O blog foi criado para a cultura. Mostra o quanto é importante o conhecimento.Basta um click no artigo. Centro Médico Iguatemi,310.CLINICA SÃO GABRIEL LTDA- 33419630 33425331Participe ,comente, seja seguidor. DR IDERVAL REGINALDO TENÓRIO , 1954 , JUAZEIRO DO NORTE -CEARÁ. 08041988lgvi.1984 CHEGOU EM SALVADOR COM 18 ANOS , MEDICINA NA UFBA. CIRURGIÃO GERAL. driderval@bol.com.br
ACESSEM DO AMIGO E RADIALISTA PERFILINO NETO O SEU SITE DE MUSICA eradoradio.com.br
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O ser humano só pensa
em si. Como viver bem, se os ditadores cometem genocídios e milhares
de pseudo humanos torcem por estes ditadores tiranos, muitos defendem sem
saber o que estão fazendo.
Possuídos por histerias,
paranoias eneuroses, gritam com todas as
forças dos pulmões:
" DITADOR TAL, LIVRE; SALVE A SOBERANIA DOS TIRANOS E ABAIXO A SOBERANIA DO POVO".
É a idolatria e a lavagem cerebral as senhoras dominadoras de
cérebros carcomidos.
"Todos os homens nascem livres"
Iderval Reginaldo Tenório
"Quase se poderia dizer que a histeria é uma obra de
arte deformada, que a neurose obsessional é uma religião deformada e a paranoia,
um sistema filosófico deformado."
Sigmund Freud.
"A
razão ! Privada de saber, é algo absolutamente insensato, mesmo para
os grandes filósofos".
Friedrich Nietzsche
Benjamin Netanyahu. Nicolás Maduro Moros. Xi Jinping. Augusto José Ramón Pinochet Ugarte.
Kim Jong-un. Idi Amin Dada. Sadann Hussein, José Daniel Ortega Saavedra, os Castros e OUTROS SANGUINÁRIOS PELO MUNDO.
O que explica pessoas alforriadas apoiarem estes sistemas?
Pessoas de nível educacional Superior.
Pessoas que comem bem, vestem bem e moram bem querer tanto mal para estes sofridos povos. HUMANOS que vivem sob a batuta da chibata?
O FORRÓ DO DR IDERVAL VAI ESTOURAR NO SÃO JOÃO 2025.
VAMOS OUVIR, DANÇAR E SABOREAR DO GRANDE COMPOSITOR ALDO SOUSA, BAIANO DA GEMA O FORRÓ DO DR IDERVAL TENÓRIO, NA VOZ DO GRANDE ISRAEL FILHO, UM GRANDE CANTOR DE CARUARU. UM DOS ÍCONES DA MÚSICA BRASILEIRA.
É SÓ CLICAR EM OVERDOSE DE FORRÓ
EXPERIMENTE OUVIR.
BOM FORRÓ.
BASTA CLICAR NO LINK E ESCUTAR OVERDOSE DE FORRÓ, É UMA RECEITA MINHA PARA A SAUDE.
ISRAE LFILHO Com 31 anos de carreira, o cantor e compositor Israel Filho acaba de lançar mais um CD: "Overdose de Forró". O trabalho vem com 22 canções, algumas inéditas e outras regravações, além de participação especial de Petrúcio Amorim, na canção "O rei das estrelas". Nascido em Caruaru, Israel filho identificou-se com a música logo cedo e, aos três anos, já era mascote de uma banda marcial em Surubim, a terra natal de sua genitora. Em 1979, recebeu convite para cantar com Luiz Gonzaga e, a partir daí, passou a fazer shows na Região Metropolitana do Recife. "Fizemos os primeiros shows de forró em Olinda. O nome era Forró Cheiro do Povo", relembrou Israel.
É SÓ CLICAR EM OVERDOSE DE FORRÓ BOM FORRÓ.
BASTA CLICAR NO LINK E ESCUTAR OBERDOSE DE FORRÓ, É UMA RECEITA MINHA PARA A SAUDE.
