
PENSAMENTO PRIMÁRIO
" Siga, siga e trilhe o seu caminho".
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O blog foi criado para a cultura. Mostra o quanto é importante o conhecimento.Basta um click no artigo. Centro Médico Iguatemi,310.CLINICA SÃO GABRIEL LTDA- 33419630 33425331Participe ,comente, seja seguidor. DR IDERVAL REGINALDO TENÓRIO , 1954 , JUAZEIRO DO NORTE -CEARÁ. 08041988lgvi.1984 CHEGOU EM SALVADOR COM 18 ANOS , MEDICINA NA UFBA. CIRURGIÃO GERAL. driderval@bol.com.br ACESSEM DO AMIGO E RADIALISTA PERFILINO NETO O SEU SITE DE MUSICA eradoradio.com.br

PENSAMENTO PRIMÁRIO
" Siga, siga e trilhe o seu caminho".
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Para todo o Nordeste e para todo o Brasil, notadamente os Nordestinos pulverizados pelo mundo, uma homenagem do Patativa do Assaré .
SECA de 63/ 64 EM TODO O CEARÁ
NOTADAMENTE NO MEU CARIRI
JUAZEIRO DO NORTE-CRATO E BABALHA
GOVERNADOR DO CEARÁ DE Período: 1959 a 1963.
O prefeito de Juazeiro do Norte-ce em 1963 .
Francisco Humberto Bezerra de Menezes
Música de Fundo . LUAR DO SERTÃO
Música de fundo- João Pernambuco
João Teixeira Guimarães, mais conhecido como João Pernambuco, foi um compositor, violonista e violeiro brasileiro, considerado uma figura fundamental na estruturação do violão solo no Brasil e um dos principais nomes na história do choro.
Letra do Catulo da Paixão Cearense
Catulo da Paixão Cearense (São Luís, 8 de outubro de 1863 – Rio de Janeiro, 10 de maio de 1946), o Poeta do Sertão, foi um poeta, teatrólogo, músico e compositor brasileiro. É considerado um dos maiores compositores da história da canção popular brasileira.[1] A data de nascimento foi por muito tempo considerada dia 31 de janeiro de 1866, pois a data original fora modificada para que Catulo pudesse ser nomeado ao serviço público. Foi muito prestigiado por diversos intelectuais, pela beleza de suas escritas.
SEU DOTÔ ME CONHECE?
P/ IderM TODO val Reginaldo Tenório

O filho mais velho, que é tirado a intelectual e falante, num tom esclarecedor pediu a palavra e disse:
___"Mamãe, num é beiço não mamãe, quem tem beiço é os animá, os cavalo, os bode e os boi, nós humano tem é láibos.
A quase centenária, que tem respostas para tudo, responde ao filho intelectual:
__"Prefiro os meus beiços do que o seus láibos"
2-A SESSÃO
O presidente da câmara de Vereadores, na semana da Pátria, ao abrir a sessão assim se pronunciou:
__"Senhores vereadores, dou por abrida esta sessão em homenagem à nossa Pátria".
O seu secretário, Zé de Mundim, um radialista de renome, de imediato foi até ao seu lado e falou baixinho no seu ouvido.
__"Presidente Nestor, num é abrida não Presidente, é aberta".
O Presidente, sem titubear, fala em voz alta para todos os presentes ouvirem.
Zé de Mundim, se aquete home, se aquete Zé de Mundim.
"Aberta ou abrida, a palavra tá dizida".
3-NUMA PLENÁRIA
Um simples vereador, recém eleito e neófito na política, pouco falava no plenário da câmara.
A
sala onde funcionava o poder legislativo não era climatizada e as
janelas
ficavam abertas nas noites das sessões. Era junho, mês do São João,
nesta época no Ceará os ventos são fortes, dirigidos e frios .
Depois de aberta a sessão, lida a ata da anterior e os comunicados da
diretoria, o presidente abriu a palavra para os representantes do povo:
____"Senhores, está facultada a palavra ".
O neófito edil, o vereador Clemente, levantou-se e de imediato o presidente falou:
___"O novo vereador Clemente Silva levanta-se para falar, deve ser algo
de suma importância, o senhor tem três minutos vereador."
Na bucha, o vereador Clemente retrucou, e comprimindo os ombros no surrado jaleco de veludo marrom, assim se explicou:
___"Num quero falar não seu Presidente, eu me alevantei foi para fechar a
gilena, pois tá passando um vento incanado e tá fazendo um frie da gota serena."
