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sábado, 1 de agosto de 2026

Canta seriema- Ari Donato- Um presente deste grande ser Humano.

 Ari Donato lança o livro Cine Sorbone e a história dos ...

Canta seriema

Na foto de Márcia Costa, seriema em condomínio residencial, na cidade de Guanambi – BA

Canta seriema! Canta
esse teu canto que encanta!
Esse canto inconfundível,
de glissando e percussivo,
imponente — lá do campo!
Canta seriema, canta!

Que me dizes?! Impossível
ressoar, além dos montes,
teu lamento musical?
Tua estridente cantiga
não mais tine no horizonte —
como antes — da Caatinga?

Por que se devastou tudo,
não se pode mais ouvir,
no começo da manhã
ou final de tardes belas,
teu canto de anfitriã —
que hoje toco à viola!

Pelas minguadas pastagens,
matas ralas e banguelas,
teu cantar — acelerado —
soa qual uma risada.
Inda que seja lamento
de tristeza e sentimento.

Canta seriema, canta!
Tenha pena, tenha dó
do poeta que — na infância —
brincava pelo arredor.
Volta seriema, canta
esse canto que me encanta!

Ari Donato / Guanambi / 2026

Este mestre da cultura é o Ari Donato. Nascido na importante cidade de  Guanambi- Bahia.  Cidade berço de homens e mulheres cultas, é um dos berços da intelectualidade brasileira.

É jornalista, atuou durante anos no Jornal Atarde, ex-servidor público da Justiça da Bahia, escritor e poeta . Um ser humano de grande caráter e do maior quilate.

Tem vários livros na praça, criou um blogue cultural e já está no forno o próximo livro, no qual publicará para o público 1% de suas poesias, todas ligadas com o que existe de mais belo na natureza. 

Nesta minha apresentação publico Canta Seriema e complemento  Canta Seriema,  Canta! , uma de suas estrofes.

Explano:  Alô Renato Teixeira,  Diana Pequeno, Almir Sater,  Maria Betânia,  Caetano, Gil,  Xangai, Sodré  e os demais que cantam a verdadeira natureza.  Como fazem falta o Rei do Baião Luiz Gonzaga do Nascimento, Elis Regina e  Dominguinhos.

                                                   Iderval Reginaldo Tenório

Luar do Sertão. Letra do Catulo da Paixão Cearense.

Catulo da Paixão Cearense (São Luís, 8 de outubro de 1863Rio de Janeiro, 10 de maio de 1946), o Poeta do Sertão, foi um poeta, teatrólogo, músico e compositor brasileiro.

Música de João Pernambuco.

João Teixeira Guimarães, mais conhecido como João Pernambuco (Jatobá, 2 de novembro de 1883Rio de Janeiro, 16 de outubro de 1947), foi um compositor, violonista e violeiro brasileiro, considerado uma figura fundamental na estruturação do violão solo no Brasil e um dos principais nomes na história do choro

A primeira gravação de "Luar do Sertão" foi feita em fevereiro de 1914 pelo cantor Eduardo das Neves e lançada no mesmo ano pela Casa Edison

MODÃO DE VIOLA SOLOS DE VIOLA COM CANTO DOS PÁSSAROS. PESCA ESPORTIVA ... Music of Lisbon Guitar & Soul. Echoes of Portugal•18K ...

Provided to YouTube by Best Luar do Sertão · Luiz Gonzaga · Milton Nascimento A Festa ℗ 1981 SONY MUSIC ENTERTAINMENT BRASIL LTDA.

sexta-feira, 31 de julho de 2026

As eleições 1930/2026 e a irracionalidade. VEJAM vídeo e LEIAM a matéria

                                       

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                                                   ELEIÇÃO 2026

As eleições 1930/2026 e a irracionalidade.  

VEJAM vídeo e LEIAM a matéria.

Iderval Reginaldo Tenório

HISTÓRIA DO BRASIL. 

 

ELEIÇÃO 2026

Segundo a mídia, já foram gastos mais de 250bilhões para se angariar votos com  os  programas eleitoreiros e publicidades. 

O Governo gasta mais  do que  arrecada. Mesmo com a escorchante carga  tributária o país está em déficit. Os tributos pesados   poderão levar o país ao fundo do poço e morrer afogado em dívidas. 

A dívida pública já ultrapassou 87% do PIB.

Segundo o ministro da Fazenda, a causa são os juros altos. Se estão altos por que não diminuem as despesas públicas com os 70 mil políticos, ministros, altos servidores, as farras e as fanfarras, com o dinheiro da saúde e da educação?  

Com a priorização  de exportar as matérias primas virgens, in natura, o governo conseguiu frear a indústria nacional,  abrindo as comportas para produtos estrangeiros, que  no exterior(ÁSIA)  são produzidos por um  terço  dos preços e  em alta escala, inclusive carros. 

Devido o alto  custo Brasil, os produtos chegam ao mercado pela metade dos preços dos  nacionais, o que leva ao  fechamento das suas indústrias, regredindo a  nação a 1954. Uma nação produtora de matérias primas de todos os tipos, para alimentar as indústrias estrangeiras e voltarem com valores agregados, vai uma tonelada de ferro e volta uma faca  de  qualidade duvidosa.

Este retrocesso coloca o país  no mercado mundial  como um mero país extrativista, vivendo da venda das  commodities que deveriam ser processadas internamente, gerando empregos de qualidade: Soja, Carnes  Bovina e de Frango, Milho e Café, Açúcar e Celulose, Minério de Ferro e Petróleo Bruto tirando do povo o orgulho de ser brasileiro e de consumir os produtos nacionais. 

Inocentemente, o povo apela para os produtos  mais baratos, sem saber que está contribuindo para a derrocada do país no futuro, devido o fechamento da indústria nacional.   

 

A carga tributária rebaixará a classe média em mera pagadora de impostos. 

Tudo será taxado e tudo vai cair nas sua costas, vem chumbo grosso por aí.

                                           

Estes fatos nos transporta para Portugal em  1944, quando a França invadiu comercialmente Portugal e matou a culinária, produtos de beleza, perfumes, vestimentas, costumes e a chafurdar até a língua. Portugal foi ao fundo do poço.

Os políticos estavam entregando Portugal ao mundo, leiam FRANÇA, como em 1806/1808, com  Napoleão Bonaparte e Dom João VI). 

O país  passou a ser mero consumidor a se desconstruir. Ao interferir na Língua Pátria, a alma de um povo alforriado, os artistas que amavam Portugal, diferente dos ícones daqui, arregaçaram as mangas, partiram para a luta e lançaram uma música para recuperar a autoestima, a coragem e a força do povo português.

               "Não nos acovardaremos,  somos filhos desta Pátria."

                          A canção  foi "Lisboa não sejas francesa"

Composta em 1944 por Raúl Ferrão (música) e José Galhardo (letra) para a opereta A Invasão, estreada em  fevereiro de 1945 no Teatro Maria Vitória, em Lisboa , cantada pela maior artista da época e que amava Portugal como amava os seus pais, o seu país e o seu povo a Amália Rodrigues. 

Esta música o leitor pode ouvi-la no fim da matéria. Os produtos estrangeiros mofaram nas prateleiras e Portugal renasceu das  CINZAS, foram azeitados todos os setores da economia e do PATRIOTISMO.  

                                               Ao assunto.     

Tudo indica que aquele que vencer as eleições, encontrarão uma nação moribunda, debulitada. Medidas impopulares terão que serem tomadas, mesmo que sejam amargas, salgadas, quentes,  corrosivas e cortantes. 

Caso o mesmo grupo permaneça, o álibi será, TUDO PELA GOVERNABILIDADE. Caso seja o contrário, será munição apropriada para desqualificá-los e no futuro recuperar o poder. 

O mote é piorar para quem assumir tomar medidas drásticas para a população. 

Em sendo os mesmos, a desculpa será:  Tudo pela governabilidade. O país não pode morrer.  O"SUPER EL NIÑO" e o tarifaço do TRUMP sangraram a nação, porém não morremos, resistimos e vamos reconstruí-lo. 

                                     Serão os seus fundamentos .    

As eleições 1930/2026 e a irracionalidade.

