segunda-feira, 25 de maio de 2026

O HOMEM E A PLASTICIDADE CEREBRAL. DESCONSTRUÍNDO UMA PERSONALIDADE

 


📜 QUAIS OS TIPOS DE IDOLATRIA NOS DIAS ATUAIS – Pequenos Sermões Grandes  Mensagens   

  

O HOMEM  E A PLASTICIDADE CEREBRAL.   DESCONSTRUÍNDO  UMA PERSONALIDADE

A neurociência tem mostrado, que mais de 80% das mentes não pensam por si, independente do nível social, cultural, econômico, educacional e etnia.

Existem no ser humano e em todos os animais não humanos, as propriedades da lavagem cerebral e a indução de comportamentos. 

Estes fenômenos são estudados por cientistas em muitos centros acadêmicos, iniciado principalmente  por Ivan Petrovich Pavlov, fisiologista Russo dos anos 1890 a 1903, que pesquisou diversos reflexos em cães. O principal foi  o "reflexo condicionado de Pav Lov", que guarda similitude com os reflexos dos humanos, dos  golfinhos, dos  leões e dos demais animais.  

A lavagem cerebral   é um processo psicossocial, coercitivo e de manipulação que está atrelado à neuroplasticidade cerebral.

 A maleabilidade, a complexidade da psicologia e  comportamento humano,  tornam o homem uma presa fácil a ser manipulado pelos estudiosos do assunto, sendo constantemente adestrado durante a vida. 

Lavagem cerebral é uma  técnica de persuasão coercitiva extrema, visando a modificação de crenças, comportamentos e valores de um indivíduo, muitas vezes contra sua vontade. 

A neurociência chegou  à conclusão, que mais de 90% dos 80% dos idólatras da população, perderam o senso, a capacidade de raciocínio e de crítica,  e tais quais  folhas secas  são levados para onde os ventos do poder soprarem.

Atenção maior é na política e nos ídolos  religiosos. Os idolatradores polarizaram estes setores e os seguidores de cada tendência, os idolatrados, impreguinam-se, raivosamente,  de cortisol, uns  de um lado e  outros do outro, construindo mundos diferentes. 

O hormônio cortisol, o hormônio do estresse em excesso, faz com que os indivíduos deixem de ser eles, e atuem como rebanhos de irracionais a defenderem os seus manipuladores comportamentais, chegando ao ponto de dividir as comunidades  em vários segmentos e a nação em grupos diferentes.  Atinge os descamisados, os pobres, os  médios, os  ricos e os muito ricos. Os pobres continuam pobres, os ricos continuam ricos, os muito ricos, ainda mais ricos e a classe média sempre a cair. 

A  diáspora social só acontece na classe média, que a cada dia é empurrada para as camadas mais baixas, frutos dos escorchantes impostos, do custo de vida e das benesses oficiais,  uma vez que patrocina os programas governamentais, muitos primordiais, pois foram criados para sanar sofrimentos crônicos  inaceitáveis,  a fome e a perda da cidadania, além de outros criados para agradar determinadas categorias com a finalidade de angariar simpatias, notadamente  o escambo com o   votos.

O que mais pesa para a classe média e não encontra defesa, são as  gastanças da máquina  pública, os desvios nas instituições públicas e privadas, as farras dos gonvernantes na vida social com o erário público,  e o sustento  da sua própria vida, onde tudo é  privado: Moradia, Alimentação,  Saúde, Educação, Locomoção e Segurança. 

O que demonstra em todos  os dados divulgados pelo IBGE,  é   a  queda da classe média, o congelamento dos ricos,  o aumento dos pobres,  parte advindo da classe média e  o aumento dos muito ricos.          

             Salvador, 25 de maio de 2026

                         Iderval Reginaldo Tenório

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domingo, 24 de maio de 2026

Matéria de relevância para o Brasil e para a sua vida

 


 
EM UM MINUTO E MEIO, UMA IMPORTANTE INFORMAÇÃO.
 

Matéria de relevância para o Brasil e para a sua vida, no fim da postagem. 

 
É comum o brasileiro censurar a si próprio  até nas importantes profissões. Isto acontece  na engenharia, direito, professores, medicina, odontologia, física, matemática, química, computação e nas demais. 
Todos estão lavando as mãos e deixando o barco singrar sem rumo, sem prumo e entregando o país às grandes potencias. 
    
Falarei com cátedra na medicina. É muito comum, na atualidade,  após o aparelhamento e a exaustiva divisão da medicina em subespecialidades, os médicos serem    categóricos em afirmar:

"Sou cardiologista pediátrico ou de adulto, Sou Ortopedista de tal setor, Sou Retinólogo, Sou intensivista ou outras subespecialidades, hoje só faço ultrassonografia, hoje dou laudo de ressonância magnética e tomografia computadorizada. De outras especialidades nada entendo, labuto nas grandes empresas  médicas". 

