domingo, 21 de junho de 2026

AS APOSTAS NO BRASIL, A DESONESTIDADE DOS MIDIÁTICOS E O MASSACRE DOS POBRES.

 




AS APOSTAS,  A DESONESTIDADE DOS MIDIÁTICOS,  O MASSACRE DOS POBRES, O APOIO DOS IDÓLATRAS  E A CONIVÊNCIA DO GOVERNO 

No Brasil é vergonhoso os jogos de azar e os garotos propagandas. 

Nos primórdios eram os jogos do bicho, rifas diversas,  bingos, loterias estatais e loterias esportivas. 

Com a popularização da internet, foram criadas, via computadores, celulares  e outros modelos por satélites, modernos jogos, mesmo burlando a legislação e azeitados por todos os tipos de mídias. 

A conivência governamental é fundamentada  em beneficiar os amigos do rei, a mídia, os influencers enganadores e diretamente os grandes atletas  da atualidade e aposentados. 

É vergonhoso acessar a mídia e se deparar com ídolos consagrados, de times bilionários,  incutir na cabeça da população, que jogar nas BET X,  Y ou Z É A SOLUÇÃO. 

Feche os olhos e vejam quem são estes grande atletas, estes  apresentadores e até cantores, a induzir os pobres apostarem nestes cassinos que funcionam dentro da sua casa.

É vergonhoso estes ídolos ricos,  enlameares os seus nomes como testas de ferro desta bancas de apostas, que sugam o pão, o leite, a escola e a saúde  da população brasileira. É vergonhoso o que presenciamos. 

Mesmo sabendo que 70% dos apostadores  são oriundos das classes menos privilegiadas, os usurários  garotos propagandas  insistem em propagar. 

Eles tiram do povo e alimentam as contas bancárias de todos os envolvidos neste duvidoso negócio, notadamente as suas.  

Ídolos, sejam responsáveis. Indignem-se, peçam perdão ao povo e à nação. Juntem-se e falem o contrário em todas as mídias. 

Não atolem o povo neste mar de lama, recusem-se a fazer estes comerciais, não enganem este povo cheio de esperanças. 

Não iludam este povo que joga   tudo na sorte.  

O país, com o auxílio de vocês, cotidianamente mergulha no subdesenvolvimento e volta ser uma nação extrativista. 

Incentivem os jovens ao trabalho, ao respeito,  à  escola e à pratica de bons costumes.   

                                     Iderval Reginaldo Tenório

Provided to YouTube by Universal Music Group Fotografia 3 X 4 · Belchior Alucinação ℗ 1976 Universal Music Ltda Released on: 2016-10-07 ...
YouTube · Belchior - Topic · 20 de jul. de 2018

ELEIÇÃO NO SINDICATO DOS MÉDICOS DA BAHIA

                                                                


                                           ELEIÇÃO NO SINDICATO DOS MÉDICOS 

 

Em junho será realizada uma importante eleição para os médicos da Bahia e do Brasil, considerada um embrião  para as eleições municipais, estaduais e federal. Trata-se da eleição do SINDIMED.

Tal qual a eleição para o Planalto, a polarização será o mote. De um lado uma chapa constituída  de Médicos médicos  e do outro Médicos Políticos.

Os médicos médicos, seguindo os ensinamentos do Maquiavel, atuam na vertente Moral Privada, Moral Cristã, quase que amadora, enquanto os médicos políticos atuam nos mesmos ensinamentos de Maquiavel, porém na vertente Moral Política, Moral Pública, são profissionais e estudiosos da ciência politica, e bem assessorados. 

 

                                                  Veja o que diz o Nicolau Maquiavel.

Para Nicolau Maquiavel, a ética não é absoluta, mas utilitária e voltada para o coletivo. Ele separa a moral cristã da moral política, defendendo que a única regra moral válida para um político é a manutenção da estabilidade do Estado.

Ao contrário dos pensadores clássicos e medievais, que viam a política como uma extensão da ética religiosa, Maquiavel entende que o mundo real não funciona baseado em ideais de bondade ou virtude cristã.

