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sexta-feira, 28 de agosto de 2026

A MEDICINA. O MÉDICO. AS FACULDADES, AS ESTRADAS E AS MORTES PRECOCES.



 A MEDICINA. O MÉDICO. AS FACULDADES, AS ESTRADAS E AS MORTES PRECOCES. 

Demandas equivocadas e a vida do médico do Brasil.

Uma delas é a graduação em medicina e a abertura de escolas sem precedentes.

São 494 Faculdades, 50 mil médicos formados por ano, fora os do MERCOSUL. 80% das Faculdades são  particulares, mensalidade variando  de 6 a 16 mil e 20% são públicas.

Estima-se que 80 mil brasileiros cursam Medicina noutros países da América Latina. Argentina, Paraguai, Bolívia e Cuba. 

São 10 mil vagas anuais nas instituições públicas e 40mil vagas  na rede privada. 

Consequências sérias virão, a medicina não é mais  MEDICINA,  é comércio, mídia e produto, quem viver verá, a sociedade está sendo enganada. 

Muitos falecem nas estradas em busca do pão e para  pagarem a dívida de 1,3 milhão com a Faculdade Particulares.

Em vez de circularem nos corredores dos hospitais, transitam pelas estradas assassinas do país que interligam os   diversos municípios que labutam, geralmente são jovens, tanto mulheres como homens. Saem de um plantão de uma cidade e vão para outras e outras.

A população fala: " ESTE GANHA BEM, ESTÁ BEM DE VIDA".

Os pais, as autoridades,  a população e o médico não enxergam as estatísticas de mortes precoces.

Calcula-se que mais de 15% dos médicos trabalham em até 03 municípios diferentes como plantonistas de emergências, 20% em ambulatórios e programas da  família em mais de um municípios, 7% levam especialidades a pequenos municípios e perambulam por várias cidades num único mês. Não diferente dos heróis e heroínas  que trabalham como representantes de laboratórios, a diferença é que estes profissionais não dão plantão noturno, não têm  o sono entrecortado durante a noite e são hospedados em hotéis. Têm um bom café, um bom almoço  e a mente descansada durante o dia.

Os grandes especialistas dos  hospitais regionais e das policlínicas públicas   (neurocirurgiões, oftalmologistas, endocrinologistas, cirurgiões torácicos, ortopédicos)   em todo o país não moram no município no qual atua, estão sempre em deslocamento.

São 10 mil vagas anuais nas instituições públicas, 20%  e 40mil vagas  na rede privada, 80%. 

O governo, tal qual o Pôncio Pilatos,  lavou as mãos no ensino médico, está  enganando, destruindo, negligenciando, precarizando a profissão e colocando em risco os médicos.

Hoje são 680 mil médicos.

Projeta-se para  2030,   1,1 milhão de médicos. 5  para cada habitantes. 

Para 2035,  1,3 milhão.  5,6 para mil habitantes,  

                      Iderval Reginaldo Tenório

O MÉDICO. AS FACULDADES. OS PAIS ENGANADOS. O NUMERO DE FACULDADES.

 

Demografia Médica no Brasil 2023- RESUMO DA MATÉRIA

             

Aumento recorde no total de médicos no País pode ser cenário de risco para  a assistência, avalia Conselho Federal de Medicina | Portal Médico 

                                .

  Número de médicos sem especialização cresce em 6 anos no Brasil | CNN Brasil

Faculdade de Medicina da Bahia da Universidade Federal da Bahia –  Wikipédia, a enciclopédia livre 

Lançada a Demografia Médica no Brasil 2023

Número de médicos especialistas no país cresce 84% em 10 anos, e mulheres serão maioria na profissão já em 2024

Demografia Médica no Brasil 2023, produzida em parceria entre a Associação Médica Brasileira e a Faculdade de Medicina da USP, também projeta que país chegará em 2035 com mais de 1 milhão de médicos; médicas declaram renda 36% anual inferior que os colegas homens

            O número de registros de médicos com título em alguma especialidade cresceu 84% nos últimos 10 anos no Brasil. 

