.
.

Um método de se desestressar na Vida, cuidado com o cortisol.
clique no vídeo abaixo.
O blog foi criado para a cultura. Mostra o quanto é importante o conhecimento.Basta um click no artigo. Centro Médico Iguatemi,310.CLINICA SÃO GABRIEL LTDA- 33419630 33425331Participe ,comente, seja seguidor. DR IDERVAL REGINALDO TENÓRIO , 1954 , JUAZEIRO DO NORTE -CEARÁ. 08041988lgvi.1984 CHEGOU EM SALVADOR COM 18 ANOS , MEDICINA NA UFBA. CIRURGIÃO GERAL. driderval@bol.com.br ACESSEM DO AMIGO E RADIALISTA PERFILINO NETO O SEU SITE DE MUSICA eradoradio.com.br
A PERFORMANCE E A VIDA
IDERVAL REGINALDO TENÓRIO
LILA MONTEIRO FALCÃO E EQUIPE.
Professora Ana Paula Garcia
Neste trabalho, procuraremos mostrar o quão é difícil a vida para os homossexuais que não atuam no meio artístico e nem em profissões não engessadas pela sociedade, como cabelereiro, estilista, costureiro e dançarinos. Nestas profissões os homossexuais circulam com tranquilidade e inclusive com performances pertinentes ao seu labor.
Fazem uso de vestimentas, estilo de vida e circulam na sociedade mostrando a sua orientação sexual, seus gostos e sem inibição de se pronunciar, vivem com liberdade e são aceitos como são, salvo quando encontram e se deparam com meios repletos de preconceitos, geralmente meios tóxicos.
Os homossexuais que trabalham em ambientes deliberadamente hetero pela sociedade, tem que assumir a performance de masculinidade. A este comportamento dar-se o nome de " PASSIBILIDADE", que tem como fundamento o medo da demissão, a discriminação estrutural, isolamento, invisibilidade e o receio de prejudicar o crescimento na carreira.
Na identidade de gênero, a Sociedade é muito rígida. Praticamente de exigi e engessa o homem gay, a manter uma performance que os estudos seiscentistas definem como PERFORMANCE DE GÊNERO.
Fundamentam com a estratégia de sobrevivência e a exigência de não parecerem gays e se livrarem de preconceitos diversos. Isto leva a diminuição da autoestima, da representação da verdadeira identidade e do desvio da personalidade. o Trabalho anda eivado de medos e de desconfiança. Este comportamento leva a utilização de vestimentas heterossexual, sendo uma das maneiras de se alinhar ao seu trabalho, função. Esta performance é para se enquadrar e se livrar de quaisquer tipos de preconceitos pertinente a gêneros e orientação sexual. Muitos, não conseguindo, sentem-se excluídos daquele mercado de trabalho, uma vez que não conseguirão viveram, em camuflagem "a de eterno".
Iderval Reginaldo Tenório, Lila Monteiro e equipe.

A PERFORMANCE E A VIDA
IDERVAL REGINALDO TENÓRIO
LILA MONTEIRO FALCÃO E EQUIPE.
Professora Ana Paula Garcia
Neste trabalho, procuraremos mostrar o quão é difícil a vida para os homossexuais que não atuam no meio artístico e nem em profissões não engessadas pela sociedade, como cabelereiro, estilista, costureiro e dançarinos. Nestas profissões os homossexuais circulam com tranquilidade e inclusive com performances pertinentes ao seu labor.
Fazem uso de vestimentas, estilo de vida e circulam na sociedade mostrando a sua orientação sexual, seus gostos e sem inibição de se pronunciar, vivem com liberdade e são aceitos como são, salvo quando encontram e se deparam com meios repletos de preconceitos, geralmente meios tóxicos.
Os homossexuais que trabalham em ambientes deliberadamente hetero pela sociedade, tem que assumir a performance de masculinidade. A este comportamento dar-se o nome de " PASSIBILIDADE", que tem como fundamento o medo da demissão, a discriminação estrutural, isolamento, invisibilidade e o receio de prejudicar o crescimento na carreira.
