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quinta-feira, 22 de outubro de 2026

O Câncer de Pênis. O carcinoma de células escamosas. VEJA O VÍDEO

 

 

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                     Ainda sobre o tema: “bolinhas”… Não é incomum surgirem bolinhas brancas ao redor da glande ou prepúcio dos meninos pequenos. Muitas pais se assustam e pensam que é pus ou alguma infecção. 
 

Entrando com mais vigor  na temática do blogger, abordarei um assunto  de interesse mundial e de saúde pública, numa linguagem entendível.

O Câncer de Pênis. O  carcinoma de células escamosas.  

Para cada 100 carcinomas, 95 são de células escamosas, isto é 95%. 

                    O CÂNCER DE PÊNIS 

É um tumor maligno que representa cerca de 2% de todos os cânceres que atingem os homens no Brasil, com maior incidência nas regiões Norte e Nordeste, em homens acima dos 50 anos e no campo.

Por que no Nordeste e Norte?  Por que no campo? Por que após os 50 anos? A  lógica é a falta da água, falta de banho após o ato sexual e a higiene local.(Água e sabão) )

Veja a importancia da Educação, esgotamento sanitário e da água encanada. 

A causa principal é a falta da água,  sabão e de conhecimentos primários por parte da sociedade, notadamente dos homens.

No Pênis existe   uma substância esbranquiçada e pastosa, composta por um acúmulo de células mortas da pele, óleos naturais (sebo) e umidade,  chamada de ESMEGMA. 

Dizem que não serve para nada, já eu, acho que serve e é primordial. 

Imagine uma casa sem um balde de lixo e todas as sujeiras ficassem espalhadas por toda a casa, na minha opinião o esmegam é a vassoura, o rodo, a pá e o balde de lixo. 

Este esmegma fica acumulado no pescoço do PÊNIS onde começa a glande, ao lavá-lo e jogá-lo no lixo, fica  resolvido a limpeza.

O seu acúmulo causa inflamação crônica e funciona como cancerígeno.  

É por isso que as pessoas que tem o prepúcio longo e difícil de lavar, acumula o esmegma e  o risco é maior.   

Fimose é uma das causas, notadamente no   adulto, pois este tem vida sexual.

Quando uma criança é portadora de fimose, a limpeza é primordial e é uma doença cirúrgica, pois também produz o esmegma.  Casa pequena também produz lixo. 

O HPV, o  papilomavírus humano, faz parte do rol dos causadores, imagine a associação  do esmegma com o HPV, o risco é aumentado. 

O Tabagismo,  infecções sexualmente transmissíveis   e a  baixa condição socioeconômica também contribuem.

Ferida, úlcera ou caroço no pênis, mudança da cor da pele, odor fétido, inchaço na glande e o aparecimento de ínguas  merecem atenção. Procure um Médico, ele saberá conduzir este caso.

OS EXAMES e o Tratamento serão orientados pelo médico.

O diagnóstico no início de qualquer doença é primordial para não piorar e o tratamento não ser  RADICAL. 

Adendo importante.

Diversos trabalhos científicos  mostram que o esmegma não é causador de tumores vaginais na mulher, porém pode ajudar o HPV que se aloja nesta região, complicando várias doenças.

Savador, 22 de Outubro de 2026 

Iderval Reginaldo Tenório

Não há comprovação científica de que o esmegma em si cause câncer na parceira sexual. Historicamente, no meio do século XX, algumas hipóteses e estudos antigos tentaram associar o acúmulo de esmegma ao desenvolvimento de câncer do colo do útero em parceiras. No entanto, a medicina moderna já esclareceu esse cenário Novo

 

O Câncer de Pênis. O carcinoma de células escamosas.

 

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                     Ainda sobre o tema: “bolinhas”… Não é incomum surgirem bolinhas brancas ao redor da glande ou prepúcio dos meninos pequenos. Muitas pais se assustam e pensam que é pus ou alguma infecção. 
 

Entrando com mais vigor  na temática do blogger, abordarei um assunto  de interesse mundial e de saúde pública, numa linguagem entendível.

O Câncer de Pênis. O  carcinoma de células escamosas.  

Para cada 100 carcinomas, 95 são de células escamosas, isto é 95%. 

                    O CÂNCER DE PÊNIS 

É um tumor maligno que representa cerca de 2% de todos os cânceres que atingem os homens no Brasil, com maior incidência nas regiões Norte e Nordeste, em homens acima dos 50 anos e no campo.