VEJAM vídeo e LEIAM a matéria.

Iderval Reginaldo Tenório

HISTÓRIA DO BRASIL 

2:55
Comments · Fado do ciúme · Trovante - Timor - Lisboa - 20 Março 2026 · Amália Rodrigues vol 07 - nem às paredes confesso . · Amália Rodrigues - ...
YouTube · DesafinaçõesTV · 9 de mai. de 2011

 

 

Não namores os franceses. Menina, Lisboa, Portugal é meigo às vezes. Mas certas coisas não perdoa. Vê-te bem no espelho. Desse honrado velho
Letras
Não namores os francesesMenina LisboaPortugal é meigo às vezesMas certas coisas não perdoa
Vê-te bem no espelho desse honrado velhoQue o seu belo exemplo atrai, vaiSegue o seu leal conselhoNão dês desgostos ao teu pai
Lisboa, não sejas francesaCom toda a certeza não vais ser felizLisboa, que ideia daninhaVaidosa, alfacinha, casar com Paris
Lisboa, tens cá namoradosQue dizem, coitados, com as almas na vozLisboa, não sejas francesaTu és portuguesa, tu és só pra nós
Tens amor às lindas fardasMenina LisboaVê lá bem pra quem te guardasDonzela sem recato, enjoa
Tens aí tenentes bravos e valentesNados e criados cá, váTenha modos mais decentesMenina caprichosa e má
Lisboa, não sejas francesaCom toda a certeza não vais ser felizLisboa, que ideia daninhaVaidosa, alfacinha, casar com Paris
Lisboa, tens cá namoradosQue dizem, coitados, com as almas na vozLisboa, não sejas francesaTu és portuguesa, tu és só pra nós
Fonte: Musixmatch
Compositores: Raul Ferrao / Jose Galhardo

 

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As eleições 1930/2026 e a irracionalidade. VEJAM O VÍDEO .

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                                                   ELEIÇÃO 2026

As eleições 1930/2026 e a irracionalidade.  

VEJAM vídeo e LEIAM a matéria.

Iderval Reginaldo Tenório

HISTÓRIA DO BRASIL. 

 

ELEIÇÃO 2026

Segundo a mídia, já foram gastos mais de 250bilhões para se angariar votos com  os  programas eleitoreiros e publicidades. 

O Governo gasta mais  do que  arrecada. Mesmo com a escorchante carga  tributária o país está em déficit. Os tributos pesados   poderão levar o país ao fundo do poço e morrer afogado em dívidas. 

A dívida pública já ultrapassou 87% do PIB.

Segundo o ministro da Fazenda, a causa são os juros altos. Se estão altos por que não diminuem as despesas públicas com os 70 mil políticos, ministros, altos servidores, as farras e as fanfarras, com o dinheiro da saúde e da educação?  

Com a priorização  de exportar as matérias primas virgens, in natura, o governo conseguiu frear a indústria nacional,  abrindo as comportas para produtos estrangeiros, que  no exterior(ÁSIA)  são produzidos por um  terço  dos preços e  em alta escala, inclusive carros. 

Devido o alto  custo Brasil, os produtos chegam ao mercado pela metade dos preços dos  nacionais, o que leva ao  fechamento das suas indústrias, regredindo a  nação a 1954. Uma nação produtora de matérias primas de todos os tipos, para alimentar as indústrias estrangeiras e voltarem com valores agregados, vai uma tonelada de ferro e volta uma faca  de  qualidade duvidosa.

Este retrocesso coloca o país  no mercado mundial  como um mero país extrativista, vivendo da venda das  commodities que deveriam ser processadas internamente, gerando empregos de qualidade: Soja, Carnes  Bovina e de Frango, Milho e Café, Açúcar e Celulose, Minério de Ferro e Petróleo Bruto tirando do povo o orgulho de ser brasileiro e de consumir os produtos nacionais. 

Inocentemente, o povo apela para os produtos  mais baratos, sem saber que está contribuindo para a derrocada do país no futuro, devido o fechamento da indústria nacional.                                              

Estes fatos nos transporta para Portugal em  1944, quando a França invadiu comercialmente Portugal e matou a culinária, produtos de beleza, perfumes, vestimentas, costumes e a chafurdar até a língua. Portugal foi ao fundo do poço.

