O alcoolismo é considerado uma doença crônica pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e possui uma forte influência genética, estimada em cerca de 50% a 60% do risco total.
No entanto, ele não é causado apenas por genes, dependendo também de fatores sociais, psicológicos e ambientais.
O transtorno
por uso de álcool altera o cérebro e o comportamento, exigindo tratamento
médico e psicológico, e não apenas força de vontade.
Filhos ou
parentes próximos de pessoas dependentes têm risco maior de desenvolver o
problema.
A genética
pode influenciar a forma como o corpo metaboliza o álcool e como o sistema de
recompensa do cérebro reage ao prazer da bebida.
O
convívio familiar, a facilidade de acesso à bebida e a pressão de amigos
influenciam muito o início do consumo.
Problemas como
ansiedade, estresse e depressão aumentam o risco de a pessoa usar o álcool como
fuga.
DA LITERAURA.
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