sábado, 30 de maio de 2026

Somos uma província, somos uma Rinha de GALO. E OS RATOS?




                     
🧠Concorrente desleal, o que fazer - by Leandro Branquinho

Somos uma província, somos uma Rinha. 

Enquanto a pseudo- esquerda e os seus  idólatras entregam a soberania do país à China, os da pseudodireita entregam ao Ocidente e aos EUA, neste interim, o país caminha para o buraco e para o atraso.  

São dois grupos de enganados. O país hoje é uma rinha e os donos dos galos querem ver sangue. 

Os amoladores de esporões, maldosamente e sem raciocínio, não cansam de diariamente afiarem as suas pontas à mando da cúpula desonesta.   

Não somos um país, somos uma província mal conduzida e sem valor, e haja ódio em ambas as pontas. 

Os "homens" da cúpula, deliberadamente estão perdidos, são marionetes diante das duas potências e fustigam os seus galos para contendas mortais, como não raciocinam, irracionalmente obedecem.  

Precisamos recuperar o país. Deixem de serem bobos e subservientes.  

O nosso universo é vergonhoso, sombrio e suicída.

"É tipo uma luta do UFC. Os engravatados ficam assistindo e fazendo suas apostas, e os galos arengando". SAM um leitor. 

Salvador, 30 de Maio de 2026

Iderval Reginaldo Tenório

dois hienas mostrando dentes e rosnar às cada de outros 70445750 Foto de  stock no Vecteezy 

Dentes de Lobo vs Hiena Malhada : r/natureismetal 

sexta-feira, 29 de maio de 2026

CÂMARA DE SALVADOR COMEMOROU UM CICLO DE 85 ANOS DE SERVIÇOS DE EXCELÊNCIA DO HGV/HGE

 

CÂMARA DE SALVADOR COMEMOROU UM CICLO DE 85 ANOS DE SERVIÇOS DE EXCELÊNCIA DO HGV/HGE

João - 28/05/2026 15:00 - Atualizado 28/05/2026
FOTO      UISE EPITÁCIO

 

CÂMARA DE SALVADOR COMEMOROU UM CICLO DE 85 ANOS DE SERVIÇOS DE EXCELÊNCIA DO HGV/HGE, SOB A TUTELA DA VEREADORA ALADILCE SOUZA 

Sob a tutela da combativa e importante vereadora Aladilce Souza, o nosso querido  HGV/HGE, a principal porta DE EMERGÊNCIA hospitalar da Bahia, foi homenageado

Como filho daquela casa e irmão  dos milhares de médicos da Bahia e do Brasil, que obrigatoriamente sorveram conhecimentos, sabedoria,  alma  e o espírito de médico, condições sin ne qua non para desiguinarem-se "filhos de Esculápio" aqui na Bahia.  

Foi nesta casa, que muitos aprenderam a examinar, operar e conviver comunitariamente. É impossível não vir água nos olhos, dos seus filhos, ao falar  ou relembrar da convivência naquela Catedral da Medicina. 

Para não deixar de citar alguns nomes, é de bom alvitre lembrar os grandes diretores, homens que dedicaram uma vida ao nosso NOSOCOMIO. Dr.Roberto Simon, Dr. Jorge Cerqueira, Dr Wanderlino, Dr.Pitangueiras, Márcio Quintiliano e o grande Dr André Luciano, que o dirigiu por 17 anos e labutou por 35, sem se esquecer do mestre Antonio Antico. Como   não lembrar de  pacientes históricos, que reforçaram a sua importância e os chefes de equipes, relembro do Dr. Hélio Mariotte, que ficava com a prancheta e cada um que chegava tinha que falar com ele, os fecalomas eram quebrados pelos retardatários.   Hoje os coordenadores são competentíssimos, com destaque aquele com que eles convivi, Antonio Maltez, um médico especial e de grande valor, Marcos  Reis, um profissional do mais alto quilate e o jovem Marcus Almeida, um apaziguador  nato, um condutor que traz paz para os seus comandados.  

Quem não se lembra do maior paciente queimado do Hospital, chegou com o rosto totalmente danificado e que sob a tutela do professor Dr. Carvalhal França,  morou por mais de quatro anos e recebeu alta com o rosto restituído, outros, com lesões da coluna e sob a tutela do Professor Jaime Freire de Carvalho e equipe,  saíram andando para o convívio da família. 

É de se encher a alma e o espirito de saudades, quando se fala de um paciente asmático, amigo de todos, que já chegava sabendo o que iria usar e era imediatamente acolhido por toda a equipe, do interno ao mais alto cargo da casa. 

Lembranças à parte, o que falar dos funcionários da manutenção e de alguns equipamentos, o nosso querido e zuadento elevador, que roncava alto ao subir.  As enfermeiras dedicadas, as assistentes sociais e as técnicas de enfermagem, todos e todas  verdadeiros(as) professores em prol dos queridos pacientes.  

