e fragilidade nas políticas públicas de proteção, somadas à desigualdade social.

O que existe de comum entre a violência contra idoso e contras as crianças.

Segundo o DataSUS (2023), 60% das crianças vítimas de violência têm entre 0 e 9 anos e vivem em famílias de baixa renda.

Entre os idosos, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que quase 70% vivem com até dois salários mínimos.

A cultura da violação de direitos humanos também se manifesta de forma preocupante dentro de lares e comunidades.

Em 2023, o Brasil registrou mais de 230 mil denúncias de violações de direitos humanos, de acordo com o Ministério dos Direitos Humanos. Somente o Disque 100 recebeu mais de 180 mil denúncias de violência contra crianças e adolescentes.

A violência contra idosos também se destaca: foram mais de 50 mil denúncias, a maioria relacionada à negligência, maus-tratos e abandono.

Além da violência, a insuficiência de políticas públicas agrava o cenário. Entre 2014 e 2023, o orçamento destinado à assistência social sofreu uma redução de 34%, segundo levantamento do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).

A falta de estrutura também é evidente: apenas 4,6% dos municípios brasileiros contam com centros especializados para atendimento à pessoa idosa (IBGE, 2022), e a quantidade de conselhos tutelares ainda é insuficiente para atender a demanda, com muitos municípios dispondo de apenas uma unidade para milhares de crianças (CNMP, 2023).

Proteger crianças, adolescentes e idosos não é apenas de dentro de casa, mas sim, um dever coletivo.

É necessário fortalecer políticas públicas, ampliar programas sociais, investir em educação de qualidade, promover campanhas de conscientização, pontos que já estão em discussão no Plano Nacional de Cuidados, batizado de “Brasil que Cuida”, que colocará em prática a Política Nacional de Cuidados.

Todos nós, crianças, adolescentes e idosos,  merecemos respeito, todos somos cidadãos e não podemos viver na invisibilidade .

 

Iderval Reginaldo Tenório. Fonte  publicações governamentais .

8 - Marinheiro Só (Tradicional. Adapt. Caetano Veloso) (LP "Marinheiro Só" - 1973) Eu não sou daqui Marinheiro só Eu não tenho amor ...
YouTube · Música de Terreiro · 5 de fev. de 2022

Clementina de Jesus canta "Marinheiro Só" (tradicional) no Teatro Municipal de São Paulo em 1982.

 


sexta-feira, 1 de maio de 2026

O São João vem aí. Escute o Forró do Dr.Iderval. Overdose de Forró.

 .Nenhuma descrição de foto disponível.

ESCUTEM ESTE FORRÓ



O FORRÓ 
DO DR IDERVAL 
VAI ESTOURAR NO SÃO JOÃO 2026.

VAMOS OUVIR, DANÇAR E SABOREAR DO GRANDE COMPOSITOR ALDO SOUSA, BAIANO DA GEMA O FORRÓ DO DR IDERVAL TENÓRIO,   NA VOZ DO GRANDE ISRAEL FILHO, UM GRANDE CANTOR DE CARUARU.
 UM DOS ÍCONES DA MÚSICA  BRASILEIRA.

É SÓ CLICAR EM OVERDOSE DE FORRÓ 

EXPERIMENTE OUVIR.

BOM FORRÓ.
 
BASTA CLICAR NO LINK E ESCUTAR  OVERDOSE DE FORRÓ, É UMA RECEITA  MINHA PARA A SAUDE.
 

OVERDOSE .. by Aldo Souza Souza on SoundCloud - Hear the ...


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ISRAE LFILHO 


Com 31 anos de carreira, o cantor e compositor Israel Filho acaba de lançar mais um CD: "Overdose de Forró". O trabalho vem com 22 canções, algumas inéditas e outras regravações, além de participação especial de Petrúcio Amorim, na canção "O rei das estrelas".
Nascido em Caruaru, Israel filho identificou-se com a música logo cedo e, aos três anos, já era mascote de uma banda marcial em Surubim, a terra natal de sua genitora. Em 1979, recebeu convite para cantar com Luiz Gonzaga e, a partir daí, passou a fazer shows na Região Metropolitana do Recife. "Fizemos os primeiros shows de forró em Olinda. O nome era Forró Cheiro do Povo", relembrou Israel.
 

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BOM FORRÓ.

