domingo, 14 de junho de 2026

O PAÍS DO ENTRETENIMENTO, DO INCENTIVO AO ÓCIO E DO ABSOLUTISMO POLÍTICO

                                                                         








O PAÍS DO ENTRETENIMENTO,  DO INCENTIVO AO ÓCIO E DO ABSOLUTISMO POLÍTICO 

Quando criança, o que mais se escuta dos pais é o incentivo aos estudos, ao trabalho, a recuperação de tudo que se quebra em casa e a reutilização de vasilhames, desde quando não prejudique a saúde. 

Hoje os gestores colocaram na cabeça do povo, que tudo aquilo era errado, o segredo é consumir e comprar tudo pronto, até mesmo fazer um abainhado de uma calça, colocar um botão ou lavar as vestimentas. Imagine colocar um cabo de uma panela, consertar um liquidificador, um ventilador ou colocar um ferrolho numa porta, tudo tem que ser feito por um contratado. Incentivar o trabalho, abominar o consumo supérfluo e doentio deveria ser os ensinamentos da atualidade. 

Vamos trabalhar para que todos os brasileiros tenham e gostem de trabalhar, inclusive para que o jovem brasileiro passe a acreditar na escola, no trabalho e na sua pessoa para sair do buraco que se encontra. 

O Brasil tem a menor produtividade  em todos os setores, precisamos de deixar de ser o pais do entretenimento, da brincadeira  e da mangofa. Peito, dança "nádega e mama", a popular BUNDA,  erotismo e  da bandalheira. Só o trabalho e a escola pode tirar o cidadão  do buraco.  

Cite uma modelo, uma dançarina, uma mulata  chinesa propagando as sus nádegas  para o  mundo, atuando como commodities para alavancar a economia.   Mostre um destaque  deste tipo  vindo da China, Japão, Coreia do Sul e outras nações que saíram do buraco. Eles   valorizam o cérebro, notadamente dos mais pobres, uma vez que a classe média e alta sabe como se defender, o foco é a escola e o trabalho. Nas entrelinham informa que, para consumir, primeiro tem que produzir e não incentivar o ócio, a preguiça e o entretenimento.

Nestas nações se escuta cientistas, descobertas,  produtividade  industrial, milhões de estudantes nas escolas básica, fundamental, médio, técnico e curso superior de verdade. 

O Brasil precisa de trabalhadores técnicos, estudantes responsáveis focado no futuro, cientistas e professores valorizados,  menos Ode ao corpo, precisamente nas camadas baixas da pirâmide social, dancinhas para se ganhar o pão de cada dia são  sementes para o atraso,  o primeiro degrau da prostituição, salvo quando executadas por profissionais da dança, ali estão executando os seus ofícios, merecem respeito e não devem ser confundidas com  aventureiras.  

Precisamos é de escolas para as crianças, de trabalho digno  para os adultos e não da entronação do absolutismo político.

Urge seriedades nos dirigentes, que apenas sabe sugar o sangue do povo, são seguidos por idólatras, buscam incentivar o ganho da vida com pouco esforço, a divisão da população em tribos e pregam    que o fulcro  é o entretenimento, contaminam a população com a doença   CONSUMISMO E O LEVAR VANTAGEM EM TUDO, é   doença contagiosa, crônica, de difícil tratamento, atrelada à subserviência e o seu principal livro é: O PRINCIPE, do Nicolau Maquiavel, no qual o fulcro são os reflexos e as dependências animais pela vida. 

"As reflexões de Nicolau Maquiavel marcam a fundação da ciência política moderna. O autor separou a política da moral religiosa, defendendo que o governante deve agir com base na realidade factual (a verdade efetiva das coisas) e na necessidade de manter o poder e a ordem do Estado, usando a força ou a astúcia quando exigido" .

                                    O Brasil precisa mudar.

                                               14.06.2026

                                     Iderval Reginaldo Tenório 

Nenhum comentário: