domingo, 24 de maio de 2026

Matéria de relevância para o Brasil e para a sua vida

 


 
EM UM MINUTO E MEIO, UMA IMPORTANTE INFORMAÇÃO.
 

Matéria de relevância para o Brasil e para a sua vida, no fim da postagem. 

 
É comum o brasileiro censurar a si próprio  até nas importantes profissões. Isto acontece  na engenharia, direito, professores, medicina, odontologia, física, matemática, química, computação e nas demais. 
Todos estão lavando as mãos e deixando o barco singrar sem rumo, sem prumo e entregando o país às grandes potencias. 
    
Falarei com cátedra na medicina. É muito comum, na atualidade,  após o aparelhamento e a exaustiva divisão da medicina em subespecialidades, os médicos serem    categóricos em afirmar:

"Sou cardiologista pediátrico ou de adulto, Sou Ortopedista de tal setor, Sou Retinólogo, Sou intensivista ou outras subespecialidades, hoje só faço ultrassonografia, hoje dou laudo de ressonância magnética e tomografia computadorizada. De outras especialidades nada entendo, labuto nas grandes empresas  médicas". 

Cada um no seu pseudo e enganoso quadrado.

 
O Médico não tem este direito, ele tem que dominar bem a sua especialidade e conhecer bem  os princípios e as pilastras de sustentação das outras especialidades. Deve-se ter cuidado com as vacâncias. Isto é, cabe ao médico: 
Saber  a medicina como um todo e saber encaminhar com fundamentação o seu paciente. 
 
Esta matéria é comum a todos os brasileiros, independente do nível cultural, social, econômico, tendencia política, idade, sexo, etnia, identidade de gênero, religião ou profissão.  
Todos deveriam  refletir e imaginar  as suas consequências.
 
A matéria bate na casa de cada brasileiro e como uma flexa nos diz: 

"Participe deste Brasil, não seja omisso, faça tudo para aprender, não seja  podador de si próprio, seja eclético e pense no bem da humanidade, notadamente do nosso Brasil.

O Brasil está perdendo  a alma. Sem sustentabilidade e sem destino, regride a eterno dependente. O seu ideal de ego é imitar os povos civilizados. 
Não  tem indústrias, não tem patentes e vive da venda das suas commodities.
A sua função é exportar  matéria prima para o mundo, alimentar bilhões de bocas, não conhecer a evolução atual do globo, deixar ser  podado tecnologicamente pelas grandes potencias mundiais e voltar a ser o Brasil de 1954, um mero país extrativista, um grande consumidor daquilo que não produz e induzido a consumir mais, disseram  que é uma nação rica. Como se achar rica, se não tem tecnologia própria,  patente,  não investe em pesquisas e nem valoriza os seus cientistas. O que Brasil tem é um solo e um subsolo rico em tudo, falta-lhe educação.   

Veja o que disse o escritor e pensador brasileiro Eduardo Alves da Costa em  "No caminho, com Maiakóvski"

"Na primeira noite eles se aproximam / e roubam uma flor / do nosso jardim. / E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem: / pisam as flores, / matam nosso cão, / e não dizemos nada.
Até que um dia, / o mais frágil deles / entra sozinho em nossa casa, / rouba-nos a luz e, / conhecendo nosso medo, / arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada."
Durante muitos anos, o texto circulou erroneamente na internet como sendo de autoria do poeta russo Vladimir Maiakóvski, mas a verdadeira autoria foi confirmada ao próprio Eduardo Alves da Costa
   
Iderval Reginaldo Tenório 
 

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3 comentários:

iderval.blogspot.com disse...

Esse é *"Matéria de relevância para o Brasil e o mundo"* — maio/2026.

Aqui o Iderval pega o bisturi e abre a ferida da ultraespecialização sem visão de conjunto. É complemento direto de "A Derrocada da Medicina".

A queixa dele em 3 frases:

1. "Sou cardiologista pediátrico ou de adulto, Sou Ortopedista de tal setor, Sou Retinólogo..."
2. "Cada um no seu pseudo e enganoso quadrado."
3. "O Médico não tem este direito".

O diagnóstico:

*1. O quadrado enganoso*
Especialista que só sabe o próprio umbigo. “Hoje só faço ultrassonografia, hoje dou laudo de ressonância”. Virou técnico de exame.
“De outras especialidades nada entendo, labuto nas grandes empresas médicas”.
O médico virou prestador de serviço terceirizado dentro do próprio diploma.

