Uma nova civilização, o futuro da humanidade
O blog foi criado para a cultura. Mostra o quanto é importante o conhecimento.Basta um click no artigo. Centro Médico Iguatemi,310.CLINICA SÃO GABRIEL LTDA- 33419630 33425331Participe ,comente, seja seguidor. DR IDERVAL REGINALDO TENÓRIO , 1954 , JUAZEIRO DO NORTE -CEARÁ. 08041988lgvi.1984 CHEGOU EM SALVADOR COM 18 ANOS , MEDICINA NA UFBA. CIRURGIÃO GERAL. driderval@bol.com.br ACESSEM DO AMIGO E RADIALISTA PERFILINO NETO O SEU SITE DE MUSICA eradoradio.com.br
domingo, 31 de maio de 2026
CIBORGUE Uma nova civilização, o futuro da humanidade
Morre , AOS 94 ANOS, a Dra. Angelita Gama, pioneira da coloproctologia, referência mundial
Morre Angelita Gama, médica
pioneira da coloproctologia no Brasil
ela foi a primeira mulher
professora titular de especialidade cirúrgica da USP
Por O Globo — Rio de
Janeiro
31/05/2026 08h57 Atualizado há
uma hora
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Morre Angelita Gama, médica pioneira da coloproctologia no Brasil e referência
mundial no tratamento do câncer de reto, aos 94 anos — Foto:
Reprodução/Instagram
A Prof.ª Dra. Angelita Habr-Gama,
uma das principais referências da medicina brasileira e pioneira da
coloproctologia no país, morreu no sábado (30), informou o Hospital Alemão
Oswaldo Cruz em nota divulgada neste domingo. A médica estava internada na
instituição desde 6 de maio
·
Superação aos 88 anos: Médica
passou 50 dias intubada em UTI, se curou da Covid-19 e voltou a fazer cirurgias
·
Veja lista: Os
10 melhores hospitais públicos do Brasil em 2026
Professora, pesquisadora e
cirurgiã coloproctologista, Angelita atuava no Centro Especializado em Aparelho
Digestivo do Hospital Alemão Oswaldo Cruz e construiu uma trajetória marcada
por pioneirismo acadêmico, reconhecimento internacional e contribuições
decisivas ao tratamento do câncer de reto.
Angelita era reconhecida no meio
médico como uma das mais brilhantes cirurgiãs do país. Integrante do corpo
clínico da instituição desde 1980, sua presença era motivo de orgulho para
colaboradores e equipes médicas.
Quem foi Angelita Gama?
Nascida em 25 de julho de 1931,
Angelita Habr-Gama foi a primeira mulher a tornar-se professora titular de uma
especialidade cirúrgica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo
(USP), na área de coloproctologia. Posteriormente, tornou-se também a primeira
mulher a ingressar como membro honorário da American Surgical Association,
sociedade cirúrgica centenária dos Estados Unidos.
A médica Angelita Gama, pioneira
da coloproctologia no Brasil — Foto: Arquivo pessoal
Ao longo da carreira, criou a
disciplina de Coloproctologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina
da USP e atuou no Instituto Angelita & Joaquim Gama de Coloproctologia e
Cirurgia Digestiva, onde exerceu papel de mentora e orientou inúmeros
especialistas.
Sua atuação extrapolou a prática
clínica e acadêmica. Angelita fundou e presidiu a Associação de Prevenção do
Câncer de Intestino e teve o nome incluído na lista dos 2% de cientistas mais
influentes do mundo, ranking atribuído à Universidade Stanford.
Entre as honrarias recebidas estão
o “Mérito Santos-Dumont” e a “Medalha do Pacificador”, concedida em 1998 pelo
então presidente Fernando Henrique Cardoso. A médica também foi eleita uma das
mulheres mais influentes do Brasil pela revista Forbes.
Protocolo mudou tratamento do
câncer de reto
Um dos principais legados de
Angelita Habr-Gama está associado ao desenvolvimento e à difusão do protocolo
“Watch and Wait”. O método permite o tratamento com preservação do reto em
pacientes selecionados com câncer e já beneficiou milhares de pessoas no mundo,
tornando-se referência em diretrizes internacionais da especialidade.
