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sexta-feira, 4 de setembro de 2026

Morre Thaiz Pedrosa, primeira mulher trans a ingressar na graduação de Medicina da UFBA

Hoje nos despedimos de Thaiz, mas fica conosco uma saudade imensurável e um legado que jamais será esquecido. Thaiz foi a primeira mulher trans a ingressar na graduação de Medicina da UFBA,



Redação Alô Alô Bahia

redacao@aloalobahia.com

José Mion/Alô Alô Bahia

Reprodução/Redes Sociais

Publicado em 04/09/2026 às 09:57

A comunidade acadêmica da Universidade Federal da Bahia (UFBA) está de luto pela morte de Thaiz Pedrosa, primeira mulher trans a ingressar na graduação de Medicina da instituição. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (3) pelo Diretório Acadêmico de Medicina da UFBA, que destacou sua trajetória de representatividade, resistência e coragem. A causa não foi informada.

Thaiz se tornou um símbolo para a comunidade trans ao ocupar um espaço historicamente marcado por barreiras e desigualdades. Ao longo de sua trajetória, também carregou o desejo de inspirar outras pessoas trans a retomarem os estudos e a ocuparem lugares que muitas vezes lhes foram negados.

Para o Diretório Acadêmico, sua presença abriu caminhos e rompeu barreiras, deixando um legado que ultrapassa sua passagem pela universidade. “Hoje, a Medicina está em luto. Perdemos um sorriso único, uma alegria contagiante e uma presença impossível de passar despercebida”, afirmou a entidade no comunicado.

O texto também relembra a personalidade de Thaiz, descrita como alguém que levava alegria e afeto por onde passava. “Por onde passou, Thaiz fez festa, espalhou afeto, levou leveza e deixou sua marca entre nós”, destacou o Diretório.

Morre Thaiz Pedrosa, primeira mulher trans a ingressar na graduação de Medicina da UFBA -Ana Lucia Albuquerque/CORREIO

A entidade ressaltou ainda que a luta de Thaiz permanece por meio das pessoas que poderão se sentir mais encorajadas a ocupar espaços semelhantes. “Sua luta não termina aqui. Seu legado permanece em cada caminho que foi aberto, em cada pessoa que sentirá mais encorajada a ocupar lugares como o dela e em todos aqueles que tiveram o privilégio de conhecê-la”, diz o comunicado.

O Diretório Acadêmico afirmou ainda que a história da médica deve continuar como inspiração para novas gerações. “Que sua história continue inspirando coragem. Que sua luta jamais seja esquecida. E que, diante da sua escolha, outras pessoas continuem se encorajando a escolher a si mesmas”.

Mineira, Thaiz Pedrosa chegou à UFBA após seis tentativas malsucedidas de ingressar no ensino superior pelo Enem. Em 2018, com a criação de cotas para pessoas trans, descobriu pela internet que a modalidade já existia em instituições de São Paulo e na Bahia, como UFRB e Uneb. Quando já estava decidida a tentar uma vaga em Medicina em Salvador, a UFBA também passou a adotar, naquele mesmo ano, cotas para pessoas trans na graduação, abrindo o caminho que a levaria a se tornar a primeira mulher trans a ingressar no curso de Medicina da universidade.

 

Não há Egito sem Nilo, nem Cariri sem Chapada do Araripe Quem é do Cariri vive mergulhado numa cultura que vai além do que se come e bebe.

 

 

 

CARIRI SEM CHAPADA? Não há Egito sem Nilo, nem Cariri sem Chapada do Araripe : Excelentes reflexões De PH

Não há Egito sem Nilo, nem Cariri sem Chapada do Araripe Quem é do Cariri vive mergulhado numa cultura que vai além do que se come e bebe.
Neste agosto de muito calor e nada de chuva, os moradores do Cariri foram informados sobre o plano de manejo da Área de Proteção Ambiental (APA) da Chapada do Araripe. O ICMBio autorizou a possibilidade de produção agropecuária em quase 90% desse território, que é uma unidade de conservação criada justamente para garantir desenvolvimento sustentável. Houve condicionantes, mas mesmo assim é assustador o que parece surgir no horizonte. 
 