Iderval Reginaldo Tenório
Universidade
Federal da Bahia
Gênero e
Diversidade
Docente. Professora Ana Paula Garcia Boscatti
Discente. Iderval
Reginaldo Tenório
Disciplina.
Seminário Temático Gênero, Feminismo e Educação
Interpretando
Gênero- Linda Nicholson
Neste
debate, a autora nos explica que a definição de Gênero/Sexo não deve ser ligado
sacralmente ao Biológico.
O
tradicionalismo da evolução da sociedade diz que, a medicina, o sistema de documentação
cartorial, matrículas escolares, trabalhos e muitas profissões são
definidas pela presença de pênis ou vagina, no qual definirá o masculino e o
feminino, excluindo os demais gêneros, pertinente à sociedade atual.
Mergulha
também na homogeneidade das mulheres, como o feminino fosse engessado,
considerando todas iguais pelo fato de possuírem
a vagina, nome que não existia até o século XVIII, uma vez que muitas são as
classificações do ser mulher. Isto engloba o nível social, cultural, costumes, financeiro,
raças e corpos.
Foram necessários
muitos movimentos representativos e identitários para que o assunto entrasse na
pauta desta civilização.Teve o ponta pé com todo o vigor, nas décadas
de 50/60/70 e 80. Foi aí que se abriu a mente dos estudiosos, da sociedade
civil organizada, das universidades, do universo político e das constituições
de cada nação.
2-
Este tema,
de grande relevância, procura afastar e
mostrar que a definição de Gênero tem que ser afastado do binarismo, do
biológico, da natureza.
Na décadas
de 90, muitos momentos, pelo mundo,
procuraram redefinir a vida, os desejos afetivos e os costumes sociais, procurando desmitificar
os chamados desvios de comportamentos, levando ao chão o arcaísmo imposto nos humanos
por séculos, engessando a heterossexualidade,
masculino/feminino. Quaisquer outros comportamentos eram considerados
doenças(Sexualismo X sexualidade).
Estes
movimentos, atrelados às artes, conseguiram mostrar que gênero é uma
demanda
construída. Depende de múltiplos
fatores, como vestimentas, afetividades, desejos, orientações sexuais,
cultura e o social, além do biológico. Tudo se resume na Inclusão
Social.
O movimento QUEER foi primordial para todos os demais movimentos da atualidade. Neste movimento o Michel Foucalt foi peça fundamental ao estudar com proficiência os fenômenos sociais e as variedades de gêneros. Por sua credibilidade, precisão e fundamentação científica, o assunto ganhou visibilidade e representação em todo o mundo, foi um amaciante das mentes pensantes. O Michel Foucalt foi um marco para toda a humanidade.
A HISTÓRIA DA SEXUALIDADE
Em vários compêndios literário sob o assunto, pairam muitas
desavenças e verdades. Na Inglaterra, a
Rainha Vitória, vivia sua vida sexual com todas as suas propriedades biológicas
e vivenciais.
Devido a promiscuidade
em toda a população, inclusive no Clero, a Rainha, os juristas e as demandas sociais impuseram ferrenha censura aos súditos e ao mesmo tempo
implantaram vigiadas repressões, com estas atitudes vieram as perseguições.
A população para poder viver a sua sexual, que era o normal, a
transgressão passou a fazer parte da pauta, tudo por debaixo do pano.
As autoridades implantaram dando ênfase aos postulados
sexuais biológicos e etário. O poder perverso passou a ser a normal.
Quaisquer mudanças, chamadas de desvios de gêneros, eram
considerados doenças, perversão, desvio de condutas e desobediência à coroa, inclusive sendo passíveis de castigos proporcionais
ao crime, independente do nível social, cultural e científicos. Muitos
burgueses, cientistas e os comuns foram
punidos com prisões, castrações e até a morte. Mesmo assim, na camuflagem, surgiram
movimentos para equalizar as vontades fisiológicas dos transgressores, mostrando que, a vontade e
a liberdade sexual, mesmo às escondidas, eram maneiras de se conduzir a vida.
Abortos, guilhotinas, prisões, clandestinidade, sexualismo,
sexualidade, gênero e a perversidade andavam de mãos dadas para se conquistar a
felicidade sexual nas demandas da vida.
VIVIA-SE NUMA DITADURA SEXUAL E NUM REGIME DE EXCLUSÃO.
O Cientista inglês Alan Turing, considerado o pai da computação e herói da Segunda Guerra Mundial foi castrado em em 1952, e o "perdão real" foi concedido pela Rainha Elizabeth II em 2013
A turma do OK e do DZI CROQUETTE
Nesta aula debate que abomina a decoreba, mostrou o grau de importância da cidadania, da inclusão e de assumir a
identidade, mesmo sob a repressão, perseguição, desinformação, perversidade e
conservadorismo.
