quinta-feira, 25 de dezembro de 2025

O que diferencia um fã comum de um fã idólatra





 O que diferencia um fã comum de um fã idólatra é excesso, a irracionalidade e a natureza obsessiva da admiração. A idolatria surge de uma combinação de fatores psicológicos e sociais, que transformam a admiração saudável em uma devoção que pode ser prejudicial. 

Fatores Psicológicos e Comportamentais
  • Necessidade de Conexão Emocional: Muitos fãs idólatras sentem uma profunda necessidade de pertencimento e conexão, que pode ser preenchida (de forma unilateral) pelo artista, especialmente em contextos de solidão.
  • Relação Parassocial: A idolatria envolve o desenvolvimento de uma relação parassocial, onde o fã sente uma conexão íntima e recíproca com o artista, embora o artista nem sequer saiba de sua existência.
  • Projeção de Ideais: O artista se torna um "objeto de desejo e fantasia", no qual o fã projeta seus próprios ideais, desejos e até mesmo dependências emocionais, transformando o ídolo em um modelo de perfeição inatingível.
  • Baixa Autoestima e Insegurança: A adoração obsessiva a celebridades tem sido associada a problemas de saúde mental, como sintomas de depressão e ansiedade, e baixa autoestima. O fã pode tentar compensar suas próprias inseguranças através da vida (aparentemente) perfeita do ídolo.
  • Perda do Senso Crítico: Em casos extremos, o idólatra perde o senso crítico, defendendo o artista de forma cega, ignorando falhas ou comportamentos problemáticos. 
Fatores Sociais e Externos
  • Influência das Redes Sociais: As redes sociais intensificaram a idolatria, permitindo que os fãs tenham acesso constante e, muitas vezes, editado e "bem elaborado" da vida dos artistas, o que reforça a ilusão de proximidade.
  • Busca por Propósito e Significado: A falta de um propósito na vida diária pode levar as pessoas a buscar um sentido maior na adoração a uma figura pública, que oferece um conjunto de regras (implícitas ou explícitas) e um senso de comunidade com outros fãs.
  • Comunidade de Fãs (Fandoms): A afiliação a um grupo de fãs (fandom) proporciona um senso de pertencimento e validação social, onde o comportamento idólatra é normalizado e até incentivado. 
Em resumo, a idolatria ocorre quando a admiração saudável por um artista, que serve como referência ou modelo, se transforma em uma fixação obsessiva e irracional que pode comprometer as relações pessoais e a saúde mental do fã

GRANDES MARCAS, GRANDES GRIFES E A POLÍTICA. NADA É NOVO



 

A afirmação de que a NIVEA "patrocinou" a Segunda Guerra Mundial não é precisa, mas a empresa-mãe da marca, a Beiersdorf, teve conexões e colaboração com o regime nazista durante esse período. 


Durante a era nazista na Alemanha (1933-1945), a Beiersdorf, como muitas outras grandes empresas alemãs, operou sob as regras do regime. 
  • Apoio e Colaboração: 
  • Embora não haja evidências de um "patrocínio" direto da guerra em si, a empresa colaborou com o regime de várias formas, o que era comum para as indústrias alemãs da época. Isso pode ter incluído o uso de trabalho forçado (prisioneiros de guerra ou trabalhadores escravizados) e a produção de itens necessários ao esforço de guerra.
  • Contexto Corporativo: 
  • Muitas empresas alemãs, incluindo a Hugo Boss e outras marcas conhecidas, reconheceram posteriormente seu papel na ascensão do nazismo e o uso de trabalho escravo, emitindo pedidos de desculpas e notas de repúdio ao preconceito.
  • Líderes Forçados ao Exílio:
  •  É importante notar que o fundador original da NIVEA, Oskar Troplowitz, era um empresário judeu que havia falecido em 1918. A empresa passou por grandes mudanças de liderança durante a ascensão nazista, com muitos dos seus gestores judeus sendo forçados a deixar a empresa e o país. 
Após a guerra, a Beiersdorf retomou suas operações, e hoje a NIVEA é uma marca global conhecida por seus produtos de cuidado com a pele. A empresa atual tem focado em responsabilidade social e sustentabilidade, distanciando-se de seu passado durante a guerra.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2025

Jesus a alegria dos homens. Johann Sebastian Bach. Iderval Reginaldo Ten...

