segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

NO CRATO NÃO TEM MAIS DOTÔ- PIRARUCU- VOZ JAMELÃO N

                 MÚSICA ANTIGA QUE NOS LEVA À INFÂNCIA.
            MINHA MÃE ERA UMA DIVULGADORA DA 
           CULTURA POPULAR DO NOSSO NORDESTE.

GRAVADA EM 1950 POR JAMELÃO
Fez muito sucesso 

Jamelão - PIRARUCU - folclore - Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga. Disco Odeon 13.048-A.
Ano de 1950. 
Resultado de imagem para O PIRARUCU
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Esta música , quando menino em Juazeiro do Norte, a   minha mãe cantava e contava a história do envenenamento do povo do Iguatu e da Mata do Sul que havia comido um Pirarucu envenenado, foi um grande sucesso.

Pirarucu
NA VOZ DE  
Jamelão

Pois lá no Crato
Não tem mais dotô
Já foram todos
Para o Iguatú
Foram pra lá
Pra tratá do povo
Que comeu da carne
Do Pirarucu


Pirarucu
Que peixe mais reimoso
Que carne forte, Deus Nosso senhor
Comadre Rosa ficou indisposta
De barriga inchada
Que foi um horror
Mas o compadre disse
Pro dotô
Pirarucu não pode fazer má
Tão saboroso, Bacalhau do norte
Que apesar de forte
É carne "especiá"

Composição: Humberto Teixeira / Luiz Gonzaga · 

EXISTE UMA GRANDE DÚVIDA DOS AUTORES, DIZEM QUE É O HUMBERTO E DO GONZAGA. 
AGUARDAO O ESCLARECIMENTO DSTA GRANDE DÚVIDA.
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Jamelão – Pirarucu - YouTube

https://www.youtube.com/watch?v=dkBkn44rkWY
10 de jan de 2015 - Vídeo enviado por BATUKILIN BRASIL
ZÉ GONZAGA - CANTANDO A MÚSICA PEIXE PIRARUCU - DÉCADA DE 1950 A 1960 - Duration: 2:51 ...

Jamelão – Pirarucu - YouTube

https://www.youtube.com/watch?v=82I0UjkZQiU
1 de jan de 2015 - Vídeo enviado por BATUKILIN BRASIL
ZÉ GONZAGA - CANTANDO A MÚSICA PEIXE PIRARUCU - DÉCADA DE 1950 A 1960 - Duration: 2:51 ...

Jamelão - PIRARUCU - folclore - Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga ...

https://www.youtube.com/watch?v=EKjEnv1kQfg
18 de ago de 2015 - Vídeo enviado por luciano hortencio
Jamelão - PIRARUCU - folclore - Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga. Disco Odeon 13.048-A. Ano de ...




Pirarucu: o gigante das águas doces



O pirarucu (Arapaima gigas) é um dos maiores peixes de água doce do planeta. Nativo da Amazônia, ele promove benefícios para o ecossistema e comunidades que vivem da pesca. Seu nome vem de dois termos indígenas pira, "peixe", e urucum, "vermelho", devido à cor de sua cauda.

Por ser um peixe de grandes dimensões, o comprimento quando adulto costuma variar de dois a três metros, e o peso, de 100 a 200 kg. Possui dois aparelhos respiratórios, as brânquias, para a respiração aquática, e a bexiga natatória modificada, especializada para funcionar como pulmão na respiração aérea.

A espécie vive em lagos e rios afluentes, de águas claras, com temperaturas que variam de 24° a 37°C. O pirarucu não é encontrado em lugares com fortes correntezas ou em águas com sedimentos.

O pirarucu é um animal onívoro, pois se alimenta de seres animais e vegetais. Na alimentação do peixe, podemos encontrar frutas, vermes, insetos, moluscos, crustáceos, peixes, anfíbios, répteis e até mesmo aves aquáticas.

Durante a seca, os peixes formam casais. Nesse período, o pirarucu macho aumenta a intensidade da coloração avermelhada nos flancos. Antes da fêmea depositar os ovos no leito do rio, o macho faz a limpeza da área e arranca com as mandíbulas raízes e galhos presentes no local escolhido. Em seguida cava uma poça circular, onde a fêmea inicia a desova, para que seu companheiro possa fecundar os ovos. Durante a incubação, a fêmea permanece mais próxima do ninho, enquanto o macho nada nas redondezas para intimidar predadores que possam trazer perigo aos ovos. Os ovos eclodem após oito a 10 dias.

O pirarucu chega ao mercado em mantas, depois de passar por processo de salga ao sol. É conhecido também como o bacalhau da Amazônia devido ao sabor e qualidade da carne, quase sem espinhos.

Risco de extinção

Com o aumento da pesca comercial nas últimas décadas, os estoques pesqueiros vêm sofrendo uma pressão cada vez mais intensa. Isso gera impacto nas populações das principais espécies comerciais, como o pirarucu.




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