Cada um no seu pseudo e enganoso quadrado.

 
O Médico não tem este direito, ele tem que dominar bem a sua especialidade e conhecer bem  os princípios e as pilastras de sustentação das outras especialidades. Deve-se ter cuidado com as vacâncias. Isto é, cabe ao médico: 
Saber  a medicina como um todo e saber encaminhar com fundamentação o seu paciente. 
 
Esta matéria é comum a todos os brasileiros, independente do nível cultural, social, econômico, tendencia política, idade, sexo, etnia, identidade de gênero, religião ou profissão.  
Todos deveriam  refletir e imaginar  as suas consequências.
 
A matéria bate na casa de cada brasileiro e como uma flexa nos diz: 

"Participe deste Brasil, não seja omisso, faça tudo para aprender, não seja  podador de si próprio, seja eclético e pense no bem da humanidade, notadamente do nosso Brasil.

O Brasil está perdendo  a alma. Sem sustentabilidade e sem destino, regride a eterno dependente. O seu ideal de ego é imitar os povos civilizados. 
Não  tem indústrias, não tem patentes e vive da venda das suas commodities.
A sua função é exportar  matéria prima para o mundo, alimentar bilhões de bocas, não conhecer a evolução atual do globo, deixar ser  podado tecnologicamente pelas grandes potencias mundiais e voltar a ser o Brasil de 1954, um mero país extrativista, um grande consumidor daquilo que não produz e induzido a consumir mais, disseram  que é uma nação rica. Como se achar rica, se não tem tecnologia própria,  patente,  não investe em pesquisas e nem valoriza os seus cientistas. O que Brasil tem é um solo e um subsolo rico em tudo, falta-lhe educação.   

Veja o que disse o escritor e pensador brasileiro Eduardo Alves da Costa em  "No caminho, com Maiakóvski"

"Na primeira noite eles se aproximam / e roubam uma flor / do nosso jardim. / E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem: / pisam as flores, / matam nosso cão, / e não dizemos nada.
Até que um dia, / o mais frágil deles / entra sozinho em nossa casa, / rouba-nos a luz e, / conhecendo nosso medo, / arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada."
Durante muitos anos, o texto circulou erroneamente na internet como sendo de autoria do poeta russo Vladimir Maiakóvski, mas a verdadeira autoria foi confirmada ao próprio Eduardo Alves da Costa
   
Iderval Reginaldo Tenório 
 

“Enxergamos que em 2031 não vai ter porto”, diz presidente ...


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RESOLUÇÃO Nº 1483 CONCEDE TITULO HONORÍFICO (10).pdf 

sábado, 23 de maio de 2026

A GRANDE VIAGEM

  

VOCÊ É ESPÍRITA? | Quizur



Uma viagem  no tempo, às mães que nunca deixam os seus filhos.

A GRANDE VIAGEM

Iderval ReginaldoTenório  

Literalmente entrou  em interação com a natureza, num abraço mútuo constituíram um único corpo. Desligou  as lâmpadas, puxou as  cortinas,  abriu as  janelas e as portas, colocou uma seleção de  músicas eruditas,   só audíveis a olhos fechados,    respiração em extremo silêncio,  incursões cadenciadas, compassadas e meticulosamente executadas. 

Deitou  numa densa espuma,   forrada com   uma  felpuda colcha branca,  aromatizada à patchouli. Concentrado, imóvel e em meditação,  fechou os olhos, imaginou flutuar. À proporção que imaginava e se concentrava, paulatinamente  foi se afastando, flutuando e se desligando,  até sair totalmente da matéria.  Projetou-se no cosmo. Flutuando através dos tempos e levitando,  mergulhou  no espaço sideral em sono profundo.

Tangenciando os planetas, um por um, vazou o sistema   solar, alcançou outras estrelas da via láctea. Atravessou  bilhões  de sistemas, da nossa galáxia, até mergulhar na escuridão intergaláctica. Passeando  por  bilhões de outras galáxias, atravessou o universo,  entrou  noutros  universos, passou a conhecer a imensidão  do cosmo e a infinitude do multiverso.