            A DMB 2023, coordenada pelo pesquisador Mário Scheffer, professor livre-docente do Departamento de Medicina Preventiva da FMUSP, foi formulada a partir de três eixos principais: estudos demográficos da população médica, estudos sobre formação e profissão médica e inquéritos sobre Residência Médica e trabalho médico no Brasil.

   

Em abril de 2025, o Brasil contava com aproximadamente
635,7 mil médicos. Este número inclui cerca de 353 mil especialistas e 244 mil generalistas. A densidade de médicos no país é de aproximadamente 2,9 por mil habitantes, mas a distribuição é desigual, com maior concentração nas regiões Sul e Sudeste

 

 

            *Médicos especialistas e especialidades médicas*

 Em 2022 o Brasil possuía 321.581 médicos com ou mais títulos de especialistas, o que representa 62,5% dos profissionais em atividade no país. Os demais 37,5% eram médicos generalistas, ou seja, sem titulação em nenhuma especialidade.

O número total de registros de médicos titulados no país chega a 495.716, o que representa 84% a mais em relação aos 268,2 mil registros existentes em 2012. 

Um mesmo médico pode ter título ou ter concluído Residência Médica em mais de uma especialidade e, por isso, o número de títulos em especialidades é maior que o número de indivíduos especialistas.

 As especialidades com maior número de registros de especialistas são Clínica Médica, com 56.979 médicos, Pediatria (48.654), Cirurgia Geral (41.547), Ginecologia e Obstetrícia (37.327), Anestesiologia (29.358), Ortopedia e Traumatologia (20.972), Medicina do Trabalho (20.804) e Cardiologia (20.324). 

 Um segundo grupo, de cinco especialidades – Oftalmologia, Radiologia e Diagnóstico por Imagem, Psiquiatria, Dermatologia e Medicina de Família e Comunidade, soma 14,4% do total de especialistas.

 No período entre 2012 e 2022, algumas especialidades como Clínica Médica, Medicina de Família e Comunidade, Radiologia e Diagnóstico por Imagem, Medicina Legal e Perícia Médica, Cirurgia de Mão, Medicina de Tráfego, Angiologia, Geriatria, Cirurgia de Cabeça e Pescoço, Neurologia, Genética Médica e Mastologia pelo menos dobraram o número de especialistas.

Os homens são maioria em 36 das 55 especialidades médicas e as mulheres predominam em 19 delas. As especialidades mais “femininas” são Dermatologia, Pediatria, Alergia e Imunologia, Endocrinologia e Metabologia e Genética Médica. As especialidades mais “masculinas” são Urologia, Ortopedia e Traumatologia, Neurocirurgia, Cirurgia Cardiovascular e Cirurgia do Aparelho Digestivo.

A especialidade com maior número de mulheres é a Dermatologia: são 8.236 médicas, o que representa 77,9% dos dermatologistas do país. Outras especialidades com grande proporção de mulheres são Pediatria (75,6%), Alergia e Imunologia e Endocrinologia e Metabologia, ambas com 72,1%.

Em 34 das 55 especialidades médicas existentes no Brasil, a média de idade dos médicos especialistas é inferior a 50 anos.

No Sul do país, 68% dos médicos possuem alguma especialidade. Já no Centro-Oeste 63,4% dos profissionais são médicos especializados, enquanto no Sudeste são 63,3%, no Norte, 57,2% e no Nordeste, 52,3%.

O Distrito Federal possui a maior proporção de médicos especialistas em relação ao total de profissionais (72,7%), enquanto o Amapá registra a menor (40,4%).

Em relação à Força de Trabalho Cirúrgica – que inclui cirurgiões, anestesiologistas e obstetras, a Demografia Médica aponta que, no Brasil, há uma densidade de 66 especialistas por 100.000 habitantes, mais do que o triplo do recomendado pela Lancet Commission On Global Surgery, que é de 20 por 100 mil.

