terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Expedir documento sem ter praticado o ato e usar formulários institucionais .

 



Pelo artigo 80 do Código de Ética Médica vigente:
“É vedado ao médico expedir documento sem ter praticado ato profissional que o justifique”(…)
…e pelo artigo 82 também “é vedado ao médico usar formulários institucionais para atestar, prescrever e solicitar exames ou procedimentos fora da instituição a que pertençam tais formulários.”
O ato de transcrição entre médicos não existe na prática profissional, já que a responsabilidade médica é sempre pessoal e não pode ser presumida.
Além disso, todo ato médico deve ser devidamente registrado em prontuário.
Sei que o constrangimento da negativa é enorme.
Muito mais aflitivo é assistir o médico responder um processo ético profissional pela prática da caridade.
Diga que o Conselho não permite e procure ajudar o solicitante de outra maneira.

Dra. Maira Dantas



segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

A IDOLATRIA POLÍTICA.

 


Nenhuma descrição de foto disponível. 

A IDOLATRIA POLÍTICA.

Em pleno século XXI é comum enontrar pessoas que idolatram os seus  "líderes", tanto nas igrejas, no mundo artístico, midiático ou  na política. 

Enfatizo que um homem de respeito, consciente e alforriado jamais deveria idolatrar outro homem, uma vez que   significa subserviência, o uso do cabresto e a anulação da personalidade. 

A idolatria política é a mais perigosa e a mais deletadas,  pois mexe no consciente e  inconsciente dos  idólatras, anula a identidade,    o  raciocínio lógico, deteriora a  massa   cinzenta, desativa a cidadania, os transformando em coisas.

O  político  não tem  preocupações  com os  seus idólatras,   interessa-se  nos  votos e na capacidade de repetir, divulgar e pulverizar as  suas intenções. Possui  vários tipos de cabrestos e os usa de acordo com o nível social, cultural, político e econômico do idólatra. Existe um manual para  cada nível e segue letra por letra os conhecimentos do russo  Ivan Pavlov.  "O REFFLEXO PAVLOV" de 1890 a 1900, pelo qual recebeu o prêmio Nobel  de Medicina e Fisiologia em 1904.

No  Brasil a idolatria virou epidemia. Os  contaminados  desejam até a morte aos seus  pseudos  adversários.  

A idolatria política torna a presa( o idólatra) um analfabeto funcional, um cérebro danificado e  eterno repetidor.  Como uma impressora  captam, não analisam e repetem sem o crivo da  crítica.  

Estas alterações configuram uma patologia  psíquica, que   leva ao ódio, ao desentendimento social,  a agressões verbais  ou físicas. 

Existem relatos que na cabeça de um idólatra, os sentimentos de matança e a vontade de executá-las são frequentes, configurando o ódio  como  uma doença comprovada pela ciência. 

É comum ouvir de um idólatra, independente do nível social, cultural ou político, o desejo e a vontade de eliminar todos os adversários dos seus "líderes".

Idólatras detonam  navios, aviões, igrejas, teatros, escolas e encontros sociais, desentendem-se com amigos e familiares. Fecham o cérebro e executam  o programado pela cúpula sem contestação. 

Um idólatra é uma arma perigosa,  trabalha sem pestanejar a favor do seu idolatrador.   É uma arma deletéria para a sociedade, é substituída quando falha e atua com  medo, é eivada de ódio  e rodeada de falsos pares, na política são cognominados de traíras.

           A idolatria política é uma   doença. 

Principais sintomas: O ódio, a amnésia, a  falta de fundamentação,  a ausência  do crivo crítico, da personalidade própria, a certeza que é o dono da verdade   e a subserviência extrema.

 Salvador, 23 de Fevereiro de 2026

  Iderval Reginaldo Tenório

A encefalopatia traumática . Frequente no boxe e no futebol, notadamente no Americano.

 

Morre o boxeador Maguila: o que é a encefalopatia traumática crônica, que acometia o ex-atleta

Maguila mais jovem, erguendo os braços com luva de boxe

Crédito,Divulgação

Legenda da foto,Maguila acumulou títulos brasileiros e sul-americanos, além de um mundial
    • Author,André Biernath
    • Role,Da BBC News Brasil em Londres
  • Tempo de leitura: 4 min

O ex-pugilista José Adilson Rodrigues dos Santos, o Maguila, morreu aos 66 anos, segundo informou a família dele nesta quinta-feira (24/10).

