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domingo, 30 de agosto de 2026

Augusto Márcio Coimbra Teixeira pelo Mestre e Professor, Dr. Roberto Marback

 Augusto Márcio Coimbra Teixeira.

O renomado professor e médico baiano Augusto Márcio Coimbra Teixeira nasceu no ano de 1933.  Ele formou-se em medicina no final de 1954 e iniciou sua marcante trajetória como docente de Histologia na Faculdade de Medicina da Bahia da UFBA em 1960  e depois na Cirurgia Geral. O professor faleceu em setembro de 2012, aos 79 anos de idade.

Revista da ABM 

                              Presidente  da Associação Baiana de Medicina

                                                Professor Antônio Carlos Vieira Lopes

               Augusto Márcio Coimbra Teixeira.

Com muita admiração e saudade, quis o Professor Antônio Carlos Vieira Lopes, Presidente da Associação Baiana de Medicina, colega e fraternal amigo, determinar que eu fosse o responsável por essa homenagem ao Professor Dr. Augusto Márcio Coimbra Teixeira, recentemente falecido. 

Aceitei com tristeza, mas com absoluta certeza de que como aluno, amigo e admirador do Professor Augusto Teixeira não seria possível fugir à determinação. 

Tenho a mais absoluta convicção de  que se Augusto estivesse junto a mim enquanto escrevia estas breves linhas, reclamaria logo comigo pelo uso de Professor Doutor antecedendo seu nome. Embora muito merecesse, gostava de ser chamado apenas de Augusto ou Gugu, para  os amigos mais íntimos. 

Conheci  Augusto Teixeira como professor de Histologia  na querida Faculdade de Medicina da Bahia/UFBA no ano de 1960, durante o primeiro ano do curso de graduação em Medicina. 

Passei  a admirá-lo  como professor paciente, com a ignorância dos calouros quanto à morfologia microscópica  dos órgãos humanos. Discutia os aspectos da Histologia, ensinando inclusive aquilo que seria de importância para os futuros médicos. 

No gabinete de Histologia e Embriologia da Faculdade do Terreiro de Jesus, os mestres Túlio Miraglia e Augusto Teixeira me fizeram compreender o valor do conhecimento da estrutura  dos tecidos normais, entender as alterações sofridas pelos mesmos quando agredidos por doenças. 

Mais adiante, durante o Curso Médico, fui reencontrá-lo como Professor Livre Docente e Professor Adjunto na 2ª Clínica Cirúrgica do Hospital das Clínicas, ao lado do saudoso mestre, Professor Fernando Visco Didier e um pouco mais adiante como seu interno, por dois anos, no Hospital Getúlio Vargas, pronto-socorro de Salvador naquela época. 

A convivência levou-me a admirá-lo mais ainda, pela modéstia dos que são realmente excelentes, pela sua absoluta disponibilidade para com  os pacientes, curando quando possível e confortando, quando impossível curar. 

Durante vários anos, já como professor da Faculdade de Medicina, muitas manhãs, ao chegar ao Centro Cirúrgico do Hospital das Clínicas, tomava conhecimento de cirurgias de urgência, realizadas pelo mestre Augusto Teixeira, salvando vidas  durante madrugadas anteriores. 

Atendia com eficiência e carinho a todos que necessitavam dos seus excelentes conhecimentos médicos e habilidade cirúrgica, fossem pobres ou ricos. 

Realizou  cirurgias em vários clientes, amigos e familiares, inclusive meus pais. Posteriormente tive a felicidade de tê-lo como vizinho de consultório. Sua chegada ao edifício do consultório significava visita a todos os colegas do andar térreo ao quarto andar, trazendo alegria para todos, inclusive para os clientes dos colegas, com os quais conversava de maneira amena e simpática. 

Quem vier a ler estas simples, mas profundamente sinceras linhas, tomará conhecimento de que AUGUSTO TEIXEIRA existiu para o bem de sua família, dos seus alunos, amigos e dos seus inúmeros pacientes.   

                                       Dr. Roberto Marback

                                Mestre da Oftalmologia da Bahia e do Brasil

Os idólatras e os seus corrruptos

 


BRASIL, ELEIÇÃO, LAMPIÃO, ROBIN HOOD E  O MODERNO VOTO DE CABRESTO.

É  vergonhoso ver tantos  escolarizados  apoiarem  políticos  desonestos  e mentirosos.