Na identidade de gênero, a Sociedade é muito rígida. Praticamente de exigi e engessa o homem gay, a manter uma performance que os estudos seiscentistas definem como PERFORMANCE DE GÊNERO.
Fundamentam com a estratégia de sobrevivência e a exigência de não parecerem gays e se livrarem de preconceitos diversos. Isto leva a diminuição da autoestima, da representação da verdadeira identidade e do desvio da personalidade. o Trabalho anda eivado de medos e de desconfiança. Este comportamento leva a utilização de vestimentas heterossexual, sendo uma das maneiras de se alinhar ao seu trabalho, função. Esta performance é para se enquadrar e se livrar de quaisquer tipos de preconceitos pertinente a gêneros e orientação sexual. Muitos, não conseguindo, sentem-se excluídos daquele mercado de trabalho, uma vez que não conseguirão viveram, em camuflagem "a de eterno".
Iderval Reginaldo Tenório, Lila Monteiro e equipe.

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
A PERFORMANCE E A VIDA
IDERVAL REGINALDO TENÓRIO
LILA MONTEIRO FALCÃO E EQUIPE.
Professora Ana Paula Garcia
Neste trabalho, procuraremos mostrar o quão é difícil a vida para os homossexuais que não atuam no meio artístico e nem em profissões não engessadas pela sociedade, como cabelereiro, estilista, costureiro e dançarinos. Nestas profissões os homossexuais circulam com tranquilidade e inclusive com performances pertinentes ao seu labor.
Fazem uso de vestimentas, estilo de vida e circulam na sociedade mostrando a sua orientação sexual, seus gostos e sem inibição de se pronunciar, vivem com liberdade e são aceitos como são, salvo quando encontram e se deparam com meios repletos de preconceitos, geralmente meios tóxicos.
Os homossexuais que trabalham em ambientes deliberadamente hetero pela sociedade, tem que assumir a performance de masculinidade. A este comportamento dar-se o nome de " PASSIBILIDADE", que tem como fundamento o medo da demissão, a discriminação estrutural, isolamento, invisibilidade e o receio de prejudicar o crescimento na carreira.
Na identidade de gênero, a Sociedade é muito rígida. Praticamente de exigi e engessa o homem gay, a manter uma performance que os estudos seiscentistas definem como PERFORMANCE DE GÊNERO.
Fundamentam com a estratégia de sobrevivência e a exigência de não parecerem gays e se livrarem de preconceitos diversos. Isto leva a diminuição da autoestima, da representação da verdadeira identidade e do desvio da personalidade. o Trabalho anda eivado de medos e de desconfiança. Este comportamento leva a utilização de vestimentas heterossexual, sendo uma das maneiras de se alinhar ao seu trabalho, função. Esta performance é para se enquadrar e se livrar de quaisquer tipos de preconceitos pertinente a gêneros e orientação sexual. Muitos, não conseguindo, sentem-se excluídos daquele mercado de trabalho, uma vez que não conseguirão viveram, em camuflagem "a de eterno".
Iderval Reginaldo Tenório, Lila Monteiro e equipe.
O engessamento é uma das principais pautas para calar, excluir e tornar pequena qualquer sociedade. A diversidade é uma das mais ricas ferramentas para a inclusão.
As grandes plataformas estão a serviço dos dominantes do mundo. Enquanto menos se sabe, mais amarrados ficam os homens.
É proibido proibir, mostra e alerta os caminhos que o homem precisa para conduzir a vida com liberdade, é pura democracia.
Os regimentos foram criados para podar o raciocínio. Peço vênia a todos, porém não congele o raciocínio e nem a propriedade de expressão .
A homogeneidade no pensamento numa sociedade, é classificado como atraso social. O que não cabe, neste grupo de alforriados, é propaganda explícita e partidária.
Abraços democráticos para todos.
Salvador, 26 de abril de m2026
Iderval Reginaldo Tenório
Universidade
Federal da Bahia
Gênero e
Diversidade
Docente. Professora Ana Paula Garcia Boscatti
Discente. Iderval
Reginaldo Tenório
Disciplina.