Foram vistos que em épocas passadas, estes movimentos plantaram na sociedade
a semente da liberdade, do progresso, da autoestima e da
respeitabilidade em todos os vieses, os frutos hoje são colhidos, apesar das policiadas
e vigiadas safras.
Vendo a trajetória da Elane Park, da Neide Benedito de Bragança e do Ciro
Barcelo, encontram-se as demandas de
quase todos os momentos de liberdade e o engendramento da cultura nacional de
peso. Prensencia-se as diversas revoluções : A Chacriniana, Rogeriana, a Roberta Closeana, a Caetaniana, a Elkiana, a dos Secos e Molhados, Rita Lee, Ney Mato
Grosso, Gilbertiana, Gabeiriana e dos diversos Seixas, que até os anos 90 eram
consideradas imorais, promiscuas e transgressoras, hoje suprassumos da cultura nacional. Complementados por movimentos
criados e arquitetados por cantores, artistas de cinema, de teatro, artistas de ruas, novos intelectuais e
teatrólogos. Cito Plinio Marcos, Augusto
Boal, Ademar Guerra e José Celso Martinez, uma vez o cinema brasileiro era
arquitetado naquela época por Mazaropi, que documentava a vida rural e caipira
do país, muito importante, porém sem repercussão na mente da população, eram obras que mostrava a vida de uma nação extratrivista, patriarcal e do coronelismo. Manda quem pode e obedece quem tem juízo.
No Brasil cultural tudo convergia para o
Rio de Janeiro. O artistas eram aglomerados em republicas nos bairros e lá construíram
um novo país, o da transgressão cultural, a contra cultura.
Em portas fechadas nas
republicas, que eram consideradas bacanais, deram origens a diversos novos
comportamentos culturais, se desgarrando do mundo ocidental.
Os caetanos, os buarques, os novos baianos, o pessoal do Ceará, de minas gerais, os gaúchos, paraibanos e pernambucanos criaram este Brasil dos brasileiros, sem se esquecer, do novo polo cultura, formados por jovens gênios brasilienses, Legião Urbana, Capital Inicia, Plebe Rude, Aborto Elétrico, Cássia Eller e Mel da Terra.
Foi a saída do normal, a semente plantada neste pomar rico, eclético e genuinamente nosso.
O abandono do paletó, das
roupas de pompas dos artistas, a liberdade de expressão e a liberdade do
figurino fizeram a diferença para toda a população.
Judith
Butler
Para esta
estudiosa não existe óbice, uma
desbravadora do mundo atual e a conquistas sociais dos grupos chamados de
minorias.
Precursora
de vários movimentos de liberdades e cidadania, procurando mostrar as agruras
das performatividades dos seres humanos, nesta complexa e homofóbicaultturalural, sociedade.
A Butler conseguiu,
com os seus estudos, que a população oprimida pela orientação sexual, perdessem
o medo e a vergonha e passassem a assumir a sua identidade sexual.
Disse a
autora q eu, ao mostrar a sua verdadeira
identidade, o ser passa a viver a sua realidade , muitas dificuldades desaparecerão,
passando a se uma das principais propriedades de inclusão social.
Uma Performance
falsa, não deixa de ser uma das maneiras de matar a cidadania identitária, é
perder os direitos constitucionais e de
viver sem a conquistada alforria.
Seja você,
seja respeitado, se imponha e vida a vida de frente.
Anule os
preconceitos externos e viva a sua real cidadania .
Iderval Reginaldo Tenório

Nota da CNBB e do CFM
em Defesa da Vida e Contra a Assistolia Fetal
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e o Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgaram nota conjunta, nesta quinta-feira, 14, na qual manifestam repúdio à proposta de legitimação da assistolia fetal no Brasil. O tema está em discussão no Supremo Tribunal Federal (STF) no contexto da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 1141.
As entidades recordam, no pronunciamento, seus compromissos institucionais com a dignidade da vida humana desde a concepção até seu fim natural, bem como com o exercício técnico e ético da medicina, a garantia da objeção de consciência do médico e o respeito aos limites legais.
“A prática da assistolia fetal é desumana, dolorosa e desproporcional. Trata-se de uma forma de interrupção da gravidez que, ao provocar sofrimento físico no feto, fere frontalmente o princípio da dignidade da pessoa humana, base do nosso Estado Democrático de Direito”, afirmam as entidades.