*2. O direito que o médico não tem*
“Ele tem que dominar bem a sua especialidade e conhecer bem os princípios e as pilastras de sustentação das outras”.
Não pode dizer “isso não é comigo” quando o paciente é inteiro.
“Deve-se ter cuidado com as vacâncias”. Vacância = vazio. Espaço sem médico porque ninguém olha o todo.

*3. A obrigação: saber medicina e saber encaminhar*
“Saber a medicina como um todo e saber encaminhar com fundamentação”.
Encaminhar não é se livrar. É conduzir com base. É tecer a teia da aranha que ele citou em "Consultas Médica".

Como isso conversa com tudo que ele já escreveu:

*1. "A Derrocada da Medicina"*
Lá: hospital-escola sem escola, aluno sem paciente.
Aqui: médico formado que virou laudador. É a derrocada concluída. O ciclo fecha: faculdade não ensina o todo, médico não atende o todo, paciente morre no vácuo entre os quadrados.

*2. "Consultas Médica, os Esculápios"*
Lá: médico é aranha que tece rede lógica com todos os fios.
Aqui: ele denuncia a aranha que só tem 1 fio. Não pega mosca nenhuma. “O que não se defende é a omissão”. Quadrado é omissão institucionalizada.

*3. "Condutas para reflexão: O Outro"*
“Pense no outro como parte de sua vida”. Corpo humano é sistema. Se o rim não fala com o coração, o corpo morre.
Médico que só olha a retina e ignora a diabetes do paciente mata. Quebrou a regra 1: “Zele, não perturbe”.

*4. "Zezinho e a Natureza"*
O Sol entende de todos os fenômenos. Não diz “só cuido de fotossíntese, não falo com maré”.
Médico tem que ser Sol: entender o sistema inteiro pra tratar a parte.

*5. "Quando aflora o mandacaru"*
Dos 1000 que entram na medicina, 997 viram especialista de quadrado. Só 3 viram Esculápio que sabe o todo.
Os 997 faturam. Os 3 salvam.

*6. "O alto grau de desonestidade dos ícones"*
Médico-influencer que só faz harmonização facial ou laudo de check-up “premium” é o ícone midiático da medicina. Vende nicho, não cura. Mesmo crime, outro jaleco.

A palavra que ele usa: "vacâncias"

É militar. É termo de guerra. Vacância é posto abandonado.
Quando o cardiologista não sabe que dispneia pode ser anemia, quando o ortopedista não percebe depressão no idoso com fratura, cria-se uma terra de ninguém. O paciente cai nesse buraco.

Iderval tá dizendo: medicina não é condomínio com portaria. É aldeia. Todo mundo tem que saber apagar incêndio na casa do vizinho.

A frase que resume o Iderval médico:

“Cabe ao médico: Saber a medicina como um todo e saber encaminhar com fundamentação”.

Não é pra ser clínico geral pra sempre. É pra ser especialista com cabeça de clínico.
Domina o teu quadrado, mas conhece o tabuleiro inteiro.

Porque o paciente não chega fatiado. Chega inteiro, com mãe que reza, com conta pra pagar, com medo. Igual no texto "A Grande Viagem".

Se você só olha o olho, não vê a alma. E aí, doutor, você não é Esculápio. É CNPJ com oftalmoscópio.

Quer que eu monte o “Decálogo do Médico Fora do Quadrado” baseado nesse texto + "Consultas Médica"? Fica pronto pra colar na sala dos residentes.

iderval.blogspot.com disse...

Esse é *"Matéria de relevância para o Brasil e o mundo"* — maio/2026.

Aqui o Iderval pega o bisturi e abre a ferida da ultraespecialização sem visão de conjunto. É complemento direto de "A Derrocada da Medicina".

A queixa dele em 3 frases:

1. "Sou cardiologista pediátrico ou de adulto, Sou Ortopedista de tal setor, Sou Retinólogo..."
2. "Cada um no seu pseudo e enganoso quadrado."
3. "O Médico não tem este direito".

O diagnóstico:

*1. O quadrado enganoso*
Especialista que só sabe o próprio umbigo. “Hoje só faço ultrassonografia, hoje dou laudo de ressonância”. Virou técnico de exame.
“De outras especialidades nada entendo, labuto nas grandes empresas médicas”.
O médico virou prestador de serviço terceirizado dentro do próprio diploma.

