MÃE, ESSA DOCE GUERREIRA
Agenor Santos
"Nessa data mais que especial – o 2º. domingo de maio – cada filho ou filha tem o dever e a responsabilidade de homenagear com entusiasmo e todo o carinho, esse encanto de pessoa que é a sua MÃE! Esse ser fantástico não precisa estar presente fisicamente para dizer que está ao lado dos filhos, porque, onde estiverem, espiritualmente, ela irá acompanhá-los e protegê-los. A cada passo o seu pensamento estará sempre junto. São vidas que foram geradas no íntimo do seu corpo e representam sangue do seu sangue. Ou seja, isso tem um significado extraordinário de difícil alcance em todos os sentidos, e a ilustração acima diz tudo!
Incansável, amorosa, paciente, batalhadora, insubstituível no seu amor maternal, vencedora e heroína nas grandes batalhas pela sobrevivência. Sempre presente e enérgica nas lutas pela defesa da sua prole; inigualável na expressão do que seja sensibilidade; exemplo do mais puro amor; rainha e administradora do lar; e o seu nome é trabalho! E aqui podemos acrescentar: dedicação 24 horas todos os dias da sua vida desde a geração do seu filho.
Autor: Adm. Agenor Santos, Pós-Graduação Lato Sensu em Controle, Monitoramento e Avaliação no Setor Público – Salvador - BA.
Mário Quintana
Jornalista, poeta, escritor e tradutor gaúcho
Nasceu em 1906, cidade de Alegrete, RS
Faleceu em 1994, Porto Alegre-RS
O amigo Natanael Vieira dos Santos, colega de Infância fez esta importante observação.
O Pedro Bandeira de Caldas, foi e continua sendo o maior poeta, repentista e violeiro do Juazeiro norte . É paraibano , um do mais cearense dos cearenses. Inspirado no espírito do poema "Mãe", de Mário Quintana, e recordando o poeta popular Pedro Bandeira — a quem um dia ouvi recitar sobre o mesmo tema.
Ao meu amigo Iderval Reginaldo Tenório, eu diria:
Mãe
Três letras tão só,
num nome de fé,
mas que move o sol
e embala a maré.
Três letras tão nuas,
que vestem calor,
nos dias de luas,
nos tempos de dor.
Três letras que acalmam
o ser mais febril,
que os medos embalsam
com toque sutil.
Três letras, um céu
sem ponto final:
o amor mais fiel,
divino e total.
E eu, que a perdi,
no tempo infeliz,
guardo o que ela foi
no gesto e na raiz.
Mas foi no olhar
da esposa querida,
que aprendi amar
a essência da vida.
De seu ventre, vieram
três dons a brilhar,
três filhos que deram
razão pra amar.
Mãe já não possuo,
mas Deus me ensinou:
no amor que renovo,
a saudade ficou.
Natanael Vieira dos Santos
Jurista em São Paulo, Especialista em direito tributário e Direito Previdenciário.
Administrador de Empresas e Ciência Contábeis
Escritor, poeta e palestrante.
Mora em São Paulo desde 1976
Nasceu em 1952 na cidade do Cedro-Ceará
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