O fim justifica os meios: As ações de um político não devem ser julgadas pelo seu valor moral intrínseco (se são boas ou más em um sentido religioso), mas sim pelos resultados práticos e consequências que trazem à sociedade. Atos que seriam imorais na vida privada — como a violência, a traição ou  avacalhar o oponente — podem ser necessários na vida pública para manter a ordem, a segurança e a soberania .

 

                                                    Virtude (Virtù) e Fortuna

No lugar das antigas virtudes morais, o conceito maquiaveliano central é o da virtù (virtude política):

  • Virtù: Capacidade de um líder de agir com flexibilidade, inteligência, coragem e adaptabilidade. 
  • Fortuna: Termo usado por ele para descrever as circunstâncias imprevisíveis, a sorte ou o acaso do destino. 

NUMA ELEIÇÃO AMADORA PREDOMINA A ÉTICA MORAL, A ÉTICA PRIVADA, A CRISTÃ.

NUMA ELEIÇÃO POLÍTICA PREDOMINA A ÉTICA POLÍTICA, A ÉTICA PÚBLICA, O                                                PROFISSIONALISMO ELEITORAL.

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Iderval Reginaldo Tenório

ZEZINHO E O AMANHECER NA SERRA DO ARARIPE

                                                         

                                           

                 

                         ZEZINHO  E  O AMANHECER  NA SERRA DO ARARIPE 


 galo Chulipa antes do  nascer do sol cantava   informando quem era o senhor do terreiro, na outra extremidade, o jumento Jericó zurrava  para mostrar que aquele era o seu reduto. 

A brisa fria batia  nas gramíneas, babujas  e  arbustos, enquanto o orvalho precipitava-se sobre as folhagens da caatinga, a  propiciar a  seiva da vida e molhar o rosto  do  serrano ao dirigir-se ao curral, em busca do néctar branco,   o abençoado  leite, oriundo do ubre  das vacas pé-duro.  Bovinos de pequenos portes, resistentes à seca, ao calor e de baixo valor venal, porém de valor nutricional, emocional e de extrema cumplicidade com o nordestino. Gado chamado Pé Duro, canelas finas e  orelhas pequenas, uma das riquezas do homem sertanejo. 

Do bovino nada se perde, do esterco à urina, perpassando pelo cheiro,  berro,  couro, leite, ossos, cascos, chifres,  carne, sebo e a gordura,  tudo se aproveita.   

Ao ser encontrado morto, por uma picada da serpente crotálica, a  cascavel, a mais temida  da caatinga, cujo veneno inibe o sistema neurológico do animal, causando paralisias e insuficiência respiratórias. 

Deste animal aproveita-se tudo, inclusive a carne e a gordura para se fazer sabão.  Quando não encontrado, serve de  alimentos para os urubus e os animais carniceiros dos sertões.  É um animal abençoado, é um promotor de felicidades e de autoestima para os seres humanos, notadamente para os sofridos caatingueiros. 

Os cheiros contagiantes da terra, raízes e folhas,  os sons dos galhos balançantes das árvores, os cantos dos pássaros e dos galos, os falares dos  animais e   o zoar  de dezenas de chocalhos,      os viventes do arraial despertavam cheios de energia.

O vaqueiro,  com a sua corda de caroá(croá) e  balde a tiracolo   adentrava ao curral, este   coalhado de esterco, ocupado por meia dúzia  de  bezerros e bem protegidos.   Enquanto as vacas, para mitigar o stress e cuidar das crias, pastavam  e bebiam soltas  ao redor do curral. Ao amanhecer, todos corriam para a porteira à espera de se alimentar e amenizar a solidão da noite.

Orgulhosamente e cheio de brios, o serrano iniciava o seu mister. Compassadamente  abria a porteira, diligentemente chamava   as vacas, uma por uma,  uma após a outra e apresentava à sua cria. 

Cada animal tem um nome carinhoso:  Vaca Mimosa,  Estrela, Formosa, Mansinha, Branquinha  e  a  Cuidadosa, todas  atendem pelo nome. 

