sexta-feira, 12 de junho de 2026

CENA DO COTIDIANO DO PAÍS DOS IDÓLATRAS.

                                       .

                                            Vetores de Aviao bombas - Baixe vetores grátis de alta qualidade | Magnific

Cerca de 62% das mortes em prisões brasileiras são causadas por doenças –  Jornal da USP 
CENA DO COTIDIANO DO PAÍS DOS IDÓLATRAS. 
 
Fim de tarde. Protegidos por duas paredes que cercavam um terreno baldio, CAIÃ, 12 anos de idade e a irmã CAIANA, 14 foram abordados por dois policiais. Roupas comuns e coletes com a insígnia de um tipo de polícia do seu país. 
 
Perguntaram o que estavam fazendo e o que tinham dentro das surradas morchilas. A menina falou que não sabia e o menino complementou que também não sabia, apenas estavam esperando dois motoqueiros para receberem vários pacotes que guardavam e cada um recebia alguns trocados. Pouco, mas eram para os seus sustentos.
 
Os policiais continuaram as indagações: Quem eram os motoqueiros, onde arranjaram os pacotes, por onde andavam os seus pais e os porquês desta atividade.
 
Falaram que não conheciam os motoqueiros, eles vêm com os rostos cobertos. Os pacotes são entregues pela manhã, na sua casa,  por outros motoqueiros, que também não conhecem e só recebem a recompensa à tarde, ao entregar a mercadoria. 
 
Quantos aos pais, ambos estão presos há mais de 2 anos, este trabalho era feito pelos dois. Como somos pobres não tem que os soltem.  Minha vó morreu e não temos avô, os irmãos do meu pai também estão presos e nós temos dois irmãos menores para alimentar.
 
As perguntas foram prolongadas. Onde estudam e o que fazem além desta função.
 
O menino de 12 anos falou que joga bola naquele mesmo campinho e a sua irmã fica com o seu namorado na sua casa. Ele  também trabalha, na mesma função, para outros motoqueiros no outro lado da rua.
 
Os dois policiais, o mais velho com 28 anos e o mais jovem com 25 ficaram estarrecidos, de boca aberta e sem saber o que fazer.
 
O menino chamou os dois policiais e perguntou o que estava de errado, pois os motoqueiros disseram que quem manda eles fazerem o que estão fazendo são pessoas grandes e nada acontece com eles. 
 
A menina pediu a palavra e falou que os homens la de cima fazem tudo que é errado e nada acontece, todos ricos. São  empresários, políticos e vivem bem. Alguns são presos por horas ou dias, depois são soltos,  brincam com a cara do povo e ainda se candidatam a cargos políticos ou nomeados pelos  gestões.  
 
Enquato isto, os meus pais estão presos, minha vó morreu, meus tios estão presos, não tenho avô, não tenho escola e nem emprego, já fiz um aborto e quase que morro.
 
Os dois policiais saíram devagarinho sem mais nada falar. Entraram na viatura e nunca mais voltaram ao pequeno campinho de várzea, onde as crianças se entretem. Ora com a bola e outras  com bolas. Assim matam a sua fome e fazem estágio para o futuro sujo que lhes espera, se chegarem aos 25 anos de idade.
 
Este é o país de milhões de famílias que vivem sob a tutela dos seus nababescos gestores, que muitos idólatras apoiam.
 
Salvador, 12 de Junho de 2026 
 
Iderval Reginaldo Tenório

A GRANDE VIAGEM

 

VOCÊ É ESPÍRITA? | Quizur 


Feto No Útero Da Mãe No Saco Uterino 3 Meses De Gestação Antes Do Parto  Foto Royalty Free, Gravuras, Imagens e Banco de fotografias. Image 230094417

Multiverso | Deus criou um universo ou um multiverso? 

O nascimento de uma mãe - Paratodos 

DICA DE CINEMA: JESUS, A HISTÓRIA DO NASCIMENTO | Diocese De Amparo

 

 

Viagem  no tempo.Uma  nunca deixa um filho no abandono.

A GRANDE VIAGEM  

Entrou  em interação com a natureza. Desligou  as lâmpadas, puxou as  cortinas,  abriu as  janelas e colocou  músicas eruditas,   só audíveis a olhos fechados.    Respiração em extremo silêncio,  incursões cadenciadas, compassadas e meticulosamente executadas. 

Deitou  numa  densa espuma   forrada com   uma  felpuda colcha branca,  aromatizada à patchouli. 