Por que no Nordeste e Norte?  Por que no campo? Por que após os 50 anos? A  lógica é a falta da água, falta de banho após o ato sexual e a higiene local.(Água e sabão) )

Veja a importancia da Educação, esgotamento sanitário e da água encanada. 

A causa principal é a falta da água,  sabão e de conhecimentos primários por parte da sociedade, notadamente dos homens.

No Pênis existe   uma substância esbranquiçada e pastosa, composta por um acúmulo de células mortas da pele, óleos naturais (sebo) e umidade,  chamada de ESMEGMA. 

Dizem que não serve para nada, já eu, acho que serve e é primordial. 

Imagine uma casa sem um balde de lixo e todas as sujeiras ficassem espalhadas por toda a casa, na minha opinião o esmegam é a vassoura, o rodo, a pá e o balde de lixo. 

Este esmegma fica acumulado no pescoço do PÊNIS onde começa a glande, ao lavá-lo e jogá-lo no lixo, fica  resolvido a limpeza.

O seu acúmulo causa inflamação crônica e funciona como cancerígeno.  

É por isso que as pessoas que tem o prepúcio longo e difícil de lavar, acumula o esmegma e  o risco é maior.   

Fimose é uma das causas, notadamente no   adulto, pois este tem vida sexual.

Quando uma criança é portadora de fimose, a limpeza é primordial e é uma doença cirúrgica, pois também produz o esmegma.  Casa pequena também produz lixo. 

O HPV, o  papilomavírus humano, faz parte do rol dos causadores, imagine a associação  do esmegma com o HPV, o risco é aumentado. 

O Tabagismo,  infecções sexualmente transmissíveis   e a  baixa condição socioeconômica também contribuem.

Ferida, úlcera ou caroço no pênis, mudança da cor da pele, odor fétido, inchaço na glande e o aparecimento de ínguas  merecem atenção. Procure um Médico, ele saberá conduzir este caso.

OS EXAMES e o Tratamento serão orientados pelo médico.

O diagnóstico no início de qualquer doença é primordial para não piorar e o tratamento não ser  RADICAL. 

Adendo importante.

Diversos trabalhos científicos  mostram que o esmegma não é causador de tumores vaginais na mulher, porém pode ajudar o HPV que se aloja nesta região, complicando várias doenças.

Savador, 22 de Outubro de 2026 

Iderval Reginaldo Tenório

Não há comprovação científica de que o esmegma em si cause câncer na parceira sexual. Historicamente, no meio do século XX, algumas hipóteses e estudos antigos tentaram associar o acúmulo de esmegma ao desenvolvimento de câncer do colo do útero em parceiras. No entanto, a medicina moderna já esclareceu esse cenário Novo

O Câncer de Pênis, o carcinoma de células escamosas.

 DR. MARCIO MACÊDO

                              O câncer de pênis é raro no mundo, mas ainda preocupa no Brasil. Muitos casos estão relacionados principalmente a higiene inadequada. O principal sinal de alerta são feridas ou lesões que não 

 Ainda sobre o tema: “bolinhas”… Não é incomum surgirem bolinhas brancas ao redor da glande ou prepúcio dos meninos pequenos. Muitas pais se assustam e pensam que é pus ou alguma infecção.

Entrando com mais vigor  na temática do blogger, abordarei um assunto  de interesse mundial e de saúde pública, numa linguagem entendível.

O Câncer de Pênis. O  carcinoma de células escamosas.  

Para cada 100 carcinomas, 95 são de células escamosas, isto é 95%. 

                    O CÂNCER DE PÊNIS 

É um tumor maligno que representa cerca de 2% de todos os cânceres que atingem os homens no Brasil, com maior incidência nas regiões Norte e Nordeste, em homens acima dos 50 anos e no campo.

Por que no Nordeste e Norte?  Por que no campo? Por que após os 50 anos? A  lógica é a falta da água, falta de banho após o ato sexual e a higiene local.(Água e sabão) )

Veja a importancia da Educação, esgotamento sanitário e da água encanada. 

A causa principal é a falta da água,  sabão e de conhecimentos primários por parte da sociedade, notadamente dos homens.

No Pênis existe   uma substância esbranquiçada e pastosa, composta por um acúmulo de células mortas da pele, óleos naturais (sebo) e umidade,  chamada de ESMEGMA. 

Dizem que não serve para nada, já eu, acho que serve e é primordial. 