O bezerro ia até as  edemaciadas tetas e ali iniciava-se a liberação do leite produzido durante a noite, parte para o homem e parte para  a sua cria.

Enquanto mais o bezerro mamava, mais a mãe o lambia e liberava o néctar da vida, mais um mistério sublime  da natureza, que os homens insistem em  chamar de intuitivo e de irracional, não é amor, é instinto, um impulso inato, inconsciente  e sem reflexão, isto é o que diz o homem.

A cabeça do bezerro junto ao ubre,  peias nas pernas traseiras da vaca e as   mãos grossas do  sitiante a amaciar o túrgido alforje natural  repleto de leite, inicia-se a colheita do enche bucho do sertanejo.   

A cuidadosa e desconfiada mãe liberava o proteico líquido, ciente que alimentava o seu filho, já afastado pelo cuidadoso serrano, porém mantido na mesma posição, como se estivesse a mamar. Três entes sertanejos  em busca de perpetuar as suas espécies: O homem, a vaca e o bezerro. 

Nos sertões só com a cumplicidade das espécies consegue-se viver. É o homem, o gado, os animais  de cargas e de passeios, as abelhas, as formigas, os pássaros e  outros polinizadores que  juntos às aves de rapina, os roedores, as serpentes,  a flora, os astros e os fenômenos naturais em consonâncias,  conseguem viver  em  confraternização, sem estes fenômenos a vida seria incompleta.

Enquanto a vaca  mugia,   mungia o vaqueiro, e entre um mugido e outro, o vaqueiro ia mungindo, ia mungindo até o momento em que o bezerro faminto berrava, era um  alerta, era um pedido de socorro.

 Informava à mãe   que o  leite não estava lhe sendo entregue, estava sendo desviado para outro mamador, iria  alimentar outras bocas, a sua genitora estava sendo enganada.  

De imediato a vaca segurava o néctar  da vida,  só liberava para a boca faminta de sua cria, que com muita sede   ordenhava as  tetas com a sua áspera língua, beiços grossos e duas ou três marradas  no  ubre pseudo-vazio. Num aforismo nordestino que diz, "Bezerro que não berra não mama", daquele momento em diante  só o bezerro poderia mamar.

 Terminada esta ordenha, partia o vaqueiro para outra  vaca, que mugia à procura do seu rebento.  Enquanto a vaca mugia, o vaqueiro mungia, mungia de uma a uma, de teta em teta, era assim o amanhecer na querida Serra do Araripe. 

O vaqueiro mungindo e a vaca  a mugir, o galo  cantava, o Jumento Zurrava, as vacas mugiam, os bezerros berravam, os pássaros cantavam, os chocalhos zoavam e o vaqueiro mungia.

O sol nascia, abriam-se as porteiras, os animais corriam, enchiam os pastos e o tilintar dos chocalhos preenchiam sonoramente os espaços que    cheiravam  a jasmim, cedros, cidreiras, capins, estercos e urinas, estas de um amarelo   espumante e  cobertas por borboletas de todas as cores em busca de nutrientes orgânicos e minerais.  

Mesa posta, aroma de café em toda a casa, queijos  artesanais, prato  fundo com leite pelando de quente. Farinha de milho ou de mandioca, sal, carne do sol, tigelas de coalhadas, prato de macaxeira cozida, bule vermelho  esmaltado,  cheio de   café  torrado e pilado em casa,  tapioca untada com manteiga de garrafa, ovos estrelados na banha de porco e que na maioria das vezes,  a gordura caía  pelos cantos da boca, quando se  ouvia a voz da mãe : "Limpa a boca menino".

Era assim o amanhecer na  querida Serra do Araripe, berço  do menino Zezinho. E haja saudades.

 

                                                         Salvador, 21.06.2026

Iderval Reginaldo Tenório

... Lá no meu pé de serra Deixei ficar meu coração Ai, que saudades tenho Eu vou voltar pro meu sertão". No Meu Pé de Serra (Luiz Gonzaga e ...

LUIZ GONZAGA E HUMBERTO TEIXEIRA.

 No meu pé de serra” é um forró que consagra a primeira parceria de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira.  A música faz referência à saudade da vida no sertão. É escancaradamente nostálgica, numa alusão  ao coração deixado lá no “pé de serra”. Parece que o forró clássico, tradicional, à moda de Luiz Gonzaga, tem algo de nostálgico, inocente, tem-se a impressão que a canção de amor em ritmo de xote é mais singela, a saudade do baião é mais intensa, a alegria do xaxado é mais pura.


O POVO E A VIDA DE GADO

  

                               



 O POVO E A VIDA DE GADO. 

Como cordeiro em rebanhos ou peixe em  cardumes, o homem comum, aquele que sustenta as vontades dos dirigentes, em todos os modelos de política, caminha sem voz e sem destino; alimenta a subserviência e utiliza mecanismo de autocensurar-se, notadamente nos meios de comunicação,  nos grupos de debates e engessa a liberdade de expressão.

Cumpre, letra por letra, a vontade dos que ocupam as cúpulas políticas e perde o seu EU, o seu âmago de cidadão.

Consciente ou inconscientemente, perde a autonomia, a liberdade, a personalidade e pratica a autocensura. Desativa as partes cerebrais do raciocínio, da crítica, da memória, da cidadania e mergulha irracionalmente, como gado, no mundo do silêncio. 

Coloca mordaças pretas ou esparadrapos na boca, perde a cidadania e vive em explícita subserviência.  Nega a sua existência como Homo Sapiens e regride à maior expressão do Homo Ignorantes.

A autocensura é prejudicial ao ser que raciocina, é uma das maneiras de perder a alforria e seguir, como folhas secas, para onde soprarem os camuflados e deletérios ventos da política dominante. 

É alimentar a subserviência e a perpetuação dos que se encontram no cume do poder. 

  Salvador, 21 de Junho de 2026

Iderval Reginaldo Tenório

De Ednardo com  Ednardo, Pavão Misterioso

Um dos ícones da cultura do meu Ceará

Pavão misterioso Pássaro formoso Tudo é mistério Nesse teu voar Ai se eu corresse assim Tantos céus assim Muita história Eu tinha prá contar ...
YouTube · Vinicius Farina · 26 de set. de 2013

sábado, 20 de junho de 2026

O Brasil na corda bamba dos desonestos e num mar de lama; e haja idólatras.

 

O Brasil na corda bamba dos desonestos e num mar de lama; e haja idólatras.

  O Brasil na corda bamba dos desonestos e num mar de lama; e haja idólatras.


Cantora iraniana é condenada a 74 chibatadas, diz ONG

 

 

Cantora iraniana é condenada a

74 chibatadas, diz ONG

Parastoo Ahmadi e oito integrantes receberam punição após ela se

apresentar sem hijab em show em 2024

Malu Baccarin, da CNN Brasil, São Paulo20/06/26 às 12:13 | Atualizado 20/06/26 às 12:13

Cantora iraniana Parastoo Ahmadi se apresenta sem hijab  • divulgação YouTube/ Parastoo Ahmadi

Uma cantora iraniana e oito integrantes da sua produção foram condenados

a 74 chibatadas após a artista se apresentar sem o uso do hijab, de acordo

com a organização não governamental iraniana Abdorrahman Boroumand

Center for Human Rights in Iran.

Em uma publicação nas redes sociais, a ONG afirma que "o Tribunal

Penal da República Islâmica condenou a cantora iraniana Parastoo Ahmadi

e oito membros de sua equipe de produção a 74 chibatadas, proibição

absoluta de atividades artísticas por dois anos e proibição de viajar para

o exterior por dois anos, unicamente por realizarem um show virtual sem o hijab obrigatório".

A organização cita ainda que, de acordo com as leis da República Islâmica

a punição de chibatadas é prevista para pelo menos 149 crimes e tem sido

usada contra presos políticos e outros prisioneiros desde a década de 1980.