Concentrado, imóvel e em meditação  fechou os olhos, imaginou flutuar. À proporção que imaginava e se concentrava, paulatinamente  foi se afastando, flutuando e se desligando,  até sair totalmente da matéria.  Projetou-se no cosmo e  levitando,  mergulhou  no espaço sideral em sono profundo.

Tangenciando os planetas, um por um, vazou o sistema   solar, alcançou outras estrelas da via láctea. Atravessou  trilhões   de sistemas, da nossa galáxia, até mergulhar na escuridão intergaláctica. Passeando  por  bilhões de outras galáxias, atravessou o universo,  entrou  noutros  universos, passou a conhecer a imensidão  do cosmo e a infinitude do multiverso.

Longa foi a viagem,    uma volta através dos tempos.  Fez um verdadeiro regresso, chegou à primeira estação, 1914, choro de  criança. Era   18 de setembro, uma sexta-feira chuvosa, 5:30h da manhã,  naquele dia nascia uma menina,  mais um ser humano, mais uma semente para germinar e gerar outras vidas.

O vilarejo, a  casa e os aposentos  extremamente simples. Posicionou-se  no canto da sala ao lado de uma roseira, entravam e saiam pessoas, umas novas e outras mais velhas. Da cozinha vinha  um cheiro convidativo do verdadeiro café, torrado no caco e pisado no grande pilão, feito de tora de jatobá.  

O dia clareou, ninguém notou a sua presença, continuou no mesmo cantinho  ao lado do grande jarro observando o chegar, o sair, os sorrisos, os abraços e os cumprimentos das visitas. 

Choro de criança,  casa cheia, era  um dia de fartura,  muita comida, bebidas e  de   alegria. Tiros de bacamartes anunciaram a chegada de mais um rebento. O  levitante    no seu cantinho, silenciosamente  a observar, era um dia de festa. 

O sol apontou no horizonte, o orvalho salpicava  as folhas da densa e verde mata, os pássaros voavam e chilreavam alegres com a torrencial aguada da noite, os raios clarearam  o sertão. De repente, saiu pela porta do quarto, afagada e protegida  nos braços da parteira,   uma bela  menina, uma criança linda, cabelos lisos e pele cor de jambo. Chorava copiosamente, era uma criança chorona.  Ao chegar à sala, observou, olhou, arregalou os castanhos olhos e fixou os dois em cima do nobre visitante, só ela o enxergava.  Ao locomover-se,  a menina virava a cabecinha para onde ele se  deslocava,  sempre a sorrir. O dia foi passando.  Veio um  silêncio. A cena foi se desfazendo,  a luz foi cedendo espaço à penumbra, veio o luscofusco e anoitceu.  O mortal continuou a sua longa   viagem  no vasto espaço sideral,  no cosmo, no infinito  multiverso. 

Quarenta anos depois, entrou numa nova estação,  1954, 18 de março, quinta feira chuvosa,  7h da manhã.  Aquela criança de 1914,   mais uma vez era a estrela da cena. Cabelos pretos, voz segura, forças nos pulmões,  um rebento nos braços  e de olhos fixos  no viajante,  assim    se pronunciou :

” Seja bem-vindo ao reino dos humanos”.

Silêncio profundo. O perfume das rosas, o olhar e os sorrisos de uma criança afloraram da sua mente e se apossaram do ambiente. Em levitação, o viajante  mergulhou no espaço dando continuidade ao misterioso deslocamento.

Viajou por outras plagas, a observar as estrelas,  a profundidade do desconhecido e fez uma nova parada, estação    2013, 11 de setembro.    A estrela era  a mesma menina de 1914 e de 1954, agora  uma senhora de coque branco, tez macia, olhos fixos e brilhosos, voz em veludo, angelical, serena e musical.  Foi  ao seu encontro,  fixou o  olhar sobre o mesmo, o abraçou, o afagou, o beijou e mansamente balbuciou  nos seus ouvidos  depois de  coloca-lo no colo: 

   “ Fique calmo,  o Senhor está me chamando, irei pessoalmente  ao seu encontro, morarei definitivamente na casa do Pai” e se esvaindo das suas  mãos, dos seus braços  e dos seus olhos, foi se afastando, se distanciando, rindo, dançando,  cantando e cantarolando.   Cheia de vida e de alegria,   tomou o caminho da casa de Deus, o Criador lhe chamou.