Imagine uma casa sem um balde de lixo e todas as sujeiras ficassem espalhadas por toda a casa, na minha opinião o esmegam é a vassoura, o rodo, a pá e o balde de lixo. 

Este esmegma fica acumulado no pescoço do PÊNIS onde começa a glande, ao lavá-lo e jogá-lo no lixo, fica  resolvido a limpeza.

O seu acúmulo causa inflamação crônica e funciona como cancerígeno.  

É por isso que as pessoas que tem o prepúcio longo e difícil de lavar, acumula o esmegma e  o risco é maior.   

Fimose é uma das causas, notadamente no   adulto, pois este tem vida sexual.

Quando uma criança é portadora de fimose, a limpeza é primordial e é uma doença cirúrgica, pois também produz o esmegma.  Casa pequena também produz lixo. 

O HPV, o  papilomavírus humano, faz parte do rol dos causadores, imagine a associação  do esmegma com o HPV, o risco é aumentado. 

O Tabagismo,  infecções sexualmente transmissíveis   e a  baixa condição socioeconômica também contribuem.

Ferida, úlcera ou caroço no pênis, mudança da cor da pele, odor fétido, inchaço na glande e o aparecimento de ínguas  merecem atenção. Procure um Médico, ele saberá conduzir este caso.

OS EXAMES e o Tratamento serão orientados pelo médico.

O diagnóstico no início de qualquer doença é primordial para não piorar e o tratamento não ser  RADICAL. 

Adendo importante.

Diversos trabalhos científicos  mostram que o esmegma não é causador de tumores vaginais na mulher, porém pode ajudar o HPV que se aloja nesta região, complicando várias doenças.

Savador, 22 de Outubro de 2026 

Iderval Reginaldo Tenório

Não há comprovação científica de que o esmegma em si cause câncer na parceira sexual. Historicamente, no meio do século XX, algumas hipóteses e estudos antigos tentaram associar o acúmulo de esmegma ao desenvolvimento de câncer do colo do útero em parceiras. No entanto, a medicina moderna já esclareceu esse cenário 

 

 

Não há comprovação científica de que o esmegma em si cause câncer na parceira sexual. Historicamente, no meio do século XX, algumas hipóteses e estudos antigos tentaram associar o acúmulo de esmegma ao desenvolvimento de câncer do colo do útero em parceiras. No entanto, a medicina moderna já esclareceu esse cenário


quarta-feira, 21 de outubro de 2026

Netanyahu ordena que Forças de Defesa de Israel derrubem regime do Irã



Netanyahu ordena que Forças de Defesa de Israel derrubem regime do Irã

Do UOL, em São Paulo

21/10/2026 17h36

Atualizada em

21/10/2026 17h36



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21.out.26 - O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, discursa durante cerimônia de formatura de novos oficiais do exército israelense em uma base próxima a Mitzpe Ramon, em Israel

Imagem: Amir Cohen/Reuters

Resumo

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, ordenou às Forças de Defesa de Israel (IDF) e ao Mossad, o serviço nacional de inteligência do país, que derrubem o regime iraniano, informou o Jerusalem Post.


O que aconteceu

Netanyahu deu a ordem durante a cerimônia de formatura de cadetes das Forç


O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, ordenou que as Forças de Defesa de Israel e o Mossad trabalhem para derrubar o regime iraniano, afirmando que a queda do governo dos aiatolás e a deposição de Mojtaba Khamenei são a única forma de eliminar a ameaça nuclear. [1, 2, 3]
Contexto e Tensão Atual
  • Ordem oficial: Netanyahu declarou publicamente que a eliminação da liderança iraniana é uma missão prioritária para o governo israelense.
  • Acusações nucleares: Israel afirma que Teerã tenta retomar o desenvolvimento de armamentos atômicos.
  • Posição dos EUA: O presidente americano Donald Trump tem demonstrado cautela quanto a novos grandes confrontos imediatos devido aos impactos globais no preço do petróleo e às eleições de meio de mandato. [1, 2, 3, 4]
Reações e Impasses Regionais

  • Ameaças cruzadas: O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, alertou que qualquer nova investida iraniana trará uma resposta devastadora.
  • Ameaça do Irã: Representantes em Teerã prometem retaliações severas e alertam para o risco de desestabilização nos mercados globais de energia caso sejam atacados. [1, 2, 3]

Qual governo que autorizou o reinicio da contribuição dos aposentados para a Previdência?

 



 Qual governo que autorizou o reinicio da contribuição dos aposentados para a Previdência? 