Nascido em Aracaju (SE), Maguila conquistou no boxe vários títulos brasileiros, sul-americanos e também um mundial, na categoria peso-pesado pela Federação Mundial de Boxe, em 1995.

O ex-atleta vivia há anos com a encefalopatia traumática crônica — também conhecida como "demência pugilística", embora este termo esteja em desuso.

Em entrevista à TV Record, a viúva de Maguila, Irani Pinheiro, disse que ele conviveu por 18 anos com a condição e, no último mês, foi descoberto um nódulo no pulmão do pugilista. Entretanto, não foi possível fazer uma biópsia no nódulo.

A encefalopatia traumática crônica afeta pessoas que sofreram pancadas repetidas na cabeça ao longo da vida — como os boxeadores e jogadores de futebol.

Mas, afinal, o que é a encefalopatia traumática crônica? E quais são os meios de evitar esse problema?

Maguila com olhar sério, sentado perto de piscina

Crédito,Divulgação

Legenda da foto,O ex-pugilista em foto mais recente; ele morreu aos 66 anos

A questão está na frequência

A médica Roberta Diehl Rodriguez, do Departamento de Neurologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), explica que essa doença passou a ser estudada mais a fundo recentemente, há cerca de 15 anos.

"E nós só conseguimos fazer o diagnóstico definitivo da encefalopatia traumática crônica depois que o indivíduo morre, por meio da análise do cérebro", disse à BBC News Brasil em 2022.

Fim do Whatsapp!

Pelo que se sabe até o momento, o quadro pode se manifestar de diferentes maneiras.

Alguns apresentam sintomas parecidos ao do Alzheimer, como perda de memória e dificuldades para completar o raciocínio.

Em outros, porém, os incômodos se aproximam mais de quadros psiquiátricos, como o transtorno bipolar, em que ocorrem alterações de humor.

Há também casos descritos em que o paciente desenvolveu vícios fortes em apostas, álcool ou outras drogas.

"Os estudos mais recentes também nos mostram que, mais importante do que a quantidade ou a força das pancadas, um aspecto fundamental da doença é o intervalo entre os traumas", informa Rodriguez.

Ou seja: se o indivíduo tem um choque de cabeça e, poucos dias depois, passa por um acidente parecido, isso representaria um sinal de alerta maior.

Possivelmente, pancadas tão próximas não dão tempo de o cérebro se recuperar bem daquele primeiro impacto, o que piora ainda mais os efeitos que isso tem ao longo da vida.

Três jogadores de futebol colidindo em disputa por bola

Crédito,Getty Images

Legenda da foto,



Cruzamentos e bolas aéreas no futebol fazem com que as batidas de crânio sejam frequentes

É por isso, aliás, que atletas de algumas modalidades são mais propensos a sofrer com a tal da encefalopatia traumática crônica: a própria natureza da profissão os predispõe a levar pancadas no crânio.

Os primeiros dessa lista são os lutadores, já que a meta desse esporte está justamente em acertar a cabeça do adversário com socos e chutes — por isso o antigo termo "demência pugilística".

Grandes nomes do boxe, como Muhammad Ali e Éder Jofre, por exemplo, apresentaram problemas neurológicos no final da vida.

Jogadores de rúgbi e futebol americano também são mais propensos a desenvolver o problema, já que esses esportes são marcados por muitos choques e encontrões.

Por fim, os profissionais do futebol completam o grupo. Como cruzamentos e bolas aéreas são um recurso importante do esporte, as batidas de crânio são frequentes.

Cérebro em desalinho

Mas o que acontece na cabeça logo após a pancada?

Para entender esse mecanismo, é preciso conhecer antes uma proteína chamada TAU.

"Ela ajuda a manter a estrutura dos neurônios e auxilia no transporte de nutrientes entre uma célula e outra", resume Rodriguez.

Só que as pancadas repetidas parecem alterar um pouco desse balanço neuronal.