Esquecem dos  atos ilícitos praticados, tais quais Lampião e Robin Hood, que pregavam dividir  os frutos dos roubos com os mais pobres, em troca de apoio, aqui em troca do voto  com a finalidade de continuarem no poder.

Os desonestos confesso diante de centenas de denúncias,  riem da cara do povo e abertamente se pronunciam:  

"Estes atos de falcatruas e de enriquecimento ilícito,  praticados por minha pessoa, em nada prejudicarão a minha carreira política, estamos eleitos, os nossos eleitores não pensam, são cativos, podem falar que de nada adianta." 

Mostram o quanto estes seguidores perderam o raciocínio e o senso crítico, atuam como  verdadeiras birutas.  

Todos utilizam a mesma justificativa e os idólatras complementam: 

“Quanto mais bate, mais cresce, o meu desonesto é o maior. Mesmo sendo corrupto confesso, não perderá o meu voto."  

                          É DEPRIMENTE 

Será que não se envergonham deste comportamento, será que serão exemplos para os filhos e amigos a apoiarem seres humanos corruptos?  Será que estão sendo remunerados? O que seria mais vergonhoso.

 

                  Iderval Reginaldo Tenório 

A participação de homens que se identificam como mulheres NO ESPORTE FEMININO.

 





A participação de homens que se identificam como  mulheres, os transexuais, nos ESPORTES FEMININOS  tem gerado polêmicas homéricas.

Não existe um número oficial exato de quantos homens transexuais vivem no Brasil, pois o IBGE ainda não realiza uma contagem censitária específica sobre identidade de gênero. 

Estudos de alguns institutos  estimam  que a população trans e não-binária  no país fique entre 3 a 4 milhões de pessoas. O que aponta que já chegou a hora dos comitês esportivos proporem  novos  tipos de categoria.

Urgente  seria a categoria para as trans femininas,  medida   esta que acabaria  com algumas  controvérsias  e  pouparia a mulher   de competir   com atletas de maior porte. Hoje  não existe consenso e nem diretrizes claras para apaziguar este dilema.

No boxe,  de acordo com o porte físico do lutador, existe uma humana estratificação,  Peso Palha, Mosca, Galo, Pena, Leve, Médio, Meio -pesado e Pesado, equalizando  as dúvidas,  colocando os similares dentro  da mesma categoria. 

No esporte feminino, no qual o transexual participa, existem dilemas, sendo necessário provas hormonais e biológicas pertinente a cada sexo, para  mensurar a superioridade das trans femininas sobre as  mulheres cis gênero, abandonando o lógico: força muscular,  porte físico, altura e  largura, comprimento das pernas e braços,  tamanho das mãos, envergadura dos ombros, deslocamento de ar,  a capacidade pulmonar, volume sanguíneo e o tom da voz. 

"Na anatomia feminina, a estrutura básica e as funções da laringe são as mesmas que nos homens — atuando na respiração, proteção das vias aéreas e fonação —, porém ela apresenta dimensões morfologicamente menores e pregas vocais mais curtas, o que leva a  uma voz peculiar à mulher, só modificada por procedimentos artificias ".  

Atentar para a mente masculina que os trans trazem da infância até a fase adulta e   a sedimentação cultural secular, que o homem está inserido no trabalho produtor remunerado e a mulher no reprodutor, doméstico,  o de cuidar, o não remunerado, o que não significa dizer que o trabalho  da mulher é menos importante do que o trabalho do homem. Na maioria das vezes, a participação da mãe  no  forjamento dos descendentes é mais significante do que a do pai.  

A  cabeça masculina é totalmente diferente da feminina, hoje encontra-se   visivelmente em   desconstrução com os estudos de gênero e o crescimento da mulher em todas as áreas profissionais.

Atletas de maior porte físico, que participam de competições com atletas de portes menores,   podem  intimidar, amedrontar e dominar os competidores devido as vantagens biomecânicas e o impacto psicológico natural do tamanho. 

No esporte essa dinâmica é visível tanto em modalidades de combate quanto em esportes coletivos e de força, exemplos são o boxe, o lançamento de dardos, voleibol  e o basquetebol.

Deve-se levar em conta os dados estruturados e os não estruturados em todas as atividade da vida, notadamente nos esportes nos quais o porte  e o preparo físico são primordiais, daí a existência de várias categorias no mesmo esporte.  

Dados estruturados são informações organizadas em um formato rígido e padronizado, divididas em linhas e colunas, são dados pétreos, exemplo maior é a Pirâmide das classes sociais: Classe A, B, C,  D e os que extrapolam a Pirâmide, os arquimilionários. 

