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quarta-feira, 21 de outubro de 2026

Demografia Médica no Brasil 2023- RESUMO DA MATÉRIA

 

Demografia Médica no Brasil 2023- RESUMO DA MATÉRIA

             

Aumento recorde no total de médicos no País pode ser cenário de risco para  a assistência, avalia Conselho Federal de Medicina | Portal Médico 

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  Número de médicos sem especialização cresce em 6 anos no Brasil | CNN Brasil

Faculdade de Medicina da Bahia da Universidade Federal da Bahia –  Wikipédia, a enciclopédia livre 

Lançada a Demografia Médica no Brasil 2023

Número de médicos especialistas no país cresce 84% em 10 anos, e mulheres serão maioria na profissão já em 2024

Demografia Médica no Brasil 2023, produzida em parceria entre a Associação Médica Brasileira e a Faculdade de Medicina da USP, também projeta que país chegará em 2035 com mais de 1 milhão de médicos; médicas declaram renda 36% anual inferior que os colegas homens

            O número de registros de médicos com título em alguma especialidade cresceu 84% nos últimos 10 anos no Brasil. 

            A DMB 2023, coordenada pelo pesquisador Mário Scheffer, professor livre-docente do Departamento de Medicina Preventiva da FMUSP, foi formulada a partir de três eixos principais: estudos demográficos da população médica, estudos sobre formação e profissão médica e inquéritos sobre Residência Médica e trabalho médico no Brasil.

   

Em abril de 2025, o Brasil contava com aproximadamente
635,7 mil médicos. Este número inclui cerca de 353 mil especialistas e 244 mil generalistas. A densidade de médicos no país é de aproximadamente 2,9 por mil habitantes, mas a distribuição é desigual, com maior concentração nas regiões Sul e Sudeste

 

 

            *Médicos especialistas e especialidades médicas*

 Em 2022 o Brasil possuía 321.581 médicos com ou mais títulos de especialistas, o que representa 62,5% dos profissionais em atividade no país. Os demais 37,5% eram médicos generalistas, ou seja, sem titulação em nenhuma especialidade.

O número total de registros de médicos titulados no país chega a 495.716, o que representa 84% a mais em relação aos 268,2 mil registros existentes em 2012. 

Um mesmo médico pode ter título ou ter concluído Residência Médica em mais de uma especialidade e, por isso, o número de títulos em especialidades é maior que o número de indivíduos especialistas.

 As especialidades com maior número de registros de especialistas são Clínica Médica, com 56.979 médicos, Pediatria (48.654), Cirurgia Geral (41.547), Ginecologia e Obstetrícia (37.327), Anestesiologia (29.358), Ortopedia e Traumatologia (20.972), Medicina do Trabalho (20.804) e Cardiologia (20.324). 

 Um segundo grupo, de cinco especialidades – Oftalmologia, Radiologia e Diagnóstico por Imagem, Psiquiatria, Dermatologia e Medicina de Família e Comunidade, soma 14,4% do total de especialistas.

 No período entre 2012 e 2022, algumas especialidades como Clínica Médica, Medicina de Família e Comunidade, Radiologia e Diagnóstico por Imagem, Medicina Legal e Perícia Médica, Cirurgia de Mão, Medicina de Tráfego, Angiologia, Geriatria, Cirurgia de Cabeça e Pescoço, Neurologia, Genética Médica e Mastologia pelo menos dobraram o número de especialistas.

Os homens são maioria em 36 das 55 especialidades médicas e as mulheres predominam em 19 delas. As especialidades mais “femininas” são Dermatologia, Pediatria, Alergia e Imunologia, Endocrinologia e Metabologia e Genética Médica. As especialidades mais “masculinas” são Urologia, Ortopedia e Traumatologia, Neurocirurgia, Cirurgia Cardiovascular e Cirurgia do Aparelho Digestivo.

A especialidade com maior número de mulheres é a Dermatologia: são 8.236 médicas, o que representa 77,9% dos dermatologistas do país. Outras especialidades com grande proporção de mulheres são Pediatria (75,6%), Alergia e Imunologia e Endocrinologia e Metabologia, ambas com 72,1%.

Em 34 das 55 especialidades médicas existentes no Brasil, a média de idade dos médicos especialistas é inferior a 50 anos.

No Sul do país, 68% dos médicos possuem alguma especialidade. Já no Centro-Oeste 63,4% dos profissionais são médicos especializados, enquanto no Sudeste são 63,3%, no Norte, 57,2% e no Nordeste, 52,3%.

