domingo, 22 de abril de 2012

Morre um líder no Ceará. Dr Odilio Camilo,médico, um grande homem em Juazeiro do Norte

FOI DOIS ANOS ATRÁS.

HOMENAGEM AO MEU CUNHADO E AMIGO ,  TAL QUAL UM IRMÃO ODÍLIO CAMILO 

Odilio Camilo



O Brasil, o Ceará, o Juazeiro do Norte , a familia Tenório Camilo choram a morte de um dos seus baluartes, o Dr Odilio Camilo da Silva, grande homem, grande filho, excelente esposo, o verdadeiro cunhado e primo,um dos maiores e bem preparados médicos do Brasil. 
Morre aos 74 anos de idade , morte súbita .

Homem probo, amigo, desprendido do mundo pecuniário, pregador eterno da paz,da benevolência e da beneficência. Perde o Brasil , perde a família, perde mais a sofrida população Juazeirense que tinha no Dr Odilio Camilo um dos seus servidores mais dedicado e assíduo.
Odilio Camilo , uma das maiores inteligências que conheci, Odilio Camilo exemplo mor para toda uma classe profissional, Odilio Camilo da Silva sinônimo de bondade, sabedoria e compaixão, o Brasil perde um grande líder.

Nesta fotografia ao lado da esposa, sorriso aberto, rodeado pelos filhos, netos,genros e noras,vestimenta azul da cor do céu.
Deixa a esposa Sra.Rosália Tenório Camilo(minha irmã), dois filhos engenheiros (Dr Claudio Tenório Camilo e o Dr Cássio Tenório Camilo) e duas médicas(Dra Vanusa Tenório Camilo e Dra Valéria Tenório Camilo) , dois netos e quatro netas.

                                              Eu , Iderval Reginaldo Tenório estou de luto.

sábado, 21 de abril de 2012

O Nordestino nato ainda tem alma



                                       O  nordeste sem alma

A descaracterização do nordeste brasileiro com as grandes metrópoles e regiões metropolitanas







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 O Verdadeiro Nordestino tem alma


Ao se deparar com um citadino ,o sujeito oriundo do campo,da roça,dos rincões,do interior do nordeste brasileiro  é  logo surpreendido com a célebre pergunta:de onde o senhor  vem?qual o seu interior? é do sertão?  ,fica sempre uma interrogação esperando por uma humilde resposta ,humilde por que a origem nordestina é humilde,é pobre,é arcaica,é tradicional,é sertaneja,é tabaroa,é capiau,é seiscentista,é feia,é agreste,é autêntica,é original,é forte, é o puro nordeste,é a pedra de sal,é o 19 de março,é o empoeirado,é a família cinza,é a caatinga,é a seriedade,é a religiosidade, é a honra,é a vergonha,é a beleza,é o  respeito e a realidade.

O nordestino continua o seu diálogo informando qual a região que nasceu,que se criou e declina o nome do município ao qual foi despejado no mundo,digo despejado, por que na maioria das vezes ,nasce o nordestino nato,nos rincões distantes do progresso ,na solidão do casebre,na escuridão das noites,na luz prateada da lua,no azul celeste do céu,no silencio do abandono e no uivar dos ventos, ele nasce praticamente só,nasce como um animal irracional,nasce após enfrentar todas as dificuldades pertinentes ao mojo,vence todas as entemperies,vence as doenças, a fome, a solidão,o despreparo, a seca,vence o abandono e  todos os óbices que procurarem impedir o desenvolvimento daquele neófito  embrião,por isso e tudo isso  já nasce um Baobá, o  nordestino já nasce um vencedor,tem motivo mais do que suficiente para gritar para o mundo que é um  forte,o nordestino nasce pelo o amor e  mãos de Deus.

Conhece os cânticos das cigarras,os cricris dos grilos,os latidos dos vira latas, o uivar dos animais,o chocalhar  das cobras cascavéis e o sibilar das  caninanas,conhece o cacarejo das galinhas,a orquestra das arribançãs, dos sanhaços,das sabiás,das juritis, os miados dos gatos ,os berros dos caprinos e de quando em vez o mugir de um bovino. 


Agarra-se nos peitos da mãe e lhe sorve o leite e  o sangue até chegar aos 03 anos,muitos não chegam ao primeiro, dois terços sucumbem  no primeiro ano de vida,às vezes por uma simples diarréia,fruto da baixa imunidade e o grau de desnutrição durante o período embrionário, um terço extrapola a barreira dos cinco anos e a cada dia que passa fica mais forte,mais robusto,mais rústico e mais resistente, consome o inconsumível, se depara com a mais cáustica  das vidas e consegue vencer com força ,coragem e com predestinação à luta, é o nordestino vivo e adulto um guerreiro, é um vencedor de múltiplas e grandes  batalhas pela sobrevivência.

Prossegue  a confabulação e o interlocutor ao saber o nome de sua região, informa que conhece a sua terra, a sua terra é linda, limpa e hospitaleira, fica o nordestino nato apoplético, imóvel, pasmo com tantas desinformações,com tantas inverdades,com tantas superficialidades e descaracterização do verdadeiro homem do agreste,do sertão  e da caatinga. 


Aquele citadino fala da cabeça,fala do que se chama a capital ,fala para onde vai 80% das verbas daquele Estado,fala daquela que se emboneca para receber os visitantes,fala daquela que vive em verdadeira transformação cultural ,na artificialização da vida ,dos costumes e do apagamento do verdadeiro nordeste,do agreste e quente sertão, fala da metrópole que representa a sua região,metrópole esta que nada difere das demais , nada difere devido às suas semelhanças,quer que seja do norte,do sul,do leste ou do faroeste ou até mesmo do nordeste, as mesmas congestionadas avenidas,os mesmos em forma de caixa centros comerciais ,os mesmos letreiros,os mesmos restaurantes de comidas rápidas e os mesmos habitantes ,quase todos com os mesmos pensamentos:descartar,descartar,descartar, tudo é descartável,tudo deve ser substituído, até mesmo quando estiver bom,basta que desbote ou surja algo mais moderno. 


 Esta não é a terra do nordestino nato, a sua terra é aquela que jamais sairá do seu pensamento,mesmo que viva geograficamente dela distante,o nordestino nato é o próprio sertão, é o agreste,é o sol,é o vento,é a força,é o sotaque,é a coragem,é a vergonha na cara,é a autenticidade, é a saudade , é a lembrança das vividas dificuldades.

O verdadeiro nordestino não se deixa contaminar ,o verdadeiro nordestino reforça a sua origem ao conhecer novos povos, novos costumes e novas civilizações,o verdadeiro nordestino fica mais autêntico à proporção que vai se civilizando, à proporção que vai se distanciando geograficamente do seu torrão e mergulha noutras plagas mais evoluídas, o nordestino nato não substitui os seus valores,não apaga da mente as suas origens, o verdadeiro nordestino sempre está retocando o seu arquétipo ,sem prejudicar os novos conhecimentos,sem deixar de usufruir ou sorver do nécta  da modernidade. 


O Nordestino nato,não abandona a nação nordeste, não abandona a religião do agreste,jamais esquecerá da ladainha familiar e da arquitetura regional com todas as suas diversidades.


O homem da caatinga, é catingueiro,é mão grossa,é pele seca,é voz ríspida, é homem na verdadeira concepção da palavra, o nordestino nato é um vencedor,o nordestino nato ainda tem o que lhe mais caracteriza , o nordestino nato ainda tem alma . .Ainda .E sempre terá.
                                             Iderval Reginaldo Tenório




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Batalha Juazeiro do Norte- Crato-Sedição de Juazeiro



                                                                   Sedição de Juazeiro do Norte



Histórico

Em 1909 O padre Cícero acerta com o Prefeito do Crato Coronel Antonio Luiz Alves Pequeno a elevação do povoado de Juazeiro à cidade ,seria desmembrada do Município   do Crato ,pois o povo não agüentava mais pagar tanto imposto   ,a vila do Juazeiro já era maior do que a sede,estava  com 25 mil  habitantes. 

 Em 1910 nada foi feito e o prefeito informou que pensaria no assunto em 1911, a população não aceitou , criou um movimento pro Juazeiro que culminou  em 22 de Julho de 1911 com a sua independência, sendo o Padre Cícero o seu primeiro Prefeito.

 Pretendiam este cargo ,os  Srs.Jose André,Sr Joaquim Bezerra,o Padre Peixoto dono do Jornal  O REBATE e o próprio Dr Floro Bartolomeu, que posteriormente foi eleito Deputado Federal. 

Está aí a razão deste cordel documentando estes fatos.

Em 1913 um batalhão do Gov .erno Estadual,sediado no Crato , comandado pelo então Coronel  Alípio  de Lima  Barros ,  menosprezando o poderio da força de Juazeiro  ,declarou guerra , prevendo que nos primeiros tiros  haveria uma debandada  dos jagunços , logo depois venceriam e acabariam com toda a  Cidade do  Juazeiro. O  tiro saiu pela culatra,pois ,surpreendido por uma trincheira de  02 metros de altura e um grande valado  de 04 metros de profundidade amargaram uma vergonhosa derrota, foram vencidos  pelos defensores do Juazeiro,o Dr Floro Bartolomeu, o organizador  e os seus jagunços.

Esta foi uma grande vitória do município do Juazeiro, mostrando para o Brasil a força e a justificativa  do seu desmembramento do Crato que não aceitava e queria acabar com a vila.  

Dados do Autor
Iderval Reginaldo Tenório., Nasceu em Juazeiro do Norte no dia 18 de Março de 1954, na rua Praça do Cinqüentenário 55, Bairro do Socorro..Filho de Jose Miguel da Silva e Antonia Reginaldo da Silva Estudou no Grupo Escolar Padre Cícero,Colégio Salesiano Dom Bosco,Ginásio Municipal Antonio Xavier de Oliveira e Instituto Moreira de Souza. Completou os seus estudos  na Escola de Medicina  da Universidade Federal da Bahia colando grau em 1982. Hoje cidadão Camaçariense e Soteropolitano onde recebeu os Títulos de Cidadania pela Câmara de Vereadores dos dois Municípios. Função hoje além de médico, difundir a real cultura Nordestina pelo Brasil. Reside  na Cidade do Salvador-Ba.

Como armas os bacamartes  e os ensinamentos simplórios,
Como munição, muitos pregos e  muitas horas de parlatório,
Os jagunços do Juazeiro dos Clementes aos Honórios,
Foram para a linha de frente como um grande adjutório.”
                                            Iderval  Reginldo Tenório







A Grande  Batalha Juazeiro contra o Crato
            Viva o nosso Centenário

O vilarejo do Juazeiro
Pertencia ao grande Crato,
Pagava muitos impostos
Vivia em grande maltrato,
Os homens trabalhavam muito
Mas jogavam tudo no mato,
Não voltava um só tostão
Era  tristeza e desacato.


Toda a riqueza era comida
Pelos homens da Prefeitura,
O Prefeito Luiz Antonio
Homem cruel e sem postura,
Não trabalhava  pela cidade
E nem  pela agricultura
Não ouvia o Padre Cícero
Só queria era  a fartura.



O meu Padim  Ciço Romão
Vendo Juazeiro crescer
Pediu ao povo cratense
Que ouvisse seu padecer,
Explicando ao seu Prefeito
Do seu povo o seu querer
Pedindo a sua independência
Detalhando o seu porque.



Foi em mil novecentos e nove
Que o Padim  fez  o pedido,
Chegou mil novecentos e dez
Com   assunto não  discutido,
O povo esperava exausto
E ninguém foi atendido,
O povo não agüentava mais
Ouvindo o seu estampido.


O Prefeito negou de novo
O pedido do meu Padim,
Levou tudo na chacota
Alimentando o estopim,
Pensando que o Juazeirense
Fosse um povo muito ruim
E Na sua opinião boba
Só comia era capim.

Juazeiro virou um formigueiro
O povo todo a se reunir,
Querendo uma satisfação
Para o assunto discutir,
Fizeram um grande palanque
Para este mesmo povo subir
Pedindo a sua independência
Deixando o Prefeito a latir.


Juntou uma grande multidão
Para o assunto ser discutido
Convocado pelo O REBATE
Nosso Jornal destemido,
Tinha mais de vinte mil homens
Todos eles bem precavidos
E fizeram um grande comício
Sem confusão e sem alarido

Na frente tinha o Dr Floro
E o grande Padre Peixoto
A Praça Grande ficou cheia
E O povo  em alvoroço,
Sonhava com a independência
Pois carne só de pescoço
O Prefeito  chupava as frutas
 Só lhe sobrava o caroço.


A multidão tomou o rumo
Da casa do padre Cícero,
Pararam na sua frente
E recomeçaram o comício,
Foi um grande alvoroço
Sem falar do sacrifício,
Foi uma grande festança
Com   fogos de artifícios.

O Padre falou sem parar
Pedindo a compreensão,
Daquela grande passeata
Com amor e compaixão,
Convocando  aquele povo
Com muita fé e união
Pra defender Juazeiro
A Sua família e o seu pão.



Isso foi no fim de julho
De mil novecentos e dez,
Precisamente no dia  trinta
Que começou o revestrez,
O povo não aceita mais
Pagar tantos contos de reis
A prefeitura tomava tudo
Até as   alpercatas dos pés.




Este foi  o grande passo
Para a nossa independência,
Juazeiro vivia ameaçado
Pelo governo da intendência,
Minando as suas economias
Tirando toda  a sua paciência
Enquanto o povo do Crato
Já previa a decadência.


No dia sete de setembro
Independência do  Brasil,
Foi comemorado em Juazeiro
Com muitos tiros de fuzil,
A independência da cidade
Pelo grande  povo varonil.
Se desligando do Crato
Deixando de ser servil.


Foi alarmante a confusão
Que o nosso povo se meteu,
O prefeito  prometia bala
O Jornal O REBATE rebateu,
Cobrariam os seus impostos
Como o homem prometeu
Não apareceu um só fiscal
E com medo se escafedeu.


O Crato mandou três homens
Da sua alta sociedade,
Pra discuti com o Juazeiro
Com muita civilidade,
Prometendo com documento
O dia da nossa  liberdade.
Eram três cidadãos de bem
Com muita cordialidade ..


Falaram aos Juazeirenses
Qual era a sua intenção,
O povo pagaria os impostos
Que devia  com precisão,
Zerando as suas dívidas
Era aquela a decisão
Depois vinham os documentos
Da sonhada  libertação.

Foi em mil novecentos e onze
No dia dezoito  de   fevereiro,
Que os homens se reuniram
Com o povo   alvissareiro
Prometendo a tal liberdade
Para um povo cativeiro.
Juazeiro pegou fogo
Atiçaram um  formigueiro.


Barbalha ,Milagres e Missão Velha
Logo apoiaram  o Juazeiro,
Mandando os seus mandatários
Homens fortes e altaneiros
Pra  proteger o povo pobre
Os jagunços e aos romeiros,
Se juntando ao Padre Cícero
Combatendo os desordeiros.

,Os jornais de Fortaleza
Botaram a boca no mundo,
Diziam em alto e bom tom
Falavam pra todo o mundo
Que Juazeiro seria uma vileza
E vivia em sonho profundo,
Só pensava em esperteza
E  matracava nos fundos.


Foi em   vinte e dois julho
Com uma grande comitiva
Todo o  povo  em pavorosa
Com sua liberdade cativa
Foi aprovado em Fortaleza
Com muito fervor e assertiva
A independência do Juazeiro
Pela  Assembléia Legislativa.


Juazeiro  virou cidade,
Ficou logo independente,
Afastando os dois candidatos
Com campanhas muito ardentes
Joaquim Bezerra  e José André
Que eram grandes pretendentes
E Como  primeiro prefeito
Teve o  Padre competente.
.,


Em mil novecentos e treze
Era grande a confusão,
Mesmo sendo independente
Foi grande a perseguição
O governo do Estado
Promoveu grande aleijão
Mandou invadir Juazeiro
Foi uma grande rebelião.

Foi travado muitas batalhas
Com o governo Estadual
Juazeiro com  vitória e fé
Crescia o seu cabedal,
Os romeiros viajando a pé
Por cima de pedra e pau
Derrubando os dirigentes
Lá dentro da Capital



Amigos do Juazeiro
Termino com esta história,
Sei que o amigo já conhece
Vou reavivar a sua memória,
Foi em mil novecentos e treze
Depois de  lutas e glórias,
Levantando a sua bandeira
Numa causa libertatória.


O Padre Cícero  Romão Batista
Homem simples e destemido,
Junto a Floro Bartolomeu
Cabra macho e muito atrevido,
Convocando o povo simples
Foram ambos logo atendidos,
Construíram um grande valado
Pra proteger os desvalidos.


Juazeiro ficou cercado
Pelos soldados do Crato,
Do santo sepulcro do horto
Da cidade até no mato,
Os homens todos armados
Foi um grande desacato
Não havia um só lugar
Que não existissem macacos.


Trouxeram um grande canhão
Feito lá em Fortaleza,
Derretendo todo o bronze
De toda aquela redondeza,
Encheram de bala até a boca
Sem nenhuma delicadeza,
Quando chegaram no valado
Foi   decepção e tristeza.


Achavam que os jagunços
Só tinham pernas pra fugir
Pois diante do forte exército
Todos procurariam  escapuli ,
Deixando Juazeiro só
Como  cachorros a latir
Pois só  tinham como armas
Feijão , farinha e  óleo de pequi
.

Mas na hora da verdade
O Canhão foi só  alvoroço,
O Besta Fera  enganchou no chão
E as balas voavam pouco,
Encontrando o grande valado
Os soldados ficaram rouco,
As balas dos jagunços a tinir
E os soldados ficando mouco.


Depois de seis horas de luta
Diversos homens sucumbiram,
Os soldados com fome e frio
Muitos deles escapuliram,
Deixando o grande canhão
Os morteirnadores se baniram
Os jagunços com os tiros certeiros
Todos os soldados fugiram.


Com a batalha  perdida
Se entranharam pelo mato,
Procurando um  coronel frouxo
Que se escondera como um  rato,
Os soldados rasgados e famintos
Só pensavam em comer no prato,
Esta foi uma grande vitória
De Juazeiro contra o Crato.

Hoje Juazeiro   e  Crato
Falam o mesmo  vocabulário
Andam com  mãos juntas
Rezam o mesmo escapulário
Depois de uma centena de anos
Usam o mesmo dicionário,
Estão alegres e unidas
Festejando o Centenário

Iderval ReginaldoTenório
          MEDICO


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Sinopse: NA SEGUNDA DÉCADA DO SÉCULO XX, DECLARA-SE UMA DUALIDADE DE PODERES LEGISLATIVOS NO ESTADO DO CEARÁ. TROPAS SÃO ENVIADAS DE FORTALEZA PELO GOVE