O solitário, solto  no Multiverso,  fez a viagem de volta. Reviu tudo que foi visto na ida, entrou no quarto pela mesma  janela, olhou aquele corpo imóvel, inerte, descoberto e  vazio, agasalhou-se  nas suas entranhas  e mais uma vez nele se albergou, o sol bateu no seu rosto, abriu descansadamente os olhos e ao seu lado surgiu uma voz: 

” Seja bem-vindo ao seu mundo, estou  ao lado do Senhor, estou   bem, olhando por todos. Lembra daquele menino que  nasceu no ano de 1914, no dia 23 de julho,   numa manhã chuvosa de uma  quinta-feira?   manda lembranças.  Aqui estamos juntos orando e rogando por todos. Estamos cotidianamente com vocês. Onde estamos podemos continuar próximos de todos, somos onipresentes, uma vez que só Deus, o nosso Pai,  é onipotente, onipresente e onisciente”. 

Serenamente, o andarilho, ainda inebriado  moveu o corpo, mirou  bem para  onde vinha a voz  e irrefutavelmente  balbuciou:  

A benção mamãe

 Aguardou um instante e a voz, somente a voz, mais distante quebrou o silêncio:

 “ DEUS TE ABENÇOE”

                                                

                                                     Iderval Reginaldo Tenório 

 

ESCUTEM DO GRANDE LUIZ VIEIRA ESTAS DUAS PÉROLAS .

 

Menino de Braçanã - YouTube

Provided to YouTube by Label Engine Menino de Braçanã · Lucio Alves · Lyrio Panicali Estrada do sol ℗ Golden ...
10 de mai. de 2020 · Vídeo enviado por Lúcio Alves - Topic

Luiz Vieira - Os Olhinhos do Menino - YouTube

www.youtube.com › watch
Download: http://v.blnk.fr/A1w0seP7h Inscreva-se agora no canal oficial 20 Super Sucessos: http://goo ...
4 de jul. de 2017 · Vídeo enviado por 20SuperSucessos


Menino De Braçanã - YouTube

www.youtube.com › watch
Provided to YouTube by Universal Music Group Menino De Braçanã · Lucio Alves Lucio Alves Sua Voz Intima ...
11
 

 

A GRANDE VIAGEM

 

VOCÊ É ESPÍRITA? | Quizur



Viagem  no tempo.Uma  nunca deixa um filho no abandono.

A GRANDE VIAGEM  

Entrou  em interação com a natureza. Desligou  as lâmpadas, puxou as  cortinas,  abriu as  janelas e colocou  músicas eruditas,   só audíveis a olhos fechados.    Respiração em extremo silêncio,  incursões cadenciadas, compassadas e meticulosamente executadas. 

Deitou  numa  densa espuma   forrada com   uma  felpuda colcha branca,  aromatizada à patchouli. 

Concentrado, imóvel e em meditação  fechou os olhos, imaginou flutuar. À proporção que imaginava e se concentrava, paulatinamente  foi se afastando, flutuando e se desligando,  até sair totalmente da matéria.  Projetou-se no cosmo e  levitando,  mergulhou  no espaço sideral em sono profundo.

Tangenciando os planetas, um por um, vazou o sistema   solar, alcançou outras estrelas da via láctea. Atravessou  trilhões   de sistemas, da nossa galáxia, até mergulhar na escuridão intergaláctica. Passeando  por  bilhões de outras galáxias, atravessou o universo,  entrou  noutros  universos, passou a conhecer a imensidão  do cosmo e a infinitude do multiverso.

Longa foi a viagem,    uma volta através dos tempos.  Fez um verdadeiro regresso, chegou à primeira estação, 1914, choro de  criança. Era   18 de setembro, uma sexta-feira chuvosa, 5:30h da manhã,  naquele dia nascia uma menina,  mais um ser humano, mais uma semente para germinar e gerar outras vidas.

O vilarejo, a  casa e os aposentos  extremamente simples. Posicionou-se  no canto da sala ao lado de uma roseira, entravam e saiam pessoas, umas novas e outras mais velhas. Da cozinha vinha  um cheiro convidativo do verdadeiro café, torrado no caco e pisado no grande pilão, feito de tora de jatobá.  

O dia clareou, ninguém notou a sua presença, continuou no mesmo cantinho  ao lado do grande jarro observando o chegar, o sair, os sorrisos, os abraços e os cumprimentos das visitas. 

Choro de criança,  casa cheia, era  um dia de fartura,  muita comida, bebidas e  de   alegria. Tiros de bacamartes anunciaram a chegada de mais um rebento. O  levitante    no seu cantinho, silenciosamente  a observar, era um dia de festa. 

