sexta-feira, 29 de maio de 2026

CÂMARA DE SALVADOR COMEMOROU UM CICLO DE 85 ANOS DE SERVIÇOS DE EXCELÊNCIA DO HGV/HGE

 

CÂMARA DE SALVADOR COMEMOROU UM CICLO DE 85 ANOS DE SERVIÇOS DE EXCELÊNCIA DO HGV/HGE

João - 28/05/2026 15:00 - Atualizado 28/05/2026
FOTO      UISE EPITÁCIO

 

CÂMARA DE SALVADOR COMEMOROU UM CICLO DE 85 ANOS DE SERVIÇOS DE EXCELÊNCIA DO HGV/HGE, SOB A TUTELA DA VEREADORA ALADILCE SOUZA 

Sob a tutela da combativa e importante vereadora Aladilce Souza, o nosso querido  HGV/HGE, a principal porta DE EMERGÊNCIA hospitalar da Bahia, foi homenageado

Como filho daquela casa e irmão  dos milhares de médicos da Bahia e do Brasil, que obrigatoriamente sorveram conhecimentos, sabedoria,  alma  e o espírito de médico, condições sin ne qua non para desiguinarem-se "filhos de Esculápio" aqui na Bahia.  

Foi nesta casa, que muitos aprenderam a examinar, operar e conviver comunitariamente. É impossível não vir água nos olhos, dos seus filhos, ao falar  ou relembrar da convivência naquela Catedral da Medicina. 

Para não deixar de citar alguns nomes, é de bom alvitre lembrar os grandes diretores, homens que dedicaram uma vida ao nosso NOSOCOMIO. Dr.Roberto Simon, Dr. Jorge Cerqueira, Dr Wanderlino, Dr.Pitangueiras, Márcio Quintiliano e o grande Dr André Luciano, que o dirigiu por 17 anos e labutou por 35, Como  também não lembrar de  pacientes históricos, que reforçaram a sua importância e os chefes de equipes, relembro do Dr. Hélio Mariotte, que ficava com a prancheta e cada um que chegava tinha que falar com ele. Os fecalomas eram quebrados pelos retardatários.   

Quem não se lembra do maior paciente queimado do Hospital, chegou com o rosto totalmente danificado e que sob a tutela do professor Dr. Carvalhal França,  morou por mais de quatro anos e recebeu alta com o rosto restituído, outros, com lesões da coluna e sob a tutela do Professor Jaime Freire de Carvalho e equipe,  saíram andando para o convívio da família. 

É de se encher a alma e o espirito de saudades, quando se fala de um paciente asmático, amigo de todos, que já chegava sabendo o que iria usar e era imediatamente acolhido por toda a equipe, do interno ao mais alto cargo da casa. 

Lembranças à parte, o que falar dos funcionários da manutenção e de alguns equipamentos, o nosso querido e zuadento elevador, que roncava alto ao subir.  As enfermeiras dedicadas, as assistentes sociais e as técnicas de enfermagem, todos e todas  verdadeiros(as) professores em prol dos queridos pacientes.  

Citarei a competente Marta e equipe, a conduzir o RH, fazendo tudo e de tudo para contemplar cada servidor nas suas necessidades, uma anfitriã nata e que corre nas arterias e veias o suprassumo do respeito, acolhimento e resoluções por mais difícil que pareçam. 

Foi este hospital( HGV OU O NOSSO PRONTO SOCORRO DO CANELA) 50 anos de vida  e é este mesmo hospital, continuado com o nome  HGE, hoje com 36 anos de vida, somando juntos 86 anos, que todos médicos da Bahia se orgulham. 

Um dia um colega me falou: "Saí do HGV/HGE, porém ele nunca saiu da minha vida, ele está impregnado no meu  DNA, sou grato e feliz por fazer parte daquela e desta  Catedral, e digo mais, quem não sorveu dos ensinamentos do HGV/HGE, aqui na Bahia, não é médico raiz". Falava com lágrimas nos olhos de tanta felicidade. Não conseguir conter o marejamento dos meus, marejamos  juntos.

Iderval Reginaldo Tenório

 

Desde 1979, Pré-interno, Interno e depois servidor, tendo se afastado para fazer Residencia em Cirurgia, no também baluarte Hospital Central Roberto Santos, filho legítmo do antigo HGV, hoje irmão SIAMES do HGE.    