Seminário Temático Gênero, Feminismo e Educação
Interpretando
Gênero- Linda Nicholson
Neste
debate, a autora nos explica que a definição de Gênero/Sexo não deve ser ligado
sacralmente ao Biológico.
O
tradicionalismo da evolução da sociedade diz que, a medicina, o sistema de documentação
cartorial, matrículas escolares, trabalhos e muitas profissões, são
definidas pela presença de pênis ou vagina, no qual definirá o masculino e o
feminino, excluindo os demais gêneros, pertinente à sociedade atual.
Mergulha
também na homogeneidade das mulheres, como o feminino fosse engessado,
considerando todas iguais, pelo fato de possuírem
a vagina, nome que não existia até o século XVIII, uma vez que muitas são as
classificações do ser mulher. Isto engloba o nível social, cultural, costumes, financeiro,
raças e corpos.
Foram necessários
muitos movimentos representativos e identitário, para que o assunto entrasse na
pauta desta civilização. Teve o ponta pé inicial com todo o vigor, nas décadas
de 50/60/70 e 80. Foi aí que se abriu a mente dos estudiosos, da sociedade
civil organizada, das universidades, do universo político e das constituições
de cada nação.
2-
Este tema,
de grande relevância, procura afastar e
mostrar que a definição de Gênero tem que ser afastado do binarismo, do
biológico da natureza.
Na décadas
de 90, muitos momentos pelo mundo,
procuraram redefinir a vida, os desejos afetivos e os costumes sociais, procurando desmitificar
os chamados desvios de comportamentos, levando ao chão o arcaísmo imposto nos humanos
por séculos, engessando a heterossexualidade,
masculino/feminino. Quaisquer outros comportamentos eram considerados
doenças(Sexualismo X sexualidade).
Estes
movimentos, atrelados às artes, conseguiram mostrar que gênero e uma demanda
construída. Depende de múltiplos
fatores, como vestimentas, afetividades, desejos e orientações sexuais, cultura e o social, além do biológico. Tudo se resume na Inclusão
Social.
O movimento
QUEER foi primordial para os movimentos da atualidade. Neste movimento o Michel
Foucalt foi peça fundamental ao estudar com proficiência os fenômenos
sociais e as variedades de gêneros. Por sua credibilidade, precisão e
fundamentação científica, o assunto ganhou visibilidade e representação em todo
o mundo, foi um amaciante das mentes pensantes.
O Michel Foucalt foi um marco para toda a humanidade.
A HISTÓRIA DA SEXUALIDADE
Em vários compêndios literário sob o assunto, pairam muitas
desavenças e verdades. Na Inglaterra, a
Rainha Vitória, vivia sua vida sexual com todas as suas propriedades biológicas
e vivenciais.
Devido a promiscuidade
em toda a população, inclusive no Clero, a Rainha, os juristas e as demandas sociais, impuseram ferrenha censura aos súditos e ao mesmo tempo
implantaram vigiadas repressões, com estas atitudes vieram as perseguições.
A população para poder viver a sua sexual, que era o normal, a
transgressão passou a fazer parte da pauta, tudo por debaixo do pano.
As autoridades implantaram dando ênfase aos postulados
sexuais biológicos e etário. O poder perverso passou a ser a normal.
Quaisquer mudanças, chamadas de desvios de gêneros, eram
considerados doenças, perversão, desvio de condutas e desobediência à cora, inclusive sendo passíveis de castigos proporcionais
ao crime, independente do nível social, cultural e científicos. Muitos
burgueses, cientistas e os comuns foram
punidos com prisões, castrações e até a morte. Mesmo assim , na camuflagem, surgiram
movimentos para equalizar as vontades fisiológicas dos transgressores, mostrando que, a vontade e
a liberdade sexual, mesmo às escondidas, eram maneiras de se conduzir a vida.
Abortos, guilhotinas, prisões, clandestinidade, sexualismo,
sexualidade, gênero e a perversidade andavam de mãos dadas para se conquistar a
felicidade sexual nas demandas da vida.