A assistolia fetal é um procedimento que consiste na injeção de cloreto de potássio diretamente no coração do nascituro, provocando sua morte por parada cardíaca. Segundo o CFM, a prática não é permitida na eutanásia de animais em diversos protocolos legais. O cloreto de potássio é utilizado na execução de condenados à morte nos países que preveem esse tipo de condenação.
A nota recorda a resolução do CFM que proíbe a assistolia fetal como “um avanço ético e um posicionamento técnico responsável”, que “reconhece os limites do exercício da medicina quando esta toca a fronteira da vida humana em sua forma mais vulnerável”. Tal normativa foi suspensa pelo STF ainda em 2024.
Nota da CNBB e do CFM
em Defesa da Vida e Contra a Assistolia FetalA Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, diante do compromisso da Igreja com a dignidade da vida humana desde a concepção até seu fim natural, e o Conselho Federal de Medicina – CFM, diante do seu compromisso com o exercício técnico e ético da medicina, a garantia da objeção de consciência do médico e o respeito aos limites legais, manifestam repúdio diante da proposta de legitimação da assistolia fetal no Brasil, atualmente em discussão na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 1141, promovida por forças político partidárias junto ao Supremo Tribunal Federal.
A Constituição Federal de 1988 consagra no caput do artigo 5º o direito à vida como o primeiro e mais fundamental de todos os direitos. É a partir dele que todos os demais se sustentam. A inviolabilidade da vida é um imperativo ético e jurídico que deve ser respeitado em todas as etapas da existência humana, inclusive no ventre materno. A vida do nascituro é uma vida indefesa, uma vida que não viola os direitos de ninguém e que não cometeu injustiça alguma.
A Constituição também prevê como garantias fundamentais que amparam o direito à vida, a igualdade de direitos, a segurança e plenitude de defesa, que devem ser salvaguardados ao feto. E mais, é proibido a tortura e o tratamento desumano ou degradante.
A prática da assistolia fetal – procedimento que consiste na injeção de cloreto de potássio diretamente no coração do nascituro, provocando sua morte por parada cardíaca – é desumana, dolorosa e desproporcional. Trata-se de uma forma de interrupção da gravidez que, ao provocar sofrimento físico no feto, fere frontalmente o princípio da dignidade da pessoa humana, base do nosso Estado Democrático de Direito. Tal prática, vale lembrar, sequer é permitida na eutanásia de animais em diversos protocolos legais. Vale recordar que o cloreto de potássio é utilizado na execução de condenados à morte.
Nesse sentido, a Resolução nº 2.378/2024 do Conselho Federal de Medicina (CFM), que proíbe a prática da assistolia fetal, representa um avanço ético e um posicionamento técnico responsável. Ela reconhece os limites do exercício da medicina quando esta toca a fronteira da vida humana em sua forma mais vulnerável.
A CNBB também expressa seu apoio aos profissionais de saúde que, fundamentados na ética e no direito constitucional à objeção de consciência (art. 5º, VI, CF/88), recusam-se a participar de procedimentos abortivos. É inaceitável qualquer tentativa de punição ou constrangimento àqueles que agem em fidelidade aos princípios da bioética e à sua consciência moral, inclusive respaldados pela Constituição.
A defesa da vida exige coerência e compromisso, especialmente quando se trata de seres humanos indefesos e sem voz. Inspirados nas palavras do Papa Leão XIV, reafirmamos que nenhuma sociedade pode se considerar verdadeiramente justa e civilizada se não for capaz de proteger os mais vulneráveis, isto é, desde a concepção. Eles não têm meios de se defender, senão pela voz dos que já nasceram e reconhecem o valor sagrado de toda vida humana.
Por isso, a CNBB e o CFM reiteram o apelo às autoridades públicas, especialmente ao Supremo Tribunal Federal, para que preservem a inviolabilidade da vida humana desde a concepção até seu fim natural, respeitando os preceitos constitucionais, a ética, a ciência médica e o direito constitucional à objeção de consciência dos profissionais de saúde, bem como os valores fundamentais que sustentam a dignidade da nossa nação.
Brasília-DF, 13 de agosto de 2025
Dom Jaime Cardeal Spengler
Arcebispo da Arquidiocese de Porto Alegre – RS
Presidente da CNBBDom João Justino de Medeiros Silva
Arcebispo da Arquidiocese de Goiânia – GO
1º Vice- Presidente da CNBBDom Paulo Jackson Nóbrega de Sousa
Arcebispo da Arquidiocese de Olinda e Recife – PE
2º Vice-Presidente da CNBBDom Ricardo Hoepers
Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Brasília – DF
Secretário-Geral da CNBB
José Hiran da Silva Gallo
Presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM)