EM UM MINUTO E MEIO, UMA IMPORTANTE INFORMAÇÃO.
Matéria de relevância para o Brasil e para a sua vida, no fim da postagem.
É comum o brasileiro censurar a si próprio até nas importantes profissões. Isto acontece na engenharia, direito, professores, medicina, odontologia, física, matemática, química, computação e nas demais.
Todos estão lavando as mãos e deixando o barco singrar sem rumo, sem prumo e entregando o país às grandes potencias.
Falarei com cátedra na medicina. É muito comum, na atualidade, após o aparelhamento e a exaustiva divisão da medicina em subespecialidades, os médicos serem categóricos em afirmar:
"Sou cardiologista pediátrico ou de adulto, Sou Ortopedista de tal setor, Sou Retinólogo, Sou intensivista ou outras subespecialidades, hoje só faço ultrassonografia, hoje dou laudo de ressonância magnética e tomografia computadorizada, de outras especialidades nada entendo, labuto nas grandes empresas médicas".
O Médico não tem este direito, ele tem que dominar bem a sua especialidade e conhecer bem os princípios e as pilastras de sustentação das outras especialidades. Deve-se ter cuidado com as vacâncias. Isto é, cabe ao médico:
Saber a medicina como um todo e saber encaminhar com fundamentação o seu paciente.
Esta matéria é comum a todos os brasileiros, independente do nível cultural, social, econômico, tendencia política, idade, sexo, etnia, identidade de gênero, religião ou profissão.
Todos deveriam refletir e imaginar as suas consequências.
A matéria bate na casa de cada brasileiro.
Como uma flexa e nos diz:
"Participe deste Brasil, não seja omisso, faça tudo para aprender, não seja podador de si próprio, seja eclético e pense no bem da humanidade, notadamente do nosso Brasil.
O Brasil não tem alma e nem sustentabilidade, é um eterno dependente e o seu ideal de ego é imitar os povos civilizados.
Não tem indústrias, não tem patentes e vive da venda das suas commodities.
A sua função é exportar matéria prima para o mundo, alimentar bilhões de bocas, não conhecer a evolução atual do globo, deixar ser podado tecnologicamente pelas grandes potencias mundiais e voltar a ser o Brasil de 1954, um mero país extrativistas.
Veja o que disse o escritor e pensador brasileiro Eduardo Alves da Costa em "No caminho, com Maiakóvski"
"Na primeira noite eles se aproximam / e roubam uma flor / do nosso jardim. / E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem: / pisam as flores, / matam nosso cão, / e não dizemos nada.
Até que um dia, / o mais frágil deles / entra sozinho em nossa casa, / rouba-nos a luz e, / conhecendo nosso medo, / arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada."
Durante muitos anos, o texto circulou erroneamente na internet como sendo de autoria do poeta russo Vladimir Maiakóvski, mas a verdadeira autoria foi confirmada ao próprio Eduardo Alves da Costa
Iderval Reginaldo Tenório
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