O Distrito Federal possui a maior proporção de médicos especialistas em relação ao total de profissionais (72,7%), enquanto o Amapá registra a menor (40,4%).

Em relação à Força de Trabalho Cirúrgica – que inclui cirurgiões, anestesiologistas e obstetras, a Demografia Médica aponta que, no Brasil, há uma densidade de 66 especialistas por 100.000 habitantes, mais do que o triplo do recomendado pela Lancet Commission On Global Surgery, que é de 20 por 100 mil.

*Aumento de médicos no Brasil*

Nos últimos 13 anos, de 2010 a 2023, mais de 250 mil novos médicos (251.362) entraram no mercado de trabalho no Brasil, resultado direto da abertura de cursos e de vagas de graduação em medicina.

Em janeiro de 2023 o país contava com 562.229 médicos inscritos nos 27 Conselhos Regionais de Medicina (CRMs), o que corresponde a uma taxa nacional de 2,6 médicos por 1.000 habitantes. Na mesma data, o total de registros médicos chegava a 618.593.

Essa diferença entre o quantitativo de indivíduos médicos e o de registros se refere aos profissionais que possuem inscrições em mais de um CRM, seja porque trabalham em cidades de diferentes estados ou porque se deslocam temporariamente a outro estado.

No ano 2000 o Brasil contava com 239.110 médicos. Enquanto o número de profissionais mais do que dobrou até 2023, a população geral do país cresceu em torno de 27%.

Duas regiões do país possuem número de médicos em relação à população inferior à média nacional. No Norte há 1,45 médico por 1.000 habitantes e, no Nordeste, 1,93.

 Já as regiões Sudeste, Centro-Oeste e Sul do Brasil possuem razões de 3,39, 3,10 e 2,95 médicos por 1.000 habitantes, respectivamente.

 Os estados brasileiros que possuem maior densidade de médicos por 1.000 habitantes são o Distrito Federal (5,53), Rio de Janeiro (3,77), São Paulo (3,50) e Santa Catarina (3,05). As menores densidades são encontradas no Pará (1,18 médico por 1.000 habitantes), Maranhão (1,22) e Amazonas (1,36).

Os dados da Demografia Médica ainda mostram que os médicos se concentram nas capitais brasileiras que, somadas, reúnem 312.246 médicos de todo o país, o que representa uma razão de 6,13 profissionais por 1.000 habitantes.

Já o grupo de regiões metropolitanas do Brasil (excluindo capitais) possui 44.824 médicos, o que significa 1,14 médico por 1.000 habitantes. Na somatória das cidades que compõem o interior do Brasil, são 225.996 médicos ou 1,84 profissional por 1.000 habitantes.


            *Projeção da oferta de médicos no Brasil nos próximos anos*

            Uma das projeções inéditas feitas pela nova edição da Demografia Médica no Brasil 2023 é referente à oferta de médicos em atividade no país nos próximos anos.

            Em dois cenários analisados – de eventual “congelamento” na abertura de cursos de graduação e vagas de medicina entre 2023 e 2029 ou de manutenção dos efeitos da legislação vigente em 2022 em que a abertura de cursos e vagas é regulada e não seria interrompida nos anos seguintes -, a projeção é de que em 2035 haverá entre 1.016.121 e 1.032.753 médicos no Brasil.

            “Haverá acirramento das disparidades de concentração de médicos. Das 27 unidades da Federação, 18 delas irão apresentar densidade de profissionais por mil habitantes abaixo da média nacional, estimada em 4,4 em 2035

            *Mais mulheres na profissão*

            O fenômeno da “feminização” da profissão médica já vinha sendo observado desde 2009 entre os recém-graduados, mas ainda havia, no total da profissão, 59,5% de homens e 40,5% de mulheres. Em 2022 a proporção foi de 51,4% de médicos e 48,6% de médicas. Para 2024 a projeção é de que 50,2% do total de médicos no país sejam mulheres.

            Entre 2010 e 2022 o número de mulheres médicas quase dobrou, passando de 133 mil para 260 mil. Entre os homens o crescimento foi mais lento, com acréscimo de 43%.

            O estudo também demonstrou desigualdade de renda entre os gêneros. Conforme dados obtidos por meio de declarações junto à Receita Federal referente ao ano-base de 2020, as médicas brasileiras declaram rendimento médio anual 36,3% inferior que os profissionais do sexo masculino.