*Aumento de médicos no Brasil*

Nos últimos 13 anos, de 2010 a 2023, mais de 250 mil novos médicos (251.362) entraram no mercado de trabalho no Brasil, resultado direto da abertura de cursos e de vagas de graduação em medicina.

Em janeiro de 2023 o país contava com 562.229 médicos inscritos nos 27 Conselhos Regionais de Medicina (CRMs), o que corresponde a uma taxa nacional de 2,6 médicos por 1.000 habitantes. Na mesma data, o total de registros médicos chegava a 618.593.

Essa diferença entre o quantitativo de indivíduos médicos e o de registros se refere aos profissionais que possuem inscrições em mais de um CRM, seja porque trabalham em cidades de diferentes estados ou porque se deslocam temporariamente a outro estado.

No ano 2000 o Brasil contava com 239.110 médicos. Enquanto o número de profissionais mais do que dobrou até 2023, a população geral do país cresceu em torno de 27%.

Duas regiões do país possuem número de médicos em relação à população inferior à média nacional. No Norte há 1,45 médico por 1.000 habitantes e, no Nordeste, 1,93.

 Já as regiões Sudeste, Centro-Oeste e Sul do Brasil possuem razões de 3,39, 3,10 e 2,95 médicos por 1.000 habitantes, respectivamente.

 Os estados brasileiros que possuem maior densidade de médicos por 1.000 habitantes são o Distrito Federal (5,53), Rio de Janeiro (3,77), São Paulo (3,50) e Santa Catarina (3,05). As menores densidades são encontradas no Pará (1,18 médico por 1.000 habitantes), Maranhão (1,22) e Amazonas (1,36).

Os dados da Demografia Médica ainda mostram que os médicos se concentram nas capitais brasileiras que, somadas, reúnem 312.246 médicos de todo o país, o que representa uma razão de 6,13 profissionais por 1.000 habitantes.

Já o grupo de regiões metropolitanas do Brasil (excluindo capitais) possui 44.824 médicos, o que significa 1,14 médico por 1.000 habitantes. Na somatória das cidades que compõem o interior do Brasil, são 225.996 médicos ou 1,84 profissional por 1.000 habitantes.


            *Projeção da oferta de médicos no Brasil nos próximos anos*

            Uma das projeções inéditas feitas pela nova edição da Demografia Médica no Brasil 2023 é referente à oferta de médicos em atividade no país nos próximos anos.

            Em dois cenários analisados – de eventual “congelamento” na abertura de cursos de graduação e vagas de medicina entre 2023 e 2029 ou de manutenção dos efeitos da legislação vigente em 2022 em que a abertura de cursos e vagas é regulada e não seria interrompida nos anos seguintes -, a projeção é de que em 2035 haverá entre 1.016.121 e 1.032.753 médicos no Brasil.

            “Haverá acirramento das disparidades de concentração de médicos. Das 27 unidades da Federação, 18 delas irão apresentar densidade de profissionais por mil habitantes abaixo da média nacional, estimada em 4,4 em 2035

            *Mais mulheres na profissão*

            O fenômeno da “feminização” da profissão médica já vinha sendo observado desde 2009 entre os recém-graduados, mas ainda havia, no total da profissão, 59,5% de homens e 40,5% de mulheres. Em 2022 a proporção foi de 51,4% de médicos e 48,6% de médicas. Para 2024 a projeção é de que 50,2% do total de médicos no país sejam mulheres.

            Entre 2010 e 2022 o número de mulheres médicas quase dobrou, passando de 133 mil para 260 mil. Entre os homens o crescimento foi mais lento, com acréscimo de 43%.

