O PAÍS DO ENTRETENIMENTO, DO INCENTIVO AO ÓCIO E DO ABSOLUTISMO POLÍTICO
O Brasil tem a menor produtividade em todos os setores, precisamos de deixar de ser o pais do entretenimento, da brincadeira e da mangofa. Peito, dança "nádega e mama", a popular BUNDA, erotismo e da bandalheira. Só o trabalho e a escola pode tirar o cidadão do buraco.
Cite uma modelo, uma dançarina, uma mulata chinesa propagando as sus nádegas para o mundo, atuando como commodities para alavancar a economia. Mostre um destaque deste tipo vindo da China, Japão, Coreia do Sul e outras nações que saíram do buraco. Eles valorizam o cérebro, notadamente dos mais pobres, uma vez que a classe média e alta sabe como se defender, o foco é a escola e o trabalho. Nas entrelinham informa que, para consumir, primeiro tem que produzir e não incentivar o ócio, a preguiça e o entretenimento.
Nestas nações se escuta cientistas, descobertas, produtividade industrial, milhões de estudantes nas escolas básica, fundamental, médio, técnico e curso superior de verdade.
O Brasil precisa de trabalhadores técnicos, estudantes responsáveis focado no futuro, cientistas e professores valorizados, menos Ode ao corpo, precisamente nas camadas baixas da pirâmide social, dancinhas para se ganhar o pão de cada dia são sementes para o atraso, o primeiro degrau da prostituição, salvo quando executadas por profissionais da dança, ali estão executando os seus ofícios, merecem respeito e não devem ser confundidas com aventureiras.
Precisamos é de escolas para as crianças, de trabalho digno para os adultos e não da entronação do absolutismo político.
Urge seriedades nos dirigentes, que apenas sabe sugar o sangue do povo, são seguidos por idólatras, buscam incentivar o ganho da vida com pouco esforço, a divisão da população em tribos e pregam que o fulcro é o entretenimento, contaminam a população com a doença CONSUMISMO E O LEVAR VANTAGEM EM TUDO, é doença contagiosa, crônica, de difícil tratamento, atrelada à subserviência e o seu principal livro é: O PRINCIPE, do Nicolau Maquiavel, no qual o fulcro são os reflexos e as dependências animais pela vida.
"As reflexões de Nicolau Maquiavel marcam a fundação da ciência política moderna. O autor separou a política da moral religiosa, defendendo que o governante deve agir com base na realidade factual (a verdade efetiva das coisas) e na necessidade de manter o poder e a ordem do Estado, usando a força ou a astúcia quando exigido" .
O Brasil precisa mudar.
14.06.2026
Iderval Reginaldo Tenório
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