BRASIL, UM POVOADO DILAPIDADO. EDITORIAL DE FIM DE ANO.

EDITORIAL DE FIM DE ANO. 

BRASIL, UM POVOADO DILAPIDADO. 

Amigos do povoado chamado Brasil, estamos passando por uma das maiores crises deste belo povoado. Crise moral,  financeira e as  das falcatruas  nos três poderes constituídos. 

Contam-se nos dedos  os políticos eleitos  ou representantes do judiciário que mereçam respeito. Todos estão mergulhados na mesma poça de dejetos que liberam eflúvios de péssimas procedências e odores nauseantes.

Do mais simples  ao mais alto posto do poder, o que se enxerga são denúncias mostrando os podres,  o péssimo  caráter, a ausência da ética e o envolvimento em atos espúrios.

Num imbricamento dos três poderes oficiais, com a cumplicidade de mais de 90% da mídia, o quarto poder;  e 90% dos astros que circulam no mundo artístico, o quinto poder; o povoado vergonhosamente vem sendo  dilapidado e depenado.

Juntos vilipendiam e  usufruem do sangue e do suor dos que atuam no setor produtivo, aqueles que pagam impostos para sustentar a nababesca máquina, que como um dragão faminto, comem irresponsavelmente o erário público, o suor dos verdadeiros    donos do povoado e do primeiro poder,   o maltratado, desvalorizado, desviado,  negociado e desrespeitado Sufrágio,  o VOTO.

A classe média não tem mais carne e nem sangue para alimentar os sugadores deste povoado, urge atitudes. A cada dia esta classe desce degraus significativos da pirâmide social com escorchantes tributos.

Tudo apoiado por um batalhão de idólatras e que  muitos também, participam direta ou indiretamente  de todos os tipos de falcatruas.

Idólatras da esquerda e  idólatras  da direita, muitos cegos e  surdos, porém com bocas treinadas para comer, como traças e cupins; e  repetir o que os idolatradores comandam, verdadeiros paus mandados que perderam a personalidade.

Para onde vai este cambaleante e  claudicante amontoado de sofridas vidas, conduzida por gestores do pior caráter? Avós, pais, filhos, esposas  e netos eleitos nas pecuniárias eleições e que   constituem dinastias para sugarem o sangue do povo ininterruptamente. 

O  agravante  é que sai um grupo e entro outro, que  para enganar o povo, ambos  xingam-se de gangues, e explicitamente, com letras maiúsculas mostram o que existe de pior em cada grupo. E o povo ? O povo como marionete e sem visão crítica vota e os conduzem  ao poder. 

Grupos constituídos antes de  adversários ferrenhos,  que após negociações espúrias ocupam os mesmos palanques e aparecem como os paladinos da verdade,  da honestidade e da justiça. 

Fechem os olhos, recuperem a memória e vejam como  se comportam as dinastias  que sugaram e ainda sugam as riquezas deste amontoado de eleitores, hoje pousam como paladinos da democracia.

Acredita-se que este povoado mal conduzido, continuará no fundo do poço do desenvolvimento e do respeito por mais meio século, e longe de ser chamado de   PAÍS.  

É petrolão, mensalão, dólares na cueca de políticos, reais impregnados com dejetos fecais, milhões em apartamentos, relógios de ouro, carros importados, dinheiros nas malas e nas meias, nos armários, lei Rouanet, Bets, primeiras damas nomeadas para tribunais em cargos vitalícios, magistrados desonestos e políticos não eleitos, filhos de senadores e deputados indicados  a cargos vitalícios em diversas repartições públicas.    

Influenciadores, chácaras, filhos ricos sem trabalhar, filhos deputados, filhos senadores, construções de arenas, o rombo do INSS e de bancos com o envolvimento de ministros, do legislativo, do judiciário, todos sem pudor  pelo puder e pela pecúnia. 

Milhões de reais e joias com governadores, respiradores, vacinas, implantes de cabelo com aviões do povoado, viagens diversas, rachadinhas, desvio de verbas de gabinetes com transportes e alimentação forjadas, e outras falcatruas. 

E os Idolatras? Os idólatras cheirando, se lambuzando, comendo as migalhas  e subservientemente  gritando, quero mais, tal qual o Belchior em Populus. 

                        

Populus

Belchior

Coração Selvagem


Populos meu cão
o escravo indiferente que trabalha
e por presente tem migalhas
sobre o chão

populus populus populus meu cão
populus meu cão populus meu cão

Primeiro foi seu pai segundo seu irmão
terceiro agora é ele agora é ele agora é ele

de geração em geração em geração 

E haja idólatras, cabrestos e falta de memória.

Isto só pode ser uma doença viral artificial que carcome os dendritos neuronais.

Salvador, 20 de Dezembro de 2025 

Iderval Reginaldo Tenório


Sufrágio é o direito político fundamental de votar e ser votado, permitindo ao cidadão escolher seus representantes (sufrágio ativo) e ser escolhido (sufrágio passivo) em um sistema democrático.

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YouTube · Alfredo Pessoa · 2 de out. de 2010

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terça-feira, 23 de dezembro de 2025

Deus, o multiverso e os mistérios do além. Iderval Reginaldo Tenório

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Sobre Deus, aqui na terra, nenhum homem sabe mais do que outro.

Os que pensam que sabe,  aprenderam nos livros escritos por outros, que aprenderam com outros e que aprenderam também  com outros... 


Deus é universal, onipotente, onisciente  e onipresente,  é o multiverso. 

Deus é o Céu, a terra, os oceanos e tudo que existe no infinito Multiverso,  é uma força superior.

Deus não castiga, recupera. Não acredite nos que falam o contrário. Deus não tem preferência por analfabetos ou letrados, não  faz distinção de etnias e nem do poder econômico.

Deus criou o mundo e  a vida. Na escola da vida todos os seres humanos são  letrados.

Deus deu ao homem a capacidade de elaborar o melhor para a humanidade,  como também para todas as outras espécies de vidas, animal e vegetal, e a natureza inanimada, muitos ainda não entenderam.  

Deus falou: 

" Ao evoluir encontre a melhor conduta para a humanidade" 


" Cresça e procure construir sociedades mais respeitosas para com todos os homens, os animais não humanos  e  a natureza."

 Todos os homens são iguais, seja exigente com  os gestores, se esforce e seja  disciplinado no que faz "

Deus é atemporal e infinito. Cada Era da Sociedade tem que se adaptar  à contemporaneidade,  sem se esquecer das boas ações do passado. 

A humanidade encontra-se em eterna evolução, o homem é pequeno para entender este mistério. 

Tudo que os mais importantes filósofos, pensadores, padres, pastores e profetas expõem sobre Deus, nada mais é  do que o que  pensam do Criador, são suposições.  

Fique firme nos seus pensamentos, não seja influenciado, nenhum conversou com Deus, como também você não conversou. 

Acredite na ciência, na matemática, na verdadeira  história, na sociologia, na  geografia, na economia, na administração, na medicina e em tudo que a inteligência do homem desenvolva, porém das coisas do além, do infinito, das coisas que nenhum ser humano foi capaz de lá chegar, as coisas de Deus, continua sendo mistérios.

Mantenha em paralelo os seus pensamentos, sem se esquecer do que pensam cada um dos pensadores do passado e do presente, saiba que são humanos, apenas  humanos,  e expõem o que pensam sobre as coisas misteriosas.  

De Deus ninguém sabe de nada, Deus é tudo. 

O homem só conhece  com propriedade, um percentual  daquilo que não tem mistérios, só conhece o que está ao   alcance da ciência e esta só sabe 10%   do globo, 1% do sistema solar,  menos de 0,1% da via láctea, menos de 0,00001% do Universo  e quase nada do Multiverso. 

A esta altura do desenvolvimento, ainda somos um nada.  

Ultimamente se discute muito o clima e as suas mudanças, veja que esquecem as fases da terra, as eras geológicas Pré-Cambriana, Paleozoica, Mesozoica e Cenozoica, das eras glaciais, também conhecidas como glaciações ou períodos de gelo, períodos de longa duração caracterizados por temperaturas mais frias e pela expansão de geleiras e mantos de geloA Terra tem passado por estes períodos em intervalos, com a fase atual sendo um período interglacial.  os fenômenos da natureza que nunca param, acontecem cotidianamente e  vem modificado tudo aqui na terra, isto acontece a bilhões de anos . Quando se fala de clima, fala-se de um corte da natureza, um período de 1000 ANOS, que para a origem do sol (5bilhões de anos), é um nada.

Do mar, dos céus, da terra e  de todas as espécies, vegetais e animais que vivem no mundo, inclusive a  humana, com toda a tecnologia e conhecimento,  o homem conhece menos de 10% . 

Fruto dos grandes  cientistas de todos os tempos.

 

Idervcal Reginaldo Tenório 

segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

Joseph Schumpeter (Áustria/EUA): Famoso por suas teorias sobre inovação e "destruição criativa"

 Joseph Schumpeter (Áustria/EUA): Famoso por suas teorias sobre inovação e "destruição criativa"

 

 

 

 

 

Desenvolvimento por meio da inovação

Schumpeter e a inovação para gerar desenvolvimento

Joseph Schumpeter é conhecido por suas contribuições teóricas para a ciência econômica contemporânea. 

Por mencionar em seus trabalhos a inovação como meio para alcançar o desenvolvimento econômico, o autor é também amplamente citado quando o assunto é inovação e empreendedorismo.


Joseph Alois Schumpeter foi um dos mais importantes economistas do início do século XX. 

Nascido em 1883 no Império Austro-Húngaro, ingressou na faculdade de direito na Universidade de Viena em 1901. Após isso, começou a lecionar antropologia na universidade de Czernovitz (onde hoje é a Ucrânia) até 1911, quando se mudou para Graz e permaneceu durante toda a primeira guerra mundial. 

Em 1919 assumiu o cargo de ministro das finanças da República Austríaca, onde permaneceu por pouco tempo. Em seguida, tornou-se presidente de um banco privado, o Bidermann Bank, que veio a falir em 1924. Assim, essa desastrosa passagem pelo setor privado custou a Schumpeter toda sua fortuna. Posteriormente, voltou a lecionar em Bonn, na Alemanha, entre 1925 e 1932.

Com o fortalecimento do nazismo, Joseph Schumpeter decide deixar a Europa, transferindo-se em 1932 para os Estados Unidos. Assim, naquele mesmo ano, assumiu a docência na universidade de Harvard, em Cambridge, estado de Massachusetts. 

Em 1933 ele fundou a Sociedade Econométrica, encorajando uma série de economistas matemáticos – apesar de Schumpeter não ser matemático, ele defendia a existência da integração entre a matemática e a sociologia para melhor entendimento das teorias econômicas. Joseph permaneceu como cidadão de Cambridge até o dia de sua morte em janeiro de 1950.

Contribuições teóricas para inovação

Schumpeter em suas obras descreve que as inovações são fatores preponderantes para a alteração no estado de equilíbrio de uma economia. Assim, é descrito que uma inovação não necessariamente deve ser radical, podendo ser apenas alteração nos arranjos comerciais. 

Toda introdução de inovação no sistema econômico é chamado por Schumpeter de “ato empreendedor”: Uma nova matéria-prima, uma introdução de um novo produto no mercado, um novo modo de produção, um novo modo de comercialização de bens e serviços ou até uma quebra de monopólio. Assim, essas são ações realizadas pelo “empresário empreendedor”, visando a obtenção de “lucros extraordinários”. O chamado lucro extraordinário é o que o autor descreve não como a simples remuneração sobre o capital investido, mas o rendimento acima da média do mercado.