 

DA HOMENAGEM DA QUERIDA ALADILCE SOUZA E DA COMUNIDADE BAIANA 

 

Ex-servidora tanto do Hospital Getúlio Vargas (HGV) quanto do Hospital Geral do Estado (HGE), a vereadora Aladilce Souza (PCdoB), enfermeira formada pela UFBA, promoveu, na tarde desta quinta-feira (28), no Plenário Cosme de Farias, um verdadeiro encontro de ex e atuais colaboradores das instituições de reftente Merência em socorro de alta complexidade, com o tema “Uma longa história salvando vidas”. Em sua saudação, emocionada, ela declarou: “São muitos sentimentos que se misturam nesse momento. Essa é uma sessão que eu estava devendo a mim mesma, mas principalmente a esta Casa, que é a Casa do povo de Salvador.

Desde que cheguei aqui, penso em fazer uma homenagem ao HGV/HGE. Anos se passaram, estou no 5⁰ mandato e somente agora foi possível, para resgatar a história do Pronto Socorro da Bahia”.

Resgatar, sobretudo, a história de quase 50 anos do “velho HGVE ”, criado pelo ex-reitor Edgard Santos, que formou tantas pessoas, “tanto profissionalmente quanto humanitariamente, fortalecendo a ética e o compromisso social”. O HGV, segundo Aladilce, foi uma grande escola: “Os tempos eram outros. Durante meio século foi o único hospital de emergência da Bahia, grande referência em trauma, para onde todos queriam ir em situação de acidentes, risco eminente de vida. Mesmo sabendo que as condições eram precárias, as pessoas sabiam que ali estariam os mais experientes profissionais para salvar-lhes a vida. Eu tive a felicidade de trabalhar no HGV nos seus últimos anos de vida e de ter contribuído para a sua mudança”.

Um tem o DNA do outro

Aladilce relembrou, como se passasse um filme na cabeça, do seu primeiro emprego.  “Foram anos muito intensos, quando o bicho pegava, o hospital ficava superlotado, com pacientes em todos os lugares, em cima dos balcões e até no chão. E a gente a correr de lá pra cá, pegando material pela janela da farmácia. Era uma loucura! Estávamos sempre à espera de uma ambulância que entrava pela contramão da Rua Araújo Pinho e pacientes carregados, sangrando, queimados, desacordados, recolhidos em via pública ou afogados, às vezes sem identidade, com ou sem acompanhante, e a gente fazia milagres, com espírito de equipe. Quantas vidas foram salvas  por essa agilidade e doação dos profissionais!”. E sugeriu que essa memória seja eternizada em um livro.

As dificuldades provocaram os funcionários a lutar por melhorias de condições de trabalho e de instalações, movimento que tomou corpo e levou à construção do moderno e amplo HGE da Vasco da Gama, inaugurado em 10 de abril de 1990.

O diretor-geral do HGE, Márcio Quintiliano da Fonseca, falou em nome da instituição, classificando como justa a homenagem dupla ao HGV/HGE, “porque nunca foram só as paredes, os prédios, os equipamentos, mas

o resultado do atendimento decente, que é a nossa missão. É o resultado do que a gente faz na prática. Então, continuemos com essa responsabilidade de honrar esse legado”. André Luciano Santana de Andrade, ex-diretor do HGV/HGE, ressaltou que não é possível separar as duas instituições, “porque o DNA do HGV está no HGE”. E apoiou a ideia de resgatar a memória do “antigo Pronto Socorro do Canela”.

Votação histórica

Presentes à sessão, os deputados federais Alice Portugal (PCdoB), também ex-estagiária de farmácia bioquímica do HGV, e Jorge Solla (PT), ex-secretário estadual de Saúde, foram parabenizados por Aladilce pela participação na votação histórica do fim da jornada 6×1 na Câmara Federal, na noite de quarta-feira (27). Os dois contribuíram com emendas parlamentares para nova ampliação do HGE.

A mesa do evento contou com as presenças, ainda, de Janaina Peralta de Souza, superintendente de Gestão de Recursos Humanos da Sesab; a enfermeira aposentada Lúcia Terezinha Liberato de Mattos Reis, do HGV/HGE; a auxiliar de enfermagem e assistente social Joana Evangelista Conceição Silva, coordenadora da Comissão de Desospitalização do HGE; e Joelson Santana dos Santos, diácono da Igreja Católica e paciente

do HGV/HGE. Diversos ex-servidores do HGV foram homenageados com placas comemorativas durante o evento. A parte cultural da sessão ficou por conta do Coral da Câmara, regido pelo maestro Carlos Veiga, e pelo grupo de funcionários do HGE formado por Alexandre Barros, William Carvalho, Jéssica Lobo e Rogério Moura

João - 28/05/2026 15:00 - Atualizado 28/05/2026 

Vcs estão ótimas, fotogênicas,esse cabelo de Edelvira então está um show de bola, s contar c o de Taninha e Eliene ques estou bonitos
Gente,  quem tiver fotos  bonitas  podem enviar!  Maravilhoso o encontro!! 

 

quinta-feira, 28 de maio de 2026

OS HOMENS NASCEM LIVRES x DITADORES SANGUINÁRIOS

 



O abutre e a menina: a história de uma foto histórica 



"Os  homens nascem livres"

OS HOMENS NASCEM LIVRES  x DITADORES  SANGUINÁRIOS

O ser humano, na sua essência,  só  pensa em si. Como viver bem, se os ditadores cometem genocídios e  milhares de pessoas torcem por estes ditadores tiranos?  Muitos defendem sem saber o que estão fazendo. 


Possuídos por  histerias, paranoias e  neuroses, gritam com todas as forças  dos pulmões e esquecem as atrocidades cometidas em pleno século XXI E GRITAM:

" DITADOR TAL, LIVRE;  SALVE A SOBERANIA DOS TIRANOS E ABAIXO A SOBERANIA   DO POVO"SEM SE ESQUECER DOS GENOCIDAS.

Conheçam a obra de Aquiles Mbembe

Filósofo e escritor camaronês.

Obra principal, NECROPOLÍTICA

É a idolatria e a lavagem cerebral as senhoras dominadoras de cérebros insensatos.

"Os homens nascem livres"

Iderval Reginaldo Tenório


Sigmund Freud assim se expressou:  "Quase se poderia dizer que a histeria é uma obra de arte deformada, que a neurose obsessional é uma religião deformada e a paranoia um sistema filosófico deformado."

Friedrich Nietzsche disse: "A razão ! Privada de saber,  é algo absolutamente insensato, mesmo para os grandes filósofos".


O  que explica pessoas alforriadas apoiarem estes sistemas, depois falam:

" Sou de esquerda, morte aos fascistas". 

 Têm como ícones os maiores ditadores sanguinários dos dois últimos séculos. 

ALI KAMENEI E OS DEMAIS DO IRÃ


   Nicolás Maduro, Xi Jinping, Augusto José Ramón Pinochet Ugarte,  Kim Jong-un, Idi Amin Dada, Sadan Hussein, José Daniel Ortega Saavedra, os Castros e OUTROS SANGUINÁRIOS PELO MUNDO DA ATULIADADES.

Pessoas de nível educacional Superior.  Pessoas que comem bem, vestem bem e moram bem  querer tanto mal para estes sofridos povos  que vivem sob a batuta da chibata? 


                SSa, Ba, 28 de Maio   de 2026

                  Iderval Reginaldo Tenório

MAIS UMA FACADA NA CLASSE MÉDIA.

 

 


📜 QUAIS OS TIPOS DE IDOLATRIA NOS DIAS ATUAIS – Pequenos Sermões Grandes  Mensagens   

  

O HOMEM  E A PLASTICIDADE CEREBRAL.   DESCONSTRUÍNDO  UMA PERSONALIDADE

 

MAIS UMA FACADA NA CLASSE MÉDIA. 

A neurociência tem mostrado, que mais de 80% das mentes não pensam por si, independente do nível social, cultural, econômico, educacional e etnia.

Existem no ser humano e em todos os animais não humanos, as propriedades da lavagem cerebral e a indução de comportamentos. 

Estes fenômenos são estudados por cientistas em muitos centros acadêmicos, iniciado principalmente  por Ivan Petrovich Pavlov, fisiologista Russo dos anos 1890 a 1903, que pesquisou diversos reflexos em cães. O principal foi  o "reflexo condicionado de Pav Lov", que guarda similitude com os reflexos dos humanos, dos  golfinhos, dos  leões e dos demais animais.  

A lavagem cerebral   é um processo psicossocial, coercitivo e de manipulação que está atrelado à neuroplasticidade cerebral.

 A maleabilidade, a complexidade da psicologia e  comportamento humano,  tornam o homem uma presa fácil a ser manipulado pelos estudiosos do assunto, sendo constantemente adestrado durante a vida. 

Lavagem cerebral é uma  técnica de persuasão coercitiva extrema, visando a modificação de crenças, comportamentos e valores de um indivíduo, muitas vezes contra sua vontade. 

A neurociência chegou  à conclusão, que mais de 90% dos 80% dos idólatras da população, perderam o senso, a capacidade de raciocínio e de crítica,  e tais quais  folhas secas  são levados para onde os ventos do poder soprarem.

Atenção maior é na política e nos ídolos  religiosos. Os idolatradores polarizaram estes setores e os seguidores de cada tendência, os idolatrados, impreguinam-se, raivosamente,  de cortisol, uns  de um lado e  outros do outro, construindo mundos diferentes. 

O hormônio cortisol, o hormônio do estresse em excesso, faz com que os indivíduos deixem de ser eles, e atuem como rebanhos de irracionais a defenderem os seus manipuladores comportamentais, chegando ao ponto de dividir as comunidades  em vários segmentos e a nação em grupos diferentes.  Atinge os descamisados, os pobres, os  médios, os  ricos e os muito ricos. Os pobres continuam pobres, os ricos continuam ricos, os muito ricos, ainda mais ricos e a classe média sempre a cair. 

A  diáspora social só acontece na classe média, que a cada dia é empurrada para as camadas mais baixas, frutos dos escorchantes impostos, do custo de vida e das benesses oficiais,  uma vez que patrocina os programas governamentais, muitos primordiais, pois foram criados para sanar sofrimentos crônicos  inaceitáveis,  a fome e a perda da cidadania, além de outros criados para agradar determinadas categorias com a finalidade de angariar simpatias, notadamente  o escambo com o   votos.

O que mais pesa para a classe média e não encontra defesa, são as  gastanças da máquina  pública, os desvios nas instituições públicas e privadas, as farras dos gonvernantes na vida social com o erário público,  e o sustento  da sua própria vida, onde tudo é  privado: Moradia, Alimentação,  Saúde, Educação, Locomoção e Segurança. 

O que demonstra em todos  os dados divulgados pelo IBGE,  é   a  queda da classe média, o congelamento dos ricos,  o aumento dos pobres,  parte advindo da classe média e  o aumento dos muito ricos.          

             Salvador, 25 de maio de 2026

                         Iderval Reginaldo Tenório

 

O boleto do terror está chegando aos condomínios

Por Marcus Vale

Tem gente tratando isso como simples “debate trabalhista”. Não é.

Condomínio funciona 24 horas por dia.
Sábado.
Domingo.
Madrugada.
Feriado.
Natal.
Ano Novo.

O prédio nunca para.

Tem porteiro, limpeza, segurança, manutenção, entrada de entregador, morador chegando às 3 da manhã, vazamento, elevador travando, garagem funcionando.

Agora imagine manter essa máquina funcionando com menos horas de trabalho sem reduzir salários.

A conta explode.

E ela vai explodir no colo do morador.

Muita gente ainda não percebeu o tamanho do problema. Quando falam em acabar com a escala 6x1, parece algo abstrato. Mas condomínio é matemática. Fria. Brutal.

Se um funcionário trabalha menos dias, alguém precisa cobrir as horas restantes.

Isso significa:
mais funcionários,
mais encargos,
mais férias,
mais FGTS,
mais adicional noturno,
mais custo trabalhista.

Em muitos prédios, folha salarial já consome metade do orçamento. Alguns síndicos já falam reservadamente em aumentos de 20%, 25%, até 30%.

E o pior:
isso pode acontecer perto das eleições.

Vai ter assembleia virando campo de guerra.

Morador revoltado.
Síndico pressionado.
Funcionário exigindo direitos.
Conta que simplesmente não fecha.

E aí começam os cortes:
menos segurança,
menos limpeza,
manutenção adiada,
porteiro sobrecarregado,
prédio piorando lentamente.

A política é abstrata.

O boleto do condomínio, não.

Ele chega todo mês.
Sem atraso.
Sem discurso.
Sem piedade.

— Marcus Vale 

é

 

Elas nasceram no corpo errado.É ciência , é o desentrave da vida.

 

 

 Uma matéria que deviria ser lida por todos.

É uma questão de honra. 

É uma questão de cidadania e de respeito.

É ciência , é o desentrave da vida

 

                Elas nasceram no corpo errado

Wa­nes­sa Ro­dri­gues

O pre­con­cei­to em re­la­ção ao tran­se­xu­a­lis­mo 

ain­da é mui­to gran­de. 

Quan­do cri­an­ça, a téc­ni­ca em en­fer­ma­gem Car­la Bi­an­ca, de 42 anos, gos­ta­va de brin­car de bo­ne­cas, ves­tia as rou­pas das ti­as e usa­va sal­to al­to. Ati­tu­des que, pa­ra ela, pa­re­ci­am nor­mais, afi­nal to­das as me­ni­nas fa­zi­am as mes­mas brin­ca­dei­ras. Era as­sim que ela se sen­tia, uma ga­ro­ti­nha co­mum que gos­ta de ves­ti­dos, ma­qui­a­gem e tu­do mais do uni­ver­so fe­mi­ni­no. Mas Car­la des­co­briu que ti­nha uma di­fe­ren­ça. Ape­sar de pen­sar e agir co­mo mu­lher, não ti­nha o cor­po com­pa­tí­vel com seu gê­ne­ro. Ela nas­ceu com ór­gão se­xu­al mas­cu­li­no.