A decisão é mais um passo de um movimento econômico silencioso que parece ter escolhido o platô do Araripe como uma nova fronteira agrícola brasileira, algo que tem sido comparado ao que já acontece em outras regiões do país, notadamente o Centro-Sul e o Norte, e até mesmo no Nordeste, como o Oeste da Bahia e o Sul do Piauí, onde hectares viram monocultura. Acontece que esses investidores talvez ainda estejam por entender que o Cariri é uma terra de gente que tem na Chapada do Araripe o sentido da sua vida. E que isso é algo enraizado. 
 
Quem mora aqui nasce, vive e, se possível, morreria apreciando o horizonte emoldurado num paredão sempre verde, mesmo durante a seca inclemente. As pessoas passam os fins de semana em sítios, muitos deles na Chapada do Araripe. Nossas trilhas estão entre as mais frequentadas, sendo destaque nacional para a prática do ciclismo dentro da vegetação. 
 
Nós gostamos de tomar banho na bica da Nascente, na cachoeira do Lameiro, no Açudim do Belmonte, nos clubes Serrano e Granjeiro. Nós temos oprazer de mergulhar nas fontes do Caldas, em Barbalha. Digo um pouco mais: quem vive no Cariri gosta de roer o pequi da Serra, que nasce na Chapada do Araripe, e do Arisco, que brota das árvore remanescentes entre Crato e Juazeiro do Norte. A gente tem caju e maracujá nativos, jaqueiras espalhadas pela Chapada do Araripe, macaxeira e abacaxi plantados por agricultores familiares. Quem é do Cariri come feijão de todo tipo, o comprado no supermercado e também verde e andu. Soja aqui o povo tira é onda. Da última vez que foi oferecida em escola pública, virou meme de merenda sem futuro. Quem é do Cariri entende
Quem é do Cariri vive mergulhado numa cultura que vai além do que se come e bebe, que já é algo essencialíssimo. As manifestações culturais são ligadas ao território, resultado dos nossos ancestrais que ocupavam a Chapada do Araripe. A dança do coco da Mestra Maria de Tiê do Quilombo Souza em Porteiras, o reisado de Mestre Aldenir da Vila Padre Cícero do Crato e as rezas e benzimentos de Mestra Zulene Galdino, da Vila Novo Horizonte, também no Crato, que, inclusive, aprendeu a rezar com a Caboclinha da Mata. Sim, o Cariri tem as suas próprias entidades, que são da floresta, além de ser a região proporcionalmente mais católica do Brasil, tendo dado todo um aspecto particular à religião romana. Além da Caboclinha da Mata, já ouviu falar no Vim Vim, o pássaro falante da floresta? Não é o soldadinho-do-Araripe, nossa ave-símbolo, endêmica do Cariri. Esse outro, que seria ouvido por humanos extremamente conectados com a floresta.
 
 Logo, é absolutamente esperado que os moradores do Cariri mobilizassem uma robusta resistência contra o anúncio da autorização de uso da Chapada do Araripe para a produção agrícola. Após a repercussão negativa, o ICMBio publicou nota informando que o plano de manejo não é uma autorização do agronegócio. Explicou que foram decididas condicionantes importantes com a proibição de plantio de transgênico e pulverização aérea de defensivos agrícolas. O que será feito da Chapada? Não é o bastante. A sociedade está mobilizada. O que se quer é entender o que realmente está sendo feito, se será feito e de que forma isso realmente pode atingir a Chapada do Araripe, já por demais cicatrizada pela especulação imobiliária. São muitas perguntas que precisam ser respondidas: Por que ocupar o platô da Chapada do Araripe se municípios como Brejo Santo, Mauriti e Missão Velha já teriam essa vocação econômica? Por falar nisso, ficam no leste do Cariri a BR, a transposição e a transnordestina. 
 