Dados não estruturados são informações que não possuem um formato ou organização predefinida, não podendo ser armazenados em tabelas de linhas e colunas

80% a 90% de  dados gerados são não estruturados, que   incluem textos livres, vídeos, áudios, tom da voz,  imagens performáticas, postagens em redes sociais e notadamente os que tocam o  emocional.

O publicitário e empresário brasileiro Walter Longo na sua obra   "O fim da idade média e o inicio da idade Mídia. pg 66,  para fundamentar o emocional em tudo que se pratica assim se  explana:

" É importante reforçar que dados  não estruturados não se resumem a métricas, números, estatísticas ou conteúdos de racionalidade lógica, oral ou escrita,  pelo contrário, eles envolvem sobretudo situações imateriais, a  expressão das emoções, dos comportamentos e as contradições diárias."  


Seria uma "Solução Salomônica", como diria um grande  Jornalista  da TRIBUNA DA BAHIA, de saudosa memória,  falecido em março  2010, que na sua coluna em assuntos políticos polêmicos, dava o seu parecer, geralmente bem estudado e apaziguador.  Nesta o mestre do jornalismo teria uma salomônica solução.

"Criar uma categoria esportiva  para contemplar os transexuais, apaziguar  social e culturalmente   a  desconstrução biológica e equalizar os estudos de gênero na sociedade. O que não se permite é continuar este desentendimento ad aeternum."  

                             Iderval Reginaldo Tenório

ATLETAS TRANS FEMININA NO ESPORTE FEMININO- UM GRANDE DILEMA.

 



A participação de homens que se identificam como  mulheres, os transexuais, nos ESPORTES FEMININOS  tem gerado polêmicas homéricas.

Não existe um número oficial exato de quantos homens transexuais vivem no Brasil, pois o IBGE ainda não realiza uma contagem censitária específica sobre identidade de gênero. 

Estudos de alguns institutos  estimam  que a população trans e não-binária  no país fique entre 3 a 4 milhões de pessoas. O que aponta que já chegou a hora dos comitês esportivos proporem  novos  tipos de categoria.

Urgente  seria a categoria para as trans femininas,  medida   esta que acabaria  com algumas  controvérsias  e  pouparia a mulher   de competir   com atletas de maior porte. Hoje  não existe consenso e nem diretrizes claras para apaziguar este dilema.

No boxe,  de acordo com o porte físico do lutador, existe uma humana estratificação,  Peso Palha, Mosca, Galo, Pena, Leve, Médio, Meio -pesado e Pesado, equalizando  as dúvidas,  colocando os similares dentro  da mesma categoria. 

No esporte feminino, no qual o transexual participa, existem dilemas, sendo necessário provas hormonais e biológicas pertinente a cada sexo, para  mensurar a superioridade das trans femininas sobre as  mulheres cis gênero, abandonando o lógico: força muscular,  porte físico, altura e  largura, comprimento das pernas e braços,  tamanho das mãos, envergadura dos ombros, deslocamento de ar,  a capacidade pulmonar, volume sanguíneo e o tom da voz. 

"Na anatomia feminina, a estrutura básica e as funções da laringe são as mesmas que nos homens — atuando na respiração, proteção das vias aéreas e fonação —, porém ela apresenta dimensões morfologicamente menores e pregas vocais mais curtas, o que leva a  uma voz peculiar à mulher, só modificada por procedimentos artificias ".  

Atentar para a mente masculina que os trans trazem da infância até a fase adulta e   a sedimentação cultural secular, que o homem está inserido no trabalho produtor remunerado e a mulher no reprodutor, doméstico,  o de cuidar, o não remunerado, o que não significa dizer que o trabalho  da mulher é menos importante do que o trabalho do homem. Na maioria das vezes, a participação da mãe  no  forjamento dos descendentes é mais significante do que a do pai.  

A  cabeça masculina é totalmente diferente da feminina, hoje encontra-se   visivelmente em   desconstrução com os estudos de gênero e o crescimento da mulher em todas as áreas profissionais.

Atletas de maior porte físico, que participam de competições com atletas de portes menores,   podem  intimidar, amedrontar e dominar os competidores devido as vantagens biomecânicas e o impacto psicológico natural do tamanho. 

No esporte essa dinâmica é visível tanto em modalidades de combate quanto em esportes coletivos e de força, exemplos são o boxe, o lançamento de dardos, voleibol  e o basquetebol.

