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sábado, 8 de agosto de 2026

Botulismo infantil e o Mel de Abelha- Cuidado até um ano não pode usar

 



                                         

           Botulismo infantil e o Mel de Abelha-

 

Botulismo infantil e o Mel de Abelha- Cuidado  até um ano não pode usar.

 Matéria de suma importância para toda a humanidade. Leia, aprenda e divulgue com todos as pessoas . 

Aquilo que é bom deveria ser compartilhado com mais frequência , pois pode salvar vidas. Mesmo  sabendo que o mel é  um dos melhores alimentos, é prejudicial para o ser humano até o primeiro ano de idade.

Entenda o processo e só o utilize depois do primeiro ou segundo ano de vida.

Iderval Reginaldo Tenório


Mel


O mel está contraindicado para bebês de até 1 ano de idade, pois pode conter a bactéria Clostridium botulinum, que libera toxinas no intestino causando o botulismo. 

Isso acontece porque a flora intestinal do bebê ainda não está completamente formada e fortalecida para combater os micro-organismos estranhos que contaminam os alimentos.



Botulismo infantil: o que é, sintomas e tratamento


O botulismo infantil é uma infecção relativamente rara, porém grave, que é causada pela bactéria Clostridium botulinum que pode contaminar água e alimentos mal conservados. 

A fonte mais comum de infecção em bebês é o consumo de mel, isso porque o mel é um ótimo meio de propagação dos esporos produzidos por essa bactéria. 

A presença da toxina no organismo do bebê pode resultar em grave comprometimento do sistema nervoso, podendo a infecção ser confundida com o acidente vascular cerebral, por exemplo.

Por esse motivo, o consumo de mel está desaconselhado antes dos 2 anos de idade .

Iderval Reginaldo Tenório

A idolatria Política

 


 

A idolatria Política

A idolatria política, a idolatria artística, a idolatria atlética, a idolatria aos chefes religiosos e a  idolatria midiática   são  as mais baixas propriedades que um homem alforriado pode aceitar.

Respeite, admire, seja racional e consciente,  jamais  um idólatra.

Um país de idólatras, não pode ser levado a sério.

Um idólatra político, nada mais é do que um lambe botas.

É vergonhoso o comportamento de um idólatra político.

A idolatria política — a veneração cega a líderes ou partidos como figuras infalíveis — acompanha a própria civilização. Remonta à Antiguidade, quando reis e imperadores (como no Egito e Roma) eram divinizados para legitimar o poder.


Iderval Reginaldo Tenório

 

 

DESEMPREGAGOS NO BRASIL.. Os maquiadores de dados estatísticos com fins eleitoreiros.

 





De desempregado para EMPRESÁRIO.

A CLT está morrendo. Os contratos são de empresinhas para empresas médias e para as grandes.

Só trabalha se for CNPJ.

Tudo em todos os setores foi terceirizados. De CNPJ para CNPJ

Brasil e os maquiadores de dados estatísticos com fins eleitoreiro.

Nunca o desemprego foi tão alto como na atualidade, além  de todos os programas sociais necessários, que todos nós apoiamos em parte, quando não abusivo ou eleitoreiro, é bom atentar para o fato  do governo ter criado e continua a criar  centenas de outros, apenas com fins eleitoreiros de olhos em 2026, em busca do voto. Caso logre sucesso cobrará de todos os brasileiros a farra hoje efetuada.

 

           Veja manobras desonestas para enganar os incautos.

 

Para baixar o número de desempregados, o governo pegou todos os vendedores ambulantes, ocupações  informais, malabarismo para sobrevivência, biscateiros ou qualquer conduta para poder viver, na linguagem econômica são chamados de  desempregados, pessoas sem CLT e que eram pessoas FÍSICAS e de uma única canetada os transformou em EMPRESÁRIOS (MEI) .

 

Deixaram de ser         CPF( Desempregados) e passaram a ser  CNPJ. Empresários

 

Então, foram criadas  13milhões de  Empresas(CNPJ) no papel,    EMPREENDEDORES  e apagados 13 milhões de desempregados, que forma transformados em empresárioa.

A mídia conivente, a mídia vendida e os políticos divulgam para a população, que sem lastro de contestação  é convencida e continuam sendo desempregada no mesmo mar sem frutos consistentes..

Nada mudou, piorou. O pesquisador do IBGE, muitos sem preparos, visita o cidadão e faz diversas perguntas, inclusive enviesadas e superficiais com intuito de positivar as ações governamentais.

O reporte pergunta.   

“O senhor é desempregado?”

O entrevistado responde.  