Ba­ti­za­da co­mo Car­los Hen­ri­que Cas­tro Pe­rei­ra, a téc­ni­ca em en­fer­ma­gem des­co­briu a tran­se­xu­a­li­da­de na ado­les­cên­cia. Fo­ram épo­cas di­fí­ceis, de de­pres­são e mui­to cho­ro. “En­trei em cri­se por achar que era di­fe­ren­te, uma coi­sa de ou­tro mun­do. Mas, a par­tir do mo­men­to em que me as­su­mi, mi­nha vi­da mu­dou por com­ple­to e, ho­je, me sin­to fe­liz”, re­la­ta. E a vi­da de Car­la es­tá pres­tes a mu­dar ain­da mais. Ela é uma das oi­to pes­so­as que, es­te ano, vão pas­sar pe­la ci­rur­gia de re­de­sig­na­ção de se­xo no Hos­pi­tal das Clí­ni­cas (HC) da Uni­ver­si­da­de Fe­de­ral de Go­i­ás (UFG).

Des­de que co­me­ça­ram os pro­ce­di­men­tos de mudança de se­xo no HC, em abril de 2001, 38 pes­so­as já se sub­me­te­ram à ci­rur­gia do mas­cu­li­no pa­ra o fe­mi­ni­no e qua­tro do fe­mi­ni­no pa­ra o mas­cu­li­no. Es­te ano, 12 mu­lhe­res tran­se­xu­ais es­tão pron­tas pa­ra a ci­rur­gia, no en­tan­to só se­rão re­a­li­za­dos oi­to – as res­tan­tes fi­ca­rão pa­ra o pró­xi­mo ano. Ou­tras 36 pes­so­as fa­zem par­te do pro­ces­so tran­se­xu­a­li­za­dor, ou se­ja, ain­da es­tão por com­ple­tar o tem­po mí­ni­mo exi­gi­do pe­la por­ta­ria 1.707 de 18 agos­to de 2008.

São dois anos de acom­pa­nha­men­to mul­ti­pro­fis­si­o­nal até que os can­di­da­tos às ci­rur­gi­as es­te­jam pron­tos. A gi­ne­co­lo­gis­ta Ma­ri­lu­za Ter­ra, co­or­de­na­do­ra do pro­gra­ma no HC, ex­pli­ca que as pes­so­as que pas­sam pe­lo pro­ce­di­men­to são aque­las que se sen­tem des­con­for­tá­veis, ou se­ja, nas­cem com o se­xo fe­mi­ni­no e se sen­tem ho­mens e vi­ce-ver­sa. Du­ran­te o pe­rí­o­do de pre­pa­ra­ção pa­ra a ci­rur­gia, os can­di­da­tos pas­sam por acom­pa­nha­men­to psi­co­ló­gi­co. Nor­mal­men­te, con­for­me diz a gi­ne­co­lo­gis­ta, as fa­mí­lias são cha­ma­das pa­ra to­mar ci­ên­cia das con­di­ções do fa­mi­liar. “Mas nem to­das es­tão in­te­res­sa­das, o que é uma pe­na”, com­ple­ta.

 Também fa­zem par­te do pro­je­to do HC uma fo­no­au­di­ó­lo­ga, uma as­sis­ten­te so­ci­al, dois en­fer­mei­ros, uma clí­ni­ca ge­ral, um otor­ri­no­la­rin­go­lo­gis­ta, dois psi­qui­a­tras, dois gi­ne­co­lo­gis­tas, uma en­do­cri­no­lo­gis­ta, um uro­lo­gis­ta, um proc­to­lo­gis­ta e um ci­rur­gi­ão plás­ti­co.

Discriminação ainda é o grande desafio
A gi­ne­co­lo­gis­ta Ma­ri­lu­za Ter­ra ob­ser­va que a po­pu­la­ção ain­da des­co­nhe­ce o que é uma pes­soa gê­ne­ro-va­ri­an­te e ten­de a dis­cri­mi­nar es­sas pes­so­as, ig­no­ran­do o gran­de so­fri­men­to que elas têm por se­rem di­fe­ren­tes. Ela diz que é im­por­tan­te res­sal­tar que es­sas pes­so­as são di­fe­ren­tes não por­que que­rem, mas por­que em al­gum mo­men­to de su­as vi­das al­gu­ma coi­sa que ain­da não se sa­be pre­ci­sar saiu fo­ra da pro­gra­ma­ção mais co­mum. “E ca­be ao pro­fis­si­o­nal de sa­ú­de res­ta­be­le­cer a har­mo­nia per­di­da, as­sim co­mo é fei­to em di­fe­ren­tes áre­as”, es­cla­re­ce. 

