ELEIÇÃO PARA PRESIDENTE 2026/
COMENTARIO ISENTO E SEM POLARIDADE7
Estamos na boca da eleição, 25/10/2026.
De um lado um candidato jovem sem uma vasta história política e do outro, um candidato calejado, experiente e que está com as rédeas há 20 anos, sem contar com muitos políticos apoiadores em vários Estados, quase todos com 20 anos de estrada na mesma cartilha.
Ao colocar o assunto em pauta, o que se enxerga é uma mídia enviesada, cientistas políticos e políticos enviesados, enviesando a cabeça do povo, notadamente os menos preparados, os que vivem nos rincões, como também aqueles que se achavam minorias e hoje circulam em lugar de fala, principalmente no tocante a gênero.
No nordeste, onde a pobreza predomina há mais de 500 anos, muitas foram as demandas executadas, poucas de cunho positivo, uma vez que não plantaram a propriedade do trabalho em cada cidadão e sim a de consumo daquilo que o país não produz, quando o lema do Nordeste é:
"O homem que é homem e que tem vergonha, deve viver do suor do seu próprio rosto".
Isto foi derrubado por alguns programas sociais necessários, outros eleitoreios e exagerados, trazendo prejuízos para a personalidade de um povo trabalhador, um povo que tem vergonha.
Fatos também de muita importância é o programa de Crédito de Carbono, que se fundamenta na compra dos gases poluentes que siriam gerados na produção das riquezas loco regionais e segurava o povo na sua região.
As nações ocidentais e asiáticas, para não pararem os seus crescimentos econômicos nas industrias, minerações e no agro, desenvolveram um modelo para frear a economia das nações pobres, precisamente no agronegócio e plantaram o aforisma de ganhar sem produzir. (1)
" Fiquem na ociosidade, que nós pagaremos em dobro tudo aquilo que vocês iam produzir, vocês ganharão sem trabalhar, basta não preparar a terra para o plantio e diminuir a criação de gados"
No Sul do país, o impacto foi pífio, porém no Nordeste funcionou como uma foice, matando a produção rural, acabando com os empregos regionais, matando a economia, causando mais uma onda de êxodo rural, inchando as cidades, impossibilitando-as de oferecerem políticas públicas adequadas aos novos moradores.
Deixa de produzir, promove o desemprego regional e cria empregos nos compradores destes créditos.
Este programa é deletério a economia regional e responsável pela desertificação do norte e nordeste. Ele pega a caatinga, proíbe a sua exploração pelos autóctones e implanta para o mundo, a produção de riquezas para os que vivem noutras plagas.
Ao desequilibrar o meio ambiente com as placas de energia solar e os grandes cataventos, mata a flora e a fauna e retira a população do campo, os produtores rurais, e o transforma em meros consumidores de produtos descartáveis. Multiplica o número de doentes, de desempregados e de desabrigados nas metrópoles, que passarão a serem presas fáceis para o trafico e para a marginalidade, cria uma sociedade sem rumo e sem prumo.
A solução encontrada, foi criar centenas de programas assistenciais para cobrir a falta de ocupação. Estas medidas são aplicadas para forjar milhões de subservientes, de dependentes e que funcionarão como uma das mais bem sucedidas formas de se fabricar o voto de cabresto.
"Se não votar, poderei perder e sair de tal programa"
Estes pensamentos, bem articulados pela cúpula política e os marqueteiros, formam currais invisíveis e imateriais potentes e que podem se perpetuarem por muitos anos na cabeça dos necessitados. Estes continuam a cada dia mais reféns, inclusive passando a ser o normal para as suas sobrevivências, depois passada de geração em geração.
O vínculo fica tão arraigado, que muitos chamam o mentor político principal de PAI, o soberano, isto acontece na China, na Coreia do Norte, Cuba, Rússia e noutras ditaduras pelo mundo. O que leva, a grupos lutarem pela perpetuação deste modelo, muitas vezes grupos políticos familiares ou grupos que possuem os mesmos interesses.