OVERDOSE DE FORRÓ. ISRAEL FILHO. O FIRRÓ DO DR .IDERVAL
ESCUTEM ESTE FORRÓ
O FORRÓ DO DR IDERVAL VAI ESTOURAR NO SÃO JOÃO 2025.
VAMOS OUVIR, DANÇAR E SABOREAR DO GRANDE COMPOSITOR ALDO SOUSA, BAIANO DA GEMA O FORRÓ DO DR IDERVAL TENÓRIO, NA VOZ DO GRANDE ISRAEL FILHO, UM GRANDE CANTOR DE CARUARU. UM DOS ÍCONES DA MÚSICA BRASILEIRA.
É SÓ CLICAR EM OVERDOSE DE FORRÓ
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ISRAE LFILHO Com 31 anos de carreira, o cantor e compositor Israel Filho acaba de lançar mais um CD: "Overdose de Forró". O trabalho vem com 22 canções, algumas inéditas e outras regravações, além de participação especial de Petrúcio Amorim, na canção "O rei das estrelas". Nascido em Caruaru, Israel filho identificou-se com a música logo cedo e, aos três anos, já era mascote de uma banda marcial em Surubim, a terra natal de sua genitora. Em 1979, recebeu convite para cantar com Luiz Gonzaga e, a partir daí, passou a fazer shows na Região Metropolitana do Recife. "Fizemos os primeiros shows de forró em Olinda. O nome era Forró Cheiro do Povo", relembrou Israel.
É SÓ CLICAR EM OVERDOSE DE FORRÓ BOM FORRÓ.
BASTA CLICAR NO LINK E ESCUTAR OBERDOSE DE FORRÓ, É UMA RECEITA MINHA PARA A SAUDE.
DEPOIS DAS PALAVRASDO DR FRANCISCO HORA, TENHO CERTEZA QUE ASSISTIRÃO MAIS DE UMA VEZ. DIVULGUEM PARA TODOS OS SERESS HUMANOS..
IDERVAL REGINALDO TENÓRIO(CEARÁ)
No ano 2000, o Brasil possuía 104 Faculdades de Medicina e colavam grau, 7 mil médicos por ano. 80% das Escolas eram públicas e de excelente qualidade, 20% privadas e que nada deviam às Públicas, exemplo mor é em Salvador, onde a Escola Bahiana de Medicina e Saúde Publica não guardava nenhuma diferença com a FAMED/UFBA.
Raros eram os professores que não atuavam nas duas muitos figuravam como ícones da Medicina Brasileira e alguns da Medicina internacional, não citarei nomes para não cometer injustiças com os demais.
Hoje, 2026, são 400 escolas, 80% privadas e apenas 20% Públicas, houve uma brutal inversão. Colam grau de 35 a 50 mil médicos por ano, fora os oriundos do MERCOSUL, muitos por liminar na graduação e no revalida. Na última prova de proficiência, em 2025, o resultado nacional foi pífio e preocupante.
A medicina brasileira virou comércio e classificada como produto, foi mercantilizada. Gasta-se por aluno de 1,0 a 1,2 milhão de reais para formar um médico, que equivale a 200 mil dólares para concretizar o sonho de uma família e o resultado termina em pesadelo.
Os alunos que passavam nos vestibulares de ambas as faculdades, que eram de igual qualidade, geralmente eram conhecidos nos respectivos colégios.
Os colegas, os professores e todos falavam: "Os alunos que mais se dedicam e tiram as melhores notas farão Medicina, engenharia e física", para cursar medicina a vontade vinha do âmago, vinha do Eu de cada estudante, ao ler o seu nome na lista dos aprovados era regozijo para a família, vizinhos, amigos, colegas e todos que viram o seu crescimento, do nascimento até aprender a voar para outras plagas em busca do conhecimento. A disputa era ferrenha, pois mais de 98% dos alunos eram desta qualidade, o curso científico era levado a sério.
Os jovens eram focados no respeito aos pais, no suor de cada um dos genitores, dos avós e deviam gratidão aos dedicados professores na sua formação.