Quando ocorre o choque de cabeça, essa proteína se rompe e ocorre uma inflamação.

E aí entra o aspecto crônico das batidas.

"Se outra pancada acontece logo depois, o cérebro não consegue se recuperar da primeira e aquela proteína começa a se depositar ali", diz a neurologista.

"Com o passar do tempo, esses agregados anormais de proteína TAU começam a prejudicar a passagem de informações e nutrientes nos neurônios", complementa.

E isso, ao longo de várias décadas, pode culminar em grandes dificuldades para o funcionamento adequado do cérebro.

Vale mencionar que esses mesmos emaranhados de proteína TAU são observados em outras enfermidades neurológicas, como o próprio Alzheimer.

Na encefalopatia traumática crônica, porém, é possível identificar um fator que está por trás do acúmulo dessa substância: as pancadas repetidas na cabeça.

Rodriguez conta que a USP possui um grande banco de cérebros, que são conservados para pesquisas científicas.

"Num estudo, eu avaliei 1.157 desses órgãos que pertenceram a pessoas que não tinham um histórico de atleta profissional."

"Desses, só encontramos a encefalopatia traumática crônica em sete homens", continua.

"Depois, consegui conversar com a família de um deles e descobri que o indivíduo era goleiro de um time amador, pelo qual disputava jogos no final de semana", revela.

*Esse texto usou como base uma matéria de 2022 da BBC News Brasil sobre a encefalopatia traumática crônica e foi atualizada com o contexto atua

Faculdade de Medicina da Bahia- do Terreiro de Jesus.

 

                               Conta milionária: reforma da Faculdade de Medicina da Bahia pode chegar a  R$ 100 milhões | Jornal Correio 

.

LUCAS TENÓRIO  e    IDERVAL TENÓRIO  

ENTREGA DO DIPLOMA E CARTEIRA DE MÉDICO NO CREMEB.            .

 Nenhuma descrição de foto disponível.           

 Nenhuma descrição de foto disponível.

 

Amigos da Faculdade de Medicina da Bahia- do Terreiro de Jesus.

A estrutura da Escola já  é um patrimonio tombado, não é  mais apenas dos médicos e da medicina, é da humanidade. É atrelada aos proprietários institucionais(UFBA), do Governo,  do HIFAN e de toda a população brasileira.

A população brasileira tem que entender que a construção em si, o IMÓVEL, é propriedade da HISTÓRIA DO BRASIL e necessita  urgentemente  de uma intervenção, para ontem.

Na França, o MACRON e todas as autoridades francesas, arregaçaram as mangas e foram a campo. Eles mostraram que a Catedral não era da Igreja, era patrimônio da humanidade.

A Catedral de Notre Dame  é propriedade do Estado francês (governo da França), e não da Igreja Católica.

Devido às leis de separação entre Igreja e Estado de 1905, o governo é dono de todas as igrejas construídas antes dessa data, concedendo à Arquidiocese de Paris a permissão gratuita para seu uso, culto e administração interna.

Qual  a solução para a Faculdade de Medicina da Bahia da UFBA, um Patrimônio Federal. Hoje Memorial da Medicina Brasileira.

Os governos Municipais, Estaduais e Federal, as grande Estatais, as Sociedades de Classes e a Sociedade Civil  organizada devem  unir  as  mãos, desencadearem dentro da LEI uma campanha nacional de cunho governamental.

Basta lembrar ao Governo que  FMB não  é  dos médicos, é  do povo e da Nação.   É a  primeira Faculdade  do Brasil e a célula Mater da Medicina Brasileira.  Hoje não é mais FMB e sim Memorial da Medicina Brasileira.

A recuperação é um ato estatal, do poder público,  um ato de consciência e responsabilidade de todos os brasileiros.

O que precisa é desta conscientização legal.  Uma vez consagrada pelas autoridadaes brasileiras,  teremos a FMB, a primeira do Brasil, com amplas possibilidades de restauração.

                                Salvador, 23 de Fevereiro de 2026

Iderval Reginaldo Tenório

CREMEB 7038

 

 

.

 

.

Conta milionária: reforma da Faculdade de Medicina da Bahia pode chegar a  R$ 100 milhões | Jornal Correio