            O estudo também demonstrou desigualdade de renda entre os gêneros. Conforme dados obtidos por meio de declarações junto à Receita Federal referente ao ano-base de 2020, as médicas brasileiras declaram rendimento médio anual 36,3% inferior que os profissionais do sexo masculino.

 Ainda de acordo com a projeção do estudo da Demografia Médica, a idade média do médico brasileiro vai cair e, em 2035, mais de 85% dos profissionais terão entre 22 e 45 anos. Também em 2035 haverá 56% de profissionais de medicina do sexo feminino contra 44% do sexo masculino.

.

            *A expansão dos cursos de medicina no Brasil e o perfil dos estudantes*

 Segundo a Demografia Médica, de 2013 a 2022 foi registrada a maior expansão do ensino médico da história do Brasil.

Em 2013, o Brasil possuía aproximadamente 180 escolas de medicina. Até 2014, esse número havia dobrado em relação ao início dos anos 2000, chegando a cerca de 216 escolas.

 

Em um intervalo de apenas 20 anos , o número de faculdades de Medicina no país mais que triplicou , passando de 143 para 448 — um aumento superior a 200% . 

 

  Em 2022 o Brasil contava com 389 escolas médicas que, juntas, ofereciam 41.805 vagas de graduação. Desse total, 23.287 novas vagas foram abertas de 2013 em diante. O aumento foi quase quatro vezes maior do que o registrado entre 2003 e 2012, quando foram autorizadas 5.990 vagas.

Uma das principais características da expansão da oferta de graduação médica nos últimos 20 anos no Brasil foi a abertura de vagas predominantemente no setor privado de educação.

Nesse período, enquanto as novas vagas de medicina em universidades públicas passaram de 5.917 em 2003 para 9.725 em 2022 (aumento de 64%), as vagas em escolas médicas do setor privado subiram de 7.001 para 32.080 (crescimento de 358%).

As mulheres foram maioria entre os alunos do primeiro ano de medicina no período analisado pela Demografia Médica, representando 54,9% do total de estudantes em 2010 e 61,4% em 2019.

A Demografia identificou um aumento da população negra – soma de alunos que se declararam pretos e pardos -, de 1.483 estudantes de medicina em 2010 para 9.326 em 2019.

Além disso, cresceu a participação de estudantes de medicina entre aqueles que cursaram o ensino médio em escolas públicas, de 25,9% do total em 2010 para 29,8% em 2019.

            *Oferta e distribuição de Residência Médica*

 Em 2021, 4.950 programas de RM estavam credenciados no Brasil. Naquele ano, os 41.853 médicos que cursavam Residência Médica representavam cerca de 8% do total de médicos em atividade no país.

O estado de São Paulo concentra 33,3% de todos os residentes, seguido por Minas Gerais (11,1%), Rio de Janeiro (10%) e Rio Grande do Sul (7,1%). 

O Distrito Federal é a unidade federativa com maior densidade de médicos residentes por 100.000 habitantes (44,92), seguido por São Paulo (29,86), Rio Grande do Sul (25,84) e Rio de Janeiro (24,06). No outro extremo, o estado do Maranhão apresenta a densidade mais baixa (4,57), seguido por Amapá (5,13) e Pará (7,10).

Em 2021, cerca de 43% dos médicos residentes cursavam programas em quatro especialidades: Clínica Médica (14,2%), Pediatria (10,87%), Ginecologia e Obstetrícia (9,15%) e Cirurgia Geral (9,08%).

Entre 2018 e 2021 o número de médicos que cursavam Residência Médica no Brasil passou de 38.681 para 41.853.

A maioria dos residentes (55,7%) pretende, um ano após a formação, manter exercício profissional de dupla prática, dividindo a atuação profissional entre os serviços público e privado. 

 

Matéria completa na íntegra..

  

Demografia Médica: CFM | CRMs


Conselho Federal de Medicina.
https://demografia.cfm.org.br

Com a Demografia Médica 2023, o CFM introduz nova abordagem dentro desse projeto. Em lugar de publicação impressa, os dados agora estão reunidos em ...