“Não, eu sou empresário, tenho o MEI.”

 

A definição de desempregado.

O que é um desempregado

Desempregado é a pessoa em idade de trabalhar que quer um emprego, está disponível, mas não tem uma ocupação remunerada.

Para ser considerado desempregado, o indivíduo precisa estar procurando trabalho ativamente, o que o diferencia de estudantes ou de quem desistiu de buscar vagas, o desalentado.

 

Critérios e Conceitos

 Idade ativa: Pessoas aptas a trabalhar de 14 anos ou   mais.         

  Busca ativa: Estar tentando achar uma vaga no mercado

  Disponibilidade: Pronto para começar a exercer uma função de imediato

 

                        Manobras tomadas para enganar.

O Brasil abriu cerca de 13,7 milhões de novos MEIs

A abertura de 3,8 milhões de novos MEIs (Microempreendedores Individuais) em 2025, marcando um recorde histórico de formalização de pessoas físicas para o regime autônomo.

Total Ativo: O universo de microempreendedores ultrapassou a marca de 13 milhões de CPFs formalizados transformados em CNPJ de forma consolidada

No total acumulado, o país conta com cerca de 13,1 a 17,4 milhões de registros ativos na categoria.

(Microempreendedores Individuais) nos últimos três anos completos (2023, 2024 e 2025), com base em dados compilados pelo Sebrae e pela Receita Federal.

A abertura de 3,8 milhões de novos MEIs (Microempreendedores Individuais) em 2025, marcando um recorde histórico de formalização de pessoas físicas para o regime autônomo.

No total acumulado, o país conta com cerca de 13,1 a 17,4 milhões de registros ativos na categoria.

·  Recorde de 2025: 3,8 milhões de novos CNPJs abertos, uma alta de 22,1% em relação ao ano anterior.

 

Liderança em 2026: Entre janeiro e abril, o Sebrae apontou que os MEIs representaram 78% de todos os novos negócios abertos no país.

Assim apaga o número de desempregados(CPF) e cria-se milhões de Empresários(CNPJ).

O cenário continua do mesmo jeito, porém no papel os enganadores divulgam para toda a população.

                                O país está enfermo.

                           Iderval Reginaldo Tenório

 

sexta-feira, 7 de agosto de 2026

BOMBAS, TROVÕES, CÃES E GATOS MUDANÇA DO COMPORTAMENTO NOS ANIMAIS

 

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                                       BOMBAS, TROVÕES, CÃES E GATOS

                         MUDANÇA DO COMPORTAMENTO NOS ANIMAIS  

                                            

Num tenebroso  inverno no final dos anos sessenta, sob os estrondos das trovoadas noturnas,  muitos cães pés-duros,  da zona rural mudaram os seus comportamentos.  Alguns  foram sacrificados a mando dos especialistas do município  após  chegarem a um veredicto: Raiva.                   

Aviso aos moradores 

A Raiva  é uma doença mortal, transmissível,  não tem tratamento quando os sintomas aparecem.  

Zezinho, 12 anos de idade,  contestou aqueles atos e falou para si que um dia estudaria  aquele fenômeno.

Pensava só para si: 

" Não tem sentido, não é lógico e deve ter uma explicação, seria raiva coletiva, será"?.

Noite longa, muita chuva, ventanias,  relâmpagos, raios,  trovões de derrubar  telhados, árvores caídas e muito medo.

Ao nascer do sol,  alguns  cães ficaram latindo a esmo, amofinados nos cantos das paredes, trêmulos, olhar perdido e outros levemente agressivos.  

As autoridades municipais foram informadas. De imediato, açodadamente e sem um estudo completo do fenômeno,  deram um veredicto: 

"Estão contaminados com o vírus da raiva."

É uma doença perigosa, mortal e que pode passar para outros cães e para os humanos, ainda não tem cura.

Zezinho foi a campo para fundamentar a sua curiosidade. Como estudava na cidade, começou a sua pesquisa na zona urbana. 

Observou que os cães que tinham tutores e dormiam sob a proteção dos mesmos, não apresentavam mudanças comportamentais estranhas, porém os cães de ruas ficavam atordoados com estrondos de bombas e  trovões, estes fatores aguçaram o seu raciocínio. 

Quais os porquês? Arregaçou as mangas e foi em busca das respostas. Fez diversas entrevistas com os estudiosos da cidade e debruçou-se na literatura. 

