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domingo, 31 de maio de 2026

CIBORGUE Uma nova civilização, o futuro da humanidade


                                                                                    

                        Uma nova civilização, o futuro da humanidade

                       CAPÍTULO I
 A  civilização em metamorfose  caminha para um novo e seleto mundo.  Mergulhará na fase avançada da física quântica, das terras raras, eletrônica, nanométrica, da neurociência, da biologia molecular, do silício e da cibernética, é a realidade da  Inteligência Artificial.


No decorrer dos anos,  os humanos que prosperarem serão cibernéticos, artificiais, swerão ciborgues. A divisão  social será profunda, seletiva, poucas classes sociais  e o distanciamento entre elas  será abissal. 


Uma cúpula, bem servida, no comando, uma caldeira para os ajudantes,  cirurgicamente escolhidos,  e uma   massa constituída de mais de 95% da população,  será o início de uma nova civilização.  

A distribuição da  ração será de acordo com o degrau que ocupe, o ir e vir totalmente monitorado,  cada indivíduo receberá um  chip de identificação, este será o modus operandi da  próxima civilização. Cada ser terá um cadastro eletrônico que o localizará via satélite.


Os ditames invisíveis, oriundos do imaginário humano,   serão gravados na mente de silício de cada ser   e ciberneticamente  dirigidos por  um  líder  assessorado  por coordenadores  oriundos da caldeira intermediária, todos  programados unicamente para esta função. 


Os bens serão  da cúpula,  às massas  apenas o usufruto e    sem nenhuma autonomia. Os líderes da economia e das tecnologias, juntos ao Estado, também dominados, serão   os senhores de tudo e de todos. Como num formigueiro, cupinzeiro e enxame de abelha, todos trabalharão para salvar as suas rainhas, tudo pelo pão.  

 

O homem comum deixará de ser o cérebro e passará a ser um chip.  A depender da sua importância hierárquica,  receberá uma carga de informações, será um Hardware, uma coisa, está nesta propriedade, o rápido desenvolvimento da internet das coisas. Apenas a cúpula será um hibrido, homem cérebro-ciborgue


Existirão os pensadores, transportadores, coordenadores       e abaixo, aqueles que  mecanicamente executarão as tarefas.  Estes  serão providos de   poucos  bytes, o  suficiente para uma única  função, este protótipo  será o embrião para as próximas civilizações que a cada ano durarão menos.

Nestas novas civilizações, os laços familiares e de amizades sucumbirão, serão alimentados os laços por afinidades, funções e da zona  coberta pelas   ondas que os conectam,  tais quais  os smartfones da atualidade.
 
 
                                    CAPÍTULO II 

O mundo funcionará como uma grande torre comercial,  com milhares de aposentos e sem intercomunicação material. A comunicação será  eletronica  por grandes antenas, monitoradas pelos  elementos da caldeira intermediaria  e  estes com a cúpula  central .
 
O tempo de vida dependerá do desempenho  peça implantada. No decorrer dos tempos,  os homens vão se transformando em máquinas inorgânicas, cada uma   programada da fecundação artificial  até  a morte,   perpassando  por todas as fases no  decorrer  da evolução. 


Imagina-se, literalmente, na imortalidade do homem nas civilizações  futuras. Alguns  serão descartáveis, vai depender das  qualidades técnicas e dos custos para a recuperação da capacidade laborativa. Serão projetados nanometricamente por  uma genética seletiva e  reforçada, à prova d'água, sol e irradiações radioativas. No decorrer da vida, as peças serão substituídas por materiais  homogêneos, resistentes e puros, muitas vezes mais resistentes do que as originais.



                                                        CAPITULO III

Os homens, aos poucos vão se modificando, chegando à velhice totalmente irreconhecíveis  pelas mudanças sofridas durante a   vida, mudarão os olhos, pernas, braços, coração, enfim,  todos os órgãos, inclusive o cérebro, que é um chip. Tudo vai depender de suas funções, não sendo compensatório, o melhor é descartá-los.

Nesta época, o encéfalo comandado por um chip,   será apenas um  gerente, um coordenador  para processar  as  informações recebidas pelos satélites a 36 mil quilômetros de distancia.  Lembre-se que  o ser humano será apenas um chip, as demais peças serão acessórios para a execução das suas tarefas, tudo dependerá do degrau que ocupe e de quantos bytes possuírem.


Hoje já se desenha este homem modificado, quantos utilizam óculos , lentes intraoculares, chip conectado ao nervo ótico e ao aparelho   auditivos? quantos usam  dentes, ossos cranianos, orelhas e narizes artificiais? stents, válvulas cerebrais e cardíacas?  próteses esofágicas,  biliares e pancreáticas? braços, mãos, pernas e pés? pele, cabelos e fâneros de uma maneira em geral?


 Quantos comandam os movimentos, a fala e a escuta  através do olhar e do pensamento diante de uma tela? tudo conectado por programas computadorizados ou   por aplicativos, com ou sem fios? Estes super-homens já são ciborgues, são  os protótipos da futura humanidade.


A ciência mostra que do homem só se conhece 5%, do cérebro  menos ainda, muitos serão os estudos  a serem realizados a respeito do  homem, este desconhecido.  O  grande  passo foi o projeto genoma iniciado em 1990. 
 
                                         CAPÍTULO IV 


Hoje nos Estados Unidos, Rússia, China, Israel,  Japão e  na União  Europeia existem  múltiplas frentes em execução no estudo do homem, este hardware,  para que seja desenvolvido o software  adequado a cada  ser e a cada classe social.
 
Serão investidos  nesta década mais 250 bilhões de dólares para o conhecimento do cérebro artificial e as suas funções.


Serão  os próximos  passos para o homem entrar de vez no futuro e entender parte deste misterioso Universo. Segundo os estudiosos, os da ciência da evolução, ainda estamos na primeira fase do desenvolvimento humano, ainda somos primários.
 
 Um dia, os chips se comunicarão com outros chips, tais quais  os computadores, os smartfones e todas as centrais, chamadas de nuvens. Nesta época os ciborgues e a inteligência artificial, que estarão em todos os aparelhos, decidirão por muitas coisas aqui na terra, pois no mundo atual, a ciência e a mente foram alforriadas das amarras religiosas, crenças,  conservadorismo tacanho e da  ignorância arcaica das civilizações anteriores.


Será o fim desta e o início de uma nova civilização. Sem estas propriedades  os homens jamais poderão conquistar o minúsculo  sistema solar. Imagine a galáxia Via Láctea e outras do pequeno Universo, sem falar no  desconhecido e hipotético Multiverso.


20 de maio de 2026


Iderval Reginaldo Tenório

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