O aluno era admirado e respeitados pelos seus professores e colegas de turma, do curso fundamental e médio à faculdade. O compromisso era acadêmico, altruísta e dedicado à comunidade, mais de 60% eram oriundos do interior e de capitais de todo o Nordeste, muitos vinham de escolas públicas.
O custo mensal, em dinheiro, das Escolas Privadas era justo, era ao alcance da sociedade, tanto que muitos passavam nas duas e optavam pela Bahiana de Medicina, outros cursavam Odontologia na Federal e Medicina na Bahiana, alguns colaram grau nas duas.
Muitos eram agraciados com bolsas proporcionais ao poder aquisitivo da família e outros eram agraciados pelo crédito educativo, criado e implantado na década de 1970, chamado Programa de Crédito Educativo, precursor do FIES. Era voltado para estudantes de baixa e média renda, e de estudantes oriundos dos mais longínquos rincões do semiárido Nordeste, na maioria das vezes, o primeiro da família a entrar numa Universidade. Cursavam com sangue, fibra, coragem e dedicação. O programa era financiado e operado pela Caixa Econômica Federal.
O mais admirável era a consciência de algumas famílias e dos próprios jovens, muitos falavam:
" Deixarei a minha vaga para os mais necessitados e vou cursar Medicina na PARTICULAR".
Veja a que ponto chegava a ética na sociedade, uma vez que os futuros médicos, dos anos 50 até os anos 90, eram filhos de professores do interior, pequenos e médios comerciantes, comerciários, militares, bombeiros, agricultores e pecuaristas de subsistência, carteiros, Pastores, funcionários do IBGE, ESTATAIS, BB, BNB, CEF, BANEB, outros de família de melhor poder aquisitivo e de nível superior, o normal na sua trajetória de vida.
Não se falava de sexo, etnias, raças ou direcionamento sexual, todos gozavam dos mesmos direitos e deveres, quando um pobre entrava na faculdade, por cursar o fundamental e médio numa escola publica de qualidade, não era manchete de jornais e nem Outdoor, não era combustível e nem buchas de campanhas para políticos ou partidos.
O injusto, devido os quatro séculos de escravização, era o pequeno número de negros e indígenas, porém, os 4% que cursavam medicina, geralmente estavam entre os 5 melhores alunos da turma, mesmo porque todos os brasileiros são da mesma raça, o que diferencia é o poder aquisitivo e a escolaridade dos genitores.
Assim eram distribuídos os alunos de acordo com o declarado no censo do IBGE: 69,9%% Brancos, 26% Pardos, 4% negros e não mais de 0,01% de etnia indígena ou descente de terceiro ou quarto grau.
Quanto ao sexo, 36% feminino e 64% masculino. Algo de bom aconteceu, a democratização da Medicina. Hoje 51% dos profissionais da medicina são mulheres e na Residência ultrapassam os 53%, inclusive nas áreas antes masculinas, as cirúrgicas.
Foi este modelo, até o ano 2000 implantado em todo o Brasil, que deu origem a uma das melhores medicina do Mundo e de médicos de destaques no país e no mundo. Este modelo de escola proporcionou a formação de excelentes profissionais generalistas e em todas as áreas de atuação, e que foram capilarizados pelo Brasil, levando a seiva da vida e da ética para todo o território nacional.
Os Profissionais Médicos, que adotavam uma cidade para morar, atuavam com amor, beneficência, benevolência e gratidão ao seres humano que permitiam a sua labuta em tão nobre profissão, tinham consciência que os mais pobres precisavam dos seus cuidados.
Mesmo sem os modernos equipamentos e exames laboratoriais avançados, os médicos atuavam com proficiência, seu principal trunfo era a SOBERANA CLINICA e o legado de cada professor, chamados de MESTRES.
Ao examinar ou operar um ser humano, vinha e vem na cabeça as palavras, os ensinamentos, as manobras, o rosto, o interesse e a dedicação de cada professor, de cada colega do internato, da Residência e a gratidão a todos os pacientes atendidos na sua formação, muitos foram tão fortes e marcantes, que ainda hoje têm nome, endereço e voz. O verdadeiro médico, além da ciência, traz consigo infindáveis formações, principalmente no tocante ao social e ao coletivo.