Voltando ao seu reduto, deu continuidade à sua pesquisa. Visitou diversas casas do campo nas quais os cães foram sacrificados. Ao  inquirir exaustivamente os moradores, chegou à uma superficial  conclusão:

Dos cães que tinham um tutor e passavam a noite sob proteção, poucos apresentaram mudanças no comportamento; dos que dormiam no relento, sob a tutela da escuridão e dos fenômenos naturais( trovões, raios e relâmpagos),  muitos mudaram e alguns, por não voltarem ao normal, foram sacrificados como cães doentes da raiva. Com estes estudos, o jovem deu continuidade à sua pesquisa.

O tempo passou e depois de adulto investiu nos estudos, teve acesso a vários artigos e pinçou textos que poderiam esclarecer o fenômeno.

1- Trovões e bombas  podem desencadear crises de pânico, fobias  e quadros de ansiedade intensa em cães, conhecidos clinicamente como fobia de ruído. Que embora não criem um transtorno mental crônico, ativam um estresse extremo que pode se agravar com o tempo.

Os cães ouvem sons muito mais altos e em frequências mais baixas que os humanos.

2-A queda na pressão atmosférica antes da tempestade avisa ao cão que  perigo se aproxima. 

O pelo do animal pode acumular carga estática, causando um incômodo físico real.

Tremores e batimentos cardíacos acelerados.

Tentativas desesperadas de fuga ou de se esconder em locais apertados.

Latidos excessivos, choro ou uivos, salivação em excesso ou fazer xixi/cocô por pânico.

 

3- Cães  protegidos e acolhidos por seus tutores sofrem menos com trovões e bombas, pois a presença de uma figura de confiança serve como uma âncora emocional.

Estudos de comportamento canino mostram que os cães usam seus humanos como porto seguro e  o acolhimento reduz os níveis de cortisol (hormônio do estresse) no animal.

4- A vacina e o tratamento antirrábico (conhecido como método Pasteur) chegaram ao Brasil no final do século XIX e inicio do século XX, com o início das aplicações práticas consolidadas em 1903, após a fundação do  Instituto Pasteur de São Paulo em agosto daquele ano.

5-Criação do Programa Nacional de Profilaxia da Raiva (PNPR) em 1973,  estruturou em âmbito nacional a vacinação em massa de cães e gatos para controle da raiva urbana.

6-O estudo comportamental do medo de ruídos intensos (como bombas e trovões) em cães ganhou força acadêmica e veterinária nas últimas décadas, especialmente a partir dos anos 2000

Esse pânico ocorre porque a audição canina capta frequências e distâncias quatro vezes maiores que a humana. Trovões e bombas suportáveis para os humanos,  são  catástrofes para os cães e os gatos, ativam o sistema de fuga e medo intenso de forma imprevisível. 

Zezinho, de posse destes conhecimentos, apresentou no ano 2000 a sua tese de colação de grau, na Faculdade de MedicinaVeterinária da Universidade Federal do Estado do Ceará, com o título. 

DESVENDADA A MATANÇA DE VÁRIOS CÃES, NA DÉCADA DE SESSENTA, NA CHAPADA DO ARARIPE. 

 Sepultada a causa viral e esclarecida  a sua interrogação sobre a raiva coletiva.

Não existe raiva coletiva (como um surto de histeria ou raiva simultânea em grupo) em cães. A raiva é uma doença infecciosa viral real e individual, causada por um  Lyssavirus, que afeta o cérebro. Se vários cães parecem bravos ou alterados juntos, isso ocorre por estresse, brigas por território, matilha ou medo, e não por uma infecção coletiva 

                   Iderval Reginaldo Tenório

                         

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YouTube · Músicas Para Cachorros · 25 de dez. de 2025


BOMBAS, TROVÕES, CÃES E GATOS. MUDANÇA DO COMPORTAMENTO DOS ANIMAIS.

                              

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                                       BOMBAS, TROVÕES, CÃES E GATOS

                         MUDANÇA DO COMPORTAMENTO NOS ANIMAIS  

                                            

Num tenebroso  inverno no final dos anos sessenta, sob os estrondos das trovoadas noturnas,  muitos cães pés-duros,  da zona rural mudaram os seus comportamentos.  Alguns  foram sacrificados a mando dos especialistas do município  após  chegarem a um veredicto: Raiva.                   

Aviso aos moradores 

A Raiva  é uma doença mortal, transmissível,  não tem tratamento quando os sintomas aparecem.  

Zezinho, 12 anos de idade,  contestou aqueles atos e falou para si que um dia estudaria  aquele fenômeno.

Pensava só para si: 

" Não tem sentido, não é lógico e deve ter uma explicação, seria raiva coletiva, será"?.

Noite longa, muita chuva, ventanias,  relâmpagos, raios,  trovões de derrubar  telhados, árvores caídas e muito medo.