Citarei a competente Marta e equipe, a conduzir o RH, fazendo tudo e de tudo para contemplar cada servidor nas suas necessidades, uma anfitriã nata e que corre nas arterias e veias o suprassumo do respeito, acolhimento e resoluções por mais difícil que pareçam. 

Foi este hospital( HGV OU O NOSSO PRONTO SOCORRO DO CANELA) 50 anos de vida  e é este mesmo hospital, continuado com o nome  HGE, hoje com 36 anos de vida, somando juntos 86 anos, que todos médicos da Bahia se orgulham. 

Um dia um colega me falou: "Saí do HGV/HGE, porém ele nunca saiu da minha vida, ele está impregnado no meu  DNA, sou grato e feliz por fazer parte daquela e desta  Catedral, e digo mais, quem não sorveu dos ensinamentos do HGV/HGE, aqui na Bahia, não é médico raiz". Falava com lágrimas nos olhos de tanta felicidade. Não conseguir conter o marejamento dos meus, marejamos  juntos.

Iderval Reginaldo Tenório

 

Desde 1979, Pré-interno, Interno e depois servidor, tendo se afastado para fazer Residencia em Cirurgia, no também baluarte Hospital Central Roberto Santos, filho legítmo do antigo HGV, hoje irmão SIAMES do HGE.    

 

DA HOMENAGEM DA QUERIDA ALADILCE SOUZA E DA COMUNIDADE BAIANA 

 

Ex-servidora tanto do Hospital Getúlio Vargas (HGV) quanto do Hospital Geral do Estado (HGE), a vereadora Aladilce Souza (PCdoB), enfermeira formada pela UFBA, promoveu, na tarde desta quinta-feira (28), no Plenário Cosme de Farias, um verdadeiro encontro de ex e atuais colaboradores das instituições de reftente Merência em socorro de alta complexidade, com o tema “Uma longa história salvando vidas”. Em sua saudação, emocionada, ela declarou: “São muitos sentimentos que se misturam nesse momento. Essa é uma sessão que eu estava devendo a mim mesma, mas principalmente a esta Casa, que é a Casa do povo de Salvador.

Desde que cheguei aqui, penso em fazer uma homenagem ao HGV/HGE. Anos se passaram, estou no 5⁰ mandato e somente agora foi possível, para resgatar a história do Pronto Socorro da Bahia”.

Resgatar, sobretudo, a história de quase 50 anos do “velho HGVE ”, criado pelo ex-reitor Edgard Santos, que formou tantas pessoas, “tanto profissionalmente quanto humanitariamente, fortalecendo a ética e o compromisso social”. O HGV, segundo Aladilce, foi uma grande escola: “Os tempos eram outros. Durante meio século foi o único hospital de emergência da Bahia, grande referência em trauma, para onde todos queriam ir em situação de acidentes, risco eminente de vida. Mesmo sabendo que as condições eram precárias, as pessoas sabiam que ali estariam os mais experientes profissionais para salvar-lhes a vida. Eu tive a felicidade de trabalhar no HGV nos seus últimos anos de vida e de ter contribuído para a sua mudança”.

Um tem o DNA do outro

Aladilce relembrou, como se passasse um filme na cabeça, do seu primeiro emprego.  “Foram anos muito intensos, quando o bicho pegava, o hospital ficava superlotado, com pacientes em todos os lugares, em cima dos balcões e até no chão. E a gente a correr de lá pra cá, pegando material pela janela da farmácia. Era uma loucura! Estávamos sempre à espera de uma ambulância que entrava pela contramão da Rua Araújo Pinho e pacientes carregados, sangrando, queimados, desacordados, recolhidos em via pública ou afogados, às vezes sem identidade, com ou sem acompanhante, e a gente fazia milagres, com espírito de equipe. Quantas vidas foram salvas  por essa agilidade e doação dos profissionais!”. E sugeriu que essa memória seja eternizada em um livro.

As dificuldades provocaram os funcionários a lutar por melhorias de condições de trabalho e de instalações, movimento que tomou corpo e levou à construção do moderno e amplo HGE da Vasco da Gama, inaugurado em 10 de abril de 1990.

O diretor-geral do HGE, Márcio Quintiliano da Fonseca, falou em nome da instituição, classificando como justa a homenagem dupla ao HGV/HGE, “porque nunca foram só as paredes, os prédios, os equipamentos, mas

o resultado do atendimento decente, que é a nossa missão. É o resultado do que a gente faz na prática. Então, continuemos com essa responsabilidade de honrar esse legado”. André Luciano Santana de Andrade, ex-diretor do HGV/HGE, ressaltou que não é possível separar as duas instituições, “porque o DNA do HGV está no HGE”. E apoiou a ideia de resgatar a memória do “antigo Pronto Socorro do Canela”.