 


Assista à cerimonia de lançamento no YouTube https://www.youtube.com/watch?v=Bk4OR1fUrdc

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A medicina e os médicos brasileiros.

 

A medicina e os médicos brasileiros.


A medicina 

e os médicos brasileiros 

Abordarei neste vídeo  a Medicina Brasileira, a formação dos médicos, a abertura de novas escolas,   a ausência de hospitais escolas, a contratação de médicos sem seguridade social(PJ), todos por Pessoas Jurídicas, o MERCOSUL e a proporção médico  por mil habitantes. 

15 anos atrás,  devido a  abertura de muitas  faculdades com viés político e pecuniário, elaborei  um  artigo:

A DECADÊNCIA DA MEDICINA BRASILEIRA.

Versava sobre a desvalorização do médico, a transição de liberal para refém dos planos de saúde, dos grandes grupos hospitalares, dos  Municípios, Estados e da União. Versava também  sobre a  importação de médicos cubanos, a inscrição no CFM e das altas cargas tributárias. 

Em abril de 2025 (06/04/2025) o  país foi  bombardeado por mais de 30 peças   publicitárias  de escolas particulares.

A chamada foi  

Realize os sonhos da família, do filho ou neto. Não perca tempo, tenha um médico na família. As nossas portas estão abertas, mensalidades de 8 a 18 mil reais 

Faça transferência de outros cursos,  use o Enem ou faça uma prova local na própria faculdade.

Outra matéria  foi da UFRN(Universidade Federal do Rio Grande do Norte) convocando os médicos do MERCOSUL para  atuarem no Brasil. O mote:  Venham trabalhar no Brasil e façam o  revalida na nossa instituição, UFRN.

 

Outras matérias são dos  atravessadores e intermediários das Escolas do Paraguai, Argentina, Bolívia e Cuba. O mote: CORRAM, A MENSALIDADE NÃO ULTRAPASSA  1.600 REAIS .

A medicina brasileira   virou  mercadoria, virou pecúnia. As faculdades são propriedades   de  grupos  estrangeiros.

Da formação:  As faculdades utilizam bonecos simuladores para aproximar os alunos das situações que irão enfrentar no cotidiano real. São pacientes artificiais, virtuais ou  manequins que servirão de referencias.

O estudo da anatomia  incorpora novas tecnologias. Permite explorar os órgãos do corpo humano( ossos, vísceras  e outras estruturas)  em 3D.          

Impressões  em 3D, modelos digitais em aplicativos e programas  permitirão estudar pacientes sem sangue, dor, odor, tiques, calor corporal, olhar, sentimentos e desprovidos de alma, uma máquina, e que  poderão trazer ou já estão trazendo estas propriedades para os futuros esculápios.

  Roubaram-lhes  a alma e a propriedade  de gratidão aos pacientes e aos cadáveres estudados no curso com humanos de carne, osso, dor, odor, cérebro e sentimentos. Estes modelos podem forjar profissionais que não valorizarão a semiologia e o exame físico( a anamnese, a palpação,  a ausculta,  a escuta,  o sentir, o odor e as queixas dos pacientes. Aprende-se examinar manequins com indiferenças.                                                                            

                        A SITUAÇÃO ATUAL DO BRASIL .

Hoje são 607 mil médicos e 400 escolas. 

O bom: 51% são mulheres e 49% homens. 

As mulheres estão ocupando os seus espaços.

Só nos últimos 10 anos foram abertas 200 escolas de medicina  no país, nos últimos 20 anos, 280 , destas 240 são privadas e ainda tem 335 com pedidos no MEC em análise

             Das 400-    265 são Privadas e 135 Públicas. 

                        São formados por ano no Brasil:          

                        30.000 médicos nas escolas  privadas

                        10.300 médicos nas escolas  públicas 

                         5.000 médicos do Revalida (países vizinhos).

