terça-feira, 6 de janeiro de 2026

AS RIQUEZAS DO PETRÓLEO X AS MORTES DE HUMANOS.

                                                 Nenhuma descrição de foto disponível.

 

EM CHEQUE A SOBERANIA DE UM PAÍS, A DONA CUSTÓDIA, A VELHA    PROTETORA DOS DITADORES.

É o cidadão  morrendo sob a chibata, passando fome, pedindo socorro  e  a plateia filmando com o moderno celular, fumando um bom cigarro, tomando o seu malte, bebendo o seu Whisky Scotch,  lambuzando-se com o seu premiado vinho, dormindo no seu ar-condicionado, rindo e pedindo mais. 

A Soberania não deveria chancelar os atos de selvagerias dos gestores ou de um ditador  contra o povo de um país. 

Amigos, muitos são os comentários sobre a  CAPTURA DO MADURO, todos falam a mesma coisa:   PETRÓLEO, PETRÓLEO, PETRÓLEO.   

Só os analfabetos  culturais e ignorantes total não sabem desta demanda, o que leva a pensar que os seres humanos não têm nenhum valor, o que vale é o dinheiro e as riquezas do solo e do subsolo. 

                                 Ao assunto.

Existe uma nação de 30milhões de habitantes  e que tem como principal fonte de renda a comodities PETRÓLEO. 

Apesar de ser possuidora da maior reserva desta comodities no mundo, não sabe explorar,  não tem tecnologias, não possui  outros produtos para poder explora-lo  e vive uma crise sem precedente. 

Foi instalado uma ditadura ferrenha, o ditador não respeita a constituição do país, anula e forja eleições, cala a imprensa falada, escrita, televisiva e cibernética, faz conchavos com o JUDICIÁRIO mor, com o exército e entrega todas as instituições a estes dois setores. 

Para um exército de 300 mil homens,  são 2 mil generais,  distribuídos  na direção das empresas estatais.   Comparado aos  EUA que são 800 generais para 1,4 milhão de homens, é um descalabro, todos na linha de frente e sendo generais.  

(1,4milhão DE HOMENS  e 800 GENERAIS ).  300mil HOMENS  e 2mil generais ). 

           BRASIL 360 MIL HOMENS E 294 GENERAIS.

O sistema ditatorial deste país abandonou o seu povo, fechou escolas, hospitais e expulsou do seu território mais de 8milhões de compatriotas e implantou a fome, a doença e a violência em mais 8 milhões; implantou o medo tirando-lhes a liberdade.

Trata-se de uma nação que o presidente não foi eleito e ocupa pela força o poder, calando a boca de toda a população, só estes episódios já seriam condições sine qua non para ser destituído. 

É salutar e permitido estas macabras condutas ou o mundo civilizado deveria interditá-lo imediatamente?   

É salutar quaisquer outros governos apoiar este ditador? É salutar uma parcela  dos seres humanos chancelarem este comportamento sanguinários?  

Será que apoiar um ditador deste quilate  não é  dizer mate, roube, maltrate, expulse e faça tudo para se manter no poder, mesmo sem eleições? Feche os olhos e baixe o sarrafo.

Será que o apoio as estas medidas não é  incentivar o castigo à população  do país?  Tudo pelo poder e tudo para os que vivem nas camadas de cima?

A mídia enviesada fala sob a tutela pecuniária, os políticos aliados falam por interesses e os militantes, os  idólatras,  por não possuírem pensamentos próprios  seguem o que os seus líderes comandam.  

Pergunto, é bom viver numa democracia ou numa ditadura? É salutar apoiar um ditador malvado ou ficar com o povo? 

Se o individuo não está  sofrendo sob a chibata de um  ditador, tem condições de se pronunciar e responder pelos cidadãos que estão sofrendo? 

Será que é salutar se apegar ao Petróleo e abandonar vidas humanas|?  Será que tutelar um  ditador, não é condenar o povo dominado? 

Com a palavra todos que estão contra o povo sofredor e a favor dos ditadores pelo mundo, fazendo uso das mesmas ferramentais, A CHIBATA, A FOME E A HUMILHAÇÃO.

                 Iderval Reginaldo Tenório 

 

Existe  o ontem, o hoje e o amanhã.

Muitos idólatras e militantes falam como os donos da verdade, existe o ontem, o hoje e o amanhã.  

Maduro se declara inocente de todas as acusações em Nova York 


 

segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Soberania de um país, não dá direito do Presidente maltratar o povo.

O fim trágico dos ditadores** **Saddam Hussein** – retirado de um  esconderijo subterrâneo, julgado e enforcado. **Muammar Gaddafi** –  capturado após fugir, linchado e morto durante a queda do regime. **Bashar 

                                               Ditadores da China e da Rússia são os maiores riscos para 2023, aponta  relatório - Guiame 

Ditador - Rádio Vida Melhor FM 

                                              O que aconteceu com ditadores latino-americanos após deixarem o poder 

Quando se fala em Soberania, a Soberania é para o  Povo e não para o seu dirigente, uma vez que o poder emana do Povo e para o povo. 

Todos estão querendo confundir a cabeça do povo, tanto os políticos apoiadores, a mídia enviesada, o judiciário e os militantes utilizam o termo  SOBERANIA para defender os maltratos sofridos por um povo, uma verdadeira escravização.

Só sabe o que é uma ditadura quem vive  numa, só sabe o que é perder a soberania quem perde a liberdade dentro de sua própria casa. 

Todos os ditadores diretos ou indiretos, explícitos ou camuflados e os apoiadores de ditaduras explícitas   deveriam ser depostos.


O Maduro não  foi um presidente eleito, foi um presidente que burlou as eleições, recontinuou  o regime ditatorial dos últimos 15 anos, maltratando o seu povo e expulsando-o do seu país.

                     Iderval Reginaldo Tenório 

 

Soberania de um país é o poder supremo e independente de um Estado para governar seu próprio território e povo, sem interferência externa, exercendo autoridade máxima dentro de suas fronteiras (soberania interna) e autonomia nas relações internacionais (soberania externa)

É um princípio fundamental que garante a autonomia para tomar decisões políticas, econômicas e militares, sendo a base do Direito Internacional e um dos pilares do Estado Democrático de Direito, como no Brasil, onde reside no povo. 

Pode um Presidente maltratar o seu povo?  

Não, um presidente

não pode maltratar o seu povo. A função principal de um presidente, em qualquer sistema democrático e sob a égide do direito internacional, é garantir o bem-estar, a segurança e os direitos de todos os cidadãos, não o contrário.  

O ato de um presidente maltratar o seu povo pode ser enquadrado em diversas violações legais, tanto a nível nacional quanto internacional:

  • Violação dos Direitos Humanos: A Declaração Universal dos Direitos Humanos e outros instrumentos internacionais proíbem categoricamente tortura, tratamento cruel ou degradante, discriminação e privação arbitrária da vida e da liberdade. Os governos são obrigados a proteger esses direitos, não a violá-los.
  • Crimes de Responsabilidade: Em muitos países, incluindo o Brasil (conforme a Lei nº 1.079), a violação dos direitos constitucionais e o abuso de poder por parte do presidente são considerados crimes de responsabilidade. Tais crimes podem levar a processos de impeachment e à remoção do cargo.
  •  
  • Crimes Comuns: Dependendo da natureza do "maltrato", o presidente também pode responder por crimes comuns previstos no Código Penal, como crimes contra a vida, a honra ou a integridade física, embora os procedimentos legais possam ser diferentes (como a necessidade de autorização da Câmara dos Deputados no Brasil para o processamento de crimes comuns).
  • Responsabilidade Internacional: Em casos extremos de abusos generalizados e graves, como crimes contra a humanidade ou genocídio, um presidente pode ser responsabilizado perante tribunais internacionais, como o Tribunal Penal Internacional. 
Em resumo, o poder presidencial é limitado pela Constituição e pelas leis, e a proteção do povo é um dever fundamental. Existem mecanismos legais e constitucionais para responsabilizar um presidente que abuse do seu poder e prejudique os cidadãos. 


                TRATADOS PARA O BEM DO POVO

                         E NÃO PARA OS DITADORES.

Os principais tratados que estabeleceram o conceito moderno de

soberania estatal foram os da Paz de Vestfália, assinados em 1648, e não em 1645. As negociações para esses tratados, contudo, já estavam em curso nas cidades de Münster e Osnabrück em 1645.
 
Não existe um tratado internacional específico com o nome de
"Tratado de Soberania" assinado em 1945. 
 
No entanto, o ano de 1945 foi marcado pela assinatura de um dos documentos mais importantes da história moderna em relação à soberania e às relações internacionais: a Carta das Nações Unidas. 
A Carta da ONU, assinada em São Francisco em 26 de junho de 1945, por 50 países (incluindo o Brasil), estabeleceu princípios fundamentais que moldaram o entendimento contemporâneo de soberania nacional, cooperação internacional e direitos humanos
 
DAS LEIS INTERNACIONAIS  


domingo, 4 de janeiro de 2026

Zezinho, o Incêndio, a Chapada do Araripe e a busca por Cidadania



  



Zezinho, o Incêndio, a Chapada do Araripe e a busca por Cidadania.


Céu azul, sol causticante e a ausência total de nuvens. Correm o sitiante e alguns  ajudantes e mergulham no coração da capoeira em chamas.  As labaredas, com as grandes e  trêmulas línguas, a sugarem o capim, a estalarem os garranchos secos e  a tangerem os pequenos animais silvestres, os que rastejam e os que voam pouco. Ajudadas pelos fortes ventos quentes, a baixa humidade do ar e os redemoinhos, juntos, os quatro, consomem sem piedade a caatinga  indefesa, abandonada pelas  águas por mais de dois anos. 