O reinício da cobrança de contribuição previdenciária sobre os servidores públicos aposentados e pensionistas (inativos) foi instituído pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva, por meio da Emenda Constitucional nº 41, promulgada em 19 de dezembro de 2003. 

Até então, os servidores que se aposentavam ficavam isentos dessa cobrança. A reforma de 2003 determinou que os aposentados e pensionistas do setor público passassem a pagar uma alíquota de 11% sobre a parcela dos proventos que superasse o teto do Regime Geral de Previdência Social (INSS). 

Posteriormente, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou a cobrança constitucional nas Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 3105 e 3128.


Governo Federal

Demografia Médica no Brasil 2023- RESUMO DA MATÉRIA

 

Demografia Médica no Brasil 2023- RESUMO DA MATÉRIA

             

Aumento recorde no total de médicos no País pode ser cenário de risco para  a assistência, avalia Conselho Federal de Medicina | Portal Médico 

                                .

  Número de médicos sem especialização cresce em 6 anos no Brasil | CNN Brasil

Faculdade de Medicina da Bahia da Universidade Federal da Bahia –  Wikipédia, a enciclopédia livre 

Lançada a Demografia Médica no Brasil 2023

Número de médicos especialistas no país cresce 84% em 10 anos, e mulheres serão maioria na profissão já em 2024

Demografia Médica no Brasil 2023, produzida em parceria entre a Associação Médica Brasileira e a Faculdade de Medicina da USP, também projeta que país chegará em 2035 com mais de 1 milhão de médicos; médicas declaram renda 36% anual inferior que os colegas homens

            O número de registros de médicos com título em alguma especialidade cresceu 84% nos últimos 10 anos no Brasil. 

            A DMB 2023, coordenada pelo pesquisador Mário Scheffer, professor livre-docente do Departamento de Medicina Preventiva da FMUSP, foi formulada a partir de três eixos principais: estudos demográficos da população médica, estudos sobre formação e profissão médica e inquéritos sobre Residência Médica e trabalho médico no Brasil.

   

Em abril de 2025, o Brasil contava com aproximadamente
635,7 mil médicos. Este número inclui cerca de 353 mil especialistas e 244 mil generalistas. A densidade de médicos no país é de aproximadamente 2,9 por mil habitantes, mas a distribuição é desigual, com maior concentração nas regiões Sul e Sudeste

 

 

            *Médicos especialistas e especialidades médicas*

 Em 2022 o Brasil possuía 321.581 médicos com ou mais títulos de especialistas, o que representa 62,5% dos profissionais em atividade no país. Os demais 37,5% eram médicos generalistas, ou seja, sem titulação em nenhuma especialidade.

O número total de registros de médicos titulados no país chega a 495.716, o que representa 84% a mais em relação aos 268,2 mil registros existentes em 2012. 

Um mesmo médico pode ter título ou ter concluído Residência Médica em mais de uma especialidade e, por isso, o número de títulos em especialidades é maior que o número de indivíduos especialistas.

 As especialidades com maior número de registros de especialistas são Clínica Médica, com 56.979 médicos, Pediatria (48.654), Cirurgia Geral (41.547), Ginecologia e Obstetrícia (37.327), Anestesiologia (29.358), Ortopedia e Traumatologia (20.972), Medicina do Trabalho (20.804) e Cardiologia (20.324). 

 Um segundo grupo, de cinco especialidades – Oftalmologia, Radiologia e Diagnóstico por Imagem, Psiquiatria, Dermatologia e Medicina de Família e Comunidade, soma 14,4% do total de especialistas.

 No período entre 2012 e 2022, algumas especialidades como Clínica Médica, Medicina de Família e Comunidade, Radiologia e Diagnóstico por Imagem, Medicina Legal e Perícia Médica, Cirurgia de Mão, Medicina de Tráfego, Angiologia, Geriatria, Cirurgia de Cabeça e Pescoço, Neurologia, Genética Médica e Mastologia pelo menos dobraram o número de especialistas.

Os homens são maioria em 36 das 55 especialidades médicas e as mulheres predominam em 19 delas. As especialidades mais “femininas” são Dermatologia, Pediatria, Alergia e Imunologia, Endocrinologia e Metabologia e Genética Médica. As especialidades mais “masculinas” são Urologia, Ortopedia e Traumatologia, Neurocirurgia, Cirurgia Cardiovascular e Cirurgia do Aparelho Digestivo.