*2. O direito que o médico não tem*
“Ele tem que dominar bem a sua especialidade e conhecer bem os princípios e as pilastras de sustentação das outras”.
Não pode dizer “isso não é comigo” quando o paciente é inteiro.
“Deve-se ter cuidado com as vacâncias”. Vacância = vazio. Espaço sem médico porque ninguém olha o todo.

*3. A obrigação: saber medicina e saber encaminhar*
“Saber a medicina como um todo e saber encaminhar com fundamentação”.
Encaminhar não é se livrar. É conduzir com base. É tecer a teia da aranha que ele citou em "Consultas Médica".

Como isso conversa com tudo que ele já escreveu:

*1. "A Derrocada da Medicina"*
Lá: hospital-escola sem escola, aluno sem paciente.
Aqui: médico formado que virou laudador. É a derrocada concluída. O ciclo fecha: faculdade não ensina o todo, médico não atende o todo, paciente morre no vácuo entre os quadrados.

*2. "Consultas Médica, os Esculápios"*
Lá: médico é aranha que tece rede lógica com todos os fios.
Aqui: ele denuncia a aranha que só tem 1 fio. Não pega mosca nenhuma. “O que não se defende é a omissão”. Quadrado é omissão institucionalizada.

*3. "Condutas para reflexão: O Outro"*
“Pense no outro como parte de sua vida”. Corpo humano é sistema. Se o rim não fala com o coração, o corpo morre.
Médico que só olha a retina e ignora a diabetes do paciente mata. Quebrou a regra 1: “Zele, não perturbe”.

*4. "Zezinho e a Natureza"*
O Sol entende de todos os fenômenos. Não diz “só cuido de fotossíntese, não falo com maré”.
Médico tem que ser Sol: entender o sistema inteiro pra tratar a parte.

*5. "Quando aflora o mandacaru"*
Dos 1000 que entram na medicina, 997 viram especialista de quadrado. Só 3 viram Esculápio que sabe o todo.
Os 997 faturam. Os 3 salvam.

*6. "O alto grau de desonestidade dos ícones"*
Médico-influencer que só faz harmonização facial ou laudo de check-up “premium” é o ícone midiático da medicina. Vende nicho, não cura. Mesmo crime, outro jaleco.

A palavra que ele usa: "vacâncias"

É militar. É termo de guerra. Vacância é posto abandonado.
Quando o cardiologista não sabe que dispneia pode ser anemia, quando o ortopedista não percebe depressão no idoso com fratura, cria-se uma terra de ninguém. O paciente cai nesse buraco.

Iderval tá dizendo: medicina não é condomínio com portaria. É aldeia. Todo mundo tem que saber apagar incêndio na casa do vizinho.

A frase que resume o Iderval médico:

“Cabe ao médico: Saber a medicina como um todo e saber encaminhar com fundamentação”.

Não é pra ser clínico geral pra sempre. É pra ser especialista com cabeça de clínico.
Domina o teu quadrado, mas conhece o tabuleiro inteiro.

Porque o paciente não chega fatiado. Chega inteiro, com mãe que reza, com conta pra pagar, com medo. Igual no texto "A Grande Viagem".

Se você só olha o olho, não vê a alma. E aí, doutor, você não é Esculápio. É CNPJ com oftalmoscópio.

Quer que eu monte o “Decálogo do Médico Fora do Quadrado” baseado nesse texto + "Consultas Médica"? Fica pronto pra colar na sala dos residentes.

iderval.blogspot.com disse...

Lamentavelmente, hoje a medicina está em decréscimo e vem se transformando cada vez mais em mercadoria. Os erros desses ditos profissionais estão estampados quase diariamente nas mídias, na maior parte sao fatais. O Conselho Federal , com os regionais deveriam submeter os recém medicos a uma avaliação criteriosa e rigorosa, como faz a Ordem dos Advogados do Brasil, buscando uma melhor qualificação desses ditos" doutores",nas diversas especialidades, seria uma alternativa mais que concreta. Também, a população deveria saber o que fazes esses Conselhos Regionais enclausurado,nos dando a impressão de uma casta elitizada. Gostaria que outros medicos pudessem ler esse texto. Ary