O blog foi criado para a cultura. Mostra o quanto é importante o conhecimento.Basta um click no artigo. Centro Médico Iguatemi,310.CLINICA SÃO GABRIEL LTDA- 33419630 33425331Participe ,comente, seja seguidor. DR IDERVAL REGINALDO TENÓRIO , 1954 , JUAZEIRO DO NORTE -CEARÁ. 08041988lgvi.1984 CHEGOU EM SALVADOR COM 18 ANOS , MEDICINA NA UFBA. CIRURGIÃO GERAL. driderval@bol.com.br
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Na foto de Márcia Costa, seriema em condomínio residencial, na cidade de Guanambi – BA
Canta seriema! Canta esse teu canto que encanta! Esse canto inconfundível, de glissando e percussivo, imponente — lá do campo! Canta seriema, canta!
Que me dizes?! Impossível ressoar, além dos montes, teu lamento musical? Tua estridente cantiga não mais tine no horizonte — como antes — da Caatinga?
Por que se devastou tudo, não se pode mais ouvir, no começo da manhã ou final de tardes belas, teu canto de anfitriã — que hoje toco à viola!
Pelas minguadas pastagens, matas ralas e banguelas, teu cantar — acelerado — soa qual uma risada. Inda que seja lamento de tristeza e sentimento.
Canta seriema, canta! Tenha pena, tenha dó do poeta que — na infância — brincava pelo arredor. Volta seriema, canta esse canto que me encanta!
Ari Donato / Guanambi / 2026
Este mestre da cultura é o Ari Donato. Nascido na importante cidade de Guanambi- Bahia. Cidade berço de homens e mulheres cultas, é um dos berços da intelectualidade brasileira.
É jornalista, atuou durante anos no Jornal Atarde, ex-servidor público da Justiça da Bahia, escritor e poeta . Um ser humano de grande caráter e do maior quilate.
Tem vários livros na praça, criou um blogue cultural e já está no forno o próximo livro, no qual publicará para o público 1% de suas poesias, todas ligadas com o que existe de mais belo na natureza.
Nesta minha apresentação publico Canta Seriema e complemento Canta Seriema, Canta! , uma de suas estrofes.
Explano: Alô Renato Teixeira, Diana Pequeno, Almir Sater, Maria Betânia, Caetano, Gil, Xangai, Sodré e os demais que cantam a verdadeira natureza. Como fazem falta o Rei do Baião Luiz Gonzaga do Nascimento, Elis Regina e Dominguinhos.
Iderval Reginaldo Tenório
Luar do Sertão. Letra do Catulo da Paixão Cearense.
João Teixeira Guimarães, mais conhecido como João
Pernambuco (Jatobá, 2 de novembro de 1883 — Rio de Janeiro, 16 de outubro de 1947),
foi um compositor, violonista e violeiro brasileiro, considerado uma figura
fundamental na estruturação do violão solo no Brasil e um dos principais nomes
na história do choro.
A primeira gravação de "Luar do Sertão" foi
feita em fevereiro de 1914 pelo cantor Eduardo das Neves e
lançada no mesmo ano pela Casa Edison
Segundo a mídia, já foram gastos mais de 250bilhões para se angariar votos com os programas eleitoreiros e publicidades.
O Governo gasta mais do que arrecada. Mesmo com a escorchante carga tributária o país está em déficit. Os tributos pesados poderão levar o país ao fundo do poço e morrer afogado em dívidas.
A dívida pública já ultrapassou 87% do PIB.
Segundo o ministro da Fazenda, a causa são os juros altos. Se estão altos por que não diminuem as despesas públicas com os 70 mil políticos, ministros, altos servidores, as farras e as fanfarras, com o dinheiro da saúde e da educação?
Com a priorização de exportar as matérias primas virgens, in natura, o governo conseguiu frear a indústria nacional, abrindo as comportas para produtos estrangeiros, que no exterior(ÁSIA) são produzidos por um terço dos preços e em alta escala, inclusive carros.
Devido o alto custo Brasil, os produtos chegam ao mercado pela metade dos preços dos nacionais, o que leva ao fechamento das suas indústrias, regredindo a nação a 1954. Uma nação produtora de matérias primas de todos os tipos, para alimentar as indústrias estrangeiras e voltarem com valores agregados, vai uma tonelada de ferro e volta uma faca de qualidade duvidosa.
Este retrocesso coloca o país no mercado mundial como um mero país extrativista, vivendo da venda das commodities que deveriam ser processadas internamente, gerando empregos de qualidade: Soja, Carnes Bovina e de Frango, Milho e Café, Açúcar e Celulose, Minério de Ferro e Petróleo Bruto tirando do povo o orgulho de ser brasileiro e de consumir os produtos nacionais.
Inocentemente, o povo apela para os produtos mais baratos, sem saber que está contribuindo para a derrocada do país no futuro, devido o fechamento da indústria nacional.
A carga tributária rebaixará a classe média em mera pagadora de impostos.
Tudo será taxado e tudo vai cair nas sua costas, vem chumbo grosso por aí.
Estes fatos nos transporta para Portugal em 1944, quando a França invadiu comercialmente Portugal e matou a culinária, produtos de beleza, perfumes, vestimentas, costumes e a chafurdar até a língua. Portugal foi ao fundo do poço.
Os políticos estavam entregando Portugal ao mundo, leiam FRANÇA, como em 1806/1808, com Napoleão Bonaparte e Dom João VI).
O país passou a ser mero consumidor a se desconstruir. Ao interferir na Língua Pátria, a alma de um povo alforriado, os artistas que amavam Portugal, diferente dos ícones daqui, arregaçaram as mangas, partiram para a luta e lançaram uma música para recuperar a autoestima, a coragem e a força do povo português.