O sol apontou no horizonte, o orvalho salpicava  as folhas da densa e verde mata, os pássaros voavam e chilreavam alegres com a torrencial aguada da noite, os raios clarearam  o sertão. De repente, saiu pela porta do quarto, afagada e protegida  nos braços da parteira,   uma bela  menina, uma criança linda, cabelos lisos e pele cor de jambo. Chorava copiosamente, era uma criança chorona.  Ao chegar à sala, observou, olhou, arregalou os castanhos olhos e fixou os dois em cima do nobre visitante, só ela o enxergava.  Ao locomover-se,  a menina virava a cabecinha para onde ele se  deslocava,  sempre a sorrir. O dia foi passando.  Veio um  silêncio. A cena foi se desfazendo,  a luz foi cedendo espaço à penumbra, veio o luscofusco e anoitceu.  O mortal continuou a sua longa   viagem  no vasto espaço sideral,  no cosmo, no infinito  multiverso. 

Quarenta anos depois, entrou numa nova estação,  1954, 18 de março, quinta feira chuvosa,  7h da manhã.  Aquela criança de 1914,   mais uma vez era a estrela da cena. Cabelos pretos, voz segura, forças nos pulmões,  um rebento nos braços  e de olhos fixos  no viajante,  assim    se pronunciou :

” Seja bem-vindo ao reino dos humanos”.

Silêncio profundo. O perfume das rosas, o olhar e os sorrisos de uma criança afloraram da sua mente e se apossaram do ambiente. Em levitação, o viajante  mergulhou no espaço dando continuidade ao misterioso deslocamento.

Viajou por outras plagas, a observar as estrelas,  a profundidade do desconhecido e fez uma nova parada, estação    2013, 11 de setembro.    A estrela era  a mesma menina de 1914 e de 1954, agora  uma senhora de coque branco, tez macia, olhos fixos e brilhosos, voz em veludo, angelical, serena e musical.  Foi  ao seu encontro,  fixou o  olhar sobre o mesmo, o abraçou, o afagou, o beijou e mansamente balbuciou  nos seus ouvidos  depois de  coloca-lo no colo: 

   “ Fique calmo,  o Senhor está me chamando, irei pessoalmente  ao seu encontro, morarei definitivamente na casa do Pai” e se esvaindo das suas  mãos, dos seus braços  e dos seus olhos, foi se afastando, se distanciando, rindo, dançando,  cantando e cantarolando.   Cheia de vida e de alegria,   tomou o caminho da casa de Deus, o Criador lhe chamou.

O solitário, solto  no Multiverso,  fez a viagem de volta. Reviu tudo que foi visto na ida, entrou no quarto pela mesma  janela, olhou aquele corpo imóvel, inerte, descoberto e  vazio, agasalhou-se  nas suas entranhas  e mais uma vez nele se albergou, o sol bateu no seu rosto, abriu descansadamente os olhos e ao seu lado surgiu uma voz: 

” Seja bem-vindo ao seu mundo, estou  ao lado do Senhor, estou   bem, olhando por todos. Lembra daquele menino que  nasceu no ano de 1914, no dia 23 de julho,   numa manhã chuvosa de uma  quinta-feira?   manda lembranças.  Aqui estamos juntos orando e rogando por todos. Estamos cotidianamente com vocês. Onde estamos podemos continuar próximos de todos, somos onipresentes, uma vez que só Deus, o nosso Pai,  é onipotente, onipresente e onisciente”. 

Serenamente, o andarilho, ainda inebriado  moveu o corpo, mirou  bem para  onde vinha a voz  e irrefutavelmente  balbuciou:  

A benção mamãe

 Aguardou um instante e a voz, somente a voz, mais distante quebrou o silêncio:

 “ DEUS TE ABENÇOE”

                                                

                                                     Iderval Reginaldo Tenório 

 

ESCUTEM DO GRANDE LUIZ VIEIRA ESTAS DUAS PÉROLAS .

 

Menino de Braçanã - YouTube

Provided to YouTube by Label Engine Menino de Braçanã · Lucio Alves · Lyrio Panicali Estrada do sol ℗ Golden ...
10 de mai. de 2020 · Vídeo enviado por Lúcio Alves - Topic

Luiz Vieira - Os Olhinhos do Menino - YouTube

www.youtube.com › watch
Download: http://v.blnk.fr/A1w0seP7h Inscreva-se agora no canal oficial 20 Super Sucessos: http://goo ...
4 de jul. de 2017 · Vídeo enviado por 20SuperSucessos


Menino De Braçanã - YouTube

www.youtube.com › watch
Provided to YouTube by Universal Music Group Menino De Braçanã · Lucio Alves Lucio Alves Sua Voz Intima ...
11