A médica Angelita Gama, pioneira
da coloproctologia no Brasil — Foto: Arquivo pessoal
A médica é descrita pelo Hospital
Alemão Oswaldo cruz como uma líder acadêmica e formadora de gerações de
cirurgiões. Segundo a instituição, sua trajetória a transformou em um ícone da
coloproctologia e em exemplo de dedicação à ciência, à docência e à vida
humana.
Em manifestação conjunta, o
conselho de administração, a direção, o corpo clínico, a equipe assistencial e
os colaboradores do hospital lamentaram a morte da médica e afirmaram estar
"profundamente consternados com esta perda irreparável para medicina
brasileira".
"Perdemos uma grande
profissional e uma colega de quem sempre iremos nos lembrar com respeito,
gratidão, carinho e admiração", diz a nota.
O hospital também manifestou
solidariedade à família: "Nos solidarizamos com a família neste momento de
grande dor".
Sobreviveu à Covid-19 e voltou
ao centro cirúrgico aos 88 anos
A trajetória de Angelita Habr-Gama
também foi marcada por uma batalha pessoal contra a Covid-19. Em 2020, aos 88
anos, a médica ficou internada por 50 dias no Hospital Alemão Oswaldo Cruz após
desenvolver quadro grave da doença.
Internada em 18 de março daquele
ano, Angelita teve comprometimento pulmonar, precisou ser intubada e permaneceu
sedada em Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Em entrevista à BBC News Brasil
após a recuperação, relembrou a gravidade do quadro:
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Superação aos 88 anos: Médica
passou 50 dias intubada em UTI, se curou da Covid-19 e voltou a fazer cirurgias
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Veja lista: Os
10 melhores hospitais públicos do Brasil em 2026
Professora, pesquisadora e
cirurgiã coloproctologista, Angelita atuava no
Centro Especializado em Aparelho
Digestivo do Hospital Alemão Oswaldo Cruz
e construiu uma trajetória marcada por
pioneirismo acadêmico, reconhecimento internacional
e contribuições decisivas ao tratamento do
câncer de reto.
Angelita era reconhecida no meio
médico como uma das mais brilhantes
cirurgiãs do país. Integrante do
corpo clínico da instituição desde 1980,
sua presença era motivo de orgulho
para colaboradores e equipes médicas.
Quem foi Angelita Gama?
Nascida em 25 de julho de 1931,
Angelita Habr-Gama foi a primeira mulher
a tornar-se professora titular de
uma especialidade cirúrgica da Faculdade de Medicina
da Universidade de São Paulo
(USP), na área de coloproctologia. Posteriormente,
tornou-se também a primeira mulher a ingressar
como membro honorário
da American Surgical Association,
sociedade cirúrgica centenária dos Estados Unidos.
A médica Angelita Gama, pioneira
da coloproctologia no Brasil —
Foto: Arquivo pessoal
Ao longo da carreira, criou a
disciplina de Coloproctologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina
da USP e atuou no Instituto Angelita & Joaquim Gama de Coloproctologia
e Cirurgia Digestiva, onde exerceu
papel de mentora e orientou inúmeros especialistas.
Sua atuação extrapolou a prática
clínica e acadêmica. Angelita fundou e presidiu
a Associação de Prevenção do
Câncer de Intestino e teve o nome incluído
na lista dos 2% de cientistas mais
influentes do mundo, ranking atribuído à Universidade Stanford.
Entre as honrarias recebidas estão o “Mérito Santos-Dumont” e a “Medalha do Pacificador”,
concedida em 1998 pelo
então presidente Fernando Henrique Cardoso.
A médica também foi eleita uma das
mulheres mais influentes do Brasil pela revista Forbes.
Protocolo mudou tratamento do
câncer de reto
Um dos principais legados de
Angelita Habr-Gama está associado ao
desenvolvimento e à difusão do
protocolo “Watch and Wait”. O método
permite o tratamento com preservação do reto
em pacientes selecionados
com câncer e já beneficiou milhares de pessoas
no mundo, tornando-se
referência em diretrizes internacionais da
especialidade.
A médica Angelita Gama, pioneira
da coloproctologia no Brasil — Foto:
Arquivo pessoal
A médica é descrita pelo Hospital
Alemão Oswaldo cruz como uma líder acadêmica e formadora de gerações de
cirurgiões. Segundo a instituição, sua trajetória
a transformou em um ícone da
coloproctologia e em exemplo de dedicação
à ciência, à docência e à vida humana.
