A IDOLATRIA POLÍTICA.
Em pleno século XXI é comum enontrar pessoas que idolatram os seus "líderes", tanto nas igrejas, no mundo artístico, midiático ou na política.
Enfatizo que um homem de respeito, consciente e alforriado jamais deveria idolatrar outro homem, uma vez que significa subserviência, o uso do cabresto e a anulação da personalidade.
A idolatria política é a mais perigosa e a mais deletadas, pois mexe no consciente e inconsciente dos idólatras, anula a identidade, o raciocínio lógico, deteriora a massa cinzenta, desativa a cidadania, os transformando em coisas.
O político não tem preocupações com os seus idólatras, interessa-se nos votos e na capacidade de repetir, divulgar e pulverizar as suas intenções. Possui vários tipos de cabrestos e os usa de acordo com o nível social, cultural, político e econômico do idólatra. Existe um manual para cada nível e segue letra por letra os conhecimentos do russo Ivan Pavlov. "O REFFLEXO PAVLOV" de 1890 a 1900, pelo qual recebeu o prêmio Nobel de Medicina e Fisiologia em 1904.
No Brasil a idolatria virou epidemia. Os contaminados desejam até a morte aos seus pseudos adversários.
A idolatria política torna a presa( o idólatra) um analfabeto funcional, um cérebro danificado e eterno repetidor. Como uma impressora captam, não analisam e repetem sem o crivo da crítica.
Estas alterações configuram uma patologia psíquica, que leva ao ódio, ao desentendimento social, a agressões verbais ou físicas.
Existem relatos que na cabeça de um idólatra, os sentimentos de matança e a vontade de executá-las são frequentes, configurando o ódio como uma doença comprovada pela ciência.
É comum ouvir de um idólatra, independente do nível social, cultural ou político, o desejo e a vontade de eliminar todos os adversários dos seus "líderes".
Idólatras detonam navios, aviões, igrejas, teatros, escolas e encontros sociais, desentendem-se com amigos e familiares. Fecham o cérebro e executam o programado pela cúpula sem contestação.
Um idólatra é uma arma perigosa, trabalha sem pestanejar a favor do seu idolatrador. É uma arma deletéria para a sociedade, é substituída quando falha e atua com medo, é eivada de ódio e rodeada de falsos pares, na política são cognominados de traíras.
A idolatria política é uma doença.
Principais sintomas: O ódio, a amnésia, a falta de fundamentação, a ausência do crivo crítico, da personalidade própria, a certeza que é o dono da verdade e a subserviência extrema.
Salvador, 23 de Fevereiro de 2026
Iderval Reginaldo Tenório
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