VIVIA-SE NUMA
DIDTADURA SEXUAL E NUM REGIME DE EXCLUSÃO.
A turma do OK e do DZI CROQUETTE
Nesta aula debate que abomina a decoreba, mostrou o grau de importância da cidadania, da inclusão e de assumir a
identidade, mesmo sob a repressão, perseguição, desinformação, perversidade e
conservadorismo doentio.
Foram vistos que em épocas passadas, estes movimentos plantaram na sociedade
a semente da liberdade, do progresso, da autoestima e da
respeitabilidade em todos os vieses, frutos hoje colhidos, apesar das policiadas
e vigiadas safras.
Vendo a trajetória da Elane Park, da Neide Benedito de Bragança e do Ciro Barcelo, encontram-se as demandas de quase todos os momentos de liberdade e o engendramento da cultura nacional de peso. A Chacriniana, Rogeriana, A Roberta Closeana, A Caetaniana, A Elkiana, a dos Secos e Molhados, Rita Lee, Ney Mato Grosso, Gilbertiana, Gabeiriana e dos diversos Seixas, que até os anos 90 eram consideradas imorais, promiscuas e transgressoras.
Estes novos movimentos
criados e arquitetados por cantores, artistas de cinema, de teatro, artistas de ruas, novos intelectuais e
teatrólogos. Cito Plinio Marcos, Augusto
Boal, Ademar Guerra e José Celso Martinez, uma vez o cinema brasileiro era
arquitetado naquela época por Mazaropi, que documentava a vida rural e caipira
do país.
No Brasil tudo convergia para o
Rio de Janeiro. O artistas eram aglomerados em republicas nos bairros e lá construíram
um novo país, o da transgressão cultural, a contra cultura.
Em portas fechadas nas
republicas, que eram consideradas bacanais, deram origens a diversos novos
comportamentos culturais, se desgarrando do mundo ocidental.
Os caetanos, os buarques, os novos baianos, o pessoal do Ceará, de minas gerais, os gaúchos paraibanos e pernambucanos criaram este Brasil dos brasileiros, sem se esquecer, do novo polo cultura, formados por jovens gênios brasilienses, Legião Urbana, Capital Inicia, Plebe Rude, Aborto Elétrico, Cássia Eller e Mel da Terra.
Foi a saída do normal, a semente plantada neste
pomar rico, eclético e genuinamente nosso. O abandono do paletó, das roupas de pompas dos artistas, a liberdade de expressão e a liberdade do figurino fizeram a diferença para toda a população. Valeu.
Judith
Butler
Para esta
estudiosa não existe óbice, uma
desbravadora do mundo atual e a conquistas sociais dos grupos chamados de
minorias.
Precursora
de vários movimentos de liberdades e cidadania, procurando mostrar as agruras
das performatividades dos seres humanos, nesta complexa e homofóbica sociedade.
A Butler conseguiu,
com os seus estudos, que a população oprimida pela orientação sexual, perdessem
o medo e a vergonha e passassem a assumir a sua identidade sexual.
Disse a
autora q eu, ao mostrar a sua verdadeira
identidade, o ser passa a viver a sua realidade , muitas dificuldades desaparecerão,
passando a se uma das principais propriedades de inclusão social.
Uma Performance
falsa, não deixa de ser uma das maneiras de matar a cidadania identitária, é
perder os direitos constitucionais e de
viver sem a conquistada alforria.
Seja você,
seja respeitado, se imponha e vida a vida de frente.
Anule os
preconceitos externos e viva a sua real cidadania .
Iderval
Reginaldo Tenório


ZEZINHO E O PAI AUSENTE
Conta Zezinho, que a sua escola organizou uma palestra para explicar o que era um pai presente.
Algumas definições mexeram com a cabeça das crianças. A do Zezinho ficou marcada por definições que o levou a concluir que o seu maior ídolo, o seu pai, era um pai ausente. A criança ficou entediada após a palestra.
Assim a psicóloga Dra. Alarmina encerrou a palestra.