Em manifestação conjunta, o
conselho de administração, a direção, o corpo
clínico, a equipe assistencial e os
colaboradores do hospital lamentaram
a morte da médica e afirmaram estar "profundamente consternados com esta perda
irreparável para medicina
brasileira".
"Perdemos uma grande
profissional e uma colega de quem sempre
iremos nos lembrar com respeito,
gratidão, carinho e admiração",
diz a nota.
O hospital também manifestou
solidariedade à família:
"Nos solidarizamos com a
família neste momento de grande dor".
Sobreviveu à Covid-19 e voltou
ao centro cirúrgico aos 88 anos
A trajetória de Angelita Habr-Gama
também foi marcada por
uma batalha pessoal contra a Covid-19. Em
2020, aos 88 anos,
a médica ficou internada por 50 dias no
Hospital Alemão Oswaldo Cruz após
desenvolver quadro grave da
doença.
Internada em 18 de março daquele
ano, Angelita teve comprometimento pulmonar,
precisou ser intubada e permaneceu
sedada em Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Em entrevista à BBC News Brasil
após a recuperação, relembrou a gravidade do quadro:
— Não achei que resistiria. Era um
quadro muito grave — relatou, na época.
A médica havia retornado ao Brasil
dias antes, após viagem à Europa e
participação em congresso internacional em
Jerusalém. Embora acreditasse
ter sido infectada durante a
viagem, não descartava a possibilidade de
contágio em um evento de lançamento de sua
biografia, realizado
em São Paulo.
sábado, 30 de maio de 2026
A HOMOSSEXUALIDADE, A NATUREZA E OS CONCEITOS SOCIAIS
A HOMOSSEXUALIDADE, A NATUREZA E OS CONCEITOS SOCIAIS
Ultimamente, o mundo tem vivido momentos inusitados, ora machista, ora homofóbico, e instantaneamente vem na mente das pessoas o que diz o livro sagrado. De imediato surgem discriminatórias interrogações: É você contra ou a favor do relacionamento gay?
Do ponto de vista genético, econômico, social e político a humanidade atravessa uma fase de transformação.
Nos seus conceitos, os cientistas demonstram nas pesquisas, que a homossexualidade não é uma doença, não é homossexualismo, o fator principal é inato e involuntário e que nenhum cidadão ou cidadã tem culpa em apresentar esta tendência, da mesma maneira que não tem culpa de ser heterossexual.
Os termos curado ou recuperado, como alguns apregoam, não cabem e nem devem ser usados, uma vez que não é doença e não se trata de crime, pois não comete ilícito o ser humano que descobre a sua orientação sexual por pessoas do mesmo sexo.
A vida demonstra que ao assumir a sua orientação sexual, o ser humano retira das costas muitas amarras e progride em todos os seus desejos sociais, seja familiar, ético, de cidadania, religioso ou profissional; o homossexual passa a ser realmente um cidadão com todos os direitos e deveres pertinente a todos os seres humano, ele abandona a performance de camuflagem.
No estudo etológico, sendo a conduta animal um modelo para o homem, foi demonstrado que nos irracionais esta é uma das maneiras de os animais preservarem as suas vidas.
Cardumes inteiros de algumas espécies de peixes são constituídos na sua maioria de fêmeas, uma vez que muitos machos se feminizam ou neutralizam-se na presença dos machos ou fêmeas condutores ou dominantes.
Os lobos, involuntariamente, baixam as suas guardas, botam a calda entre as pernas e oferecem o traseiro ao lobo alfa, num gesto de obediência e de submissão, em troca de comida e da vida.
Atitudes semelhantes, e mais evidentes, acontecem com os. golfinhos, os Chimpanzés, os Macacos, as Girafas, as Baleias, os Cisnes, os Bisões e outros animais. Quem manda e comanda é a liderança: tudo pela sobrevivência da espécie.
Nos seres humanos o fenômeno existe, porém de outra maneira, não pela submissão e nem pela defesa à vida. O fenômeno humano emana dos regimentos culturais, sociais, filosóficos, políticos e econômicos.
