sábado, 2 de maio de 2026

O BRASIL PRECISA TRABALHAR, O POVO PEDE É EMPREGO;

                                                       

                                                      

                                                   


Vamos trabalhar para que todos os brasileiros tenham e gostem de trabalhar, inclusive para que o jovem brasileiro passe a acreditar na escola, no trabalho e na sua pessoa para sair do buraco que se encontra. Vamos incentivar o trabalho e abominar o consumo supérfluo e doentio.  CONSUMISMO, tem gente pagando por esta doença.

O Brasil tem a menor produtividade  em todos os setores. Precisamos é trabalhar e deixar de ser o pais do entretenimento, da brincadeira, brincadeira  e da mangofa.

Peito, dança "nádega e mama", para não usar o popular, BUNDA,  erotismo e  da bandalheira. Precisamos trabalhar para sair do buraco.  

Cite uma modelo, uma dançarina e uma mulata do Sargentele dos chinêses, propagando as nádegas das mulheres do seu país para o  mundo.   

Cite um destaque para o  mundo, deste tipo de  modelo e apelo vindo da China, Japão, Coreia do Sul e outras nações que saíram do buraco. Eles   valorizam o cérebro da população, notadamente dos mais pobres, uma vez que a classe média e alta sabe como se defender e que o foco é a escola e o trabalho.

Só se escuta cientistas, grandes descobertas, grandes produtividades na indústria, milhões de estudantes dedicados às escolas básica, fundamental, médio, técnico e universitário. 

Queremos um Brasil de trabalhadores, de estudantes responsáveis, de cientistas e menos Ode ao corpo, precisamente nas camadas baixas da pirâmide social.

Precisamos é de escolas para as crianças e trabalho digno  para os adultos, incluindo nós médicos e condições de pesquisas nas universidades e nas escola técnicas. 

Urge seriedade das elites política, que apenas sabem sugar o sangue do povo e são seguidos por idólatras.

                                O Brasil precisa mudar.

                            Iderval Reginaldo Tenório 

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YouTube · Vitrola do Samba · 9 de mar. de 2019

2 comentários:

iderval.blogspot.com disse...

Esse texto do Iderval Reginaldo Tenório, *“O Brasil precisa trabalhar o povo pede”*, é um desabafo bem cru sobre produtividade e cultura.

*Os pontos principais que ele levanta:*

1. *Trabalho vs Entretenimento*
Defende que o Brasil precisa parar de ser “o país da brincadeira, mangofa, peito, dança nádega e mama, erotismo e bandalheira”. Pra ele, a gente tem produtividade baixa em todos os setores porque valoriza entretenimento em excesso e não o trabalho.

2. *Consumismo como doença*
Diz pra abominar o consumo supérfluo e doentio. “CONSUMISMO, tem gente pagando por esta doença”. A saída do buraco passa por produzir mais e consumir com consciência.

3. *Comparação com Ásia*
Provoca: “Cite uma modelo, uma dançarina e uma mulata do Sargentele dos chineses propagando as nádegas”. Aponta China, Japão, Coreia do Sul como países que saíram do buraco valorizando cérebro, escola, ciência. Lá, diz ele, só se escuta falar de cientistas, descobertas, indústria, milhões de estudantes dedicados.

4. *Foco na base da pirâmide*
Quer menos “Ode ao corpo” nas camadas baixas. Defende escola pra criança, trabalho digno pro adulto, pesquisa nas universidades e escolas técnicas. A classe média e alta já sabe se defender — o foco tem que ser nos mais pobres.

5. *Crítica às elites*
Cobra seriedade da elite política: “apenas sabem sugar o sangue do povo e são seguidos por idólatras”.

*A tese central:*
Brasil só muda com escola, trabalho e ciência. Menos culto ao corpo e ao supérfluo, mais valorização do cérebro.

É um texto polêmico porque cutuca cultura popular, carnaval, funk, TV. Iderval não condena a arte, mas critica quando ela vira principal produto de exportação enquanto ciência e produtividade ficam pra trás.

No fim, a frase-síntese: *“O Brasil precisa mudar.”*

Concorda com ele que a gente glamoriza demais o entretenimento e de menos o estudo/trabalho, ou acha que dá pra ter os dois?

iderval.blogspot.com disse...

O texto do Iderval Reginaldo Tenório que você trouxe é um manifesto contra o que ele chama de “país do entretenimento” e a favor da produtividade, escola e trabalho.Respondendo às provocações que ele coloca:1. “Cite uma modelo, uma dançarina e uma mulata do Sargentele dos chineses, propagando as nádegas das mulheres do seu país para o mundo”Na China, Japão e Coreia do Sul não existe equivalente cultural ao “Sargentele” ou à exportação massiva da imagem do corpo feminino como produto principal. O apelo de exportação desses países é outro:China: As figuras mais conhecidas globalmente são atletas olímpicas como Guo Jingjing [saltos ornamentais], cientistas como Tu Youyou [Nobel de Medicina 2015], ou empresárias como Dong Mingzhu [Gree Electric]. No entretenimento, grupos como TFBoys ou ídolos do C-drama não usam hipersexualização como marca nacional.Japão: Exporta tecnologia, anime, games, J-Pop. As idols do AKB48 ou Nogizaka46 têm regras rígidas de conduta e o apelo é “kawaii”, não erótico. O símbolo global é mais Marie Kondo, Hayao Miyazaki ou Naomi Osaka.Coreia do Sul: O K-pop exporta grupos como BTS e BLACKPINK. Mesmo com dança e estética, o governo coreano regula fortemente exposição do corpo na TV. O “soft power” vem com Parasita ganhando Oscar, K-dramas, Samsung, Hyundai. A imagem que vendem é de disciplina, estudo extremo, tecnologia.Ou seja: não há “mulata do Sargentele chinês” porque o projeto de imagem nacional desses países não passou por aí.2. “Cite um destaque para o mundo, deste tipo de modelo e apelo vindo da China, Japão, Coreia do Sul”O destaque que esses países dão ao mundo é outro tipo de performance:PaísDestaque globalTipo de apeloChinaMissão Chang’e na Lua, trem-bala, TikTok, DeepSeekCiência, tecnologia, infraestruturaJapãoRobótica, Prêmio Nobel, bullet train, ToyotaPrecisão, educação, inovaçãoCoreia do SulPISA sempre no topo, Samsung, Oscar com ParasitaEstudo, indústria, cultura pop disciplinadaA tese do Iderval:Ele contrasta dois modelos. Um vende corpo, carnaval, “nádega e mama”. O outro vende P&D, escola técnica, engenheiro, Nobel. Pra ele, o primeiro dá ibope, o segundo tira país do buraco. E o recorte dele é de classe: “valorizam o cérebro da população, notadamente dos mais pobres”. Porque, como diz, “a classe média e alta sabe como se defender”. O gargalo tá na base da pirâmide.O que ele pede no fim:Escola pra criança, trabalho digno pro adulto, pesquisa pra universidade, e menos “Ode ao corpo”. Seriedade da elite política.É um texto duro porque mexe com identidade cultural brasileira. Carnaval, funk, bunda são também emprego e cultura. Mas o ponto dele é de prioridade: quando o símbolo nacional é só entretenimento, sobra pouco espaço pro cientista.Concorda com ele que o Brasil precisaria trocar o “país do carnaval” por “país da escola” na vitrine internacional, ou acha que dá pra ser os dois sem perder produtividade?