UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA A PERFORMANCE E A VIDA
A PERFORMANCE E A VIDA
IDERVAL REGINALDO TENÓRIO
LILA MONTEIRO FALCÃO E EQUIPE.
Professora Ana Paula Garcia
Neste trabalho, procuraremos mostrar o quão é difícil a vida para os homossexuais que não atuam no meio artístico e nem em profissões não engessadas pela sociedade, como cabelereiro, estilista, costureiro e dançarinos. Nestas profissões os homossexuais circulam com tranquilidade e inclusive com performances pertinentes ao seu labor.
Fazem uso de vestimentas, estilo de vida e circulam na sociedade mostrando a sua orientação sexual, seus gostos e sem inibição de se pronunciar, vivem com liberdade e são aceitos como são, salvo quando encontram e se deparam com meios repletos de preconceitos, geralmente meios tóxicos.
Os homossexuais que trabalham em ambientes deliberadamente hetero pela sociedade, tem que assumir a performance de masculinidade. A este comportamento dar-se o nome de " PASSIBILIDADE", que tem como fundamento o medo da demissão, a discriminação estrutural, isolamento, invisibilidade e o receio de prejudicar o crescimento na carreira.
Na identidade de gênero, a Sociedade é muito rígida. Praticamente de exigi e engessa o homem gay, a manter uma performance que os estudos seiscentistas definem como PERFORMANCE DE GÊNERO.
Fundamentam com a estratégia de sobrevivência e a exigência de não parecerem gays e se livrarem de preconceitos diversos. Isto leva a diminuição da autoestima, da representação da verdadeira identidade e do desvio da personalidade. o Trabalho anda eivado de medos e de desconfiança. Este comportamento leva a utilização de vestimentas heterossexual, sendo uma das maneiras de se alinhar ao seu trabalho, função. Esta performance é para se enquadrar e se livrar de quaisquer tipos de preconceitos pertinente a gêneros e orientação sexual. Muitos, não conseguindo, sentem-se excluídos daquele mercado de trabalho, uma vez que não conseguirão viveram, em camuflagem "a de eterno".
Iderval Reginaldo Tenório, Lila Monteiro e equipe.

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