O que marcava nos médicos era o prazer, o orgulho e a humildade de SER MÉDICO, pois desde o ensino infantil, fundamental e médio já se enxergava quem era a mórula, embrião, feto e depois um profissional da Medicina, UM MÉDICO.
Foi assim que muitos resolveram ser Médicos e é assim que muitos ainda sonham, porém, o país não permite mais a realização deste sonho: "SER MÉDICO, REALMENTE MÉDICO".
Salvador, 31 de Janeiro de 2026
Iderval Reginaldo Tenório
Primeiro ano de Medicina em 1976 . FAMED/ H. DAS CLINICAS
Formado em Medicina em 1982. FAMED/UFBA
HUPES. HGV. MATERNIDADE CLIMÉRIO DE OLIVEIRA. HOSPITAL COUTO MAIA. ARISTIDES MALTEZ. MATERNIDADE TSYLA BALBINO. HOSPITAL PORTUGUÊS. HOSPITAL ESPANHOL. HOSPITAL ANA NERY . HOSPITAL CENTRAL ROBERTO SANTOS.
No ano 2000, o Brasil possuía 104 Faculdades de Medicina e colavam grau, 7 mil médicos por ano. 80% das Escolas eram públicas e de excelente qualidade, 20% privadas e que nada deviam às Públicas, exemplo mor é em
Salvador, onde a Escola Bahiana de Medicina
e Saúde Publica não guardava nenhuma diferença com a FAMED/UFBA.
Raros eram
os professores que não atuavam nas duas muitos figuravam como ícones da
Medicina Brasileira e alguns da Medicina internacional, não citarei nomes para não cometer injustiças com os demais.
Hoje, 2026, são 400 escolas, 80% privadas e apenas 20% Públicas, houve uma brutal inversão. Colam grau de 35 a 50 mil médicos por ano, fora os oriundos do MERCOSUL, muitos por liminar na graduação e no revalida. Na última prova de proficiência, em 2025, o resultado nacional foi pífio e preocupante.
A medicina brasileira virou comércio e classificada como produto, foi mercantilizada. Gasta-se por aluno de 1,0 a 1,2 milhão de reais para formar um médico, que equivale a 200 mil dólares para concretizar o sonho de uma família e o resultado termina em pesadelo.
Os alunos que passavam nos vestibulares de
ambas as faculdades, que eram de igual qualidade, geralmente eram conhecidos nos respectivos colégios.
Os colegas, os professores e todos falavam: "Os alunos que mais se dedicam e tiram as melhores notas farão Medicina, engenharia e física", para cursar medicina a vontade vinha do âmago, vinha do Eu de cada estudante, ao ler o seu nome na lista dos aprovados era regozijo para a família, vizinhos, amigos, colegas e todos que viram o seu crescimento, do nascimento até aprender a voar para outras plagas em busca do conhecimento. A disputa era ferrenha, pois mais de 98% dos alunos eram desta qualidade, o curso científico era levado a sério.
Os jovens eram focados no respeito aos pais, no suor de cada um dos genitores, dos avós e deviam gratidão aos dedicados professores na sua formação.
O aluno era admirado e respeitados pelos seus professores e colegas de turma, do curso fundamental e médio à faculdade. O compromisso era acadêmico, altruísta
e dedicado à comunidade, mais de 60% eram oriundos do interior e de capitais de todo o Nordeste, muitos vinham de escolas públicas.
O custo mensal, em dinheiro, das Escolas Privadas era justo, era ao alcance da sociedade, tanto que muitos passavam nas duas e optavam pela Bahiana de Medicina, outros cursavam Odontologia na Federal e Medicina na Bahiana, alguns colaram grau nas duas.