As sociedades mais evoluídas, mais cultas, mais sociáveis político e economicamente independentes, têm uma tendência a se desligarem dos entraves impostos pela sociedade machista, desde as primeiras civilizações. Eles circulam sem atritos no universo dos antigos conservadores bíblicos, dos arcaicos conceitos e vivem com ou sem o menor grau de preconceitos. Muitos, sexualmente, se descobrem e se revelam definitivamente da terceira à quinta década da vida, quando estão bem profissionalmente, adultos e sem amarras familiares, tanto os masculinos como os femininos.
Aliado a este fenômeno, o crescimento sociopolítico econômico das mulheres e a revolução feminina num crescente, vêm ocupando espaços antes capitaneados pelos homens, consequentemente surgem grupos de mulheres que assumem os comandos e as lideranças, algumas, ajudadas pela elevada taxa da testosterona endógena, naturalmente presente em todas as mulheres numa taxa baixa. É a testosterona, acoplado à ocitocina, endorfina, dopamina e a serotonina, o hormônios do prazer e do misterioso orgasmo, enquanto o estrógeno, o da preparação, elasticidade e lubrificação vaginal.
A elevação natural ou artificial de 10% da testosterona nas mulheres proporciona maior desempenho das atividades físicas, força muscular, desejo sexual e robustez na voz, passando à interlocutora firmeza e segurança. É o que esperam as mulheres dos seus parceiros sexuais. Com estas propriedades, muitas passaram a ser os pontos de referências e de convergências dos seus grupos, de suas comunidades ou das sociedades das quais fazem parte. Para este tipo de mulher, ouve uma escassez de homem à altura.
Na sociedade atual, as mulheres cresceram e crescem, enquanto os homens estacionaram ou regridem do ponto de vista social, sumindo do universo feminino; deixaram de atrair mulheres e são quase indiferentes ao sexo oposto. Com estas propriedades, as mulheres alfas passaram a conquistar a confiança, a simpatia e o amor das pessoas do mesmo sexo. Como as amarras, o atraso e o arcaísmo foram e estão sendo eliminados, o fenômeno natural da homossexualidade passou a fluir normalmente, como ocorre na natureza com todas as espécies, e não seria diferente com os humanos, de modo que, de diferente, apenas o modus operandi, que em vez da submissão, no humano, predominam a inteligência e a revelação da orientação sexual.
Hoje se discute o sexo dos seres humanos, se masculino ou se feminino, como fatos do passado: Gênero sexual é uma coisa e orientação sexual é outra.
O sexo refere-se aos aspectos anatômicos, morfológicos e fisiológicos (genitália, cromossomos sexuais, hormônios), enquanto gênero remete aos significados sociais, culturais, históricos e associados aos sexos, é a homoafetividade. Pode haver uma atração por pessoas do mesmo sexo ou inexistir atração por qualquer um dos sexos.
A identidade do gênero sexual refere-se ao gênero com o qual a pessoa se identifica, homem ou mulher ou fora do convencional. Esta identidade é formada até os três primeiros anos de vida e é muito difícil de se mudar, sofre influência da família, da religião, da etnicidade e do trabalho. Esta identidade dita o modelo das roupas, do cabelo, a entonação da voz, a maneira do andar e os costumes, e pode estar ligada ou não à orientação sexual.
A neurociência mostrou que a orientação sexual do ser humano é inata, é determinada biologicamente até mesmo antes do nascimento.
Interessar-se sexualmente por homens ou mulheres é algo que seu cérebro faz automaticamente, orientação não é opção, o ser não opta, ele já nasce com a orientação. A descoberta é apenas questão de tempo. Assume publicamente, abraça e curte ou tenta abafar, esconder, ou mesmo ir contra ela.
A orientação sexual não se muda, não se escolhe, ela é inata, o indivíduo no decorrer da vida descobre e assume ao decretar a sua independência. É o fulcro principal do respeito que a sociedade deve aos homossexuais, ao vir ao mundo a orientação sexual faz parte do Eu de cada cidadão.
Para a sociedade atual, o importante é o cérebro, isto é, a inteligência, a profissão, a ética, o humano politicamente falando.