Deve-se levar em conta os dados estruturados e os não estruturados em todas as atividade da vida, notadamente nos esportes nos quais o porte  e o preparo físico são primordiais, daí a existência de várias categorias no mesmo esporte.  

Dados estruturados são informações organizadas em um formato rígido e padronizado, divididas em linhas e colunas, são dados pétreos, exemplo maior é a Pirâmide das classes sociais: Classe A, B, C,  D e os que extrapolam a Pirâmide, os arquimilionários. 

Dados não estruturados são informações que não possuem um formato ou organização predefinida, não podendo ser armazenados em tabelas de linhas e colunas

80% a 90% de  dados gerados são não estruturados, que   incluem textos livres, vídeos, áudios, tom da voz,  imagens performáticas, postagens em redes sociais e notadamente os que tocam o  emocional.

O publicitário e empresário brasileiro Walter Longo na sua obra   "O fim da idade média e o inicio da idade Mídia. pg 66,  para fundamentar o emocional em tudo que se pratica assim se  explana:

" É importante reforçar que dados  não estruturados não se resumem a métricas, números, estatísticas ou conteúdos de racionalidade lógica, oral ou escrita,  pelo contrário, eles envolvem sobretudo situações imateriais, a  expressão das emoções, dos comportamentos e as contradições diárias."  


Seria uma "Solução Salomônica", como diria um grande  Jornalista  da TRIBUNA DA BAHIA, de saudosa memória,  falecido em março  2010, que na sua coluna em assuntos políticos polêmicos, dava o seu parecer, geralmente bem estudado e apaziguador.  Nesta o mestre do jornalismo teria uma salomônica solução.

"Criar uma categoria esportiva  para contemplar os transexuais, apaziguar  social e culturalmente   a  desconstrução biológica e equalizar os estudos de gênero na sociedade. O que não se permite é continuar este desentendimento ad aeternum."  

                             Iderval Reginaldo Tenório

Atletas trans feminino no Esporte Feminino

 




A participação de homens que se identificam como  mulheres, os transexuais, nos ESPORTES FEMININOS  tem gerado polêmicas homéricas.

Não existe um número oficial exato de quantos homens transexuais vivem no Brasil, pois o IBGE ainda não realiza uma contagem censitária específica sobre identidade de gênero. 

Estudos de alguns institutos  estimam  que a população trans e não-binária  no país fique entre 3 a 4 milhões de pessoas. O que aponta que já chegou a hora dos comitês esportivos proporem  novos  tipos de categoria.

Urgente  seria a categoria para as trans femininas,  medida   esta que acabaria  com algumas  controvérsias  e  pouparia a mulher   de competir   com atletas de maior porte. Hoje  não existe consenso e nem diretrizes claras para apaziguar este dilema.

No boxe,  de acordo com o porte físico do lutador, existe uma humana estratificação,  Peso Palha, Mosca, Galo, Pena, Leve, Médio, Meio -pesado e Pesado, equalizando  as dúvidas,  colocando os similares dentro  da mesma categoria. 

No esporte feminino, no qual o transexual participa, existem dilemas, sendo necessário provas hormonais e biológicas pertinente a cada sexo, para  mensurar a superioridade das trans femininas sobre as  mulheres cis gênero, abandonando o lógico: força muscular,  porte físico, altura e  largura, comprimento das pernas e braços,  tamanho das mãos, envergadura dos ombros, deslocamento de ar,  a capacidade pulmonar, volume sanguíneo e o tom da voz. 

"Na anatomia feminina, a estrutura básica e as funções da laringe são as mesmas que nos homens — atuando na respiração, proteção das vias aéreas e fonação —, porém ela apresenta dimensões morfologicamente menores e pregas vocais mais curtas, o que leva a  uma voz peculiar à mulher, só modificada por procedimentos artificias ".  

Atentar para a mente masculina que os trans trazem da infância até a fase adulta e   a sedimentação cultural secular, que o homem está inserido no trabalho produtor remunerado e a mulher no reprodutor, doméstico,  o de cuidar, o não remunerado, o que não significa dizer que o trabalho  da mulher é menos importante do que o trabalho do homem. Na maioria das vezes, a participação da mãe  no  forjamento dos descendentes é mais significante do que a do pai.  

A  cabeça masculina é totalmente diferente da feminina, hoje encontra-se   visivelmente em   desconstrução com os estudos de gênero e o crescimento da mulher em todas as áreas profissionais.