 

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soundcloud.com/aldo-souza-souza/overdose

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O São João vem aí. Escute o Forró do Dr.Iderval. Overdose de Forró.

 



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                                   ESCUTEM ESTE FORRÓ


O FORRÓ 
DO DR IDERVAL 
VAI ESTOURAR NO SÃO JOÃO 2026.

VAMOS OUVIR, DANÇAR E SABOREAR DO GRANDE COMPOSITOR ALDO SOUSA, BAIANO DA GEMA O FORRÓ DO DR IDERVAL TENÓRIO,   NA VOZ DO GRANDE ISRAEL FILHO, UM GRANDE CANTOR DE CARUARU.
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Com 31 anos de carreira, o cantor e compositor Israel Filho acaba de lançar mais um CD: "Overdose de Forró". O trabalho vem com 22 canções, algumas inéditas e outras regravações, além de participação especial de Petrúcio Amorim, na canção "O rei das estrelas".
Nascido em Caruaru, Israel filho identificou-se com a música logo cedo e, aos três anos, já era mascote de uma banda marcial em Surubim, a terra natal de sua genitora. Em 1979, recebeu convite para cantar com Luiz Gonzaga e, a partir daí, passou a fazer shows na Região Metropolitana do Recife. "Fizemos os primeiros shows de forró em Olinda. O nome era Forró Cheiro do Povo", relembrou Israel.
 

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BOM FORRÓ.

 

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Um método de se desestressar na Vida, cuidado com o cortisol.

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Um método de se desestressar na Vida, cuidado com o cortisol.

clique no vídeo abaixo.



quinta-feira, 30 de abril de 2026

 


UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA A PERFORMANCE E A VIDA


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            UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA 

                                          A  PERFORMANCE E A VIDA 

                                     IDERVAL REGINALDO TENÓRIO

                             LILA MONTEIRO FALCÃO  E  EQUIPE.

                                                Professora Ana Paula Garcia 

Neste trabalho, procuraremos mostrar o quão é difícil a vida para os homossexuais que não atuam no meio artístico e nem em profissões não engessadas pela sociedade, como cabelereiro, estilista, costureiro e dançarinos. Nestas profissões os homossexuais circulam com tranquilidade e inclusive com performances pertinentes ao seu labor.

Fazem uso de vestimentas, estilo de vida e circulam na sociedade mostrando a sua  orientação sexual, seus gostos e sem inibição de se pronunciar, vivem com liberdade e são aceitos como são, salvo quando  encontram e se deparam com meios repletos de preconceitos, geralmente meios tóxicos.

Os homossexuais que trabalham em ambientes   deliberadamente hetero  pela sociedade, tem que assumir a performance  de  masculinidade. A este comportamento dar-se o nome de  " PASSIBILIDADE", que tem como fundamento o medo da demissão, a discriminação estrutural, isolamento, invisibilidade e o receio de prejudicar o crescimento na carreira.

Na identidade de gênero, a Sociedade é muito rígida. Praticamente de exigi e    engessa o homem gay, a manter uma performance que os estudos seiscentistas definem como  PERFORMANCE DE GÊNERO.

Fundamentam com a estratégia de sobrevivência e  a exigência de não parecerem gays e se livrarem de preconceitos diversos. Isto leva a diminuição da autoestima, da representação da verdadeira identidade e do desvio da personalidade.  o Trabalho anda eivado de medos e de desconfiança. Este comportamento leva a utilização de vestimentas  heterossexual, sendo uma das  maneiras  de se alinhar ao seu trabalho, função. Esta performance é para se enquadrar e se livrar de quaisquer tipos de preconceitos pertinente a gêneros e orientação sexual.       Muitos, não conseguindo, sentem-se excluídos daquele mercado de trabalho, uma vez que não conseguirão  viveram, em camuflagem "a de eterno". 

                      Iderval Reginaldo Tenório, Lila Monteiro e equipe.

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA A PERFORMANCE E A VIDA


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            UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA 

                                          A  PERFORMANCE E A VIDA 

                                     IDERVAL REGINALDO TENÓRIO

                             LILA MONTEIRO FALCÃO  E  EQUIPE.

                                                Professora Ana Paula Garcia 

Neste trabalho, procuraremos mostrar o quão é difícil a vida para os homossexuais que não atuam no meio artístico e nem em profissões não engessadas pela sociedade, como cabelereiro, estilista, costureiro e dançarinos. Nestas profissões os homossexuais circulam com tranquilidade e inclusive com performances pertinentes ao seu labor.