O importante é ser cidadão ou cidadã alforriados. São as propriedades que interessam à sociedade, a orientação sexual é um fenômeno íntimo, particular e que só interessa ao Eu de cada um. O lado íntimo tem pertinência com ele mesmo; pesam mais a independência e a contribuição do indivíduo para o engrandecimento da humanidade.
Vaticino que na maioria, o homem é um elemento hormonal. O gênero e o sexo, masculino e feminino, dependem da interação da vida social, cultural e genética, é organizacional.
A sua orientação afetiva e amorosa tem vários vetores e fatores, vai depender, naturalmente, da taxa de testosterona, da ascendência cultural, política, social e filosófica.
A sociedade do futuro será livre, tudo passará por um período de amadurecimento, o mundo caminhará desvencilhando-se das amarras, dos preconceitos e das agressões gratuitas vividas hoje pelas minorias.
O mundo é laico em todos os sentidos, o homem é apenas o seu condutor. O masculino e o feminino são dualidades seculares e classificatórias, hoje e para o amanhã o gênero sexual caminhará no paralelo ou embutido em cada um dos habitantes da ciranda social que é a vida.
Seja coerente e deixe os outros viverem, o mundo é de todos. O homem tem por obrigação respeitar a individualidade de cada ser humano, o gênero sexual é anatômico, é concreto, enquanto a orientação sexual circula no mundo do abstrato.
Todos são cidadãos, vivem dos seus trabalhos e não podem viver performando-se Ad Eterno, tem que tirar a capa da camuflagem para viver em paz com a sua orientação sexual.
Iderval Reginaldo Tenório
SOMOS UMA PROVINCIA MA CONDUZIDA, SOMOS UMA RINHA DE GALO.
Somos uma província, somos uma Rinha.
Enquanto a pseudo- esquerda e os seus idólatras entregam a soberania do país à China, os da pseudodireita entregam ao Ocidente e aos EUA, neste interim, o país caminha para o buraco e para o atraso.
São dois grupos de enganados. O país hoje é uma rinha e os donos dos galos querem ver sangue.
Os amoladores de esporões, maldosamente e sem raciocínio, não cansam de diariamente afiarem as suas pontas à mando da cúpula desonesta.
Não somos um país, somos uma província mal conduzida e sem valor, e haja ódio em ambas as pontas.
Os "homens" da cúpula, deliberadamente estão perdidos, são marionetes diante das duas potências e fustigam os seus galos para contendas mortais, como não raciocinam, irracionalmente obedecem.
Precisamos recuperar o país. Deixem de serem bobos e subservientes.
O nosso universo é vergonhoso, sombrio e suicida.
"É tipo uma luta do UFC. Os engravatados ficam assistindo e fazendo suas apostas, e os galos arengando". SAM um leitor.
Salvador, 30 de Maio de 2026
Iderval Reginaldo Tenório
Somos uma província, somos uma Rinha.
Somos uma província, somos uma Rinha.
Enquanto a pseudo- esquerda e os seus idólatras entregam a soberania do país à China, os da pseudodireita entregam ao Ocidente e aos EUA, neste interim, o país caminha para o buraco e para o atraso.
São dois grupos de enganados. O país hoje é uma rinha e os donos dos galos querem ver sangue.
Os amoladores de esporões, maldosamente e sem raciocínio, não cansam de diariamente afiarem as suas pontas à mando da cúpula desonesta.
Não somos um país, somos uma província mal conduzida e sem valor, e haja ódio em ambas as pontas.
Os "homens" da cúpula, deliberadamente estão perdidos, são marionetes diante das duas potências e fustigam os seus galos para contendas mortais, como não raciocinam, irracionalmente obedecem.
Precisamos recuperar o país. Deixem de serem bobos e subservientes.
O nosso universo é vergonhoso, sombrio e suicida.
"É tipo uma luta do UFC. Os engravatados ficam assistindo e fazendo suas apostas, e os galos arengando". SAM um leitor.
Salvador, 30 de Maio de 2026
Iderval Reginaldo Tenório
Somos uma província, somos uma Rinha de GALO. E OS RATOS?
Somos uma província, somos uma Rinha.
Enquanto a pseudo- esquerda e os seus idólatras entregam a soberania do país à China, os da pseudodireita entregam ao Ocidente e aos EUA, neste interim, o país caminha para o buraco e para o atraso.