Ao nascer do sol,  alguns  cães ficaram latindo a esmo, amofinados nos cantos das paredes, trêmulos, olhar perdido e outros levemente agressivos.  

As autoridades municipais foram informadas. De imediato, açodadamente e sem um estudo completo do fenômeno,  deram um veredicto: 

"Estão contaminados com o vírus da raiva."

É uma doença perigosa, mortal e que pode passar para outros cães e para os humanos, ainda não tem cura.

Zezinho foi a campo para fundamentar a sua curiosidade. Como estudava na cidade, começou a sua pesquisa na zona urbana. 

Observou que os cães que tinham tutores e dormiam sob a proteção dos mesmos, não apresentavam mudanças comportamentais estranhas, porém os cães de ruas ficavam atordoados com estrondos de bombas e  trovões, estes fatores aguçaram o seu raciocínio. 

Quais os porquês? Arregaçou as mangas e foi em busca das respostas. Fez diversas entrevistas com os estudiosos da cidade e debruçou-se na literatura. 

Voltando ao seu reduto, deu continuidade à sua pesquisa. Visitou diversas casas do campo nas quais os cães foram sacrificados. Ao  inquirir exaustivamente os moradores, chegou à uma superficial  conclusão:

Dos cães que tinham um tutor e passavam a noite sob proteção, poucos apresentaram mudanças no comportamento; dos que dormiam no relento, sob a tutela da escuridão e dos fenômenos naturais( trovões, raios e relâmpagos),  muitos mudaram e alguns, por não voltarem ao normal, foram sacrificados como cães doentes da raiva. Com estes estudos, o jovem deu continuidade à sua pesquisa.

O tempo passou e depois de adulto investiu nos estudos, teve acesso a vários artigos e pinçou textos que poderiam esclarecer o fenômeno.

1- Trovões e bombas  podem desencadear crises de pânico, fobias  e quadros de ansiedade intensa em cães, conhecidos clinicamente como fobia de ruído. Que embora não criem um transtorno mental crônico, ativam um estresse extremo que pode se agravar com o tempo.

Os cães ouvem sons muito mais altos e em frequências mais baixas que os humanos.

2-A queda na pressão atmosférica antes da tempestade avisa ao cão que  perigo se aproxima. 

O pelo do animal pode acumular carga estática, causando um incômodo físico real.

Tremores e batimentos cardíacos acelerados.

Tentativas desesperadas de fuga ou de se esconder em locais apertados.

Latidos excessivos, choro ou uivos, salivação em excesso ou fazer xixi/cocô por pânico.

 

3- Cães  protegidos e acolhidos por seus tutores sofrem menos com trovões e bombas, pois a presença de uma figura de confiança serve como uma âncora emocional.

Estudos de comportamento canino mostram que os cães usam seus humanos como porto seguro e  o acolhimento reduz os níveis de cortisol (hormônio do estresse) no animal.

4- A vacina e o tratamento antirrábico (conhecido como método Pasteur) chegaram ao Brasil no final do século XIX e inicio do século XX, com o início das aplicações práticas consolidadas em 1903, após a fundação do  Instituto Pasteur de São Paulo em agosto daquele ano.

5-Criação do Programa Nacional de Profilaxia da Raiva (PNPR) em 1973,  estruturou em âmbito nacional a vacinação em massa de cães e gatos para controle da raiva urbana.

6-O estudo comportamental do medo de ruídos intensos (como bombas e trovões) em cães ganhou força acadêmica e veterinária nas últimas décadas, especialmente a partir dos anos 2000

Esse pânico ocorre porque a audição canina capta frequências e distâncias quatro vezes maiores que a humana. Trovões e bombas suportáveis para os humanos,  são  catástrofes para os cães e os gatos, ativam o sistema de fuga e medo intenso de forma imprevisível. 

Zezinho, de posse destes conhecimentos, apresentou no ano 2000 a sua tese de colação de grau, na Faculdade de MedicinaVeterinária da Universidade Federal do Estado do Ceará, com o título. 

DESVENDADA A MATANÇA DE VÁRIOS CÃES, NA DÉCADA DE SESSENTA, NA CHAPADA DO ARARIPE. 

 Sepultada a causa viral e esclarecida  a sua interrogação sobre a raiva coletiva.

Não existe raiva coletiva (como um surto de histeria ou raiva simultânea em grupo) em cães. A raiva é uma doença infecciosa viral real e individual, causada por um  Lyssavirus , que afeta o cérebro. Se vários cães parecem bravos ou alterados juntos, isso ocorre por estresse, brigas por território, matilha ou medo, e não por uma infecção coletiva 

                   Iderval Reginaldo Tenório

                         

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quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Zeconildo um jovem de futuro

 

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 .                                  