A es­pe­cia­lis­ta diz que o pre­con­cei­to em re­la­ção ao tran­se­xu­a­lis­mo ain­da é mui­to gran­de. Ela faz a com­pa­ra­ção com o pre­con­cei­to que exis­tia na Ida­de Mé­dia, em que to­dos os do­en­tes psi­qui­á­tri­cos eram en­vi­a­dos à fo­guei­ra pe­lo des­co­nhe­ci­men­to das do­en­ças psi­qui­á­tri­cas. “Acha­vam que es­ta­vam pos­su­í­dos pe­lo de­mô­nio. As­sim, o pre­con­cei­to so­men­te te­rá fim quan­do a luz do co­nhe­ci­men­to aca­bar com as tre­vas da ig­no­rân­cia”, de­cla­ra.

Ela faz ques­tão de res­sal­tar que as pes­so­as que acham que a po­pu­la­ção tran­se­xu­al é al­go “de­mo­ní­a­co”, que, da mes­ma for­ma co­mo qual­quer um, eles e elas são cri­a­tu­ras de Deus e que, co­mo to­do ser hu­ma­no, me­re­cem mui­to res­pei­to. “Não só por­que so­frem mais do que a mai­o­ria des­de a in­fân­cia, mas tam­bém por­que lu­tam pa­ra se in­te­grar a uma so­ci­e­da­de que os des­pre­za”.

“Eu realmente  vou me tornar uma mulher”
“Cri­ei vo­cê co­mo me­ni­no e não co­mo me­ni­na.” Car­la Bi­an­ca nun­ca es­que­ceu a fra­se di­ta com fre­quên­cia pe­la avó. Mes­mo as­sim, ela nun­ca te­ve pro­ble­mas de pre­con­cei­to na fa­mí­lia e nem na es­co­la. Mas usou por mui­to tem­po tra­jes mas­cu­li­nos. Na ado­les­cên­cia, os na­mo­ra­dos não a vi­am co­mo mu­lher. Mas a sua his­tó­ria mu­dou. Há três anos, ela se ves­te co­mo mu­lher e en­con­trou o com­pa­nhei­ro que so­nha­va. Ela es­tá ca­sa­da há dois anos. Ago­ra, pres­tes a fa­zer a ci­rur­gia , ela não e­x­i­ta em di­zer: “Eu re­al­men­te vou me tor­nar uma mu­lher”.

Quan­do co­me­çou o acom­pa­nha­men­to no HC, há um ano e três mes­es, Car­la sen­tia re­ceio, pen­sa­va mui­to em co­mo se­ria sua vi­da de­pois do pro­ce­di­men­to. As dú­vi­das eram prin­ci­pal­men­te li­ga­das à ques­tão re­li­gi­o­sa, pois ela é de uma fa­mí­lia evan­gé­li­ca. Su­pe­ra­dos os con­fli­tos, a téc­ni­ca em en­fer­ma­gem diz que ho­je se sen­te tran­qui­la e, com hu­mor, diz que vai po­der ir ao ba­nhei­ro fe­mi­ni­no sem cons­tran­gi­men­to, co­lo­car bi­quí­ni e ir à praia com tran­qui­li­da­de. “Sou mui­to vai­do­sa, só an­do ma­qui­a­da. Sem­pre que­ro ser uma lin­da mu­lher.”  

Wa­nes­sa Ro­dri­gues

 

AS APOSTAS E OS MIDIÁTICOS ENGANADORES.

 

quarta-feira, 27 de maio de 2026

AS APOSTAS, OS INCENTIVOS DOS ENGANADORES E RICOS ATLETAS E DOS MIDIÁTICOS.

 

AS APOSTAS, OS INCENTIVOS DOS ENGANADORES E RICOS ATLETAS E DOS MIDIÁTICOS. 

Eu sou Zezinho, tenho 12 anos de vida e leio tudo que encontro na minha frente: Livros, revistas, jornais, cordéis e panfletos, sou curioso. 

Tenho lido nos  jornais, o quanto é danosa para população, de baixa renda, estas apostas chamadas de  BETs.

Fala a mídia, que muitos deixam de comer, de cumprir os compromissos financeiros e se endividam na ilusão de enricar. 

O que também chamou a minha atenção, foi averiguar, que entram diariamente nas casas das pessoas por intermédio  da televisão,  centenas e milhares de comerciais, induzindo o povo a fazer apostas, .mesmo sabendo que são deletérias, pois sabem que são    propagandas enganosas. Forjadores de devedores, doentes mentais e depressivos.

 O mais grave, é que tem a chancela do governo, dando como legal este tipo de massacre financeiro. Como classificar os garotos propagandas destas enrolações?

Para mim, Zezinho, o mais grave é escutar  atletas famosos e ricos da ativa, atletas aposentados, artistas, treinadores, apresentadores de televisão,  de todas as  áreas,  e os famosos influencers a  incutirem na cabeça das pessoas a ilusão de enriquecimento.

Onde anda o caráter, o respeito e a consciência destes midiáticos, que pelo vil metal,  jogam num fosso profundo  70 milhões de enganados brasileiros. Com a palavra todos os envolvidos. 