No nordeste, o mais comum são famílias com as rédeas há mais de cem anos. O menino na fase embrionaria e fetal, no útero da mãe, já é vereador, prefeito, deputado, governador ou senador, é apenas questão de tempo.
O povo não gosta e passa a gostar por não saber quais são os direitos dos cidadãos numa democracia, acredita que são favores e bondades do seu político, é o sistema por amizade e por cordialidade, é uma escravização sutil e camuflada.
No nordeste este panorama é bem visível, são senadores, deputados e prefeitos da mesma linhagem genética no poder por anos. Todos milionários, com o apoio de muitos camuflados aproveitadores e outros que pensam que fazem parte do mesmo grupo, quando na verdade, são meros acessórios, na linguagem popular: LAMBE BOTAS, verdadeiras bugingangas descartáveis.
Hoje a mentira, a enganação e com a certeza que o povo é boi, as cúpulas políticas não deixam de arquitetar armadilhas diversas para aprisionarem o povo e abrem fábricas de cabrestos sem se envergonharem, notadamente no Norte e Nordeste.
Estes cabrestos têm que desaparecerem, o homem não é um tipo gado, o homem pensa.
O que se vê é a proliferação de variedades de cabrestos para todas as classes sociais. Cabrestos de corda de croá e agave, couro, polietileno, algodão, linho, ferro, chumbo, tungstenio, prata, ouro e platina, isto é, para gados de todas as classes, o importante é abastecer os rebanhos.
Os programas têm que ser de ESTADO e não de GONVERNO com os olhos virados para o voto e no fabrico de necessitados Ad eternum.
Esta eleição será decidia pelos votos silenciosos que estão em casa. Os votos das ruas, das passeatas e das gritarias, a cada dia desaparecem, a população grita por paz.
Os militantes de cada lado, emocionalmente ou sob pecúnea, enchem as ruas, balançam bandeiras e são pétreos. Os calados e em silêncio, elegerão o próximo Presidente da República.
Historicamenete a esquerda tem 40% dos votos( PT e agregados) e a DIREITA UNIDA 49%, 11% são indiferentes.
Tudo indica que em 2026, com esta polarização, cada grupo conquistará 3% dos que não foram votar na primeira etapa.
A esquerda subirá para 43%, a direira para 52% e 5% continuarão indiferentes. Os votos válidos apontarão o candidato vencedor.
Esta é uma análise com imparcialidade. O voto é secreto e só o cidadão sabe em quem vai votar.
O voto não deve ser de cabresto, nem publicitário e nem com os olhos na pecúnea( Comprado).
Iderval Reginaldo Tenório
Votar em X ou y só porque artista tal vai votar, é ou não é voto de cabresto? É ou não perder a personalidade e perder o seu EU.Iderval Reginaldo Tenório
1-O crédito de carbono é um certificado digital que equivale à redução ou remoção de uma tonelada de dióxido de carbono (CO₂) — ou seu equivalente em outros gases de efeito estufa — da atmosfera
- Quem gera: Empresas, ONGs ou comunidades que preservam áreas ou adotam práticas limpas emitem ou validam esses créditos por meio de padrões internacionais.
- Quem compra: Empresas ou países altamente emissores (como indústrias de petróleo, cimento ou aviação) que precisam compensar suas emissões de poluentes para cumprir metas climáticas ou leis ambientais
2-Um crédito de carbono equivale a uma tonelada de dióxido de carbono (CO₂) que deixou de ser emitida ou foi removida da atmosfera por meio de projetos ambientais, como reflorestamento, energia limpa ou agricultura regenerativa. No Brasil, esses ativos são negociados tanto em mercados voluntários (impulsionados por iniciativas como o BNDES Créditos de Carbono e a CAIXA Sustentabilidade) quanto no marco regulatório do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE)
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