Atletas de maior porte físico, que participam de competições com atletas de portes menores,   podem  intimidar, amedrontar e dominar os competidores devido as vantagens biomecânicas e o impacto psicológico natural do tamanho. 

No esporte essa dinâmica é visível tanto em modalidades de combate quanto em esportes coletivos e de força, exemplos são o boxe, o lançamento de dardos, voleibol  e o basquetebol.

Deve-se levar em conta os dados estruturados e os não estruturados em todas as atividade da vida, notadamente nos esportes nos quais o porte  e o preparo físico são primordiais, daí a existência de várias categorias no mesmo esporte.  

Dados estruturados são informações organizadas em um formato rígido e padronizado, divididas em linhas e colunas, são dados pétreos, exemplo maior é a Pirâmide das classes sociais: Classe A, B, C,  D e os que extrapolam a Pirâmide, os arquimilionários. 

Dados não estruturados são informações que não possuem um formato ou organização predefinida, não podendo ser armazenados em tabelas de linhas e colunas

80% a 90% de  dados gerados são não estruturados, que   incluem textos livres, vídeos, áudios, tom da voz,  imagens performáticas, postagens em redes sociais e notadamente os que tocam o  emocional.

O publicitário e empresário brasileiro Walter Longo na sua obra   "O fim da idade média e o inicio da idade Mídia. pg 66,  para fundamentar o emocional em tudo que se pratica assim se  explana:

" É importante reforçar que dados  não estruturados não se resumem a métricas, números, estatísticas ou conteúdos de racionalidade lógica, oral ou escrita,  pelo contrário, eles envolvem sobretudo situações imateriais, a  expressão das emoções, dos comportamentos e as contradições diárias."  


Seria uma "Solução Salomônica", como diria um grande  Jornalista  da TRIBUNA DA BAHIA, de saudosa memória,  falecido em março  2010, que na sua coluna em assuntos políticos polêmicos, dava o seu parecer, geralmente bem estudado e apaziguador.  Nesta o mestre do jornalismo teria uma salomônica solução.

"Criar uma categoria esportiva  para contemplar os transexuais, apaziguar  social e culturalmente   a  desconstrução biológica e equalizar os estudos de gênero na sociedade. O que não se permite é continuar este desentendimento ad aeternum."  

                             Iderval Reginaldo Tenório

sexta-feira, 28 de agosto de 2026

A MEDICINA. O MÉDICO. AS FACULDADES, AS ESTRADAS E AS MORTES PRECOCES.



 A MEDICINA. O MÉDICO. AS FACULDADES, AS ESTRADAS E AS MORTES PRECOCES. 

Demandas equivocadas e a vida do médico do Brasil.

Uma delas é a graduação em medicina e a abertura de escolas sem precedentes.

São 494 Faculdades, 50 mil médicos formados por ano, fora os do MERCOSUL. 80% das Faculdades são  particulares, mensalidade variando  de 6 a 16 mil e 20% são públicas.

Estima-se que 80 mil brasileiros cursam Medicina noutros países da América Latina. Argentina, Paraguai, Bolívia e Cuba. 

São 10 mil vagas anuais nas instituições públicas e 40mil vagas  na rede privada. 

Consequências sérias virão, a medicina não é mais  MEDICINA,  é comércio, mídia e produto, quem viver verá, a sociedade está sendo enganada. 

Muitos falecem nas estradas em busca do pão e para  pagarem a dívida de 1,3 milhão com a Faculdade Particulares.

Em vez de circularem nos corredores dos hospitais, transitam pelas estradas assassinas do país que interligam os   diversos municípios que labutam, geralmente são jovens, tanto mulheres como homens. Saem de um plantão de uma cidade e vão para outras e outras.

A população fala: " ESTE GANHA BEM, ESTÁ BEM DE VIDA".

Os pais, as autoridades,  a população e o médico não enxergam as estatísticas de mortes precoces.

Calcula-se que mais de 15% dos médicos trabalham em até 03 municípios diferentes como plantonistas de emergências, 20% em ambulatórios e programas da  família em mais de um municípios, 7% levam especialidades a pequenos municípios e perambulam por várias cidades num único mês. Não diferente dos heróis e heroínas  que trabalham como representantes de laboratórios, a diferença é que estes profissionais não dão plantão noturno, não têm  o sono entrecortado durante a noite e são hospedados em hotéis. Têm um bom café, um bom almoço  e a mente descansada durante o dia.

