quinta-feira, 28 de maio de 2026

MAIS UMA FACADA NA CLASSE MÉDIA.

 

 


📜 QUAIS OS TIPOS DE IDOLATRIA NOS DIAS ATUAIS – Pequenos Sermões Grandes  Mensagens   

  

O HOMEM  E A PLASTICIDADE CEREBRAL.   DESCONSTRUÍNDO  UMA PERSONALIDADE

 

MAIS UMA FACADA NA CLASSE MÉDIA. 

A neurociência tem mostrado, que mais de 80% das mentes não pensam por si, independente do nível social, cultural, econômico, educacional e etnia.

Existem no ser humano e em todos os animais não humanos, as propriedades da lavagem cerebral e a indução de comportamentos. 

Estes fenômenos são estudados por cientistas em muitos centros acadêmicos, iniciado principalmente  por Ivan Petrovich Pavlov, fisiologista Russo dos anos 1890 a 1903, que pesquisou diversos reflexos em cães. O principal foi  o "reflexo condicionado de Pav Lov", que guarda similitude com os reflexos dos humanos, dos  golfinhos, dos  leões e dos demais animais.  

A lavagem cerebral   é um processo psicossocial, coercitivo e de manipulação que está atrelado à neuroplasticidade cerebral.

 A maleabilidade, a complexidade da psicologia e  comportamento humano,  tornam o homem uma presa fácil a ser manipulado pelos estudiosos do assunto, sendo constantemente adestrado durante a vida. 

Lavagem cerebral é uma  técnica de persuasão coercitiva extrema, visando a modificação de crenças, comportamentos e valores de um indivíduo, muitas vezes contra sua vontade. 

A neurociência chegou  à conclusão, que mais de 90% dos 80% dos idólatras da população, perderam o senso, a capacidade de raciocínio e de crítica,  e tais quais  folhas secas  são levados para onde os ventos do poder soprarem.

Atenção maior é na política e nos ídolos  religiosos. Os idolatradores polarizaram estes setores e os seguidores de cada tendência, os idolatrados, impreguinam-se, raivosamente,  de cortisol, uns  de um lado e  outros do outro, construindo mundos diferentes. 

O hormônio cortisol, o hormônio do estresse em excesso, faz com que os indivíduos deixem de ser eles, e atuem como rebanhos de irracionais a defenderem os seus manipuladores comportamentais, chegando ao ponto de dividir as comunidades  em vários segmentos e a nação em grupos diferentes.  Atinge os descamisados, os pobres, os  médios, os  ricos e os muito ricos. Os pobres continuam pobres, os ricos continuam ricos, os muito ricos, ainda mais ricos e a classe média sempre a cair. 

A  diáspora social só acontece na classe média, que a cada dia é empurrada para as camadas mais baixas, frutos dos escorchantes impostos, do custo de vida e das benesses oficiais,  uma vez que patrocina os programas governamentais, muitos primordiais, pois foram criados para sanar sofrimentos crônicos  inaceitáveis,  a fome e a perda da cidadania, além de outros criados para agradar determinadas categorias com a finalidade de angariar simpatias, notadamente  o escambo com o   votos.

O que mais pesa para a classe média e não encontra defesa, são as  gastanças da máquina  pública, os desvios nas instituições públicas e privadas, as farras dos gonvernantes na vida social com o erário público,  e o sustento  da sua própria vida, onde tudo é  privado: Moradia, Alimentação,  Saúde, Educação, Locomoção e Segurança. 

O que demonstra em todos  os dados divulgados pelo IBGE,  é   a  queda da classe média, o congelamento dos ricos,  o aumento dos pobres,  parte advindo da classe média e  o aumento dos muito ricos.          

             Salvador, 25 de maio de 2026

                         Iderval Reginaldo Tenório

 

O boleto do terror está chegando aos condomínios

Por Marcus Vale

Tem gente tratando isso como simples “debate trabalhista”. Não é.

Condomínio funciona 24 horas por dia.
Sábado.
Domingo.
Madrugada.
Feriado.
Natal.
Ano Novo.

O prédio nunca para.

Tem porteiro, limpeza, segurança, manutenção, entrada de entregador, morador chegando às 3 da manhã, vazamento, elevador travando, garagem funcionando.

Agora imagine manter essa máquina funcionando com menos horas de trabalho sem reduzir salários.

A conta explode.

E ela vai explodir no colo do morador.

Muita gente ainda não percebeu o tamanho do problema. Quando falam em acabar com a escala 6x1, parece algo abstrato. Mas condomínio é matemática. Fria. Brutal.

Se um funcionário trabalha menos dias, alguém precisa cobrir as horas restantes.

Isso significa:
mais funcionários,
mais encargos,
mais férias,
mais FGTS,
mais adicional noturno,
mais custo trabalhista.

Em muitos prédios, folha salarial já consome metade do orçamento. Alguns síndicos já falam reservadamente em aumentos de 20%, 25%, até 30%.

E o pior:
isso pode acontecer perto das eleições.

Vai ter assembleia virando campo de guerra.

Morador revoltado.
Síndico pressionado.
Funcionário exigindo direitos.
Conta que simplesmente não fecha.

E aí começam os cortes:
menos segurança,
menos limpeza,
manutenção adiada,
porteiro sobrecarregado,
prédio piorando lentamente.

A política é abstrata.

O boleto do condomínio, não.

Ele chega todo mês.
Sem atraso.
Sem discurso.
Sem piedade.

— Marcus Vale 

é

 

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