Fazem uso de vestimentas, estilo de vida e circulam na sociedade mostrando a sua  orientação sexual, seus gostos e sem inibição de se pronunciar, vivem com liberdade e são aceitos como são, salvo quando  encontram e se deparam com meios repletos de preconceitos, geralmente meios tóxicos.

Os homossexuais que trabalham em ambientes   deliberadamente hetero  pela sociedade, tem que assumir a performance  de  masculinidade. A este comportamento dar-se o nome de  " PASSIBILIDADE", que tem como fundamento o medo da demissão, a discriminação estrutural, isolamento, invisibilidade e o receio de prejudicar o crescimento na carreira.

Na identidade de gênero, a Sociedade é muito rígida. Praticamente de exigi e    engessa o homem gay, a manter uma performance que os estudos seiscentistas definem como  PERFORMANCE DE GÊNERO.

Fundamentam com a estratégia de sobrevivência e  a exigência de não parecerem gays e se livrarem de preconceitos diversos. Isto leva a diminuição da autoestima, da representação da verdadeira identidade e do desvio da personalidade.  o Trabalho anda eivado de medos e de desconfiança. Este comportamento leva a utilização de vestimentas  heterossexual, sendo uma das  maneiras  de se alinhar ao seu trabalho, função. Esta performance é para se enquadrar e se livrar de quaisquer tipos de preconceitos pertinente a gêneros e orientação sexual.       Muitos, não conseguindo, sentem-se excluídos daquele mercado de trabalho, uma vez que não conseguirão  viveram, em camuflagem "a de eterno". 

                      Iderval Reginaldo Tenório, Lila Monteiro e equipe.

quarta-feira, 29 de abril de 2026

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA A PERFORMANCE E A VIDA

                                             

Miniatura da Estreia: Universidade Federal da Bahia. Iderval Reginaldo Tenório. Curso Gênero e Diversidade
ESTREIA
Seu vídeo
Universidade Federal da Bahia. Iderval


                                             UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA 

                                          A  PERFORMANCE E A VIDA 

                                     IDERVAL REGINALDO TENÓRIO

                             LILA MONTEIRO FALCÃO  E  EQUIPE.

                                                Professora Ana Paula Garcia 

Neste trabalho, procuraremos mostrar o quão é difícil a vida para os homossexuais que não atuam no meio artístico e nem em profissões não engessadas pela sociedade, como cabelereiro, estilista, costureiro e dançarinos. Nestas profissões os homossexuais circulam com tranquilidade e inclusive com performances pertinentes ao seu labor.

Fazem uso de vestimentas, estilo de vida e circulam na sociedade mostrando a sua  orientação sexual, seus gostos e sem inibição de se pronunciar, vivem com liberdade e são aceitos como são, salvo quando  encontram e se deparam com meios repletos de preconceitos, geralmente meios tóxicos.

Os homossexuais que trabalham em ambientes   deliberadamente hetero  pela sociedade, tem que assumir a performance  de  masculinidade. A este comportamento dar-se o nome de  " PASSIBILIDADE", que tem como fundamento o medo da demissão, a discriminação estrutural, isolamento, invisibilidade e o receio de prejudicar o crescimento na carreira.

Na identidade de gênero, a Sociedade é muito rígida. Praticamente de exigi e    engessa o homem gay, a manter uma performance que os estudos seiscentistas definem como  PERFORMANCE DE GÊNERO.

Fundamentam com a estratégia de sobrevivência e  a exigência de não parecerem gays e se livrarem de preconceitos diversos. Isto leva a diminuição da autoestima, da representação da verdadeira identidade e do desvio da personalidade.  o Trabalho anda eivado de medos e de desconfiança. Este comportamento leva a utilização de vestimentas  heterossexual, sendo uma das  maneiras  de se alinhar ao seu trabalho, função. Esta performance é para se enquadrar e se livrar de quaisquer tipos de preconceitos pertinente a gêneros e orientação sexual.       Muitos, não conseguindo, sentem-se excluídos daquele mercado de trabalho, uma vez que não conseguirão  viveram, em camuflagem "a de eterno". 

                      Iderval Reginaldo Tenório, Lila Monteiro e equipe.

domingo, 26 de abril de 2026

O engessamento político e o amordaçamento anulam a cidadania .