 Ainda de acordo com a projeção do estudo da Demografia Médica, a idade média do médico brasileiro vai cair e, em 2035, mais de 85% dos profissionais terão entre 22 e 45 anos. Também em 2035 haverá 56% de profissionais de medicina do sexo feminino contra 44% do sexo masculino.

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            *A expansão dos cursos de medicina no Brasil e o perfil dos estudantes*

 Segundo a Demografia Médica, de 2013 a 2022 foi registrada a maior expansão do ensino médico da história do Brasil.

Em 2013, o Brasil possuía aproximadamente 180 escolas de medicina. Até 2014, esse número havia dobrado em relação ao início dos anos 2000, chegando a cerca de 216 escolas.

 

Em um intervalo de apenas 20 anos , o número de faculdades de Medicina no país mais que triplicou , passando de 143 para 448 — um aumento superior a 200% . 

 

  Em 2022 o Brasil contava com 389 escolas médicas que, juntas, ofereciam 41.805 vagas de graduação. Desse total, 23.287 novas vagas foram abertas de 2013 em diante. O aumento foi quase quatro vezes maior do que o registrado entre 2003 e 2012, quando foram autorizadas 5.990 vagas.

Uma das principais características da expansão da oferta de graduação médica nos últimos 20 anos no Brasil foi a abertura de vagas predominantemente no setor privado de educação.

Nesse período, enquanto as novas vagas de medicina em universidades públicas passaram de 5.917 em 2003 para 9.725 em 2022 (aumento de 64%), as vagas em escolas médicas do setor privado subiram de 7.001 para 32.080 (crescimento de 358%).

As mulheres foram maioria entre os alunos do primeiro ano de medicina no período analisado pela Demografia Médica, representando 54,9% do total de estudantes em 2010 e 61,4% em 2019.

A Demografia identificou um aumento da população negra – soma de alunos que se declararam pretos e pardos -, de 1.483 estudantes de medicina em 2010 para 9.326 em 2019.

Além disso, cresceu a participação de estudantes de medicina entre aqueles que cursaram o ensino médio em escolas públicas, de 25,9% do total em 2010 para 29,8% em 2019.

            *Oferta e distribuição de Residência Médica*

 Em 2021, 4.950 programas de RM estavam credenciados no Brasil. Naquele ano, os 41.853 médicos que cursavam Residência Médica representavam cerca de 8% do total de médicos em atividade no país.

O estado de São Paulo concentra 33,3% de todos os residentes, seguido por Minas Gerais (11,1%), Rio de Janeiro (10%) e Rio Grande do Sul (7,1%). 

O Distrito Federal é a unidade federativa com maior densidade de médicos residentes por 100.000 habitantes (44,92), seguido por São Paulo (29,86), Rio Grande do Sul (25,84) e Rio de Janeiro (24,06). No outro extremo, o estado do Maranhão apresenta a densidade mais baixa (4,57), seguido por Amapá (5,13) e Pará (7,10).

Em 2021, cerca de 43% dos médicos residentes cursavam programas em quatro especialidades: Clínica Médica (14,2%), Pediatria (10,87%), Ginecologia e Obstetrícia (9,15%) e Cirurgia Geral (9,08%).

Entre 2018 e 2021 o número de médicos que cursavam Residência Médica no Brasil passou de 38.681 para 41.853.

A maioria dos residentes (55,7%) pretende, um ano após a formação, manter exercício profissional de dupla prática, dividindo a atuação profissional entre os serviços público e privado. 

 

Matéria completa na íntegra..

  

Demografia Médica: CFM | CRMs


Conselho Federal de Medicina.
https://demografia.cfm.org.br
Com a Demografia Médica 2023, o CFM introduz nova abordagem dentro desse projeto. Em lugar de publicação impressa, os dados agora estão reunidos em ...

 


Assista à cerimonia de lançamento no YouTube https://www.youtube.com/watch?v=Bk4OR1fUrdc

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COMENTARIO ISENTO E SEM POLARIDADE7

Estamos na boca da eleição, 25/10/2026. 

De um lado um candidato jovem sem uma vasta história política e do outro, um candidato calejado, experiente e que está com as rédeas há 20 anos, sem contar com muitos políticos apoiadores em vários Estados, quase todos com 20 anos de estrada na mesma cartilha.

