Estatísticas do blog Estatísticas do blog Mostra o número de visualizações de página no seu blog.

sexta-feira, 7 de agosto de 2026

BOMBAS, TROVÕES, CÃES E GATOS MUDANÇA DO COMPORTAMENTO NOS ANIMAIS

 

.



                                       BOMBAS, TROVÕES, CÃES E GATOS

                         MUDANÇA DO COMPORTAMENTO NOS ANIMAIS  

                                            

Num tenebroso  inverno no final dos anos sessenta, sob os estrondos das trovoadas noturnas,  muitos cães pés-duros,  da zona rural mudaram os seus comportamentos.  Alguns  foram sacrificados a mando dos especialistas do município  após  chegarem a um veredicto: Raiva.                   

Aviso aos moradores 

A Raiva  é uma doença mortal, transmissível,  não tem tratamento quando os sintomas aparecem.  

Zezinho, 12 anos de idade,  contestou aqueles atos e falou para si que um dia estudaria  aquele fenômeno.

Pensava só para si: 

" Não tem sentido, não é lógico e deve ter uma explicação, seria raiva coletiva, será"?.

Noite longa, muita chuva, ventanias,  relâmpagos, raios,  trovões de derrubar  telhados, árvores caídas e muito medo.

Ao nascer do sol,  alguns  cães ficaram latindo a esmo, amofinados nos cantos das paredes, trêmulos, olhar perdido e outros levemente agressivos.  

As autoridades municipais foram informadas. De imediato, açodadamente e sem um estudo completo do fenômeno,  deram um veredicto: 

"Estão contaminados com o vírus da raiva."

É uma doença perigosa, mortal e que pode passar para outros cães e para os humanos, ainda não tem cura.

Zezinho foi a campo para fundamentar a sua curiosidade. Como estudava na cidade, começou a sua pesquisa na zona urbana. 

Observou que os cães que tinham tutores e dormiam sob a proteção dos mesmos, não apresentavam mudanças comportamentais estranhas, porém os cães de ruas ficavam atordoados com estrondos de bombas e  trovões, estes fatores aguçaram o seu raciocínio. 

Quais os porquês? Arregaçou as mangas e foi em busca das respostas. Fez diversas entrevistas com os estudiosos da cidade e debruçou-se na literatura. 

Voltando ao seu reduto, deu continuidade à sua pesquisa. Visitou diversas casas do campo nas quais os cães foram sacrificados. Ao  inquirir exaustivamente os moradores, chegou à uma superficial  conclusão:

Dos cães que tinham um tutor e passavam a noite sob proteção, poucos apresentaram mudanças no comportamento; dos que dormiam no relento, sob a tutela da escuridão e dos fenômenos naturais( trovões, raios e relâmpagos),  muitos mudaram e alguns, por não voltarem ao normal, foram sacrificados como cães doentes da raiva. Com estes estudos, o jovem deu continuidade à sua pesquisa.

O tempo passou e depois de adulto investiu nos estudos, teve acesso a vários artigos e pinçou textos que poderiam esclarecer o fenômeno.

1- Trovões e bombas  podem desencadear crises de pânico, fobias  e quadros de ansiedade intensa em cães, conhecidos clinicamente como fobia de ruído. Que embora não criem um transtorno mental crônico, ativam um estresse extremo que pode se agravar com o tempo.

Os cães ouvem sons muito mais altos e em frequências mais baixas que os humanos.

2-A queda na pressão atmosférica antes da tempestade avisa ao cão que  perigo se aproxima. 

O pelo do animal pode acumular carga estática, causando um incômodo físico real.

Tremores e batimentos cardíacos acelerados.

Tentativas desesperadas de fuga ou de se esconder em locais apertados.

Latidos excessivos, choro ou uivos, salivação em excesso ou fazer xixi/cocô por pânico.

 

3- Cães  protegidos e acolhidos por seus tutores sofrem menos com trovões e bombas, pois a presença de uma figura de confiança serve como uma âncora emocional.

Estudos de comportamento canino mostram que os cães usam seus humanos como porto seguro e  o acolhimento reduz os níveis de cortisol (hormônio do estresse) no animal.

4- A vacina e o tratamento antirrábico (conhecido como método Pasteur) chegaram ao Brasil no final do século XIX e inicio do século XX, com o início das aplicações práticas consolidadas em 1903, após a fundação do  Instituto Pasteur de São Paulo em agosto daquele ano.

5-Criação do Programa Nacional de Profilaxia da Raiva (PNPR) em 1973,  estruturou em âmbito nacional a vacinação em massa de cães e gatos para controle da raiva urbana.