São 45mil por ano.  Em 2035 será 1 milhão de médicos no Brasil .

 

Número de médicos por mil habitantes.

Brasil.......................   2,8   EUA.............................2,6

China.........................2,0    África Do Sul...............0,8

Coreia Do Sul.......   ..2,25  Argentina.........    ........3,9

Portugal................    ..3,9    França........................3,7

Índia ........ .................1,2     MÉDIA MUNDIAL  1,7

 

Cuba tem  100 mil médicos,             9/ 1000 habitantes.

60 mil vivem no país e 40 mil no exterior trabalhando sob  contratos entre os governos.

O governo cubano os caracteriza:   " o exército de jalecos brancos de Cuba". 

Estes 40 mil médicos geram aos cofres cubanos  de 12 a 14 bilhões de dólares por ano.


O Brasil precisa repensar a sua medicina e os seus médicos 

Iderval Reginaldo Tenório

 

Musica De Fundo.

https://wwbe.com/watch?v=94uE9cf1UaUw.youtu

A 9ª Sinfonia . Ludwig Van Beethoven, Composta Em 1824.

Poesia Ode À Alegria,  do Alemão Frederic Schille, Composta Em   1785

Maestro Americano  Leonard Berstaim.

Executada No Natal De 1989, Após a queda do muro de Berlin, unindo a Alemanha Ocidental e a Oriental, separadas  na guerra fria de 1949 a 1990.

Registrado como: O Concerto de Berlim  pela  Liberdade.

Orquestra formada por músicos das nações que participaram da segunda guerra mundial

Rússia, Alemanha, Áustria, Itália, França, Japão,  EUA e as  demais.

Considerado   o Hino Da Paz.

https://www.youtube.com/watch?v=94uE9cf1UaU

Iderval Reginaldo Tenório

 

quinta-feira, 27 de agosto de 2026

POLÍTICA PÚBLICA . AGENDA





 

    • O ciclo de políticas públicas é composto tradicionalmente por cinco etapas principais que organizam a criação, a execução e a análise de uma ação do governo. 

      periodicos.newsciencepubl.com

      As Cinco Fases do Ciclo

      • Formação de Agenda: O governo reconhece e seleciona um problema coletivo que exige atenção e intervenção oficial.
      • Formulação: Especialistas e gestores desenham alternativas, programas e projetos para resolver o problema selecionado.
      • Tomada de Decisão: A autoridade competente escolhe e aprova oficialmente qual alternativa será adotada pelo Estado.
      • Implementação: O plano aprovado é colocado em prática por meio de órgãos públicos, recursos financeiros e ações diretas
      • Avaliação: O governo mede os resultados e os impactos gerados na sociedade para decidir se a política continua, muda ou é encerrada

    • POLÍTICA PÚBLICA . AGENDA
      Em vez disso, pesquisar por POLITICAS PUBLICA . AGENDA
    • A formação da agenda é a etapa inicial do ciclo de políticas públicas em que o governo define quais problemas da sociedade entram na lista oficial de prioridades para receber ação do Estado. 
    • O que é a Agenda
    • Seleção de temas: Nem toda reclamação ou pedido da população vira alvo de plano do governo.
    • Filtro de importância: O Estado escolhe apenas o que afeta grupos grandes e tem urgência.
    • Mudança constante: A lista de prioridades muda rápido por causa de crises, protestos ou trocas de líderes. 
    • Políticas Públicas +3
    • Como um Problema entra na Agenda
    • O especialista John Kingdon explica que três caminhos abrem espaço para um tema novo: 
    • Estratégia Concursos

o    Caminho dos problemas: Ocorre quando um dado ruim ou uma tragédia mostra que algo vai mal.

o    Caminho das soluções: Aparecem ideias que custam pouco e funcionam bem na prática.

o    Caminho político: Envolve a pressão de eleitores, partidos e o clima do momento no país.