Ao colocar o assunto em pauta, o que se enxerga é uma mídia enviesada, cientistas políticos e políticos enviesados, enviesando a cabeça do povo, notadamente os menos preparados, os que vivem nos rincões, como também aqueles que se achavam  minorias   e hoje circulam em lugar de fala, principalmente no tocante a gênero.

No nordeste, onde a pobreza predomina há mais de 500 anos, muitas foram as demandas executadas, poucas de cunho positivo, uma vez que não plantaram a propriedade do trabalho em cada cidadão e sim a de  consumo daquilo            que o país não produz, quando o  lema do Nordeste é:

"O homem que é homem e que tem vergonha,  deve viver do suor do seu próprio rosto".  

Isto foi derrubado por alguns programas sociais necessários, outros eleitoreios e    exagerados, trazendo prejuízos para a personalidade de um povo trabalhador, um povo que tem vergonha.   

Fatos também de muita importância é o programa de Crédito de Carbono, que se fundamenta na compra dos gases poluentes que siriam gerados na produção das riquezas loco regionais e segurava o povo na sua região. 

As nações ocidentais e asiáticas, para não pararem os seus  crescimentos econômicos nas industrias, minerações  e  no agro, desenvolveram um  modelo para   frear a economia das nações pobres, precisamente no agronegócio e plantaram o aforisma  de ganhar sem produzir.    (1)

 " Fiquem na ociosidade, que nós pagaremos em dobro tudo aquilo que vocês iam produzir, vocês  ganharão sem trabalhar, basta não preparar  a terra para o plantio e diminuir a criação de gados"

No Sul do país, o impacto foi pífio, porém no Nordeste funcionou como uma foice, matando a produção rural, acabando com os empregos regionais, matando a economia, causando mais uma onda de êxodo rural,  inchando as cidades,  impossibilitando-as  de oferecerem políticas públicas adequadas aos novos moradores.

Deixa de produzir, promove o desemprego regional e cria empregos nos compradores destes créditos. 

Este  programa é deletério a economia regional e responsável pela desertificação do norte e nordeste. Ele pega a caatinga, proíbe a sua exploração pelos autóctones e implanta  para o mundo, a produção de riquezas para os que vivem noutras plagas.

Ao desequilibrar o meio ambiente com as placas de energia solar e os grandes cataventos, mata a flora e a fauna e retira a população do campo, os  produtores rurais,  e o transforma em meros consumidores de produtos descartáveis. Multiplica o número de doentes,  de desempregados e de  desabrigados nas metrópoles, que   passarão a serem presas fáceis para o  trafico e para a marginalidade, cria uma sociedade sem rumo e sem prumo.

 A solução encontrada, foi criar centenas de programas assistenciais para cobrir a falta de ocupação. Estas  medidas  são aplicadas para forjar milhões de subservientes, de dependentes e que funcionarão como uma das mais bem sucedidas formas de se fabricar o voto de cabresto.

"Se não votar, poderei perder e sair de tal programa"

Estes pensamentos, bem articulados  pela cúpula política e os marqueteiros, formam currais invisíveis e imateriais potentes  e que podem se perpetuarem por muitos anos na cabeça dos necessitados. Estes  continuam a cada dia mais reféns, inclusive passando a ser o normal para as suas sobrevivências, depois passada de geração em geração.

 O vínculo fica tão  arraigado, que muitos chamam o mentor político principal de  PAI, o soberano, isto acontece na China, na Coreia do Norte, Cuba, Rússia e noutras ditaduras pelo mundo. O que leva, a grupos lutarem pela perpetuação deste modelo, muitas vezes grupos políticos  familiares ou grupos que possuem os mesmos interesses.

No nordeste, o mais comum são famílias com as rédeas há mais de cem anos. O menino na fase embrionaria e fetal, no útero da mãe,  já é vereador, prefeito, deputado, governador ou senador, é apenas questão de tempo. 

O povo não gosta e passa a gostar por não saber quais são os direitos dos cidadãos numa democracia, acredita que são favores e bondades do seu político, é o sistema por amizade e por cordialidade, é uma escravização sutil e camuflada.

No nordeste este panorama é bem visível, são senadores, deputados e prefeitos da mesma linhagem genética no poder por anos. Todos milionários, com o apoio de muitos camuflados aproveitadores e outros que pensam que fazem  parte do mesmo grupo, quando na verdade, são meros acessórios, na  linguagem popular: LAMBE BOTAS, verdadeiras bugingangas descartáveis.

Hoje a mentira, a enganação e com a certeza que o povo é boi, as cúpulas políticas não deixam de arquitetar armadilhas diversas para aprisionarem o povo e  abrem  fábricas de cabrestos sem se envergonharem, notadamente no Norte e Nordeste.

Estes cabrestos têm que desaparecerem, o homem não é um tipo  gado, o homem pensa. 

O que se vê é a proliferação de variedades  de cabrestos para todas as classes sociais. Cabrestos  de corda de croá e agave, couro, polietileno, algodão, linho, ferro, chumbo, tungstenio,  prata, ouro e platina, isto é, para gados de todas as classes, o importante é abastecer os rebanhos. 

Os programas  têm que ser de ESTADO e não de GONVERNO com os olhos virados para o voto e no fabrico de necessitados  Ad eternum.

Esta eleição será decidia pelos votos silenciosos que estão em casa. Os votos das ruas, das passeatas e das gritarias, a cada dia desaparecem, a população grita por paz.  

Os militantes de cada lado, emocionalmente ou sob pecúnea,  enchem as ruas, balançam bandeiras  e são  pétreos.  Os calados e em silêncio,  elegerão o próximo Presidente da República. 

Historicamenete a esquerda tem 40% dos votos( PT e agregados) e a DIREITA  UNIDA 49%, 11% são indiferentes.  

Tudo indica que em 2026, com esta polarização,  cada grupo conquistará 3% dos que não foram votar na primeira etapa.      

A esquerda subirá para 43%, a direira para 52% e 5% continuarão indiferentes.  Os votos válidos apontarão o candidato vencedor.

Esta é uma análise com imparcialidade. O voto é secreto e  só o cidadão sabe em quem vai votar.

O voto não deve ser de cabresto, nem publicitário e nem com os olhos na pecúnea( Comprado).   

                              Iderval Reginaldo Tenório


Votar em X ou y só porque artista tal vai votar,  é ou não é voto de cabresto? É ou não perder a personalidade e perder o seu EU.Iderval Reginaldo Tenório 


1-O crédito de carbono é um certificado digital que equivale à redução ou remoção de uma tonelada de dióxido de carbono (CO₂) — ou seu equivalente em outros gases de efeito estufa — da atmosfera 

  • Quem gera: Empresas, ONGs ou comunidades que preservam áreas ou adotam práticas limpas emitem ou validam esses créditos por meio de padrões internacionais. 
  • Quem compra: Empresas ou países altamente emissores (como indústrias de petróleo, cimento ou aviação) que precisam compensar suas emissões de poluentes para cumprir metas climáticas ou leis ambientais

2-Um crédito de carbono equivale a uma tonelada de dióxido de carbono (CO₂) que deixou de ser emitida ou foi removida da atmosfera por meio de projetos ambientais, como reflorestamento, energia limpa ou agricultura regenerativa. No Brasil, esses ativos são negociados tanto em mercados voluntários (impulsionados por iniciativas como o BNDES Créditos de Carbono e a CAIXA Sustentabilidade) quanto no marco regulatório do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE) 

terça-feira, 20 de outubro de 2026

Elino Julião, um clássico do Brega

 Elino Julião – Sucessos de ouro – Forró em Vinil

Elino Julião- tocado pela Orquestra Sinfônica da Universidade Federal do Rio Grande do Norte e do governo do Estado.

Elino Julião, um clássico do Brega que  a elite desprezou e o povo o consagrou. Elino é um  verdadeiro representante da  MPB. Cada classe social tem os seus ídolos na música, porém quem gosta de música não tem preconceito nos estilos musicais. 

Elino Julião é um erudito popular. Canta para todos  os níveis sociais.

O Elino Julião, já falecido, um dos meus grandes amigos. Conheci na infância e depois de adulto fizemos uma grande 

amizade.

O Nordeste, o Brasil e o Rio Grande do Norte reconheceram este mestre que encantou o Brasil e o povo mais simples.  

Chegará o dia, no qual todos os nossos ídolos das músicas 

nordestinas, desvalorizadas pela elites, serão lembrados como ícone dos povos menos escolarizados.

Eles têm o seu valor.

Estudem estes baluartes.

ELINO JULIÃO é um deles.

 Iderval Reginaldo Tenório 

 Iderval Reginaldo Tenório