São dois grupos de enganados. O país hoje é uma rinha e os donos dos galos querem ver sangue.
Os amoladores de esporões, maldosamente e sem raciocínio, não cansam de diariamente afiarem as suas pontas à mando da cúpula desonesta.
Não somos um país, somos uma província mal conduzida e sem valor, e haja ódio em ambas as pontas.
Os "homens" da cúpula, deliberadamente estão perdidos, são marionetes diante das duas potências e fustigam os seus galos para contendas mortais, como não raciocinam, irracionalmente obedecem.
Precisamos recuperar o país. Deixem de serem bobos e subservientes.
O nosso universo é vergonhoso, sombrio e suicída.
"É tipo uma luta do UFC. Os engravatados ficam assistindo e fazendo suas apostas, e os galos arengando". SAM um leitor.
Salvador, 30 de Maio de 2026
Iderval Reginaldo Tenório
sexta-feira, 29 de maio de 2026
CÂMARA DE SALVADOR COMEMOROU UM CICLO DE 85 ANOS DE SERVIÇOS DE EXCELÊNCIA DO HGV/HGE
CÂMARA DE SALVADOR COMEMOROU UM CICLO DE 85 ANOS DE SERVIÇOS DE EXCELÊNCIA DO HGV/HGE
João - 28/05/2026 15:00 - Atualizado 28/05/2026
CÂMARA DE SALVADOR COMEMOROU UM CICLO DE 85 ANOS DE SERVIÇOS DE EXCELÊNCIA DO HGV/HGE, SOB A TUTELA DA VEREADORA ALADILCE SOUZA
Sob a tutela da combativa e importante vereadora Aladilce Souza, o nosso querido HGV/HGE, a principal porta DE EMERGÊNCIA hospitalar da Bahia, foi homenageado.
Como filho daquela casa e irmão dos milhares de médicos da Bahia e do Brasil, que obrigatoriamente sorveram conhecimentos, sabedoria, alma e o espírito de médico, condições sin ne qua non para desiguinarem-se "filhos de Esculápio" aqui na Bahia.
Foi nesta casa, que muitos aprenderam a examinar, operar e conviver comunitariamente. É impossível não vir água nos olhos, dos seus filhos, ao falar ou relembrar da convivência naquela Catedral da Medicina.
Para não deixar de citar alguns nomes, é de bom alvitre lembrar os grandes diretores, homens que dedicaram uma vida ao nosso NOSOCOMIO. Dr.Roberto Simon, Dr. Jorge Cerqueira, Dr Wanderlino, Dr.Pitangueiras, Márcio Quintiliano e o grande Dr André Luciano, que o dirigiu por 17 anos e labutou por 35, sem se esquecer do mestre Antonio Antico. Como não lembrar de pacientes históricos, que reforçaram a sua importância e os chefes de equipes, relembro do Dr. Hélio Mariotte, que ficava com a prancheta e cada um que chegava tinha que falar com ele, os fecalomas eram quebrados pelos retardatários. Hoje os coordenadores são competentíssimos, com destaque aquele com que eles convivi, Antonio Maltez, um médico especial e de grande valor, Marcos Reis, um profissional do mais alto quilate e o jovem Marcus Almeida, um apaziguador nato, um condutor que traz paz para os seus comandados.
Quem não se lembra do maior paciente queimado do Hospital, chegou com o rosto totalmente danificado e que sob a tutela do professor Dr. Carvalhal França, morou por mais de quatro anos e recebeu alta com o rosto restituído, outros, com lesões da coluna e sob a tutela do Professor Jaime Freire de Carvalho e equipe, saíram andando para o convívio da família.
É de se encher a alma e o espirito de saudades, quando se fala de um paciente asmático, amigo de todos, que já chegava sabendo o que iria usar e era imediatamente acolhido por toda a equipe, do interno ao mais alto cargo da casa.
Lembranças à parte, o que falar dos funcionários da manutenção e de alguns equipamentos, o nosso querido e zuadento elevador, que roncava alto ao subir. As enfermeiras dedicadas, as assistentes sociais e as técnicas de enfermagem, todos e todas verdadeiros(as) professores em prol dos queridos pacientes.