                                         

O engessamento político e o amordaçamento anulam a cidadania .

O  engessamento é uma das principais pautas para calar, excluir e tornar pequena qualquer sociedade. A diversidade é uma das mais ricas ferramentas para a inclusão. 

As grandes plataformas estão a serviço dos dominantes do mundo. Enquanto menos se sabe, mais amarrados ficam os homens.    

É proibido proibir, mostra e alerta os caminhos que o homem precisa para conduzir a vida com liberdade, é pura democracia. 

Os regimentos foram criados para podar o raciocínio.     Peço vênia a todos, porém não congele o raciocínio e nem a propriedade de expressão .  

A homogeneidade no  pensamento numa sociedade, é classificado como  atraso social. O que não cabe, neste grupo de alforriados, é propaganda explícita e partidária.    

Abraços democráticos para todos.


Salvador, 26 de abril de m2026

Iderval Reginaldo Tenório



UFBA- GENERO E DIVERSIDADE

 



Universidade Federal da Bahia

Gênero e Diversidade

Docente.  Professora  Ana Paula Garcia Boscatti

Discente. Iderval Reginaldo Tenório

Disciplina.

Seminário Temático Gênero, Feminismo e Educação


                                                          Diário de aulas.                                                               

Interpretando Gênero-  Linda Nicholson

 

Neste debate, a autora nos explica que a definição de Gênero/Sexo não deve ser ligado sacralmente ao Biológico.

O tradicionalismo da evolução da   sociedade diz que,  a medicina, o sistema de documentação cartorial, matrículas escolares, trabalhos e muitas profissões, são definidas  pela presença de pênis  ou vagina, no qual definirá o masculino e o feminino, excluindo os demais gêneros, pertinente à sociedade atual.

Mergulha também na homogeneidade das mulheres, como o feminino fosse engessado, considerando todas iguais,  pelo fato de possuírem a vagina, nome que não existia até o século XVIII, uma vez que muitas são as classificações do ser mulher. Isto engloba o nível social, cultural, costumes, financeiro, raças  e corpos.

Foram necessários muitos movimentos representativos e identitário, para que o assunto entrasse na pauta desta civilização. Teve o ponta pé inicial com todo o vigor, nas décadas de 50/60/70 e 80. Foi aí que se abriu a mente dos estudiosos, da sociedade civil organizada, das universidades, do universo político e das constituições de cada nação.

 

2-          Estudos Queer

 

Este tema, de grande  relevância, procura afastar e mostrar que a definição de Gênero tem que ser afastado do binarismo, do biológico da natureza.

Na décadas de 90, muitos momentos  pelo mundo, procuraram redefinir a vida, os desejos afetivos  e os costumes sociais, procurando desmitificar os chamados desvios de comportamentos, levando ao chão o arcaísmo imposto nos humanos por  séculos, engessando a heterossexualidade, masculino/feminino. Quaisquer  outros  comportamentos eram considerados doenças(Sexualismo X sexualidade).

Estes movimentos, atrelados às artes, conseguiram mostrar que gênero e uma demanda construída. Depende  de múltiplos fatores, como vestimentas, afetividades, desejos e orientações  sexuais, cultura e o social,  além do biológico. Tudo se resume na Inclusão Social.

O movimento QUEER foi primordial para os movimentos da atualidade. Neste movimento o Michel Foucalt foi peça fundamental ao estudar com proficiência  os fenômenos  sociais e as variedades de gêneros. Por sua credibilidade, precisão e fundamentação científica, o assunto ganhou visibilidade e representação em todo o mundo, foi um amaciante das mentes  pensantes. O Michel Foucalt foi um marco para toda a humanidade.


A HISTÓRIA DA SEXUALIDADE

 

Em vários compêndios literário sob o assunto, pairam muitas desavenças e verdades.   Na Inglaterra, a Rainha Vitória, vivia sua vida sexual com todas as suas propriedades biológicas e vivenciais.

Devido a promiscuidade  em toda a população, inclusive no Clero, a Rainha, os juristas  e as demandas sociais, impuseram ferrenha  censura aos súditos e ao mesmo tempo implantaram vigiadas repressões, com estas atitudes vieram as perseguições.

A população para poder viver a sua sexual, que era o normal, a transgressão passou a fazer parte da pauta, tudo por debaixo do pano.

As autoridades implantaram dando ênfase aos postulados sexuais biológicos e etário. O poder perverso passou a ser a normal.