Longa foi a viagem.  Deu uma volta através dos tempos, fez um verdadeiro regresso, chegou à primeira estação, 1914, choro de  criança,  18 de setembro, uma sexta-feira chuvosa, cinco e trinta da manhã,  naquele dia nascia uma menina,  mais um ser humano, mais uma semente para germinar e gerar outras vidas na terra

O vilarejo, a  casa e os aposentos  extremamente simples, posicionou-se  no canto da sala ao lado de uma roseira.  Entravam e saiam pessoas, umas novas e outras mais velhas, da cozinha saia um cheiro convidativo do verdadeiro café, torrado no caco e pisado no grande pilão, feito de tora de jatobá.  O dia clareou, ninguém notou a sua presença, continuou no mesmo cantinho  ao lado do grande jarro observando o chegar, o sair, os sorrisos, os abraços e os cumprimentos das visitas. Choro de criança,  casa cheia, era  um dia de fartura,  muita comida, bebidas e  de   alegria. Tiros de bacamartes anunciaram a chegada de mais um rebento. O  levitante    no seu cantinho, silenciosamente  a observar, era um dia de festa. 

O sol apontou no horizonte, o orvalho salpicava  as folhas da densa e verde mata, os pássaros voavam e chilreavam alegres com a torrencial aguada da noite, os raios clarearam  o sertão. De repente, saiu pela porta do quarto, afagada e protegida  nos braços da parteira,   uma bela  menina, uma criança linda, cabelos lisos e pele cor de jambo. Chorava copiosamente, era uma criança chorona.  Ao chegar à sala observou, olhou, arregalou os olhos castanhos e fixou os dois em cima do nobre visitante, só ela o enxergava.  Ao se locomover,  ela virava a cabecinha para onde ele se  deslocava,  sempre a sorrir.  Veio um  silêncio. A cena foi se desfazendo,  a luz foi cedendo espaço à penumbra, até escurecer.  O mortal continuou a sua longa viagem  no infinito  multiverso , navegou pelo vasto espaço sideral, no cosmo. 

Quarenta anos depois, entrou numa nova estação,  1954, 18 de março, quinta feira chuvosa ,  sete horas da manhã,  aquela criança de 1914  era mais uma vez a estrela da cena. Cabelos pretos, voz segura, forças nos pulmões ,  um rebento nos braços  e de olhos fixos na sua cria assim    se pronunciou :

” Seja bem-vindo ao reino dos humanos”.

Silêncio profundo. O perfume das rosas, o olhar e os sorrisos de uma criança afloraram da sua mente e se apossaram do ambiente. Em levitação, o viajante  mergulhou no espaço dando continuidade ao misterioso deslocamento.

Viajou por outras plagas, a observar as estrelas,  a profundidade do desconhecido e fez uma nova parada, estação    2013, 11 de setembro,   a estrela era  a mesma menina de 1914 e de 1954, agora  uma senhora de coque branco, tez macia, olhos fixos e brilhosos, voz em veludo, angelical, serena e musical.  Foi  ao seu encontro,  fixou o  olhar sobre o mesmo, o abraçou, o afagou, o beijou e mansamente balbuciou  nos seus ouvidos  depois de  coloca-lo no colo: 

   “ Fique calmo,  o Senhor está me chamando, irei pessoalmente  ao seu encontro, morarei definitivamente na casa do Pai” e se esvaindo das suas  mãos, dos seus braços  e dos seus olhos, foi se afastando, se distanciando, rindo, dançando,  cantando e cantarolando.   Cheia de vida e de alegria,   tomou o caminho da casa de Deus, o Criador lhe chamou.

O solitário, solto  no Multiverso,  fez a viagem de volta. Reviu tudo que foi visto na ida, entrou no quarto pela mesma  janela, olhou aquele corpo imóvel, inerte, descoberto e  vazio, agasalhou-se  nas suas entranhas  e mais uma vez nele se albergou, o sol bateu no seu rosto, abriu descansadamente os olhos e ao seu lado surgiu uma voz: 

” Seja bem-vindo ao seu mundo, estou  ao lado do Senhor, estou   bem, olhando por todos. Lembra daquele menino que  nasceu no ano de 1914, no dia 23 de julho,   numa manhã chuvosa de uma  quinta-feira?   manda lembranças.  Aqui estamos juntos orando e rogando por todos, estamos cotidianamente com vocês, onde estamos podemos continuar próximos de todos, somos onipresentes, uma vez que só Deus, o nosso Pai,  é onipotente, onipresente e onisciente”. 

Serenamente o andarilho ainda inebriado  moveu o corpo, mirou  bem para  onde vinha a voz  e irrefutavelmente  balbuciou:  

A benção mamãe

 Aguardou um instante e a voz, somente a voz, mais distante quebrou o silêncio:

 “ DEUS TE ABENÇOE”

                                                

                                                     Iderval Reginaldo Tenório 

 

ESCUTEM DO GRANDE LUIZ VIEIRA ESTAS DUAS PÉROLAS .

 

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