Citarei a competente Marta e equipe, a conduzir o RH, fazendo tudo e de tudo para contemplar cada servidor nas suas necessidades, uma anfitriã nata e que corre nas arterias e veias o suprassumo do respeito, acolhimento e resoluções por mais difícil que pareçam.
Foi este hospital( HGV OU O NOSSO PRONTO SOCORRO DO CANELA) 50 anos de vida e é este mesmo hospital, continuado com o nome HGE, hoje com 36 anos de vida, somando juntos 86 anos, que todos médicos da Bahia se orgulham.
Um dia um colega me falou: "Saí do HGV/HGE, porém ele nunca saiu da minha vida, ele está impregnado no meu DNA, sou grato e feliz por fazer parte daquela e desta Catedral, e digo mais, quem não sorveu dos ensinamentos do HGV/HGE, aqui na Bahia, não é médico raiz". Falava com lágrimas nos olhos de tanta felicidade. Não conseguir conter o marejamento dos meus, marejamos juntos.
Iderval Reginaldo Tenório
Desde 1979, Pré-interno, Interno e depois servidor, tendo se afastado para fazer Residencia em Cirurgia, no também baluarte Hospital Central Roberto Santos, filho legítmo do antigo HGV, hoje irmão SIAMES do HGE.
DA HOMENAGEM DA QUERIDA ALADILCE SOUZA E DA COMUNIDADE BAIANA
Ex-servidora tanto do Hospital Getúlio Vargas (HGV) quanto do Hospital Geral do Estado (HGE), a vereadora Aladilce Souza (PCdoB), enfermeira formada pela UFBA, promoveu, na tarde desta quinta-feira (28), no Plenário Cosme de Farias, um verdadeiro encontro de ex e atuais colaboradores das instituições de reftente Merência em socorro de alta complexidade, com o tema “Uma longa história salvando vidas”. Em sua saudação, emocionada, ela declarou: “São muitos sentimentos que se misturam nesse momento. Essa é uma sessão que eu estava devendo a mim mesma, mas principalmente a esta Casa, que é a Casa do povo de Salvador.
Desde que cheguei aqui, penso em fazer uma homenagem ao HGV/HGE. Anos se passaram, estou no 5⁰ mandato e somente agora foi possível, para resgatar a história do Pronto Socorro da Bahia”.
Resgatar, sobretudo, a história de quase 50 anos do “velho HGVE ”, criado pelo ex-reitor Edgard Santos, que formou tantas pessoas, “tanto profissionalmente quanto humanitariamente, fortalecendo a ética e o compromisso social”. O HGV, segundo Aladilce, foi uma grande escola: “Os tempos eram outros. Durante meio século foi o único hospital de emergência da Bahia, grande referência em trauma, para onde todos queriam ir em situação de acidentes, risco eminente de vida. Mesmo sabendo que as condições eram precárias, as pessoas sabiam que ali estariam os mais experientes profissionais para salvar-lhes a vida. Eu tive a felicidade de trabalhar no HGV nos seus últimos anos de vida e de ter contribuído para a sua mudança”.
Um tem o DNA do outro
Aladilce relembrou, como se passasse um filme na cabeça, do seu primeiro emprego. “Foram anos muito intensos, quando o bicho pegava, o hospital ficava superlotado, com pacientes em todos os lugares, em cima dos balcões e até no chão. E a gente a correr de lá pra cá, pegando material pela janela da farmácia. Era uma loucura! Estávamos sempre à espera de uma ambulância que entrava pela contramão da Rua Araújo Pinho e pacientes carregados, sangrando, queimados, desacordados, recolhidos em via pública ou afogados, às vezes sem identidade, com ou sem acompanhante, e a gente fazia milagres, com espírito de equipe. Quantas vidas foram salvas por essa agilidade e doação dos profissionais!”. E sugeriu que essa memória seja eternizada em um livro.
As dificuldades provocaram os funcionários a lutar por melhorias de condições de trabalho e de instalações, movimento que tomou corpo e levou à construção do moderno e amplo HGE da Vasco da Gama, inaugurado em 10 de abril de 1990.
