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DR IDERVAL REGINALDO TENÓRIO NASCEUEM 1954 NA CIDADE DE JUAZEIRO DO NORTE LÁ NO CEARÁ E FOI PARA SALVADOR COM 18 ANOS ONDE CURSOU MEDICINA NA UFBA. HOJE MORA EM SALVADOR- É CIRURGIÃO GERAL. VIAJA PARA JUAZEIRO 03 A 04 VEZES POR ANO.SEUS FAMILIARES MORAM NESTA CIDADE



SALVADOR BAHIA-JUAZEIRO DO NORTE -CEARÁ

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domingo, 5 de fevereiro de 2012

GRAMÁTICA E ORTOGRAFIA

Amigos, aquele que escreve ,que fala em Público ,que faz questão de utilizar a sua língua na mais  atualizada gramática e ortografia ,muitas vezes titubeia e lança no ar ou no papel algumas pérolas ,para os conhecidos pouco abalam a sua reputação,mas para os novos admiradores é um deslize quase que imperdoável.
Lendo o meu amigo Eurides Dantas gostei de sua postagem,coloco neste blog e complemento com outros pontos importantes da grande professora de Literatura ,Ortografia e da Gramática Portuguesa :Porfessora Vânia Maria do Nascimento Duarte.
                                         Iderval Reginaldo Tenório
                                           O BLOG É CULURAL

 De LP CARIRI- Eurides Dantas-Um dos Intelectuais  do Juàzeiro do Norte-Ce
O EMPREGO DO PORQUÊ,
                        DO POR QUE 
                        E DO  POR QUÊ    
   
  - Por   que você não veio?
    - Não vim  porque  estava com febre.
    - Não entendi. Não veio,  por   quê ?
    - Quer saber mesmo o  porquê  da minha ausência?
    - Não sei  por   que  você vive se zangando comigo.
    - O sofrimento  por   que  passei é que me deixa assim.
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Falar e escrever bem, de modo que se atenda ao padrão formal da linguagem: eis um pressuposto do qual devemos nos valer mediante nossa postura enquanto usuários do sistema linguístico. Contudo, tal situação não parece assim tão simples, haja vista que alguns contratempos sempre tendem a surgir. Um deles diz respeito a questões ortográficas no momento de empregar esta ou aquela palavra.
Nesse sentido nunca é demais mencionar que o emprego correto de um determinado vocábulo está intimamente ligado a pressupostos semânticos, visto que cada vocábulo carrega consigo uma marca significativa de sentido. Assim, mesmo que palavras se apresentem semelhantes em temos sonoros, bem como nos aspectos gráficos, traduzem significados distintos, aos quais devemos nos manter sempre vigilantes, no intuito de fazermos bom uso da nossa língua sempre que a situação assim o exigir.
Pois bem, partindo dessa premissa, ocupemo-nos em conhecer as características que nutrem algumas expressões que rotineiramente utilizamos. Entre elas, destacamos:
Mas e mais
A palavra “mas” atua como uma conjunção coordenada adversativa, devendo ser utilizada em situações que indicam oposição, sentido contrário. Vejamos, pois:
Esforcei-me bastante, mas não obtive o resultado necessário.
Já o vocábulo “mais” se classifica como pronome indefinido ou advérbio de intensidade, opondo-se, geralmente, a “menos”. Observemos:
Ele escolheu a camiseta mais cara da loja.

Onde e aonde
“Aonde” resulta da combinação entre “a + onde”, indicando movimento para algum lugar. É usada com verbos que também expressem tal aspecto (o de movimento). Assim, vejamos:
Aonde você vai com tanta pressa?
“Onde” indica permanência, lugar em que se passa algo ou que se está. Portanto, torna-se aplicável a verbos que também denotem essa característica (estado ou permanência). Vejamos o exemplo:
Onde mesmo você mora?

Que e quê
O “que” pode assumir distintas funções sintáticas e morfológicas, entre elas a de pronome, conjunção e partícula expletiva de realce:
Convém que você chegue logo. Nesse caso, o vocábulo em questão atua como uma conjunção integrante.
Já o “quê”, monossílabo tônico, atua como interjeição e como substantivo, em se tratando de funções morfossintáticas:
Ela tem um quê de mistério.