Muitos eram agraciados com bolsas
proporcionais ao poder aquisitivo da família e outros eram agraciados pelo crédito educativo, criado e implantado na década
de 1970, chamado Programa
de Crédito Educativo, precursor do FIES. Era voltado para estudantes de
baixa e média renda, e de estudantes oriundos dos mais longínquos rincões do semiárido Nordeste, na maioria das vezes, o primeiro da família a entrar numa Universidade. Cursavam com sangue, fibra, coragem e dedicação. O programa era financiado e operado pela Caixa
Econômica Federal.
O mais admirável era a consciência de algumas famílias e dos próprios jovens, muitos falavam:
" Deixarei a minha vaga para os mais necessitados e vou cursar Medicina na PARTICULAR".
Veja a que ponto chegava a ética na sociedade, uma vez que os futuros médicos, dos anos 50 até os anos 90, eram filhos de professores do interior, pequenos e médios comerciantes, comerciários, militares, bombeiros, agricultores e pecuaristas de subsistência, carteiros, Pastores, funcionários do IBGE, ESTATAIS, BB, BNB, CEF, BANEB, outros de família de melhor poder aquisitivo e de nível superior, o normal na sua trajetória de vida.
Não se falava de sexo, etnias, raças ou direcionamento sexual, todos gozavam dos mesmos direitos e deveres, quando um pobre entrava na faculdade, por cursar o fundamental e médio numa escola publica de qualidade, não era manchete de jornais e nem Outdoor, não era combustível e nem buchas de campanhas para políticos ou partidos.
O injusto, devido os quatro séculos de escravização, era o pequeno número de negros e indígenas, porém, os 4% que cursavam medicina, geralmente estavam entre os 5 melhores alunos da turma, mesmo porque todos os brasileiros são da mesma raça, o que diferencia é o poder aquisitivo e a escolaridade dos genitores.
Assim eram distribuídos os alunos de acordo com o declarado no censo do IBGE: 69,9%% Brancos, 26% Pardos, 4% negros e não mais de 0,01% de etnia indígena ou descente de terceiro ou quarto grau.
Quanto ao sexo, 36% feminino e 64% masculino. Algo de bom aconteceu, a democratização da Medicina. Hoje 51% dos profissionais da medicina são mulheres e na Residência ultrapassam os 53%, inclusive nas áreas antes masculinas, as cirúrgicas.
Foi este modelo, até o ano 2000 implantado em todo o Brasil,que deu origem a uma das melhores medicina do
Mundo e de médicos de destaques no país e no mundo. Este modelo de escola proporcionou a formação
de excelentes profissionais generalistas e em todas as áreas de atuação, e que foram capilarizados pelo Brasil, levando a seiva da vida e da ética para todo o território nacional.
Os Profissionais Médicos, que adotavam uma cidade para morar, atuavam com amor, beneficência, benevolência e
gratidão ao seres humano que permitiam a sua labuta em tão nobre profissão, tinham consciência que os mais pobres precisavam dos seus cuidados.
Mesmo sem os modernos equipamentos e exames laboratoriais avançados, os médicos atuavam com proficiência, seu principal trunfo era a SOBERANA CLINICA e o legado de cada professor, chamados de MESTRES.
Ao examinar ou operar um ser humano, vinha e vem na cabeça as palavras, os ensinamentos, as manobras, o rosto, o interesse e a dedicação de cada professor, de cada colega do internato, da Residência e a gratidão a todos os pacientes atendidos na sua formação, muitos foram tão fortes e marcantes, que ainda hoje têm nome, endereço e voz. O verdadeiro médico, além da ciência, traz consigo infindáveis formações, principalmente no tocante ao social e ao coletivo.
O que marcava nos médicos era o prazer, o orgulho e a humildade de SER MÉDICO, pois
desde o ensino infantil, fundamental e médio já se enxergava quem era a mórula, embrião, feto e depois um profissional da Medicina, UM MÉDICO.
Foi assim que muitos resolveram ser Médicos e é assim que muitos ainda sonham, porém, o país não permite mais a realização deste sonho: "SER MÉDICO, REALMENTE MÉDICO".