Os políticos estavam entregando Portugal ao mundo, leiam FRANÇA, como em 1806/1808, com  Napoleão Bonaparte e Dom João VI). 

O país  passou a ser mero consumidor a se desconstruir. Ao interferir na Língua Pátria, a alma de um povo alforriado, os artistas que amavam Portugal, diferente dos ícones daqui, arregaçaram as mangas, partiram para a luta e lançaram uma música para recuperar a autoestima, a coragem e a força do povo português.

A carga tributária rebaixará a classe média em mera pagadora de impostos. 

Tudo será taxado e tudo vai cair nas sua costas, vem chumbo grosso por aí.

               "Não nos acovardaremos,  somos filhos desta Pátria."

                          A canção  foi "Lisboa não sejas francesa"

Composta em 1944 por Raúl Ferrão (música) e José Galhardo (letra) para a opereta A Invasão, estreada em  fevereiro de 1945 no Teatro Maria Vitória, em Lisboa , cantada pela maior artista da época e que amava Portugal como amava os seus pais, o seu país e o seu povo a Amália Rodrigues. 

Esta música o leitor pode ouvi-la no fim da matéria. Os produtos estrangeiros mofaram nas prateleiras e Portugal renasceu das  CINZAS, foram azeitados todos os setores da economia e do PATRIOTISMO.  

                                               Ao assunto.     

Tudo indica que aquele que vencer as eleições, encontrarão uma nação moribunda, debulitada. Medidas impopulares terão que serem tomadas, mesmo que sejam amargas, salgadas, quentes,  corrosivas e cortantes. 

Caso o mesmo grupo permaneça, o álibi será, TUDO PELA GOVERNABILIDADE. Caso seja o contrário, será munição apropriada para desqualificá-los e no futuro recuperar o poder. 

O mote é piorar para quem assumir tomar medidas drásticas para a população. 

Em sendo os mesmos, a desculpa será:  Tudo pela governabilidade. O país não pode morrer.  O"SUPER EL NIÑO" e o tarifaço do TRUMP sangraram a nação, porém não morremos, resistimos e vamos reconstruí-lo. 

                                     Serão os seus fundamentos .    

As eleições 1930/2026 e a irracionalidade.

VEJAM vídeo e LEIAM a matéria.

Iderval Reginaldo Tenório

HISTÓRIA DO BRASIL 

2:55
Comments · Fado do ciúme · Trovante - Timor - Lisboa - 20 Março 2026 · Amália Rodrigues vol 07 - nem às paredes confesso . · Amália Rodrigues - ...
YouTube · DesafinaçõesTV · 9 de mai. de 2011

 

 

Não namores os franceses. Menina, Lisboa, Portugal é meigo às vezes. Mas certas coisas não perdoa. Vê-te bem no espelho. Desse honrado velho
Letras
Não namores os francesesMenina LisboaPortugal é meigo às vezesMas certas coisas não perdoa
Vê-te bem no espelho desse honrado velhoQue o seu belo exemplo atrai, vaiSegue o seu leal conselhoNão dês desgostos ao teu pai
Lisboa, não sejas francesaCom toda a certeza não vais ser felizLisboa, que ideia daninhaVaidosa, alfacinha, casar com Paris
Lisboa, tens cá namoradosQue dizem, coitados, com as almas na vozLisboa, não sejas francesaTu és portuguesa, tu és só pra nós
Tens amor às lindas fardasMenina LisboaVê lá bem pra quem te guardasDonzela sem recato, enjoa
Tens aí tenentes bravos e valentesNados e criados cá, váTenha modos mais decentesMenina caprichosa e má
Lisboa, não sejas francesaCom toda a certeza não vais ser felizLisboa, que ideia daninhaVaidosa, alfacinha, casar com Paris
Lisboa, tens cá namoradosQue dizem, coitados, com as almas na vozLisboa, não sejas francesaTu és portuguesa, tu és só pra nós
Fonte: Musixmatch
Compositores: Raul Ferrao / Jose Galhardo