Mal e mau
“Mal” pode atuar com substantivo, relativo a alguma doença; advérbio, denotando erradamente, irregularmente; e como conjunção, indicando tempo. De acordo com o sentido, tal expressão sempre se opõe a bem:
Como ela se comportou mal durante a palestra. (Ela poderia ter se comportado bem)
“Mau” opõe-se a bom, ocupando a função de adjetivo:
Pedro é um mau aluno. (Assim como ele poderia ser um bom aluno)

Ao encontro de /  de encontro a
“Ao encontro de” significa ser favorável, aproximar-se de algo:
Suas ideias vão ao encontro das minhas. (São favoráveis)
“De encontro a” denota oposição a algo, choque, colisão:
O carro foi de encontro ao poste.

Afim e a fim
“Afim” indica semelhança, relacionando-se com a ideia relativa à afinidade:
Na faculdade estudamos disciplinas afins.
“A fim” indica ideia de finalidade:
Estudo a fim de que possa obter boas notas.

A par e ao par
“A par” indica o sentido voltado para “ciente, estar informado acerca de algo”:
Ele não estava a par de todos os acontecimentos.
“Ao par” representa uma expressão que indica igualdade, equivalência ente valores financeiros:
Algumas moedas estrangeiras estão ao par.

Demais e de mais
“Demais” pode atuar como advérbio de intensidade, denotando o sentido de “muito”:
A vítima gritava demais após o acidente.
Tal palavra pode também representar um pronome indefinido, equivalendo-se “aos outros, aos restantes”:
Não se importe com o que falam os demais.
“De mais” se opõe a de menos, fazendo referência a um substantivo ou a um pronome:
Ele não falou nada de mais.

Senão e se não
“Senão” tem sentido equivalente a “caso contrário” ou a “não ser”:
É bom que se apresse, senão poderá chegar atrasado.
“Se não” se emprega a orações subordinadas condicionais, equivalendo-se a “caso não”:
Se não chover iremos ao passeio.

Na medida em que e à medida que
“Na medida em que” expressa uma relação de causa, equivalendo-se a “porque”, “uma vez que” e “já que”:
Na medida em que passava o tempo, a saudade ia ficando cada vez mais apertada.
“À medida que” indica a ideia relativa à proporção, desenvolvimento gradativo:
À medida que iam aumentando os gritos, as pessoas se aglomeravam ainda mais.

Nenhum e nem um
“Nenhum” representa o oposto de algum:
Nenhum aluno fez a pesquisa.
“Nem um” equivale a nem sequer um:
Nem uma garota ganhará o prêmio, quem dirá todas as competidoras.

Dia a dia e dia-a-dia (antes da nova reforma ortográfica grafado com hífen):
Antes do novo acordo ortográfico, a expressão “dia-a-dia”, cujo sentido fazia referência ao cotidiano, era grafada com hífen. Porém, depois de instaurado, passou a ser utilizada sem dele, ou seja:
O dia a dia dos estudantes tem sido bastante conturbado.
Já “dia a dia”, sem hífen mesmo antes da nova reforma, atua como uma locução adverbial referente a “todos os dias” e permaneceu sem nenhuma alteração, ou seja:
Ela vem se mostrando mais competente dia a dia.

Fim-de-semana e fim de semana
A expressão “fim-de-semana”, grafada com hífen antes do novo acordo, faz referência a “descanso”, diversão, lazer. Com o advento da nova reforma ortográfica, alguns compostos que apresentam elementos de ligação, como é o caso de “fim de semana”, não são mais escritos com hífen. Portanto, o correto é:
Como foi seu fim de semana?
“Fim de semana” também possui outra acepção semântica (significado), relativa ao final da semana propriamente dito, aquele que começou no domingo e agora termina no sábado. Assim, mesmo com a nova reforma ortográfica, nada mudou no tocante à ortografia:
Viajo todo fim de semana.
Por Vânia Maria do Nascimento Duarte

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2 comentários:

  1. Parabéns, meu caro Iderval. Somos os arautos da Língua Portuguesa e do seu uso cada vez mais aprimorado e significativo para os que a falam e escrevem-na. Afinal, falar e escrevar numa linguagem formal, padrão, é obrigação e bom-sens para todos os lusofônicos.

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  2. Eurides meu caro amigo, tenho escutado dos educadores que existem milhões de analfabetos funcionais,falam tambem que partes deste imenso grupo estão mergulhadas nos portadores de diplomas de Nível Superior.Vícios de linguagens?convívio familiar,baixa qualiade do ensino,queda da qualidade do docente? massificação desenfreada da formação de cidadão não comprometido com o País e com sua língua?
    Mestre à luta.Um abraço do aprendiz Iderval,que pelo menos possui idéias.Sou seu fã.

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