 Zeconildo um jovem do futuro.

Meio dia, Zeconildo abre os olhos ainda cansado e  faz esforço para se levantar. Estica as pernas, levanta os braços, retira o lençol e num gesto de preguiça,  boceja e escancara a boca o máximo possível. 

Diante dos 22 anos, 84 quilogramas de puros músculos, precisa repor as energias,  precisa comer

Vai até a cozinha,  cueca de marca a delinear o corpo, regada das nádegas à mostra  e  documentos sexuais em alto relevo. Fuça  as frias panelas  deixadas pela mãe, encontra ressecados pedaços de frango, arroz  e  feijão requentados, diante do encontrado,  resmunga a lamentar a vida e vai em busca de um bocado  melhor.

Zeconildo só volta após encher a pança e visitar uma academia de ginástica, de ginástica,  por duas horas, tudo para delinear os músculos.  Refresca o  atlético corpo  com  água   morna, apara a barba e as sobrancelhas, aplica um gel fixador nos cabelos, veste uma roupa esportiva, de marca, colada ao corpo e some para a lida diária. 

Diz peremptoriamente que é acadêmico, jura que  cursa jornalismo com  comunicação. 

Um colega  buzina na sua porta, ás pressas faz  uso de um energético e bem perfumado, sem livros, lápis ou cadernos  toma o caminho da escola. 

Dorme de duas a três noites por semana na casa dos colegas, todos sem empregos e igualmente  turbinados.  Pertencem à  mesma tribo, fazem o mesmo curso e falam a mesma língua.   

É exigente no calçar e no vestir, perfume só do bom, não come gordura, açúcar e nem se arrisca a roer ossos para não estragar os dentes. Gosta de suplementos vitamínicos e complementos proteicos, é chegado a produtos turbinados. 

O garoto é fino no trato, excelente  acadêmico  em todas as matérias, tira dez nos halteres,  bicicletas, elípticos, esteiras, anilhas e barras, anualmente passa por média. 

Passeia nas redes sociais com o melhor dos equipamentos e em plataformas  especiais, é discreto, não utiliza o nome  original, é um sujeito simples, o pseudônimo é a sua marca.  

                 O menino  é um futurista antenado,  é o cara.

                          Salvador 06 de Agosto de 2026

                                Iderval Reginaldo Tenório



Escutem de  Rozil Cavalcante na voz de Luiz Gonzaga

Faz Força Zé - Luiz Gonzaga - YouTube


https://www.youtube.com/watch?v=w9A38P72Ej8
4 de jun de 2012 - Vídeo enviado por CanalCacoMusicas
Musica: Faz Força Zé Artista: Luiz Gonzaga Album: Pisa no Pilão (Festa do Milho) ... "Homem que tem a ...

Viva o forró de Zé Lagoa!
É hoje!

 

Quem quiser vida folgada
De viver sem trabalhar
Que procure moça rica
Ou butija pra arrancar
Tirar sorte grande para se arrumar

 

Oi! Faz força Zé, para melhorar
Faz força Zé, para melhorar
O homem não vai sem trabalhar
Faz força Zé, para melhorar
O homem não vai sem trabalhar

 

Quem não gosta do trabalho
Diz que camisa não dá
Encontrando um bolso aberto
É capaz de aproveitar
Tipo perigoso até no falar

 

Oi! Faz força Zé, para melhorar
Faz força Zé, para melhorar
O homem não vai sem trabalhar
Faz força Zé, para melhorar
O homem não vai sem trabalhar

 

Homem que tem a mão fina
'Troce o rosto no falar
Pinta unha, faz de conta e capricha no andar
Cuidado nele porque dá azar

 

Oi! Faz força Zé, para melhorar
Faz força Zé, para melhorar
O homem não vai sem trabalhar
Faz força Zé, para melhorar
O homem não vai sem trabalhar

 

Ehe, Campina Grande, terra afamada
Tô sentindo saudade
Das caboclas da Fazenda Nova
Mas eu vou quebrar é na Serra da Bocaina

 

Ah, menino!
Quando eu boto
Aquele paletozinho que mãe fez
Nós assim com um terno faz efeito
Não há quem 'arriseste

 

Faz força Zé, para melhorar
O homem não vai sem trabalhar
Faz força Zé, para melhorar
O homem não vai sem trabalhar

 

Fonte: Musixmatch

Compositor: Rosil Cavalcanti