Os grandes especialistas dos  hospitais regionais e das policlínicas públicas   (neurocirurgiões, oftalmologistas, endocrinologistas, cirurgiões torácicos, ortopédicos)   em todo o país não moram no município no qual atua, estão sempre em deslocamento.

São 10 mil vagas anuais nas instituições públicas, 20%  e 40mil vagas  na rede privada, 80%. 

O governo, tal qual o Pôncio Pilatos,  lavou as mãos no ensino médico, está  enganando, destruindo, negligenciando, precarizando a profissão e colocando em risco os médicos.

Hoje são 680 mil médicos.

Projeta-se para  2030,   1,1 milhão de médicos. 5  para cada habitantes. 

Para 2035,  1,3 milhão.  5,6 para mil habitantes,  

                      Iderval Reginaldo Tenório

O MÉDICO. AS FACULDADES. OS PAIS ENGANADOS. O NUMERO DE FACULDADES.

 

Demografia Médica no Brasil 2023- RESUMO DA MATÉRIA

             

Aumento recorde no total de médicos no País pode ser cenário de risco para  a assistência, avalia Conselho Federal de Medicina | Portal Médico 

                                .

  Número de médicos sem especialização cresce em 6 anos no Brasil | CNN Brasil

Faculdade de Medicina da Bahia da Universidade Federal da Bahia –  Wikipédia, a enciclopédia livre 

Lançada a Demografia Médica no Brasil 2023

Número de médicos especialistas no país cresce 84% em 10 anos, e mulheres serão maioria na profissão já em 2024

Demografia Médica no Brasil 2023, produzida em parceria entre a Associação Médica Brasileira e a Faculdade de Medicina da USP, também projeta que país chegará em 2035 com mais de 1 milhão de médicos; médicas declaram renda 36% anual inferior que os colegas homens

            O número de registros de médicos com título em alguma especialidade cresceu 84% nos últimos 10 anos no Brasil. 

            A DMB 2023, coordenada pelo pesquisador Mário Scheffer, professor livre-docente do Departamento de Medicina Preventiva da FMUSP, foi formulada a partir de três eixos principais: estudos demográficos da população médica, estudos sobre formação e profissão médica e inquéritos sobre Residência Médica e trabalho médico no Brasil.

   

Em abril de 2025, o Brasil contava com aproximadamente
635,7 mil médicos. Este número inclui cerca de 353 mil especialistas e 244 mil generalistas. A densidade de médicos no país é de aproximadamente 2,9 por mil habitantes, mas a distribuição é desigual, com maior concentração nas regiões Sul e Sudeste

 

 

            *Médicos especialistas e especialidades médicas*

 Em 2022 o Brasil possuía 321.581 médicos com ou mais títulos de especialistas, o que representa 62,5% dos profissionais em atividade no país. Os demais 37,5% eram médicos generalistas, ou seja, sem titulação em nenhuma especialidade.

O número total de registros de médicos titulados no país chega a 495.716, o que representa 84% a mais em relação aos 268,2 mil registros existentes em 2012. 

Um mesmo médico pode ter título ou ter concluído Residência Médica em mais de uma especialidade e, por isso, o número de títulos em especialidades é maior que o número de indivíduos especialistas.

 As especialidades com maior número de registros de especialistas são Clínica Médica, com 56.979 médicos, Pediatria (48.654), Cirurgia Geral (41.547), Ginecologia e Obstetrícia (37.327), Anestesiologia (29.358), Ortopedia e Traumatologia (20.972), Medicina do Trabalho (20.804) e Cardiologia (20.324). 

 Um segundo grupo, de cinco especialidades – Oftalmologia, Radiologia e Diagnóstico por Imagem, Psiquiatria, Dermatologia e Medicina de Família e Comunidade, soma 14,4% do total de especialistas.

 No período entre 2012 e 2022, algumas especialidades como Clínica Médica, Medicina de Família e Comunidade, Radiologia e Diagnóstico por Imagem, Medicina Legal e Perícia Médica, Cirurgia de Mão, Medicina de Tráfego, Angiologia, Geriatria, Cirurgia de Cabeça e Pescoço, Neurologia, Genética Médica e Mastologia pelo menos dobraram o número de especialistas.

Os homens são maioria em 36 das 55 especialidades médicas e as mulheres predominam em 19 delas. As especialidades mais “femininas” são Dermatologia, Pediatria, Alergia e Imunologia, Endocrinologia e Metabologia e Genética Médica. As especialidades mais “masculinas” são Urologia, Ortopedia e Traumatologia, Neurocirurgia, Cirurgia Cardiovascular e Cirurgia do Aparelho Digestivo.

A especialidade com maior número de mulheres é a Dermatologia: são 8.236 médicas, o que representa 77,9% dos dermatologistas do país. Outras especialidades com grande proporção de mulheres são Pediatria (75,6%), Alergia e Imunologia e Endocrinologia e Metabologia, ambas com 72,1%.

Em 34 das 55 especialidades médicas existentes no Brasil, a média de idade dos médicos especialistas é inferior a 50 anos.

No Sul do país, 68% dos médicos possuem alguma especialidade. Já no Centro-Oeste 63,4% dos profissionais são médicos especializados, enquanto no Sudeste são 63,3%, no Norte, 57,2% e no Nordeste, 52,3%.

O Distrito Federal possui a maior proporção de médicos especialistas em relação ao total de profissionais (72,7%), enquanto o Amapá registra a menor (40,4%).

Em relação à Força de Trabalho Cirúrgica – que inclui cirurgiões, anestesiologistas e obstetras, a Demografia Médica aponta que, no Brasil, há uma densidade de 66 especialistas por 100.000 habitantes, mais do que o triplo do recomendado pela Lancet Commission On Global Surgery, que é de 20 por 100 mil.

*Aumento de médicos no Brasil*

Nos últimos 13 anos, de 2010 a 2023, mais de 250 mil novos médicos (251.362) entraram no mercado de trabalho no Brasil, resultado direto da abertura de cursos e de vagas de graduação em medicina.

Em janeiro de 2023 o país contava com 562.229 médicos inscritos nos 27 Conselhos Regionais de Medicina (CRMs), o que corresponde a uma taxa nacional de 2,6 médicos por 1.000 habitantes. Na mesma data, o total de registros médicos chegava a 618.593.

Essa diferença entre o quantitativo de indivíduos médicos e o de registros se refere aos profissionais que possuem inscrições em mais de um CRM, seja porque trabalham em cidades de diferentes estados ou porque se deslocam temporariamente a outro estado.

No ano 2000 o Brasil contava com 239.110 médicos. Enquanto o número de profissionais mais do que dobrou até 2023, a população geral do país cresceu em torno de 27%.

Duas regiões do país possuem número de médicos em relação à população inferior à média nacional. No Norte há 1,45 médico por 1.000 habitantes e, no Nordeste, 1,93.

 Já as regiões Sudeste, Centro-Oeste e Sul do Brasil possuem razões de 3,39, 3,10 e 2,95 médicos por 1.000 habitantes, respectivamente.

 Os estados brasileiros que possuem maior densidade de médicos por 1.000 habitantes são o Distrito Federal (5,53), Rio de Janeiro (3,77), São Paulo (3,50) e Santa Catarina (3,05). As menores densidades são encontradas no Pará (1,18 médico por 1.000 habitantes), Maranhão (1,22) e Amazonas (1,36).

Os dados da Demografia Médica ainda mostram que os médicos se concentram nas capitais brasileiras que, somadas, reúnem 312.246 médicos de todo o país, o que representa uma razão de 6,13 profissionais por 1.000 habitantes.

Já o grupo de regiões metropolitanas do Brasil (excluindo capitais) possui 44.824 médicos, o que significa 1,14 médico por 1.000 habitantes. Na somatória das cidades que compõem o interior do Brasil, são 225.996 médicos ou 1,84 profissional por 1.000 habitantes.


            *Projeção da oferta de médicos no Brasil nos próximos anos*

            Uma das projeções inéditas feitas pela nova edição da Demografia Médica no Brasil 2023 é referente à oferta de médicos em atividade no país nos próximos anos.

            Em dois cenários analisados – de eventual “congelamento” na abertura de cursos de graduação e vagas de medicina entre 2023 e 2029 ou de manutenção dos efeitos da legislação vigente em 2022 em que a abertura de cursos e vagas é regulada e não seria interrompida nos anos seguintes -, a projeção é de que em 2035 haverá entre 1.016.121 e 1.032.753 médicos no Brasil.

            “Haverá acirramento das disparidades de concentração de médicos. Das 27 unidades da Federação, 18 delas irão apresentar densidade de profissionais por mil habitantes abaixo da média nacional, estimada em 4,4 em 2035

            *Mais mulheres na profissão*

            O fenômeno da “feminização” da profissão médica já vinha sendo observado desde 2009 entre os recém-graduados, mas ainda havia, no total da profissão, 59,5% de homens e 40,5% de mulheres. Em 2022 a proporção foi de 51,4% de médicos e 48,6% de médicas. Para 2024 a projeção é de que 50,2% do total de médicos no país sejam mulheres.