Espero que a  consciência pese na cabeça de casa um e declarem as suas intenções para o povo. Que tenham a hombridade de defender este sofrido e mal informado povo, presa fácil para estes  leões famintos, forjadores  devedores e de doenças depressivas. Eu, Zezinho, fico preocupado com o futuro do nosso povo, como também com o mal praticado  pelos midiáticos ao  Brasil. Sei que todos comemoram em Iates com pratos sofisticados, vinhos,  comidas importadas e muitos papos depreciativos, notadamente com os sofridos habitantes de baixa renda, principalmente os nordestinos, chamados pelas elites de   COMEDORES DE GILETES, BAIANOS E PARAÍBAS.         

Os trabalhadores merecem respeito e não merecem tantos preconceitos. Sempre falei e falarei, nem tudo que é considerado legal, é legal, notadamente jogos. Quem sempre lucra são as bancas, principalmente com o apoio dos famosos,  e como lucram.  

                                              Zezinho

                                 Iderval Reginaldo Tenório

 


JUSTIÇA PRATICANDO INJUSTIÇA CONTRA OS MÉDICOS . IMPORTANTE OUVIR E VER.


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Mitologia Indígena Brasileira 🏹

 



Nomes da Mitologia Indígena Brasileira 🏹

🇧🇷 Quando se fala em mitologia automaticamente pensamos em deuses gregos, romanos ou egípcios, mas não precisamos ir tão longe para encontrarmos grande riqueza cultural advinda do nosso próprio folclore. 

Tão interessante e bela é a mitologia brasileira dos povos tupi-guarani.

Entre os povos indígenas do Brasil existem diversas mitologias, como a dos povos ianomâmis, charruas e caiapós. 

São mais de 225 povos com diferentes crenças e costumes, o que pode gerar variações. A mitologia -,64tupi-guarani é uma das mais difundidas no Brasil.

Tupi-guarani é o termo genérico para o grupo de línguas indígenas da América do Sul. 

Como curiosidade podemos observar que nem o tupi e nem o guarani têm os sons das letras f e l enquanto que o da letra k é predominante.

Fica aqui o registro de nossa homenagem a todos os valorosos povos indígenas. 

Obs: os significados dos nomes são as atribuições destinadas a cada divindade.

 

-,📚Principais deuses e deusas da Mitologia Tupi-Guarani:76nh

Angra - deusa do fogo e da metalurgia. 

Protegia sua tribo contra qualquer ataque dos inimigos;

Tupã - o deus dos deuses, criador dos céus, terras e mares, deus do trovão e das tempestades;

Jaci - deusa da lua e guardiã e rainha da noite. Filha de Tupã, é esposa-irmã de Guaraci;

Guaraci - deus do sol, auxiliou seu pai Tupã na criação de todos os seres vivos. 

Foi criado para iluminar a Terra. 

Marido de Jaci.

 Também chamado de Coraci, Coaraci ou Quaraci;

4

Ceuci - deusa protetora da lavoura e das moradas.

 Mãe virgem de Jurupari;

Jurupari - existem 2 versões para esta divindade: em uma ele é o legislador que leva sabedoria e em outra é um demônio dos sonhos;

Anhangá - deus do submundo, aquele que rege as regiões infernais e os mortos. 

Castiga as pessoas más de forma cruel. 

Considerado protetor dos animais e inimigo de Tupã;

Sumé - deus das leis e das regras.

 Foi ele quem ensinou aos índios o cultivo da mandioca;

Rudá - deus do amor, é caracterizado como um guerreiro belo e gentil que mora nas nuvens. Responsável por despertar o amor no coração de homens e mulheres;

Iara/Yara - deusa das águas, é representada como uma linda sereia que vive nas profundezas do rio Amazonas;

Ticê - deusa da feitiçaria e do submundo;

Xandoré - deus do ódio, responsável por todas as guerras;

Anhum - deus do canto e da música. 

Toca o taré sagrado.

📚Divindades Secundárias:

Abaçaí - espírito que habita as florestas e convida para o canto, dança e festa;

Abeguar - deus do voo;

Açutí - deusa da escrita;

Amanaci - deusa da chuva;

Araci - deusa/ninfa das manhãs e da aurora;

Arapé - deusa da dança;

Aruanã - deus da alegria;

Biaça - deus da astronomia;

Cairé - deusa da lua cheia;

Caramuru - divindade dragão/serpente. Vive nas ondas revoltas do oceano;

Catiti - deusa da lua nova;

Catú - deus do outono;

Catxuréu - deus da morte;

Caupé - deusa da beleza;

Curupira - deus protetor das matas;

Garandirô - deus da noite. Se alimenta do sangue dos homens;

Guaipira - deusa da história;

Graçaí - deusa da eloquência;

Mara - deusa das trevas;

Mutin - deusa da primavera;

Naiá - fada que habita a flor da planta Vitória-Régia;

Nhará - deusa do inverno;

Parajás - divindades femininas da honra, do bem e da justiça;

Picê - deusa da poesia;

Piná - deusa da simpatia;

Polo - deus dos ventos. Mensageiro de Tupã;

Puerê - deus do verão;

Tau - espírito malvado.