A produção no platô não poderia consumir água lá em cima e causar escassez aqui embaixo, prejudicando os produtores na Bacia do Rio Salgado? É realmente estratégico plantar mais commodities se o maior comprador, que é a China, acaba de anunciar no seu plano plurianual que pretende reduzir a importação de alimentos? Por que não se criam mais reservas ambientais e quem sabe um parque nacional que proteja integralmente nascentes e remanescentes produtores de água? Se esse investimento for feito, o que vai ser plantado? Quem são os investidores? Há incentivo fiscal para isso? Vai gerar emprego? Quantos? Como serão os salários? Como fica o plano de ter a Chapada do Araripe reconhecida como Patrimônio da Humanidade pela UNESCO? Foi esquecido e ninguém avisou ou vão tentar conciliar? É possível? São muitas questões e essas foram elaboradoras por mim, que não sou nem ambientalista, nem economista, mas são óbvias e feitas por alguém que cobre a este lugar há bom tempo e que sempre se surpreende com as particularidades do Cariri, que fazem dessa região uma das mais notáveis do país. Termino esta crônica sugerindo ao paciente leitor um clássico: "O Cariri", de Irineu Pinheiro, que estou relendo na sua edição de letra miúda da Edições UFC, que me inspira o título, uma ideia perfeita do que do Cariri e dos humanos que aqui vivem. "Lê-se em Heródoto que o Egito é um produto do Nilo e egípcios são os que bebem as águas do grande rio. Parodiando o historiador grego, podemos dizer que o Cariri é um presente da Chapada do Araripe e caririenses os que lhe bebem as águas das nascentes, as quais originaram as cidades do extremo sul do Estado e as têm feito progredir." Fonte : Escrito por Paulo Henrique Rodrigues (o Ph) producaodiario@svm.com.br

 

ROSANGELA REGINALDO TENÓRIO, CANTA MÚSICA TRICENTENÁRIA DE QUE MINHA MÃE CANTAVA

IDERVAL TENÓRIO
                            


 Esta música tricentenária era do repertório de Dona Antônia Reginaldo, minha mãe. 

Ela tinha uma série de músicas, inclusive uma  gravada por Luiz Gonzaga,   Asa Branca, todas de domínio público, assim falava mamãe. 

A voz de minha mãe era muito boa, afinada, com as palavras   completas, cantou até os 99 e 8 meses. anos.

Rosângela é Engenheria Agrônoma, formada pela Universidade |Federal do Ceará, foi professora do CENTEC(Instituto Centro de Ensino Tecnológico - CENTEC - FATEC CARIRI).

Reformou uma sala na casa  que morávamos, fez um estúdio, convida amigos e cantores de Juazeiro do Norte para encontros culturais.

Canta quase todas as músicas que mamãe cantava, sem permitir mudanças na entonação, nas notas e sem retirar a  presença de Dona Antonia, diz ela, que ao cantar mamãe sempre está ao seu lado.

Como irmão de Rosangela e filho de dona Antonia, ao ouvir,  faço uma regressão à minha infância e vejo mamãe soltando a  sua voz.

Mamãe nasceu no dia 18 de setembro de 1914, na naçaão daas Alagoas, desdcentes dos Índigenas  Xucurus Cariris. 

             Salvador, 04 de Setembro de 2026

                Iderval Reginaldo Tenório 

IDERVAL TENÓRIO  

 

 

 

quinta-feira, 3 de setembro de 2026

 https://www.facebook.com/share/p/1MSVbycUxH/



Dra.Rosângela Reginaldo Tenório . Engenheira Agrônoma. Juazeiro do Norte. Ceará e a Serra  do Araripe.

quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Galope do desespero. Dr. Ildo Simões

 


DR. ILDO SIMÕES RAMOS

Um mestre grapiúna aos 90 anos

Homem de ciência e de arte,
Dr. Ildo é daqueles que o tempo não apaga.
Pneumologista de mãos precisas,
Médico do trabalho de alma atenta,
Poeta de versos que respiram memória,
Cordelista de rimas que encantam.


Galope do desespero

Ildo Simões


Que insano é o povo brasileiro

Que diz que votou com consciência

Quer reforma na nossa previdência

Mas não sabe de onde vem o dinheiro


A Câmara e o Senado um só penico

Na cabeça têm merda em vez de juízo

E o povo é quem paga o prejuízo

Com a paciência de Jô - ou de jerico


O chefe paz e amor feliz da vida

Gostando de brincar de presidente

Tratando sua cadela feito gente

E o povo sem teto e sem comida


Tanta lei, decreto, discussão.