Salvador, 31 de Janeiro de 2026
Iderval Reginaldo Tenório
Primeiro ano de Medicina em 1976 . FAMED/ H. DAS CLINICAS
Formado em Medicina em 1982. FAMED/UFBA
HUPES. HGV. MATERNIDADE CLIMÉRIO DE OLIVEIRA. HOSPITAL COUTO MAIA. ARISTIDES MALTEZ. MATERNIDADE TSYLA BALBINO. HOSPITAL PORTUGUÊS. HOSPITAL ESPANHOL. HOSPITAL ANA NERY . HOSPITAL CENTRAL ROBERTO SANTOS.
VALE A PENA SER MÉDICO.
ASSISTAM PELO MENOS OS 30 PRIMEIROS MINUTOS.
DEPOIS DAS PALAVRASDO DR FRANCISCO HORA, TENHO CERTEZA QUE ASSISTIRÃO MAIS DE UMA VEZ. DIVULGUEM PARA TODOS OS SERESS HUMANOS.
A idolatria aos sanguinários ditadores do mundo, mostra como a mente do ser humano pode ser manipulada.
Basta o líder puxar o cabresto ou como Ivan Pavlov, balançar o sino, para que os idolátras sigam sem contestar e sem uma análise crítica dos fatos.
Inflam-se de ódio e com a certeza de estão no caminho certo grita: Somos pelas ditaduras e contra as democracias plena, nas quais o governo deveria escutar e realizar os anseios do Povo, uma vez que, depois de Eleito o grupo vencedor tem que governar para todos.
O mundo está doente, dividido e plantando discórdias na população. Guerras civis eliminaram milhões de vidas nestes eventos. Ninguém sabe o que pode acontecer com as nações no futuro com estes embates morais, políticos, ideologicos e preconceituosos no seio da população.
Tais quais os embates religiosos, que mataram milhões de opositores nos tempos das brutalidades
, o mundo encontra-se em ebulição.
Por um pensamento político, irmãos, colegas, amigos, parentes e os cidadãos de uma maneira em geral estão perdendo a civilidade e disparam farpas para todos os lados, em apoio aos seus adestradores, isto é no mundo todo.
O mais triste é que, de um político e da política, só se conhece 10%, esta área como um compressor, é hemeticamente fechado, é como um sepulcro caiado, só se conhece e se vê as partes externas.
Iderval Reginaldo Tenório
Os embates religiosos do passado moldaram fronteiras e sociedades através de conflitos sangrentos, perseguições e disputas de poder. Destacam-se as Cruzadas (sécs. XI-XIII) entre cristãos e muçulmanos pela Terra Santa, a Inquisição e caça às bruxas, e a Guerra dos Trinta Anos (1618-1648), que devastou a Europa após a Reforma Protestante.
Principais embates e contextos históricos:
Cruzadas (1095-1291): Série de guerras santas cristãs para conquistar Jerusalém e o domínio da Terra Santa contra os muçulmanos.
Inquisição e Perseguições: A Igreja Católica perseguiu "hereges" e outros grupos durante a Idade Média e Moderna. A caça às bruxas foi um dos episódios de intolerância.
Reforma Protestante e Guerras Religiosas (Séc. XVI-XVII): A ruptura de Lutero com Roma dividiu a Europa, resultando em conflitos, como a Guerra dos Trinta Anos (1618-1648), que devastou a Alemanha.
Reforma Anglicana (1534): Henrique VIII rompeu com a Igreja Católica, tornando o monarca líder da Igreja na Inglaterra após a recusa do Papa em anular seu casamento.
Perseguições no Brasil Colonial/Imperial: Práticas de religiões de matriz africana, judaísmo e islamismo foram reprimidas pelas Ordenações Filipinas e códigos criminais.
Conflitos Primitivos: Perseguição aos primeiros cristãos no Império Romano e definição de dogmas no Concílio de Niceia (325).
Esses conflitos, frequentemente mesclados com interesses políticos e territoriais, resultaram em perdas humanas significativas e na reconfiguração do poder na Europa e no mundo.