Votação histórica

Presentes à sessão, os deputados federais Alice Portugal (PCdoB), também ex-estagiária de farmácia bioquímica do HGV, e Jorge Solla (PT), ex-secretário estadual de Saúde, foram parabenizados por Aladilce pela participação na votação histórica do fim da jornada 6×1 na Câmara Federal, na noite de quarta-feira (27). Os dois contribuíram com emendas parlamentares para nova ampliação do HGE.

A mesa do evento contou com as presenças, ainda, de Janaina Peralta de Souza, superintendente de Gestão de Recursos Humanos da Sesab; a enfermeira aposentada Lúcia Terezinha Liberato de Mattos Reis, do HGV/HGE; a auxiliar de enfermagem e assistente social Joana Evangelista Conceição Silva, coordenadora da Comissão de Desospitalização do HGE; e Joelson Santana dos Santos, diácono da Igreja Católica e paciente

do HGV/HGE. Diversos ex-servidores do HGV foram homenageados com placas comemorativas durante o evento. A parte cultural da sessão ficou por conta do Coral da Câmara, regido pelo maestro Carlos Veiga, e pelo grupo de funcionários do HGE formado por Alexandre Barros, William Carvalho, Jéssica Lobo e Rogério Moura

João - 28/05/2026 15:00 - Atualizado 28/05/2026 

Vcs estão ótimas, fotogênicas,esse cabelo de Edelvira então está um show de bola, s contar c o de Taninha e Eliene ques estou bonitos
Gente,  quem tiver fotos  bonitas  podem enviar!  Maravilhoso o encontro!! 

 

quinta-feira, 28 de maio de 2026

OS HOMENS NASCEM LIVRES x DITADORES SANGUINÁRIOS

 



O abutre e a menina: a história de uma foto histórica 



"Os  homens nascem livres"

OS HOMENS NASCEM LIVRES  x DITADORES  SANGUINÁRIOS

O ser humano, na sua essência,  só  pensa em si. Como viver bem, se os ditadores cometem genocídios e  milhares de pessoas torcem por estes ditadores tiranos?  Muitos defendem sem saber o que estão fazendo. 


Possuídos por  histerias, paranoias e  neuroses, gritam com todas as forças  dos pulmões e esquecem as atrocidades cometidas em pleno século XXI E GRITAM:

" DITADOR TAL, LIVRE;  SALVE A SOBERANIA DOS TIRANOS E ABAIXO A SOBERANIA   DO POVO"SEM SE ESQUECER DOS GENOCIDAS.

Conheçam a obra de Aquiles Mbembe

Filósofo e escritor camaronês.

Obra principal, NECROPOLÍTICA

É a idolatria e a lavagem cerebral as senhoras dominadoras de cérebros insensatos.

"Os homens nascem livres"

Iderval Reginaldo Tenório


Sigmund Freud assim se expressou:  "Quase se poderia dizer que a histeria é uma obra de arte deformada, que a neurose obsessional é uma religião deformada e a paranoia um sistema filosófico deformado."

Friedrich Nietzsche disse: "A razão ! Privada de saber,  é algo absolutamente insensato, mesmo para os grandes filósofos".


O  que explica pessoas alforriadas apoiarem estes sistemas, depois falam:

" Sou de esquerda, morte aos fascistas". 

 Têm como ícones os maiores ditadores sanguinários dos dois últimos séculos. 

ALI KAMENEI E OS DEMAIS DO IRÃ


   Nicolás Maduro, Xi Jinping, Augusto José Ramón Pinochet Ugarte,  Kim Jong-un, Idi Amin Dada, Sadan Hussein, José Daniel Ortega Saavedra, os Castros e OUTROS SANGUINÁRIOS PELO MUNDO DA ATULIADADES.

Pessoas de nível educacional Superior.  Pessoas que comem bem, vestem bem e moram bem  querer tanto mal para estes sofridos povos  que vivem sob a batuta da chibata? 


                SSa, Ba, 28 de Maio   de 2026

                  Iderval Reginaldo Tenório

MAIS UMA FACADA NA CLASSE MÉDIA.

 

 


📜 QUAIS OS TIPOS DE IDOLATRIA NOS DIAS ATUAIS – Pequenos Sermões Grandes  Mensagens   

  

O HOMEM  E A PLASTICIDADE CEREBRAL.   DESCONSTRUÍNDO  UMA PERSONALIDADE

 

MAIS UMA FACADA NA CLASSE MÉDIA. 

A neurociência tem mostrado, que mais de 80% das mentes não pensam por si, independente do nível social, cultural, econômico, educacional e etnia.

Existem no ser humano e em todos os animais não humanos, as propriedades da lavagem cerebral e a indução de comportamentos. 