Tanto níquel jogado na corrente

E a massa só tem como presente

O feijão fugindo da panela


Rio Grande ou sertão de Pernambuco

A fome é uma só, não se rotula

E o Presidente José, Jair ou Lula

Pode acabar na mira do trabuco



DR. ILDO SIMÕES RAMOS

Um mestre grapiúna aos 90 anos

Homem de ciência e de arte,
Dr. Ildo é daqueles que o tempo não apaga.
Pneumologista de mãos precisas,
Médico do trabalho de alma atenta,
Poeta de versos que respiram memória,
Cordelista de rimas que encantam.

Cantor de serenatas e recitador de sentimentos,
Arranjador da beleza que há nas vozes,
E diretor de coral que rege com o coração.
Nobreza rara: orientado, generoso, humano.

Aos 90 anos, não carrega apenas a idade,
Mas a grandeza de quem viveu com propósito,
E espalhou sabedoria em cada gesto.

Dr. Ildo é mais que um nome:
É um exemplo.
Um patrimônio da nossa gente.
Um sopro de luz nesses tempos tão apressados.

Frédéric François Chopin, também chamado Fryderyk Franciszek Chopin (Żelazowa Wola, 22 de fevereiro[2] ou 1 de Março de 1810[1] — Paris, ...
YouTube · Paulo Brasil · 16 de abr. de 2017


domingo, 30 de agosto de 2026

Augusto Márcio Coimbra Teixeira pelo Mestre e Professor, Dr. Roberto Marback

 Augusto Márcio Coimbra Teixeira.

O renomado professor e médico baiano Augusto Márcio Coimbra Teixeira nasceu no ano de 1933.  Ele formou-se em medicina no final de 1954 e iniciou sua marcante trajetória como docente de Histologia na Faculdade de Medicina da Bahia da UFBA em 1960  e depois na Cirurgia Geral. O professor faleceu em setembro de 2012, aos 79 anos de idade.

Revista da ABM 

                              Presidente  da Associação Baiana de Medicina

                                                Professor Antônio Carlos Vieira Lopes

               Augusto Márcio Coimbra Teixeira.

Com muita admiração e saudade, quis o Professor Antônio Carlos Vieira Lopes, Presidente da Associação Baiana de Medicina, colega e fraternal amigo, determinar que eu fosse o responsável por essa homenagem ao Professor Dr. Augusto Márcio Coimbra Teixeira, recentemente falecido. 

Aceitei com tristeza, mas com absoluta certeza de que como aluno, amigo e admirador do Professor Augusto Teixeira não seria possível fugir à determinação. 

Tenho a mais absoluta convicção de  que se Augusto estivesse junto a mim enquanto escrevia estas breves linhas, reclamaria logo comigo pelo uso de Professor Doutor antecedendo seu nome. Embora muito merecesse, gostava de ser chamado apenas de Augusto ou Gugu, para  os amigos mais íntimos. 

Conheci  Augusto Teixeira como professor de Histologia  na querida Faculdade de Medicina da Bahia/UFBA no ano de 1960, durante o primeiro ano do curso de graduação em Medicina. 

Passei  a admirá-lo  como professor paciente, com a ignorância dos calouros quanto à morfologia microscópica  dos órgãos humanos. Discutia os aspectos da Histologia, ensinando inclusive aquilo que seria de importância para os futuros médicos. 

No gabinete de Histologia e Embriologia da Faculdade do Terreiro de Jesus, os mestres Túlio Miraglia e Augusto Teixeira me fizeram compreender o valor do conhecimento da estrutura  dos tecidos normais, entender as alterações sofridas pelos mesmos quando agredidos por doenças. 

Mais adiante, durante o Curso Médico, fui reencontrá-lo como Professor Livre Docente e Professor Adjunto na 2ª Clínica Cirúrgica do Hospital das Clínicas, ao lado do saudoso mestre, Professor Fernando Visco Didier e um pouco mais adiante como seu interno, por dois anos, no Hospital Getúlio Vargas, pronto-socorro de Salvador naquela época. 