Nos aceiros da capoeira, mulheres e adolescentes, ainda crianças, a limparem e a catarem galhos secos, tão inflamáveis como gasolina, e jovens mais taludos, dentre eles o Zezinho,  a cortarem pelo tronco os arbustos secos, com foices e roçadeiras cegas, a molharem com água barrenta dos barreiros, a dificultarem o avanço do fogo e para  as labaredas não atingirem o outro lado da via  carroçável. Estrada  tal qual as costas do camaleão, duas tiras secas laterais, por onde transitam as rodas do veículo, um capão vegetal, como as cristas do réptil,  a separá-las e a escovarem a barriga do veículo.  Uma cena de horror, calor, fumaças, labaredas, medo, técnica e parcimônia, uma vez que a caatinga, seca e mumificada,  tem a mesma potencialidade de combustão que têm a pólvora e a gasolina. 

Foi assim na Chapada do Araripe em plena seca no verão 63/64, gerando fome, miséria e aumento do êxodo rural, enquanto o Brasil ardia em chamas com o golpe militar.

Sol ardente, temperatura acima dos 40º, arbustos ressequidos, cacos de vidros espalhados entre a seca vegetação e restos de cigarros podem ter sido a causa do incêndio, não descartando o fogo proposital e a união de todos os fatores de risco: Ventos quentes a soprarem sem piedade, redemoinhos a varrerem o solo, a  levantarem ninhos de pássaros com seu  dejetos, ossículos  e penas, capins secos, insetos mortos, peles descartadas pelas cobras, notadamente as cascavéis e os dejetos dos animais da região, todos juntos complementam o cenário propício e atuam como gatilhos para o  fogo. 


No pós-fogo, troncos queimados, galhos secos, como chifres, a furarem o céu azul, fuligens a voarem, como neves pretas, tangidas pelos ventos, animais rasteiros e repteis sapecados, torrados e mortos,  a visibilidade de cem por cento  no miolo da capoeira e de quando em vez a cabeça de um tatupeba a sair do buraco pedindo socorro.


Capoeira quase morta a pedir misericórdia  à natureza e a miragem a tremular tangenciando o solo exaurido de nutrientes, numa demonstração de uma pintura Natureza Morta.

O nordestino serrano roga a Deus e é ouvido. Nas primeiras chuvas, como milagre, o verde renasce com toda as vicissitudes e atrai todos os tipos de animais, que sem leitura sabem se defenderem e livrarem-se destes repetidos e frequentes episódios atribuídos a Deus. Eventos pregados pela natureza e sob a permissão do Criador, por este motivo apelam para os céus e deidades à espera de milagres.

Foi assim em março de 1964, na querida Serra do Araripe, no ano de 1964 e o Zezinho estava lá. Apagou fogo, cortou tronco, salvou pequenos animais, carregou muita água lamacenta dos barreiros, limpou os gravetos dos aceiros, carregou muitas moringas com água para os heróis apagadores e ao mesmo tempo foi gravando na memórias este acontecimento.

Depois de adulto, o Zezinho entendeu o que é um ecossistema, um bioma, uma eleição, a desigualdade social e cultural entre os homens, o poder político, a ciência, o abandono de uma região,  de um povo e o quanto é egoísta a raça humana.  

A Chapada do Araripe e o seu povo continuam lá, mostrando a saga do nordestino e a capacidade de se viver numa área inóspita do globo terrestre. 

Neste torrão nasceram muitos Zezinhos que batalham pela vida em todos os recantos do país. Vivem sem se esquecer das suas profundas,  reconfortantes, fortes e adaptáveis  raízes, dando ao homem da caatinga o epiteto de : "O nordestino é, antes de tudo, um forte", citação icônica de Euclides da Cunha, carioca de Cantagalo, no seu livro "Os Sertões", publicado em 1902 e corroborado por  Graciliano Ramos, alagoano de Quebrangulo, em Vidas Seca, publicado em 1938, quando documenta a saga de uma família, representando as demais da região:  Fabiano, Sinhá Vitória, o Menino Mais Velho e o Menino Mais Novo, além da cachorra Baleia,  um Papagaio, a enganação das miragens, a  corrida contra a sede, a fome  e a busca incansável por  CIDADANIA.

Foi bem assim, que o Zezinho viveu aquele fatídico 18  de março, na querida, misteriosa, abençoada e acolhedora    Chapada do Araripe, divisa do Ceará com Pernambuco no ano de 1964, foi assim. 

    Salvador, 04 de Janeiro  de 2026

 Iderval Reginaldo Tenório


ASA BRANCA DE LUIZ GONZAGA E HUMBERTO TEIXEIRA

COMPOSTA E GRAVADA EM 1947.

UM MARCO DO CANCIONEIRO BRASILEIRO. CONSIDERADA A MAIS IMPORTANTE MÚSICA  BRASILEIRA DE TODOS TEMPOS.

RESULTADO SAIU AGORA NO FIM DE DEZEMBRO DE 2025.


LuizGonzaga Asa Branca - Luiz Gonzaga.
YouTube · Melhores Musicas Gonzaga Music · 10 de set. de 2022