--Pai presente é aquele que anda de bicicleta, joga bola, brinca todos os dias com os filhos, viaja, presenteia os filhos nos seus aniversários e no natal. Para socializá-los, leva-os aos restaurantes, cinema, shopping e futebol. Este é o verdadeiro pai presente, não tendo este perfil, é um pai ausente.
O menino contou esta história à sua mãe, de imediato ela contou-lhe outra versão, uma vez que o seu pai vivia da lavoura e sempre estava no trabalho.
O menino estranhou a definição da psicóloga e matutou que o seu pai era um ausente, porém, atentamente escutou a versão de sua mãe.
Sem pestanejar, a sua mãe falou que o pai citado pela psicóloga é aquele que teve a chance de estudar, possui emprego com carga de trabalho padronizada, direitos trabalhistas, férias, licenças remuneradas, feriados e fins de semana livre.
Muitos exercem cargos importantes na sociedade, conquistados por concursos, seleções curriculares, nomeações políticas ou de amigos e outros são empresários ou já nasceram ricos. Estes pais não dependem das chuvas, não trabalham com a terra e nem com os animais, quando envelhecem têm garantido uma aposentadoria, chova ou faça sol e receberão os seus salários, mesmo nas fases de crises.
A vida do seu pai é diferente. Acorda cedo, trabalha diariamente debaixo do sol causticante, chuvas, poeira e outros riscos, como picadas de animais peçonhentos, o que pode levá-lo à morte, tudo para propiciar melhores dias aos filhos.
Labuta de segunda a sábado e aos domingos vem para a cidade vender a produção, comprar os utensílios e produtos para o sítio, só neste dia tem a chance de ficar com a família, veja que até o domingo é dia de trabalho. O seu pai não teve a chance de estudar, não entende de futebol, piscina, circos, shoppings, parques, cinema, teatro e todos os dias são dias de trabalho, não tem nem o direto de adoecer.
Diferente de um pai ausente, o seu pai está presente em toda a sua vida. O que você come e bebe, as vestes, os calçados, a escola, livros, cadernos, lápis e os sabonetes têm a presença do seu pai. O seu pai está presente no que falei e noutras propriedades, como a honestidade, ser um trabalhador incansável, guardar fidelidade para com a família, ser responsável, ético, justo, respeitador, solidário com familiares, amigos e a comunidade.
O seu pai é exemplo de um pai presente. Vive da terra e enfrenta todas as dificuldades. Tudo na lavoura depende da sua presença e são muitas as dificuldades que aparecem.
Quando chove tem fartura, quando não chove ou chove demais as coisas ficam ruins, o que produz não cobre as despesas, vende a preços baixos para o prejuízo ser menor.
A lida na lavoura tem muitas incertezas, nada é garantido, o que se ganha em dez anos, a seca come em apenas um. A vida é dura, o trabalho e a responsabilidade falam mais alto.
Os brinquedos do seu pai são o cabo da enxada, do enxadeco, da foice e a lida com os animais. Zezinho não exija do seu pai mais do que moradia, escola, alimentação, vestimentas, vergonha, honestidade e a chance de um futuro melhor.
Muitos pais, Zezinho, mesmo com diplomas, profissões definidas e morando nas cidades têm que seguir esta mesma trajetória. Trabalham todos os dias, inclusive aos domingos. Muitos são funcionários de fábricas, farmácias, supermercados, jornais, rádios e de hospitais, que não fecham; outros são ambulantes, motoristas de coletivos, ambulâncias, táxis, viaturas, bombeiros, policiais, pequenos comerciantes e dedicam a vida quase que obrigatoriamente ao trabalho, muitas profissões exigem que sejam assim. Mesmo que quisessem, jamais seriam iguais a este pai arquitetado pela psicóloga. Existe várias maneiras de definir um pai presente, é um assunto complexo e não é fácil defini-lo.