A convivência levou-me a admirá-lo mais ainda, pela modéstia dos que são realmente excelentes, pela sua absoluta disponibilidade para com  os pacientes, curando quando possível e confortando, quando impossível curar. 

Durante vários anos, já como professor da Faculdade de Medicina, muitas manhãs, ao chegar ao Centro Cirúrgico do Hospital das Clínicas, tomava conhecimento de cirurgias de urgência, realizadas pelo mestre Augusto Teixeira, salvando vidas  durante madrugadas anteriores. 

Atendia com eficiência e carinho a todos que necessitavam dos seus excelentes conhecimentos médicos e habilidade cirúrgica, fossem pobres ou ricos. 

Realizou  cirurgias em vários clientes, amigos e familiares, inclusive meus pais. Posteriormente tive a felicidade de tê-lo como vizinho de consultório. Sua chegada ao edifício do consultório significava visita a todos os colegas do andar térreo ao quarto andar, trazendo alegria para todos, inclusive para os clientes dos colegas, com os quais conversava de maneira amena e simpática. 

Quem vier a ler estas simples, mas profundamente sinceras linhas, tomará conhecimento de que AUGUSTO TEIXEIRA existiu para o bem de sua família, dos seus alunos, amigos e dos seus inúmeros pacientes.   

                                       Dr. Roberto Marback

                                Mestre da Oftalmologia da Bahia e do Brasil

Os idólatras e os seus corrruptos

 


BRASIL, ELEIÇÃO, LAMPIÃO, ROBIN HOOD E  O MODERNO VOTO DE CABRESTO.

É  vergonhoso ver tantos  escolarizados  apoiarem  políticos  desonestos  e mentirosos.

Esquecem dos  atos ilícitos praticados, tais quais Lampião e Robin Hood, que pregavam dividir  os frutos dos roubos com os mais pobres, em troca de apoio, aqui em troca do voto  com a finalidade de continuarem no poder.

Os desonestos confesso diante de centenas de denúncias,  riem da cara do povo e abertamente se pronunciam:  

"Estes atos de falcatruas e de enriquecimento ilícito,  praticados por minha pessoa, em nada prejudicarão a minha carreira política, estamos eleitos, os nossos eleitores não pensam, são cativos, podem falar que de nada adianta." 

Mostram o quanto estes seguidores perderam o raciocínio e o senso crítico, atuam como  verdadeiras birutas.  

Todos utilizam a mesma justificativa e os idólatras complementam: 

“Quanto mais bate, mais cresce, o meu desonesto é o maior. Mesmo sendo corrupto confesso, não perderá o meu voto."  

                          É DEPRIMENTE 

Será que não se envergonham deste comportamento, será que serão exemplos para os filhos e amigos a apoiarem seres humanos corruptos?  Será que estão sendo remunerados? O que seria mais vergonhoso.

 

                  Iderval Reginaldo Tenório 

A participação de homens que se identificam como mulheres NO ESPORTE FEMININO.

 





A participação de homens que se identificam como  mulheres, os transexuais, nos ESPORTES FEMININOS  tem gerado polêmicas homéricas.

Não existe um número oficial exato de quantos homens transexuais vivem no Brasil, pois o IBGE ainda não realiza uma contagem censitária específica sobre identidade de gênero. 

Estudos de alguns institutos  estimam  que a população trans e não-binária  no país fique entre 3 a 4 milhões de pessoas. O que aponta que já chegou a hora dos comitês esportivos proporem  novos  tipos de categoria.

Urgente  seria a categoria para as trans femininas,  medida   esta que acabaria  com algumas  controvérsias  e  pouparia a mulher   de competir   com atletas de maior porte. Hoje  não existe consenso e nem diretrizes claras para apaziguar este dilema.

No boxe,  de acordo com o porte físico do lutador, existe uma humana estratificação,  Peso Palha, Mosca, Galo, Pena, Leve, Médio, Meio -pesado e Pesado, equalizando  as dúvidas,  colocando os similares dentro  da mesma categoria. 

No esporte feminino, no qual o transexual participa, existem dilemas, sendo necessário provas hormonais e biológicas pertinente a cada sexo, para  mensurar a superioridade das trans femininas sobre as  mulheres cis gênero, abandonando o lógico: força muscular,  porte físico, altura e  largura, comprimento das pernas e braços,  tamanho das mãos, envergadura dos ombros, deslocamento de ar,  a capacidade pulmonar, volume sanguíneo e o tom da voz. 