O diretor-geral do HGE, Márcio Quintiliano da Fonseca, falou em nome da instituição, classificando como justa a homenagem dupla ao HGV/HGE, “porque nunca foram só as paredes, os prédios, os equipamentos, mas
o resultado do atendimento decente, que é a nossa missão. É o resultado do que a gente faz na prática. Então, continuemos com essa responsabilidade de honrar esse legado”. André Luciano Santana de Andrade, ex-diretor do HGV/HGE, ressaltou que não é possível separar as duas instituições, “porque o DNA do HGV está no HGE”. E apoiou a ideia de resgatar a memória do “antigo Pronto Socorro do Canela”.
Votação histórica
Presentes à sessão, os deputados federais Alice Portugal (PCdoB), também ex-estagiária de farmácia bioquímica do HGV, e Jorge Solla (PT), ex-secretário estadual de Saúde, foram parabenizados por Aladilce pela participação na votação histórica do fim da jornada 6×1 na Câmara Federal, na noite de quarta-feira (27). Os dois contribuíram com emendas parlamentares para nova ampliação do HGE.
A mesa do evento contou com as presenças, ainda, de Janaina Peralta de Souza, superintendente de Gestão de Recursos Humanos da Sesab; a enfermeira aposentada Lúcia Terezinha Liberato de Mattos Reis, do HGV/HGE; a auxiliar de enfermagem e assistente social Joana Evangelista Conceição Silva, coordenadora da Comissão de Desospitalização do HGE; e Joelson Santana dos Santos, diácono da Igreja Católica e paciente
do HGV/HGE. Diversos ex-servidores do HGV foram homenageados com placas comemorativas durante o evento. A parte cultural da sessão ficou por conta do Coral da Câmara, regido pelo maestro Carlos Veiga, e pelo grupo de funcionários do HGE formado por Alexandre Barros, William Carvalho, Jéssica Lobo e Rogério Moura
João - 28/05/2026 15:00 - Atualizado 28/05/2026
Vcs estão ótimas, fotogênicas,esse cabelo de Edelvira então está um show de bola, s contar c o de Taninha e Eliene ques estou bonitos
Gente, quem tiver fotos bonitas podem enviar! Maravilhoso o encontro!!
quinta-feira, 28 de maio de 2026
OS HOMENS NASCEM LIVRES x DITADORES SANGUINÁRIOS
"Os homens nascem livres"
OS HOMENS NASCEM LIVRES x DITADORES SANGUINÁRIOS
O ser humano, na sua essência, só pensa em si. Como viver bem, se os ditadores cometem genocídios e milhares de pessoas torcem por estes ditadores tiranos? Muitos defendem sem saber o que estão fazendo.
Possuídos por histerias, paranoias e neuroses, gritam com todas as forças dos pulmões e esquecem as atrocidades cometidas em pleno século XXI E GRITAM:
" DITADOR TAL, LIVRE; SALVE A SOBERANIA DOS TIRANOS E ABAIXO A SOBERANIA DO POVO". SEM SE ESQUECER DOS GENOCIDAS.
Conheçam a obra de Aquiles Mbembe
Filósofo e escritor camaronês.
Obra principal, NECROPOLÍTICA
É a idolatria e a lavagem cerebral as senhoras dominadoras de cérebros insensatos.
"Os homens nascem livres"
Iderval Reginaldo Tenório
Sigmund Freud assim se expressou: "Quase se poderia dizer que a histeria é uma obra de arte deformada, que a neurose obsessional é uma religião deformada e a paranoia um sistema filosófico deformado."
Friedrich Nietzsche disse: "A razão ! Privada de saber, é algo absolutamente insensato, mesmo para os grandes filósofos".
O que explica pessoas alforriadas apoiarem estes sistemas, depois falam:
" Sou de esquerda, morte aos fascistas".
Têm como ícones os maiores ditadores sanguinários dos dois últimos séculos.
ALI KAMENEI E OS DEMAIS DO IRÃ
Nicolás Maduro, Xi Jinping, Augusto José Ramón Pinochet Ugarte, Kim Jong-un, Idi Amin Dada, Sadan Hussein, José Daniel Ortega Saavedra, os Castros e OUTROS SANGUINÁRIOS PELO MUNDO DA ATULIADADES.
Pessoas de nível educacional Superior. Pessoas que comem bem, vestem bem e moram bem querer tanto mal para estes sofridos povos que vivem sob a batuta da chibata?
SSa, Ba, 28 de Maio de 2026
Iderval Reginaldo Tenório