Quaisquer mudanças, chamadas de desvios de gêneros, eram considerados doenças, perversão, desvio de condutas e desobediência  à cora, inclusive sendo passíveis de castigos proporcionais ao crime, independente do nível social, cultural e científicos. Muitos burgueses,  cientistas e os comuns foram punidos com prisões, castrações e até a morte. Mesmo assim , na camuflagem, surgiram movimentos para equalizar as vontades fisiológicas  dos transgressores, mostrando que, a vontade e a liberdade sexual, mesmo às escondidas, eram maneiras de se conduzir a vida.

Abortos, guilhotinas, prisões, clandestinidade, sexualismo, sexualidade, gênero e a perversidade andavam de mãos dadas para se conquistar a felicidade sexual nas demandas da vida.

 VIVIA-SE NUMA DIDTADURA SEXUAL E NUM REGIME DE EXCLUSÃO.


A turma do  OK e do DZI  CROQUETTE

Nesta aula debate  que abomina a decoreba, mostrou  o grau de importância  da cidadania, da inclusão e de assumir a identidade, mesmo sob a repressão, perseguição, desinformação, perversidade e conservadorismo doentio.

Foram vistos que em épocas  passadas, estes movimentos plantaram  na sociedade  a semente da liberdade, do progresso, da autoestima e da respeitabilidade em todos os vieses, frutos hoje colhidos, apesar das policiadas e vigiadas  safras.

 

Vendo a trajetória da Elane         Park,  da Neide Benedito de Bragança e do Ciro Barcelo, encontram-se  as demandas de quase todos os momentos de liberdade e o engendramento da cultura nacional de peso.  A Chacriniana, Rogeriana, A Roberta Closeana, A Caetaniana, A Elkiana, a dos Secos e Molhados, Rita Lee, Ney Mato Grosso, Gilbertiana, Gabeiriana e dos  diversos Seixas, que até os anos 90 eram consideradas imorais, promiscuas e transgressoras. 

Estes novos movimentos criados e arquitetados por cantores, artistas de cinema, de teatro,  artistas de ruas, novos intelectuais e teatrólogos. Cito  Plinio Marcos, Augusto Boal, Ademar Guerra e José Celso Martinez, uma vez o cinema brasileiro era arquitetado naquela época por Mazaropi, que documentava a vida rural e caipira do país. 

No Brasil tudo convergia para o Rio de Janeiro. O artistas eram aglomerados em republicas nos bairros e lá construíram um novo país, o da transgressão cultural, a contra cultura.

Em portas fechadas nas republicas, que eram consideradas bacanais, deram origens a diversos novos comportamentos culturais, se desgarrando do mundo ocidental.

Os caetanos, os buarques, os novos baianos, o pessoal do Ceará, de minas gerais, os gaúchos paraibanos e pernambucanos criaram  este Brasil dos brasileiros, sem se esquecer, do novo polo cultura, formados por   jovens gênios brasilienses, Legião Urbana, Capital Inicia, Plebe Rude, Aborto Elétrico, Cássia  Eller e Mel da Terra.

Foi a  saída do normal, a semente plantada neste pomar rico, eclético e genuinamente nosso. O abandono do paletó, das roupas de pompas dos artistas, a liberdade de expressão e a liberdade do figurino fizeram a diferença para toda a população.  Valeu.


Judith Butler

Para esta estudiosa não existe  óbice, uma desbravadora do mundo atual e a conquistas sociais dos grupos chamados de minorias.

Precursora de vários movimentos de liberdades e cidadania, procurando mostrar as agruras das performatividades dos seres humanos, nesta complexa e homofóbica sociedade.

A Butler conseguiu, com os seus estudos, que a população oprimida pela orientação sexual, perdessem o medo e a vergonha e passassem a assumir a sua identidade sexual.

Disse a autora q eu, ao mostrar a sua verdadeira identidade, o ser passa a viver a sua realidade , muitas dificuldades desaparecerão, passando a se uma das principais propriedades de inclusão social.

Uma Performance falsa, não deixa de ser uma das maneiras de matar a cidadania identitária, é perder os direitos constitucionais  e de viver sem a conquistada alforria.

Seja você, seja respeitado, se imponha e vida a vida de frente.

Anule os preconceitos externos e viva a sua real cidadania .

Iderval Reginaldo Tenório