"Na anatomia feminina, a estrutura básica e as funções da laringe são as mesmas que nos homens — atuando na respiração, proteção das vias aéreas e fonação —, porém ela apresenta dimensões morfologicamente menores e pregas vocais mais curtas, o que leva a  uma voz peculiar à mulher, só modificada por procedimentos artificias ".  

Atentar para a mente masculina que os trans trazem da infância até a fase adulta e   a sedimentação cultural secular, que o homem está inserido no trabalho produtor remunerado e a mulher no reprodutor, doméstico,  o de cuidar, o não remunerado, o que não significa dizer que o trabalho  da mulher é menos importante do que o trabalho do homem. Na maioria das vezes, a participação da mãe  no  forjamento dos descendentes é mais significante do que a do pai.  

A  cabeça masculina é totalmente diferente da feminina, hoje encontra-se   visivelmente em   desconstrução com os estudos de gênero e o crescimento da mulher em todas as áreas profissionais.

Atletas de maior porte físico, que participam de competições com atletas de portes menores,   podem  intimidar, amedrontar e dominar os competidores devido as vantagens biomecânicas e o impacto psicológico natural do tamanho. 

No esporte essa dinâmica é visível tanto em modalidades de combate quanto em esportes coletivos e de força, exemplos são o boxe, o lançamento de dardos, voleibol  e o basquetebol.

Deve-se levar em conta os dados estruturados e os não estruturados em todas as atividade da vida, notadamente nos esportes nos quais o porte  e o preparo físico são primordiais, daí a existência de várias categorias no mesmo esporte.  

Dados estruturados são informações organizadas em um formato rígido e padronizado, divididas em linhas e colunas, são dados pétreos, exemplo maior é a Pirâmide das classes sociais: Classe A, B, C,  D e os que extrapolam a Pirâmide, os arquimilionários. 

Dados não estruturados são informações que não possuem um formato ou organização predefinida, não podendo ser armazenados em tabelas de linhas e colunas

80% a 90% de  dados gerados são não estruturados, que   incluem textos livres, vídeos, áudios, tom da voz,  imagens performáticas, postagens em redes sociais e notadamente os que tocam o  emocional.

O publicitário e empresário brasileiro Walter Longo na sua obra   "O fim da idade média e o inicio da idade Mídia. pg 66,  para fundamentar o emocional em tudo que se pratica assim se  explana:

" É importante reforçar que dados  não estruturados não se resumem a métricas, números, estatísticas ou conteúdos de racionalidade lógica, oral ou escrita,  pelo contrário, eles envolvem sobretudo situações imateriais, a  expressão das emoções, dos comportamentos e as contradições diárias."  


Seria uma "Solução Salomônica", como diria um grande  Jornalista  da TRIBUNA DA BAHIA, de saudosa memória,  falecido em março  2010, que na sua coluna em assuntos políticos polêmicos, dava o seu parecer, geralmente bem estudado e apaziguador.  Nesta o mestre do jornalismo teria uma salomônica solução.

"Criar uma categoria esportiva  para contemplar os transexuais, apaziguar  social e culturalmente   a  desconstrução biológica e equalizar os estudos de gênero na sociedade. O que não se permite é continuar este desentendimento ad aeternum."  

                             Iderval Reginaldo Tenório

ATLETAS TRANS FEMININA NO ESPORTE FEMININO- UM GRANDE DILEMA.

 



A participação de homens que se identificam como  mulheres, os transexuais, nos ESPORTES FEMININOS  tem gerado polêmicas homéricas.

Não existe um número oficial exato de quantos homens transexuais vivem no Brasil, pois o IBGE ainda não realiza uma contagem censitária específica sobre identidade de gênero. 

Estudos de alguns institutos  estimam  que a população trans e não-binária  no país fique entre 3 a 4 milhões de pessoas. O que aponta que já chegou a hora dos comitês esportivos proporem  novos  tipos de categoria.

