quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

Produtos de limpeza- Espirros, tosse, coriza, garganta arranhando, asma e rinite agravadas

 




Produtos de limpeza podem causar alergias por substâncias como fragrâncias, corantes, cloro e amônia, provocando sintomas respiratórios (espirros, tosse, rinite) ou cutâneos (coceira, vermelhidão, dermatite), especialmente em pessoas sensíveis ou com asma/rinite; a prevenção envolve usar luvas, ventilar bem o ambiente e optar por produtos hipoalergênicos e neutros para evitar o contato com irritantes. 
Causas Comuns
  • Fragrâncias e Corantes: São alérgenos comuns, causando irritação na pele e nas vias aéreas.
  • Substâncias Químicas: Cloro, amônia, hipoclorito de sódio (lixívia), amaciantes e detergentes contêm irritantes potentes.
  • Detergentes (em pó e líquido): Podem causar dermatite e reações respiratórias.
  • Amaciantes: Roupas em contato com a pele podem provocar reações. 
Sintomas
  • Respiratórios: Espirros, tosse, coriza, garganta arranhando, asma e rinite agravadas.
  • Cutâneos: Coceira, vermelhidão, descamação, urticária e dermatite de contato.
  • Oculares: Ardor e lacrimejamento. 
Como Prevenir e Lidar com Alergias
  • Ventile o Ambiente: Abra portas e janelas durante a limpeza para dispersar vapores.
  • Use Proteção: Luvas para evitar contato com a pele e máscaras para não inalar os químicos.
  • Escolha Produtos Seguros: Prefira opções hipoalergênicas, neutras e sem cheiro forte.
  • Evite Misturas: Nunca misture produtos como lixívia e amoníaco, pois liberam gases tóxicos.
  • Limpe Utensílios: Mantenha panos e esponjas limpos para não acumular resíduos.
  • Consulte um Especialista: Se as reações forem frequentes, procure um médico para identificar o gatilho e receber tratamento. 

QUEDAS, IDOSOS E CONSEQUÊNCIAS

 

OS IDOSOS SOFREM QUEDAS EVITÁVEIS .

 

Quedas em Idosos: como o Pilates pode ajudar na prevenção!

Queda e fratura em idosos - Dr. Fernandes75% das quedas em idosos acontece dentro de casa. É possível prevenir? 

Como prevenir quedas de idosos em casa 

       

 QUEDAS,  IDOSOS E CONSEQUÊNCIAS  

Amigos, se existe uma coisa boa na vida, é ter vida longa. Esta dádiva  tem que ser com saúde, independência financeira, amigos verdadeiros, respeito e cuidado por parte dos familiares, notadamente os mais próximos.  

Esta matéria  é para lembrar que após os 65 anos de idade os seres humanos são vulneráveis à diversas demandas.

É comum problemas emocionais,  devido a solidão e o abandono, a diminuição do cálcio ósseo levando a osteopenia ou osteoporose, a atrofia da musculatura, que na medicina chama-se Sarcopenia, a qual proporciona a famosa  fraqueza muscular, os músculos perdem a força.

Ocorre  diminuição da acuidade  visual e auditiva, a diminuição da sensibilidade de muitos sensores da sede e da sua central no hipotálamo, o que leva a não lembrar de tomar a quantidade de água necessária, levando a desidratação, tonturas, desorientações,  dor de cabeça, confusão mental,    falhas na memória e diminuição do equilíbrio que são pertinentes à idade até os 80 anos, uma vez que depois dos 80 todas estas alterações são visíveis, conhecidas  e sentidas por todos, a vigilância deve ser maior. 

Este preâmbulo é para informar as vulnerabilidades que os humanos sofrem, sabem e muitos não levam a sério.  

É comum quedas da própria altura, desequilíbrio ao realizar movimentos bruscos, seja ao olhar para cima, subir uma cadeira para colocar uma lâmpada,  ao dirigir, levantar-se da cama, da mesa, ao evacuar e no banho. É de bom alvitre saber que o idoso tem ojeriza a banhos. 

Quedas em idosos podem levar a traumas psíquicos, lesões  musculares, ligamentares, ósseas e a sedimentação do MEDO E DA INSEGURANÇA. 

Quedas são sementes para o adoecimento e se regadas prosperam com facilidades, são como ervas daninhas.

Alguns pontos que merecem cuidados.

Pisos lisos e bonitos, tapetes diversos, mesas de vidros e de quinas, pouca iluminação, banheiros sem apoio, escadas sem corrimões, degraus dentro de casa( desníveis do piso entre um aposento e outro), pegar peso acima dos cinco quilos e o manipular de fogões, como  o não desligar do gás, é uma das demandas de incêndios e envenenamentos. 

Atenção com elevadores,  piso  molhado, subir em bancos, principalmente de PVC que são leves, sem apoio e sem  aderência. 

Exige-se  parcimônia e responsabilidade  com o uso exagerado de  produtos de limpezas. 

Lembrar também do   uso de bicicletas em vias públicas. As  faixas vermelhas são estreitas e um convite a grandes catástrofes. Somados a estes problemas materiais e estratégicos, tem que se atentar ao uso de diversos tipos de drogas, notadamente os psicotrópicos. 

Não se esqueçam que uma hora de cochilo durante o dia,  para um idoso, mesmo numa cadeira de balanço, equivale a horas de insônia noturna ou sono intercortado. Durante o dia conversem com os idosos da convivência, façam algo para dormirem menos durante o dia, o mais importante é escutar e valorizar as suas palavras, isto é fundamental.    

É salutar possuir um sensor externo para induzir a tomar água, um filho, um neto,  um funcionário ou até mesmo o próprio  idoso, basta colocar água ao alcance dos olhos, dos braços e das pernas, uma vez que muitos  sensores naturais estão  danificados e não disparam a sensação da sede.

Este artigo é apenas para mostrar as vulnerabilidades existentes  e para  diminuir as quedas nos idosos. 

Não é preciso informar que idoso não pode cair, as consequências são vultosas. Enquanto mais idoso maiores são as consequências. 

Atenção maior para o colo do fêmur, uma vez fraturado é combustível para todas as doenças.

Água corrente é sinal de saúde, água estagnada é sinal de  doenças. 

O ser humano nasceu para viver em movimentos. 

Não prolongarei,  nem falarei de doenças pertinentes à idade e  nem das ocasionadas pelos deslizes cometidos pelo próprio ser humano, todo o cuidado é pouco, valorize o ar, a  água e o sol.

                    Salvador, 01 de Janeiro  2026

Iderval Reginaldo Tenório

 

"As quedas em idosos são frequentes e sérias. Um terço dos maiores de 65 anos caem pelo menos uma vez por ano, o que pode resultar em lesões graves como fraturas, hospitalizações e perda de independência." 

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