            Entre 2010 e 2022 o número de mulheres médicas quase dobrou, passando de 133 mil para 260 mil. Entre os homens o crescimento foi mais lento, com acréscimo de 43%.

            O estudo também demonstrou desigualdade de renda entre os gêneros. Conforme dados obtidos por meio de declarações junto à Receita Federal referente ao ano-base de 2020, as médicas brasileiras declaram rendimento médio anual 36,3% inferior que os profissionais do sexo masculino.

 Ainda de acordo com a projeção do estudo da Demografia Médica, a idade média do médico brasileiro vai cair e, em 2035, mais de 85% dos profissionais terão entre 22 e 45 anos. Também em 2035 haverá 56% de profissionais de medicina do sexo feminino contra 44% do sexo masculino.

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            *A expansão dos cursos de medicina no Brasil e o perfil dos estudantes*

 Segundo a Demografia Médica, de 2013 a 2022 foi registrada a maior expansão do ensino médico da história do Brasil.

Em 2013, o Brasil possuía aproximadamente 180 escolas de medicina. Até 2014, esse número havia dobrado em relação ao início dos anos 2000, chegando a cerca de 216 escolas.

 

Em um intervalo de apenas 20 anos , o número de faculdades de Medicina no país mais que triplicou , passando de 143 para 448 — um aumento superior a 200% . 

 

  Em 2022 o Brasil contava com 389 escolas médicas que, juntas, ofereciam 41.805 vagas de graduação. Desse total, 23.287 novas vagas foram abertas de 2013 em diante. O aumento foi quase quatro vezes maior do que o registrado entre 2003 e 2012, quando foram autorizadas 5.990 vagas.

Uma das principais características da expansão da oferta de graduação médica nos últimos 20 anos no Brasil foi a abertura de vagas predominantemente no setor privado de educação.

Nesse período, enquanto as novas vagas de medicina em universidades públicas passaram de 5.917 em 2003 para 9.725 em 2022 (aumento de 64%), as vagas em escolas médicas do setor privado subiram de 7.001 para 32.080 (crescimento de 358%).

As mulheres foram maioria entre os alunos do primeiro ano de medicina no período analisado pela Demografia Médica, representando 54,9% do total de estudantes em 2010 e 61,4% em 2019.

A Demografia identificou um aumento da população negra – soma de alunos que se declararam pretos e pardos -, de 1.483 estudantes de medicina em 2010 para 9.326 em 2019.

Além disso, cresceu a participação de estudantes de medicina entre aqueles que cursaram o ensino médio em escolas públicas, de 25,9% do total em 2010 para 29,8% em 2019.

            *Oferta e distribuição de Residência Médica*

 Em 2021, 4.950 programas de RM estavam credenciados no Brasil. Naquele ano, os 41.853 médicos que cursavam Residência Médica representavam cerca de 8% do total de médicos em atividade no país.

O estado de São Paulo concentra 33,3% de todos os residentes, seguido por Minas Gerais (11,1%), Rio de Janeiro (10%) e Rio Grande do Sul (7,1%). 

O Distrito Federal é a unidade federativa com maior densidade de médicos residentes por 100.000 habitantes (44,92), seguido por São Paulo (29,86), Rio Grande do Sul (25,84) e Rio de Janeiro (24,06). No outro extremo, o estado do Maranhão apresenta a densidade mais baixa (4,57), seguido por Amapá (5,13) e Pará (7,10).

Em 2021, cerca de 43% dos médicos residentes cursavam programas em quatro especialidades: Clínica Médica (14,2%), Pediatria (10,87%), Ginecologia e Obstetrícia (9,15%) e Cirurgia Geral (9,08%).

Entre 2018 e 2021 o número de médicos que cursavam Residência Médica no Brasil passou de 38.681 para 41.853.

A maioria dos residentes (55,7%) pretende, um ano após a formação, manter exercício profissional de dupla prática, dividindo a atuação profissional entre os serviços público e privado. 

 

Matéria completa na íntegra..

  

Demografia Médica: CFM | CRMs


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Com a Demografia Médica 2023, o CFM introduz nova abordagem dentro desse projeto. Em lugar de publicação impressa, os dados agora estão reunidos em ...

 


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