A especialidade com maior número de mulheres é a Dermatologia: são 8.236 médicas, o que representa 77,9% dos dermatologistas do país. Outras especialidades com grande proporção de mulheres são Pediatria (75,6%), Alergia e Imunologia e Endocrinologia e Metabologia, ambas com 72,1%.

Em 34 das 55 especialidades médicas existentes no Brasil, a média de idade dos médicos especialistas é inferior a 50 anos.

No Sul do país, 68% dos médicos possuem alguma especialidade. Já no Centro-Oeste 63,4% dos profissionais são médicos especializados, enquanto no Sudeste são 63,3%, no Norte, 57,2% e no Nordeste, 52,3%.

O Distrito Federal possui a maior proporção de médicos especialistas em relação ao total de profissionais (72,7%), enquanto o Amapá registra a menor (40,4%).

Em relação à Força de Trabalho Cirúrgica – que inclui cirurgiões, anestesiologistas e obstetras, a Demografia Médica aponta que, no Brasil, há uma densidade de 66 especialistas por 100.000 habitantes, mais do que o triplo do recomendado pela Lancet Commission On Global Surgery, que é de 20 por 100 mil.

*Aumento de médicos no Brasil*

Nos últimos 13 anos, de 2010 a 2023, mais de 250 mil novos médicos (251.362) entraram no mercado de trabalho no Brasil, resultado direto da abertura de cursos e de vagas de graduação em medicina.

Em janeiro de 2023 o país contava com 562.229 médicos inscritos nos 27 Conselhos Regionais de Medicina (CRMs), o que corresponde a uma taxa nacional de 2,6 médicos por 1.000 habitantes. Na mesma data, o total de registros médicos chegava a 618.593.

Essa diferença entre o quantitativo de indivíduos médicos e o de registros se refere aos profissionais que possuem inscrições em mais de um CRM, seja porque trabalham em cidades de diferentes estados ou porque se deslocam temporariamente a outro estado.

No ano 2000 o Brasil contava com 239.110 médicos. Enquanto o número de profissionais mais do que dobrou até 2023, a população geral do país cresceu em torno de 27%.

Duas regiões do país possuem número de médicos em relação à população inferior à média nacional. No Norte há 1,45 médico por 1.000 habitantes e, no Nordeste, 1,93.

 Já as regiões Sudeste, Centro-Oeste e Sul do Brasil possuem razões de 3,39, 3,10 e 2,95 médicos por 1.000 habitantes, respectivamente.

 Os estados brasileiros que possuem maior densidade de médicos por 1.000 habitantes são o Distrito Federal (5,53), Rio de Janeiro (3,77), São Paulo (3,50) e Santa Catarina (3,05). As menores densidades são encontradas no Pará (1,18 médico por 1.000 habitantes), Maranhão (1,22) e Amazonas (1,36).

Os dados da Demografia Médica ainda mostram que os médicos se concentram nas capitais brasileiras que, somadas, reúnem 312.246 médicos de todo o país, o que representa uma razão de 6,13 profissionais por 1.000 habitantes.

Já o grupo de regiões metropolitanas do Brasil (excluindo capitais) possui 44.824 médicos, o que significa 1,14 médico por 1.000 habitantes. Na somatória das cidades que compõem o interior do Brasil, são 225.996 médicos ou 1,84 profissional por 1.000 habitantes.


            *Projeção da oferta de médicos no Brasil nos próximos anos*

            Uma das projeções inéditas feitas pela nova edição da Demografia Médica no Brasil 2023 é referente à oferta de médicos em atividade no país nos próximos anos.

            Em dois cenários analisados – de eventual “congelamento” na abertura de cursos de graduação e vagas de medicina entre 2023 e 2029 ou de manutenção dos efeitos da legislação vigente em 2022 em que a abertura de cursos e vagas é regulada e não seria interrompida nos anos seguintes -, a projeção é de que em 2035 haverá entre 1.016.121 e 1.032.753 médicos no Brasil.

            “Haverá acirramento das disparidades de concentração de médicos. Das 27 unidades da Federação, 18 delas irão apresentar densidade de profissionais por mil habitantes abaixo da média nacional, estimada em 4,4 em 2035

            *Mais mulheres na profissão*

            O fenômeno da “feminização” da profissão médica já vinha sendo observado desde 2009 entre os recém-graduados, mas ainda havia, no total da profissão, 59,5% de homens e 40,5% de mulheres. Em 2022 a proporção foi de 51,4% de médicos e 48,6% de médicas. Para 2024 a projeção é de que 50,2% do total de médicos no país sejam mulheres.