O Zezinho então resolveu divulgar o fato para os seus colegas e assim se pronunciou na sua escola:
--Colegas, meu Pai nunca se ausentou da minha vida e está presente em todos os meus momentos, minha mãe afirmou que ele nunca foi um pai ausente. Quando não está em casa, encontra-se na labuta em busca do pão, da segurança, da saúde e da educação de sua prole e de todos os agregados que dependem do seu suor.
Diz minha mãe, que em tudo o meu pai está presente. Está presente na mensalidade da escola, livros, cadernos, lápis, borrachas, alimentos, roupas e nos calçados. Está presente nas redes, lençóis, sabonetes, pasta de dentes e em diversas contas que aparecem, enfim, tudo que consumimos tem o suor do meu pai.
As vezes minha mãe pega uma colher, raspa a pele do seu rosto, mostra aos seus filhos o suor que vem na sua ponta e complementa que aquele suor, é fruto do seu trabalho, depois afirma que em nossa casa, tudo que nela existe, é fruto do suor do meu pai e do seu suor, eles trabalham juntos para que os seus filhos tenham um futuro promissor.
Lembro-me de um dia, muito especial. Estava eu saboreando um gostoso doce de leite, e no final da última colherada, olhei para a minha mãe e falei :
--Mamãe, este doce está estranho, a senhora acredita que no final desta última colherada, percebi um gostinho de sal? tenho certeza que foi colocado sal neste delicioso doce.
Minha mãe, de imediato falou:
--Meu filho, nunca se esqueça que este doce foi feito e temperado com o suor do seu pai, está aí este gostinho de sal no final da última colherada. Seu pai está presente em tudo, tenha certeza que este sal não é um sal qualquer, é um sal oriundo do suor de seu Pai .
--Só depois de adulto, consegui decifrar as suas palavras. Minha mãe ensinou a muitos naquela isolada Serra do Araripe.
Era uma filósofa realista.
Abraços para todos
Zezinho
Iderval Reginaldo Tenório
Escute a música de Marcondes Benedito Farias Costa e Luiz Gonzaga
Santana do Ipanema é um município brasileiro no estado das Alagoas, localizado na região oeste do estado.
A cidade foi fundada em 1875 às margens do rio Ipanema. Possui uma população de aproximadamente 47.819 habitantes, conforme dados de 2020, e uma área de 438 km²
"Os homens nascem livres"
OS HOMENS NASCEM LIVRES x DITADORES SANGUINÁRIOS
O ser humano, na sua essência, só pensa em si. Como viver bem, se os ditadores cometem genocídios e milhares de pessoas torcem por estes ditadores tiranos? Muitos defendem sem saber o que estão fazendo. Possuídos por histerias, paranoias e neuroses, gritam com todas as forças dos pulmões e esquecem as atrocidades cometidas em pleno século XXI.
" DITADOR TAL, LIVRE; SALVE A SOBERANIA DOS TIRANOS E ABAIXO A SOBERANIA DO POVO".
Sem se esquecer dos genocidas.
Conheçam a obra de Aquiles Mbembe
Filósofo e escritor camaronês.
Obra principal, NECROPOLÍTICA
É a idolatria e a lavagem cerebral as senhoras dominadoras de cérebros insensatos.
"Os homens nascem livres"
Iderval Reginaldo Tenório
"Quase se poderia dizer que a histeria é uma obra de arte deformada, que a neurose obsessional é uma religião deformada e a paranoia, um sistema filosófico deformado."
Sigmund Freud.
"A razão ! Privada de saber, é algo absolutamente insensato, mesmo para os grandes filósofos".
Friedrich Nietzsche
Nicolás Maduro, Xi Jinping, Augusto José Ramón Pinochet Ugarte, Kim Jong-un, Idi Amin Dada, Sadann Hussein, José Daniel Ortega Saavedra, os Castros e OUTROS SANGUINÁRIOS PELO MUNDO.
O que explica pessoas alforriadas apoiarem estes sistemas?
Pessoas de nível educacional Superior. Pessoas que comem bem, vestem bem e moram bem, querer tanto mal para estes sofridos povos que vivem sob a batuta da chibata?
SSa, Ba, 19 de abril de 2026
Iderval Reginaldo Tenório