6-O estudo comportamental do medo de ruídos intensos (como bombas e trovões) em cães ganhou força acadêmica e veterinária nas últimas décadas, especialmente a partir dos anos 2000

Esse pânico ocorre porque a audição canina capta frequências e distâncias quatro vezes maiores que a humana. Trovões e bombas suportáveis para os humanos,  são  catástrofes para os cães e os gatos, ativam o sistema de fuga e medo intenso de forma imprevisível. 

Zezinho, de posse destes conhecimentos, apresentou no ano 2000 a sua tese de colação de grau, na Faculdade de MedicinaVeterinária da Universidade Federal do Estado do Ceará, com o título. 

DESVENDADA A MATANÇA DE VÁRIOS CÃES, NA DÉCADA DE SESSENTA, NA CHAPADA DO ARARIPE. 

 Sepultada a causa viral e esclarecida  a sua interrogação sobre a raiva coletiva.

Não existe raiva coletiva (como um surto de histeria ou raiva simultânea em grupo) em cães. A raiva é uma doença infecciosa viral real e individual, causada por um  Lyssavirus, que afeta o cérebro. Se vários cães parecem bravos ou alterados juntos, isso ocorre por estresse, brigas por território, matilha ou medo, e não por uma infecção coletiva 

                   Iderval Reginaldo Tenório

                         

www.youtube.com › watch
Bem-vindo à nossa transmissão 24 horas por dia, 7 dias por semana de música para cachorro dormir, relaxar e ficar mais tranquilo.
YouTube · Músicas Para Cachorros · 25 de dez. de 2025


BOMBAS, TROVÕES, CÃES E GATOS. MUDANÇA DO COMPORTAMENTO DOS ANIMAIS.

                              

.



                                       BOMBAS, TROVÕES, CÃES E GATOS

                         MUDANÇA DO COMPORTAMENTO NOS ANIMAIS  

                                            

Num tenebroso  inverno no final dos anos sessenta, sob os estrondos das trovoadas noturnas,  muitos cães pés-duros,  da zona rural mudaram os seus comportamentos.  Alguns  foram sacrificados a mando dos especialistas do município  após  chegarem a um veredicto: Raiva.                   

Aviso aos moradores 

A Raiva  é uma doença mortal, transmissível,  não tem tratamento quando os sintomas aparecem.  

Zezinho, 12 anos de idade,  contestou aqueles atos e falou para si que um dia estudaria  aquele fenômeno.

Pensava só para si: 

" Não tem sentido, não é lógico e deve ter uma explicação, seria raiva coletiva, será"?.

Noite longa, muita chuva, ventanias,  relâmpagos, raios,  trovões de derrubar  telhados, árvores caídas e muito medo.

Ao nascer do sol,  alguns  cães ficaram latindo a esmo, amofinados nos cantos das paredes, trêmulos, olhar perdido e outros levemente agressivos.  

As autoridades municipais foram informadas. De imediato, açodadamente e sem um estudo completo do fenômeno,  deram um veredicto: 

"Estão contaminados com o vírus da raiva."

É uma doença perigosa, mortal e que pode passar para outros cães e para os humanos, ainda não tem cura.

Zezinho foi a campo para fundamentar a sua curiosidade. Como estudava na cidade, começou a sua pesquisa na zona urbana. 

Observou que os cães que tinham tutores e dormiam sob a proteção dos mesmos, não apresentavam mudanças comportamentais estranhas, porém os cães de ruas ficavam atordoados com estrondos de bombas e  trovões, estes fatores aguçaram o seu raciocínio. 

Quais os porquês? Arregaçou as mangas e foi em busca das respostas. Fez diversas entrevistas com os estudiosos da cidade e debruçou-se na literatura. 

Voltando ao seu reduto, deu continuidade à sua pesquisa. Visitou diversas casas do campo nas quais os cães foram sacrificados. Ao  inquirir exaustivamente os moradores, chegou à uma superficial  conclusão:

Dos cães que tinham um tutor e passavam a noite sob proteção, poucos apresentaram mudanças no comportamento; dos que dormiam no relento, sob a tutela da escuridão e dos fenômenos naturais( trovões, raios e relâmpagos),  muitos mudaram e alguns, por não voltarem ao normal, foram sacrificados como cães doentes da raiva. Com estes estudos, o jovem deu continuidade à sua pesquisa.

O tempo passou e depois de adulto investiu nos estudos, teve acesso a vários artigos e pinçou textos que poderiam esclarecer o fenômeno.

1- Trovões e bombas  podem desencadear crises de pânico, fobias  e quadros de ansiedade intensa em cães, conhecidos clinicamente como fobia de ruído. Que embora não criem um transtorno mental crônico, ativam um estresse extremo que pode se agravar com o tempo.

Os cães ouvem sons muito mais altos e em frequências mais baixas que os humanos.

2-A queda na pressão atmosférica antes da tempestade avisa ao cão que  perigo se aproxima. 

O pelo do animal pode acumular carga estática, causando um incômodo físico real.