            Entre 2010 e 2022 o número de mulheres médicas quase dobrou, passando de 133 mil para 260 mil. Entre os homens o crescimento foi mais lento, com acréscimo de 43%.

            O estudo também demonstrou desigualdade de renda entre os gêneros. Conforme dados obtidos por meio de declarações junto à Receita Federal referente ao ano-base de 2020, as médicas brasileiras declaram rendimento médio anual 36,3% inferior que os profissionais do sexo masculino.

 Ainda de acordo com a projeção do estudo da Demografia Médica, a idade média do médico brasileiro vai cair e, em 2035, mais de 85% dos profissionais terão entre 22 e 45 anos. Também em 2035 haverá 56% de profissionais de medicina do sexo feminino contra 44% do sexo masculino.

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            *A expansão dos cursos de medicina no Brasil e o perfil dos estudantes*

 Segundo a Demografia Médica, de 2013 a 2022 foi registrada a maior expansão do ensino médico da história do Brasil.

Em 2013, o Brasil possuía aproximadamente 180 escolas de medicina. Até 2014, esse número havia dobrado em relação ao início dos anos 2000, chegando a cerca de 216 escolas.

 

Em um intervalo de apenas 20 anos , o número de faculdades de Medicina no país mais que triplicou , passando de 143 para 448 — um aumento superior a 200% . 

 

  Em 2022 o Brasil contava com 389 escolas médicas que, juntas, ofereciam 41.805 vagas de graduação. Desse total, 23.287 novas vagas foram abertas de 2013 em diante. O aumento foi quase quatro vezes maior do que o registrado entre 2003 e 2012, quando foram autorizadas 5.990 vagas.

Uma das principais características da expansão da oferta de graduação médica nos últimos 20 anos no Brasil foi a abertura de vagas predominantemente no setor privado de educação.

Nesse período, enquanto as novas vagas de medicina em universidades públicas passaram de 5.917 em 2003 para 9.725 em 2022 (aumento de 64%), as vagas em escolas médicas do setor privado subiram de 7.001 para 32.080 (crescimento de 358%).

As mulheres foram maioria entre os alunos do primeiro ano de medicina no período analisado pela Demografia Médica, representando 54,9% do total de estudantes em 2010 e 61,4% em 2019.

A Demografia identificou um aumento da população negra – soma de alunos que se declararam pretos e pardos -, de 1.483 estudantes de medicina em 2010 para 9.326 em 2019.

Além disso, cresceu a participação de estudantes de medicina entre aqueles que cursaram o ensino médio em escolas públicas, de 25,9% do total em 2010 para 29,8% em 2019.

            *Oferta e distribuição de Residência Médica*

 Em 2021, 4.950 programas de RM estavam credenciados no Brasil. Naquele ano, os 41.853 médicos que cursavam Residência Médica representavam cerca de 8% do total de médicos em atividade no país.

O estado de São Paulo concentra 33,3% de todos os residentes, seguido por Minas Gerais (11,1%), Rio de Janeiro (10%) e Rio Grande do Sul (7,1%). 

O Distrito Federal é a unidade federativa com maior densidade de médicos residentes por 100.000 habitantes (44,92), seguido por São Paulo (29,86), Rio Grande do Sul (25,84) e Rio de Janeiro (24,06). No outro extremo, o estado do Maranhão apresenta a densidade mais baixa (4,57), seguido por Amapá (5,13) e Pará (7,10).

Em 2021, cerca de 43% dos médicos residentes cursavam programas em quatro especialidades: Clínica Médica (14,2%), Pediatria (10,87%), Ginecologia e Obstetrícia (9,15%) e Cirurgia Geral (9,08%).

Entre 2018 e 2021 o número de médicos que cursavam Residência Médica no Brasil passou de 38.681 para 41.853.

A maioria dos residentes (55,7%) pretende, um ano após a formação, manter exercício profissional de dupla prática, dividindo a atuação profissional entre os serviços público e privado. 

 

Matéria completa na íntegra..

  

Demografia Médica: CFM | CRMs


Conselho Federal de Medicina.
https://demografia.cfm.org.br
Com a Demografia Médica 2023, o CFM introduz nova abordagem dentro desse projeto. Em lugar de publicação impressa, os dados agora estão reunidos em ...

 


Assista à cerimonia de lançamento no YouTube https://www.youtube.com/watch?v=Bk4OR1fUrdc

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