Urgente  seria a categoria para as trans femininas,  medida   esta que acabaria  com algumas  controvérsias  e  pouparia a mulher   de competir   com atletas de maior porte. Hoje  não existe consenso e nem diretrizes claras para apaziguar este dilema.

No boxe,  de acordo com o porte físico do lutador, existe uma humana estratificação,  Peso Palha, Mosca, Galo, Pena, Leve, Médio, Meio -pesado e Pesado, equalizando  as dúvidas,  colocando os similares dentro  da mesma categoria. 

No esporte feminino, no qual o transexual participa, existem dilemas, sendo necessário provas hormonais e biológicas pertinente a cada sexo, para  mensurar a superioridade das trans femininas sobre as  mulheres cis gênero, abandonando o lógico: força muscular,  porte físico, altura e  largura, comprimento das pernas e braços,  tamanho das mãos, envergadura dos ombros, deslocamento de ar,  a capacidade pulmonar, volume sanguíneo e o tom da voz. 

"Na anatomia feminina, a estrutura básica e as funções da laringe são as mesmas que nos homens — atuando na respiração, proteção das vias aéreas e fonação —, porém ela apresenta dimensões morfologicamente menores e pregas vocais mais curtas, o que leva a  uma voz peculiar à mulher, só modificada por procedimentos artificias ".  

Atentar para a mente masculina que os trans trazem da infância até a fase adulta e   a sedimentação cultural secular, que o homem está inserido no trabalho produtor remunerado e a mulher no reprodutor, doméstico,  o de cuidar, o não remunerado, o que não significa dizer que o trabalho  da mulher é menos importante do que o trabalho do homem. Na maioria das vezes, a participação da mãe  no  forjamento dos descendentes é mais significante do que a do pai.  

A  cabeça masculina é totalmente diferente da feminina, hoje encontra-se   visivelmente em   desconstrução com os estudos de gênero e o crescimento da mulher em todas as áreas profissionais.

Atletas de maior porte físico, que participam de competições com atletas de portes menores,   podem  intimidar, amedrontar e dominar os competidores devido as vantagens biomecânicas e o impacto psicológico natural do tamanho. 

No esporte essa dinâmica é visível tanto em modalidades de combate quanto em esportes coletivos e de força, exemplos são o boxe, o lançamento de dardos, voleibol  e o basquetebol.

Deve-se levar em conta os dados estruturados e os não estruturados em todas as atividade da vida, notadamente nos esportes nos quais o porte  e o preparo físico são primordiais, daí a existência de várias categorias no mesmo esporte.  

Dados estruturados são informações organizadas em um formato rígido e padronizado, divididas em linhas e colunas, são dados pétreos, exemplo maior é a Pirâmide das classes sociais: Classe A, B, C,  D e os que extrapolam a Pirâmide, os arquimilionários. 

Dados não estruturados são informações que não possuem um formato ou organização predefinida, não podendo ser armazenados em tabelas de linhas e colunas

80% a 90% de  dados gerados são não estruturados, que   incluem textos livres, vídeos, áudios, tom da voz,  imagens performáticas, postagens em redes sociais e notadamente os que tocam o  emocional.

O publicitário e empresário brasileiro Walter Longo na sua obra   "O fim da idade média e o inicio da idade Mídia. pg 66,  para fundamentar o emocional em tudo que se pratica assim se  explana:

" É importante reforçar que dados  não estruturados não se resumem a métricas, números, estatísticas ou conteúdos de racionalidade lógica, oral ou escrita,  pelo contrário, eles envolvem sobretudo situações imateriais, a  expressão das emoções, dos comportamentos e as contradições diárias."  


Seria uma "Solução Salomônica", como diria um grande  Jornalista  da TRIBUNA DA BAHIA, de saudosa memória,  falecido em março  2010, que na sua coluna em assuntos políticos polêmicos, dava o seu parecer, geralmente bem estudado e apaziguador.  Nesta o mestre do jornalismo teria uma salomônica solução.

"Criar uma categoria esportiva  para contemplar os transexuais, apaziguar  social e culturalmente   a  desconstrução biológica e equalizar os estudos de gênero na sociedade. O que não se permite é continuar este desentendimento ad aeternum."  

                             Iderval Reginaldo Tenório