"Não nos acovardaremos, somos filhos desta Pátria."
A canção foi "Lisboa não sejas francesa" .
Composta em 1944 por Raúl Ferrão (música) e José Galhardo (letra) para a opereta A Invasão, estreada em fevereiro de 1945 no Teatro Maria Vitória, em Lisboa , cantada pela maior artista da época e que amava Portugal como amava os seus pais, o seu país e o seu povo a Amália Rodrigues.
Esta música o leitor pode ouvi-la no fim da matéria. Os produtos estrangeiros mofaram nas prateleiras e Portugal renasceu das CINZAS, foram azeitados todos os setores da economia e do PATRIOTISMO.
Ao assunto.
Tudo indica que aquele que vencer as eleições, encontrarão uma nação moribunda, debulitada. Medidas impopulares terão que serem tomadas, mesmo que sejam amargas, salgadas, quentes, corrosivas e cortantes.
Caso o mesmo grupo permaneça, o álibi será, TUDO PELA GOVERNABILIDADE. Caso seja o contrário, será munição apropriada para desqualificá-los e no futuro recuperar o poder.
O mote é piorar para quem assumir tomar medidas drásticas para a população.
Em sendo os mesmos, a desculpa será: Tudo pela governabilidade. O país não pode morrer. O"SUPER EL NIÑO" e o tarifaço do TRUMP sangraram a nação, porém não morremos, resistimos e vamos reconstruí-lo.
Segundo a mídia, já foram gastos mais de 250bilhões para se
angariar votos com os programas eleitoreiros e publicidades.
O Governo gasta mais do que arrecada. Mesmo com
a escorchante carga tributária o país está em déficit.
Os tributos pesados poderão levar o país ao fundo do
poço e morrer afogado em dívidas.
A dívida pública já ultrapassou 87%
do PIB.
Segundo o ministro da Fazenda, a causa são os juros altos. Se
estão altos por que não diminuem as despesas públicas com os 70 mil políticos,
ministros, altos servidores, as farras e as fanfarras, com o dinheiro da saúde e da educação?
Com a priorização de exportar as matérias primas virgens, in natura, o governo conseguiu frear a indústria nacional, abrindo
as comportas para produtos estrangeiros, que no exterior(ÁSIA) são
produzidos por um terço dos preços e em alta escala,
inclusive carros.
Devido o alto custo Brasil, os produtos chegam ao
mercado pela metade dos preços dos nacionais, o que leva ao
fechamento das suas indústrias, regredindo a nação a 1954. Uma
nação produtora de matérias primas de todos os tipos, para alimentar as
indústrias estrangeiras e voltarem com valores agregados, vai uma tonelada de ferro e volta uma faca de qualidade duvidosa.
Este retrocesso coloca o país no mercado mundial
como um mero país extrativista, vivendo da venda das commodities que
deveriam ser processadas internamente, gerando empregos de qualidade: Soja, Carnes Bovina
e de Frango, Milho e Café, Açúcar e Celulose, Minério de Ferro e
Petróleo Bruto tirando do povo o orgulho de ser brasileiro e de consumir
os produtos nacionais.
Inocentemente, o povo apela para os produtos mais
baratos, sem saber que está contribuindo para a derrocada do país no futuro,
devido o fechamento da indústria nacional.
Estes fatos nos transporta para Portugal em 1944,
quando a França invadiu comercialmente Portugal e matou a culinária, produtos
de beleza, perfumes, vestimentas, costumes e a chafurdar até a língua. Portugal
foi ao fundo do poço.
Os políticos estavam entregando Portugal ao mundo, leiam
FRANÇA, como em 1806/1808, com Napoleão Bonaparte e Dom João VI).
O
país passou a ser mero consumidor a se desconstruir. Ao interferir
na Língua Pátria, a alma de um povo alforriado, os artistas que amavam
Portugal, diferente dos ícones daqui, arregaçaram as mangas, partiram para a
luta e lançaram uma música para recuperar a autoestima, a coragem e a força do
povo português.
A carga tributária rebaixará a classe média em mera pagadora de impostos.
Tudo será taxado e tudo vai cair nas sua costas, vem chumbo grosso por aí.
"Não nos acovardaremos, somos filhos
desta Pátria."
A canção foi "Lisboa não sejas
francesa" .
Composta em 1944 por Raúl Ferrão (música) e
José Galhardo (letra) para a opereta A Invasão, estreada
em fevereiro de 1945 no Teatro Maria Vitória, em Lisboa ,
cantada pela maior artista da época e que amava Portugal como amava os seus
pais, o seu país e o seu povo a Amália Rodrigues.
Esta música o leitor pode
ouvi-la no fim da matéria. Os produtos estrangeiros mofaram nas prateleiras e
Portugal renasceu das CINZAS, foram azeitados todos os setores da economia e do PATRIOTISMO.
Ao assunto.
Tudo indica que aquele que vencer as eleições, encontrarão
uma nação moribunda, debulitada. Medidas impopulares terão que serem tomadas, mesmo que
sejam amargas, salgadas, quentes, corrosivas e cortantes.
Caso o mesmo grupo permaneça, o álibi será, TUDO PELA
GOVERNABILIDADE. Caso seja o contrário, será munição apropriada para
desqualificá-los e no futuro recuperar o poder.
O mote é piorar para quem assumir tomar medidas drásticas
para a população.
Em sendo os mesmos, a desculpa será: Tudo pela governabilidade. O país não pode morrer.
O"SUPER EL NIÑO" e o tarifaço do TRUMP sangraram a nação, porém não
morremos, resistimos e vamos reconstruí-lo.