Tremores e batimentos cardíacos acelerados.

Tentativas desesperadas de fuga ou de se esconder em locais apertados.

Latidos excessivos, choro ou uivos, salivação em excesso ou fazer xixi/cocô por pânico.

 

3- Cães  protegidos e acolhidos por seus tutores sofrem menos com trovões e bombas, pois a presença de uma figura de confiança serve como uma âncora emocional.

Estudos de comportamento canino mostram que os cães usam seus humanos como porto seguro e  o acolhimento reduz os níveis de cortisol (hormônio do estresse) no animal.

4- A vacina e o tratamento antirrábico (conhecido como método Pasteur) chegaram ao Brasil no final do século XIX e inicio do século XX, com o início das aplicações práticas consolidadas em 1903, após a fundação do  Instituto Pasteur de São Paulo em agosto daquele ano.

5-Criação do Programa Nacional de Profilaxia da Raiva (PNPR) em 1973,  estruturou em âmbito nacional a vacinação em massa de cães e gatos para controle da raiva urbana.

6-O estudo comportamental do medo de ruídos intensos (como bombas e trovões) em cães ganhou força acadêmica e veterinária nas últimas décadas, especialmente a partir dos anos 2000

Esse pânico ocorre porque a audição canina capta frequências e distâncias quatro vezes maiores que a humana. Trovões e bombas suportáveis para os humanos,  são  catástrofes para os cães e os gatos, ativam o sistema de fuga e medo intenso de forma imprevisível. 

Zezinho, de posse destes conhecimentos, apresentou no ano 2000 a sua tese de colação de grau, na Faculdade de MedicinaVeterinária da Universidade Federal do Estado do Ceará, com o título. 

DESVENDADA A MATANÇA DE VÁRIOS CÃES, NA DÉCADA DE SESSENTA, NA CHAPADA DO ARARIPE. 

 Sepultada a causa viral e esclarecida  a sua interrogação sobre a raiva coletiva.

Não existe raiva coletiva (como um surto de histeria ou raiva simultânea em grupo) em cães. A raiva é uma doença infecciosa viral real e individual, causada por um  Lyssavirus , que afeta o cérebro. Se vários cães parecem bravos ou alterados juntos, isso ocorre por estresse, brigas por território, matilha ou medo, e não por uma infecção coletiva 

                   Iderval Reginaldo Tenório

                         

www.youtube.com › watch
Bem-vindo à nossa transmissão 24 horas por dia, 7 dias por semana de música para cachorro dormir, relaxar e ficar mais tranquilo.
YouTube · Músicas Para Cachorros · 25 de dez. de 2025

quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Zeconildo um jovem de futuro

 

Imagem relacionada

 .                                  

 Zeconildo um jovem do futuro.

Meio dia, Zeconildo abre os olhos ainda cansado e  faz esforço para se levantar. Estica as pernas, levanta os braços, retira o lençol e num gesto de preguiça,  boceja e escancara a boca o máximo possível. 

Diante dos 22 anos, 84 quilogramas de puros músculos, precisa repor as energias,  precisa comer

Vai até a cozinha,  cueca de marca a delinear o corpo, regada das nádegas à mostra  e  documentos sexuais em alto relevo. Fuça  as frias panelas  deixadas pela mãe, encontra ressecados pedaços de frango, arroz  e  feijão requentados, diante do encontrado,  resmunga a lamentar a vida e vai em busca de um bocado  melhor.

Zeconildo só volta após encher a pança e visitar uma academia de ginástica, de ginástica,  por duas horas, tudo para delinear os músculos.  Refresca o  atlético corpo  com  água   morna, apara a barba e as sobrancelhas, aplica um gel fixador nos cabelos, veste uma roupa esportiva, de marca, colada ao corpo e some para a lida diária. 

Diz peremptoriamente que é acadêmico, jura que  cursa jornalismo com  comunicação. 

Um colega  buzina na sua porta, ás pressas faz  uso de um energético e bem perfumado, sem livros, lápis ou cadernos  toma o caminho da escola. 

Dorme de duas a três noites por semana na casa dos colegas, todos sem empregos e igualmente  turbinados.  Pertencem à  mesma tribo, fazem o mesmo curso e falam a mesma língua.   

É exigente no calçar e no vestir, perfume só do bom, não come gordura, açúcar e nem se arrisca a roer ossos para não estragar os dentes. Gosta de suplementos vitamínicos e complementos proteicos, é chegado a produtos turbinados. 

O garoto é fino no trato, excelente  acadêmico  em todas as matérias, tira dez nos halteres,  bicicletas, elípticos, esteiras, anilhas e barras, anualmente passa por média. 

Passeia nas redes sociais com o melhor dos equipamentos e em plataformas  especiais, é discreto, não utiliza o nome  original, é um sujeito simples, o pseudônimo é a sua marca.  