📚Divindades de outras tribos:

Akuanduba - figura característica da tribo dos Araras, localizada na Bacia do Xingu, Pará. 

É um deus famoso por tocar sua flauta para trazer ordem ao mundo;

Yorixiriamori - divindade que faz parte da tribo Ianômami, povo que habita a Floresta Amazônica, na divisa entre a fronteira Brasil e Venezuela. 

Famoso por seu canto que enfeitiçava as mulheres, esse deus acabou despertando a inveja dos homens. 

Diz a lenda que fugi-,6u sob a forma de um pássaro;

Yebá Beló - para os índios Dessanas, tribo localizada na fronteira do Brasil com a Colômbia, Yebá Beló é quem teria criado o universo.

 Foi a "mulher que apareceu do nada" e de dentro de sua morada de quartzo foi capaz de dar vida aos seres humanos;


Wanadi - deus dos povos Iecuanas, índios provenientes da divisa Brasil-Venezuela, essa figura faz parte do mito que dizia que o sol teria criado três seres vivos para habitar o planeta. 

Apenas Wanadi nasceu perfeito, enquanto seus irmãos vieram deformados, representando os males da vida.


📚Texto e pesquisa: 

Patrícia Monteiro.

📚Fontes Consultadas:

Cantinho dos Deuses (Panteão Indígena), Labedu, Horóscopo Virtual, Incrível Club, Que Nome Darei ao Meu Filho, Super Geek, Super Interessante, Wiki my Bestiário.

#mitologiaindigena 

#povosoriginarios

terça-feira, 26 de maio de 2026

AS APOSTAS, OS INCENTIVOS DOS ENGANADORES E RICOS ATLETAS E DOS MIDIÁTICOS.

AS APOSTAS, OS INCENTIVOS DOS ENGANADORES E RICOS ATLETAS E DOS MIDIÁTICOS. 

Eu sou Zezinho, tenho 12 anos de vida e leio tudo que encontro na minha frente: Livros, revistas, jornais, cordéis e panfletos, sou curioso. 

Tenho lido nos  jornais, o quanto é danosa para população, de baixa renda, estas apostas chamadas de  BETs.

Fala a mídia, que muitos deixam de comer, de cumprir os compromissos financeiros e se endividam na ilusão de enricar. 

O que também chamou a minha atenção, foi averiguar, que entram diariamente nas casas das pessoas por intermédio  da televisão,  centenas e milhares de comerciais, induzindo o povo a fazer apostas, .mesmo sabendo que são deletérias, pois sabem que são    propagandas enganosas. Forjadores de devedores, doentes mentais e depressivos.

 O mais grave, é que tem a chancela do governo, dando como legal este tipo de massacre financeiro. Como classificar os garotos propagandas destas enrolações?

Para mim, Zezinho, o mais grave é escutar  atletas famosos e ricos da ativa, atletas aposentados, artistas, treinadores, apresentadores de televisão,  de todas as  áreas,  e os famosos influencers a  incutirem na cabeça das pessoas a ilusão de enriquecimento.

Onde anda o caráter, o respeito e a consciência destes midiáticos, que pelo vil metal,  jogam num fosso profundo  70 milhões de enganados brasileiros. Com a palavra todos os envolvidos. 

Espero que a  consciência pese na cabeça de casa um e declarem as suas intenções para o povo. Que tenham a hombridade de defender este sofrido e mal informado povo, presa fácil para estes  leões famintos, forjadores  devedores e de doenças depressivas. Eu, Zezinho, fico preocupado com o futuro do nosso povo, como também com o mal praticado  pelos midiáticos ao  Brasil. Sei que todos comemoram em Iates com pratos sofisticados, vinhos,  comidas importadas e muitos papos depreciativos, notadamente com os sofridos habitantes de baixa renda, principalmente os nordestinos, chamados pelas elites de   COMEDORES DE GILETES, BAIANOS E PARAÍBAS.         

Os trabalhadores merecem respeito e não merecem tantos preconceitos. Sempre falei e falarei, nem tudo que é considerado legal, é legal, notadamente jogos. Quem sempre lucra são as bancas, principalmente com o apoio dos famosos,  e como lucram.  

                                              Zezinho

                                 Iderval Reginaldo Tenório