sábado, 18 de abril de 2026

Mãe . Por Mário Quintana, Agenor dos Santos e Natanael Vieira dos Santos

 

MÃE, ESSA DOCE GUERREIRA  

Agenor Santos

"Nessa data mais que especial – o 2º. domingo de maio – cada filho ou filha tem o dever e a responsabilidade de homenagear com entusiasmo e todo o carinho, esse encanto de pessoa que é a sua MÃE! Esse ser fantástico não precisa estar presente fisicamente para dizer que está ao lado dos filhos, porque, onde estiverem, espiritualmente, ela irá acompanhá-los e protegê-los. A cada passo o seu pensamento estará sempre junto. São vidas que foram geradas no íntimo do seu corpo e representam sangue do seu sangue. Ou seja, isso tem um significado extraordinário de difícil alcance em todos os sentidos, e a ilustração acima diz tudo!

Incansável, amorosa, paciente, batalhadora, insubstituível no seu amor maternal, vencedora e heroína nas grandes batalhas pela sobrevivência. Sempre presente e enérgica nas lutas pela defesa da sua prole; inigualável na expressão do que seja sensibilidade; exemplo do mais puro amor; rainha e administradora do lar; e o seu nome é trabalho! E aqui podemos acrescentar: dedicação 24 horas todos os dias da sua vida desde a geração do seu filho.

Autor: Adm. Agenor Santos, Pós-Graduação Lato Sensu em Controle, Monitoramento e Avaliação no Setor Público – Salvador - BA.


Mãe

Mário Quintana

Mãe... São três letras apenas
As desse nome bendito;
Também o céu tem três letras
E nelas cabe o infinito.

Para louvar nossa mãe,
Todo o bem que se disser
Nunca há de ser tão grande
Como o bem que ela nos quer.

Palavra tão pequenina,
Bem sabem os lábios meus
Que és do tamanho do céu
E apenas menor que Deus!

Mário Quintana

Jornalista, poeta, escritor e tradutor gaúcho

Nasceu em 1906, cidade de   Alegrete, RS

Faleceu em 1994,   Porto Alegre-RS


O amigo Natanael Vieira dos Santos, colega de Infância fez esta importante observação.

O Pedro Bandeira de  Caldas, foi e continua sendo o maior poeta, repentista e violeiro do Juazeiro norte . É paraibano , um  do mais cearense dos cearenses. Inspirado no espírito do poema "Mãe", de Mário Quintana, e recordando o poeta popular Pedro Bandeira — a quem um dia ouvi recitar sobre o mesmo tema.

 Ao meu amigo Iderval Reginaldo Tenório, eu diria:  


Mãe 


Três letras tão só,

num nome de fé,

mas que move o sol

e embala a maré.


Três letras tão nuas,

que vestem calor,

nos dias de luas,

nos tempos de dor.


Três letras que acalmam

o ser mais febril,

que os medos embalsam

com toque sutil.


Três letras, um céu

sem ponto final:

o amor mais fiel,

divino e total.


E eu, que a perdi,

no tempo infeliz,

guardo o que ela foi

no gesto e na raiz.


Mas foi no olhar

da esposa querida,

que aprendi amar

a essência da vida.


De seu ventre, vieram

três dons a brilhar,

três filhos que deram

razão pra amar.


Mãe já não possuo,

mas Deus me ensinou:

no amor que renovo,

a saudade ficou.


Natanael Vieira dos Santos

Jurista em São Paulo, Especialista em direito tributário e  Direito Previdenciário.

Administrador de Empresas e Ciência Contábeis

Escritor, poeta e palestrante. 

Mora em São Paulo desde 1976 

Nasceu em 1952 na cidade do Cedro-Ceará



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