                 O menino  é um futurista antenado,  é o cara.

                          Salvador 06 de Agosto de 2026

                                Iderval Reginaldo Tenório



Escutem de  Rozil Cavalcante na voz de Luiz Gonzaga

Faz Força Zé - Luiz Gonzaga - YouTube


https://www.youtube.com/watch?v=w9A38P72Ej8
4 de jun de 2012 - Vídeo enviado por CanalCacoMusicas
Musica: Faz Força Zé Artista: Luiz Gonzaga Album: Pisa no Pilão (Festa do Milho) ... "Homem que tem a ...

Viva o forró de Zé Lagoa!
É hoje!

 

Quem quiser vida folgada
De viver sem trabalhar
Que procure moça rica
Ou butija pra arrancar
Tirar sorte grande para se arrumar

 

Oi! Faz força Zé, para melhorar
Faz força Zé, para melhorar
O homem não vai sem trabalhar
Faz força Zé, para melhorar
O homem não vai sem trabalhar

 

Quem não gosta do trabalho
Diz que camisa não dá
Encontrando um bolso aberto
É capaz de aproveitar
Tipo perigoso até no falar

 

Oi! Faz força Zé, para melhorar
Faz força Zé, para melhorar
O homem não vai sem trabalhar
Faz força Zé, para melhorar
O homem não vai sem trabalhar

 

Homem que tem a mão fina
'Troce o rosto no falar
Pinta unha, faz de conta e capricha no andar
Cuidado nele porque dá azar

 

Oi! Faz força Zé, para melhorar
Faz força Zé, para melhorar
O homem não vai sem trabalhar
Faz força Zé, para melhorar
O homem não vai sem trabalhar

 

Ehe, Campina Grande, terra afamada
Tô sentindo saudade
Das caboclas da Fazenda Nova
Mas eu vou quebrar é na Serra da Bocaina

 

Ah, menino!
Quando eu boto
Aquele paletozinho que mãe fez
Nós assim com um terno faz efeito
Não há quem 'arriseste

 

Faz força Zé, para melhorar
O homem não vai sem trabalhar
Faz força Zé, para melhorar
O homem não vai sem trabalhar

 

Fonte: Musixmatch

Compositor: Rosil Cavalcanti

A segregação sexual e de gênero no transporte coletivo. Urge educação e cidadania

 Segregação de gênero – Wikipédia, a enciclopédia livre

Afinal, o que é a ideologia de gênero da qual o presidente fala? - 04/01/2019 - UOL Universa

A segregação sexual  e de gênero no transporte coletivo.  Urge educação e cidadania 

Esta civilização está no fim. Um povo que não consegue viver em harmonia de gêneros, sendo necessário voltar à condutas de aparthaid por lei, é uma sociedade doente.  

Urge medidas que sedimentem os direitos e os deveres constitucionais, notamente o EDUCACIONAL.

Não estranhem que estas condutas sejam sementes para outras que virão como antigamente: Escolas para mulheres e para homens, como também  nos EUA até os gritos de Martin Luher King e Rosa Park de 1955 a 1956, Penitenciárias para negros e para brancos, Escolas para negros e para brancos, festas para brancos e festas para negros, bancos nos ônibus para separar as etnias, tudo documentado por bell hooks e Angela Davis

A sociedade está perdida e confusa, somos um povo só e miscigenado. 

As crianças até os 07 anos deveriam cursar  matérias sociais que abordassem estas demandas e não plantarem estas matérias segregadoras, pois é nesta fase que se forja o homem com todas as suas propriedades. Não olhando para as crianças, as segregações perduraram  ad aeternum. Tanto a segregação, como todos os tipos de preconceitos.

                  Urge educação e cidadania. 

                   Iderval Reginaldo Tenório


"A segregação sexual no transporte coletivo — tratada principalmente como a adoção de vagões ou espaços exclusivos para mulheres — é uma medida de segurança pública adotada para comnetebater a importunação sexual, o assédio e a violência de gênero nos deslocamentos urbanos 

Caráter facultativo: Os espaços exclusivos (como em linhas de metrô e trens urbanos) funcionam como opção para as passageiras, que podem escolher entre o vagão reservado ou os de uso misto

Expansão de iniciativas: Várias capitais e regiões metropolitanas reforçam a fiscalização, ampliam campanhas educativas e implementam vagões rosas ou sinaerlizados para diminuir os índices de abusos facilitados pela superlotação. 

Arcabouço legal: A prática de atos libidinos.

os sem consentimento no transporte continua tipificada criminalmente como importunação sexual (Art. 215-A do Código Penal), com penas de 1 a 5 anos de reclusão, e debates legislativos buscam integrar painéis nacionais de dados e prevenção ao assédio na mobilidade urbana."