O autor descreve três condições a serem cumpridas para a inovação:

  • Em determinado período temporal, deverão existir possibilidades mais distintas ou vantajosas do ponto de vista econômico do privado. Seja na indústria como um todo ou em algum de seus segmentos.
  • Que exista acesso limitado a essas possibilidades. Essas limitações podem estar associadas a qualificações pessoais necessárias ou fatores externos.
  • A situação econômica deve permitir cálculo de custos e planejamento confiável. Assim, a situação apresentada deverá demonstrar uma situação de equilíbrio econômico.

Além disso, Schumpeter reiteradamente enaltecia os empreendedores como os pivôs do sistema econômico. Pois são eles os agentes da inovação e da “destruição criativa”. A destruição criativa é um conceito no qual o autor descrevia uma mudança no perfil econômico, onde os empreendimentos inovadores destruíam empresas e modelos de negócios antigos e ultrapassados.

Em 1992, os economistas Phillipe Aghion e Peter Howitt publicaram um artigo chamado A Model of Growth Through Creative Destruction (Um modelo de crescimento através da destruição criativa, em tradução livre). Assim, partindo das ideias de Joseph Schumpeter, formularam uma versão formal da teoria da destruição criativa. Descrevendo uma forma de competição por meio de inovações que permitiriam ao empreendedor o estabelecimento de monopólio em detrimento do monopólio anterior estabelecido no setor específico.


Entre as obras mais famosas do autor, estão:

  • A natureza e a essência da economia política (1908)
  • Teoria do desenvolvimento econômico (1911)
  • Ciclos econômicos (1939)
  • História da análise econômica (1954, publicação póstuma)

 

domingo, 21 de dezembro de 2025

Faleceu o Professor Luiz Erlon Araújo Rodrigues.


 Faleceu nessa data, aos 86 anos , o Professor Luiz Erlon Araújo Rodrigues. 21 DE DEZEMBRO DE 2025

Nascido em Itabuna, Erlon tornou-se médico pela UFBA em 1965 e, no ano seguinte, ingressou na carreira docente, atuando  como professor de Bioquímica médica de várias gerações, na UFBA e na Escola Baiana de Medicina. 

Tornou-se Assistente Estrangeiro da Faculdade de Medicina de Paris e Especialista em Enzimologia pela Universidade da California Los Angeles (UCLA) e Doutor em Patologia pela UFBA. 

Realizou alguns estágios pós doutorais na Universidade de Paris XII (Créteil), Paris XIII (Nanterre) e Bobigny, na França. Foi diretor do Instituto de Ciências da Saúde (1988-1992) onde exercia profícua atividade de pesquisa e orientou dezenas de alunos desde os primórdios da pós-graduação na UFBA. Em 1994, foi co-fundador da empresa BIOKITS de desenvolvimento de kits de análises laboratoriais, sediada em Contagem-MG.

Erlon era membro da Academia de Medicina da Bahia, Academia Bahiana de Educação e Academia de Letras Rotáricas. Em sua carreira, publicou dezenas de artigos científicos além dos livros: Anti-inflamatórios não esteróides (EDUFBA, 1988); Prostaglandinas, Tromboxanas, Leucotrienos e Lipoxinas-Aspectos Bioquímicos e Médicos, (Ed. ATHENEU, 1992); Enzimologia Clínica, (Ed. REVINTER, 2001);  Vitaminas, Verdades e Mitos (Ed. BELO HORIZONTE, 2005); Lipídios - Aspectos Bioquímicos e Médicos (EDUFBA, 2006), além do icônico livro “Pano de Fuxico”, com memórias autobiográficas de sua infância em Itabuna e Pau Brasil.

Erlon deixa esposa, Maria de Fátima Dias Costa e filhos (Erlon, Lana, Marla, Clara e Marina), ela docente e eles ex-alunos da UFBA, além de uma legião de amigos e ex-alunos que muito guardarão de sua marcante memória, dentre as quais, o bordão “na ciência, fora da Bioquímica, não há salvação”!