Estes fenômenos são estudados por cientistas em muitos centros acadêmicos, iniciado principalmente  por Ivan Petrovich Pavlov, fisiologista Russo dos anos 1890 a 1903, que pesquisou diversos reflexos em cães. O principal foi  o "reflexo condicionado de Pav Lov", que guarda similitude com os reflexos dos humanos, dos  golfinhos, dos  leões e dos demais animais.  

A lavagem cerebral   é um processo psicossocial, coercitivo e de manipulação que está atrelado à neuroplasticidade cerebral.

 A maleabilidade, a complexidade da psicologia e  comportamento humano,  tornam o homem uma presa fácil a ser manipulado pelos estudiosos do assunto, sendo constantemente adestrado durante a vida. 

Lavagem cerebral é uma  técnica de persuasão coercitiva extrema, visando a modificação de crenças, comportamentos e valores de um indivíduo, muitas vezes contra sua vontade. 

A neurociência chegou  à conclusão, que mais de 90% dos 80% dos idólatras da população, perderam o senso, a capacidade de raciocínio e de crítica,  e tais quais  folhas secas  são levados para onde os ventos do poder soprarem.

Atenção maior é na política e nos ídolos  religiosos. Os idolatradores polarizaram estes setores e os seguidores de cada tendência, os idolatrados, impreguinam-se, raivosamente,  de cortisol, uns  de um lado e  outros do outro, construindo mundos diferentes. 

O hormônio cortisol, o hormônio do estresse em excesso, faz com que os indivíduos deixem de ser eles, e atuem como rebanhos de irracionais a defenderem os seus manipuladores comportamentais, chegando ao ponto de dividir as comunidades  em vários segmentos e a nação em grupos diferentes.  Atinge os descamisados, os pobres, os  médios, os  ricos e os muito ricos. Os pobres continuam pobres, os ricos continuam ricos, os muito ricos, ainda mais ricos e a classe média sempre a cair. 

A  diáspora social só acontece na classe média, que a cada dia é empurrada para as camadas mais baixas, frutos dos escorchantes impostos, do custo de vida e das benesses oficiais,  uma vez que patrocina os programas governamentais, muitos primordiais, pois foram criados para sanar sofrimentos crônicos  inaceitáveis,  a fome e a perda da cidadania, além de outros criados para agradar determinadas categorias com a finalidade de angariar simpatias, notadamente  o escambo com o   votos.

O que mais pesa para a classe média e não encontra defesa, são as  gastanças da máquina  pública, os desvios nas instituições públicas e privadas, as farras dos gonvernantes na vida social com o erário público,  e o sustento  da sua própria vida, onde tudo é  privado: Moradia, Alimentação,  Saúde, Educação, Locomoção e Segurança. 

O que demonstra em todos  os dados divulgados pelo IBGE,  é   a  queda da classe média, o congelamento dos ricos,  o aumento dos pobres,  parte advindo da classe média e  o aumento dos muito ricos.          

             Salvador, 25 de maio de 2026

                         Iderval Reginaldo Tenório

 

O boleto do terror está chegando aos condomínios

Por Marcus Vale

Tem gente tratando isso como simples “debate trabalhista”. Não é.

Condomínio funciona 24 horas por dia.
Sábado.
Domingo.
Madrugada.
Feriado.
Natal.
Ano Novo.

O prédio nunca para.

Tem porteiro, limpeza, segurança, manutenção, entrada de entregador, morador chegando às 3 da manhã, vazamento, elevador travando, garagem funcionando.

Agora imagine manter essa máquina funcionando com menos horas de trabalho sem reduzir salários.

A conta explode.

E ela vai explodir no colo do morador.

Muita gente ainda não percebeu o tamanho do problema. Quando falam em acabar com a escala 6x1, parece algo abstrato. Mas condomínio é matemática. Fria. Brutal.

Se um funcionário trabalha menos dias, alguém precisa cobrir as horas restantes.

Isso significa:
mais funcionários,
mais encargos,
mais férias,
mais FGTS,
mais adicional noturno,
mais custo trabalhista.

Em muitos prédios, folha salarial já consome metade do orçamento. Alguns síndicos já falam reservadamente em aumentos de 20%, 25%, até 30%.

E o pior:
isso pode acontecer perto das eleições.

Vai ter assembleia virando campo de guerra.

Morador revoltado.
Síndico pressionado.
Funcionário exigindo direitos.
Conta que simplesmente não fecha.

E aí começam os cortes:
menos segurança,
menos limpeza,
manutenção adiada,
porteiro sobrecarregado,
prédio piorando lentamente.

A política é abstrata.

O boleto do condomínio, não.

Ele chega todo mês.
Sem atraso.
Sem discurso.
Sem piedade.

— Marcus Vale 

é